III) 2006 – RAPPORT FRÅ MELLOMKYRKJELEG RÅD
7. ØKUMENIKK, RELIGIONSDIALOG, MISJON OG EVANGELISERING
Ao trabalharmos os procedimentos metodológicos na área da moda, não podemos deixar de falar de criação, pois é através dela que os designers de moda desenvolvem as suas colecções. A criatividade, segundo Dualibi & Simonsen (Pires, 2008, p.139), é a capacidade de formar mentalmente idéias, imagens e coisas não presentes ou surgir com algo insólito, único e original, porém com um objectivo final.
Para Tarciso D´Almeida (2008), “A moda regista, desde as suas origens no Renascimento até a modernidade nos séculos XIX, XX e neste início do XXI, a essência do consumo. A criatividade adquire carácter mercadológico no mundo da moda, seja na esfera simbólico-estética, seja na económico-financeira, e ela não existe sem uma equação que contra balanceie a liberdade do acto criativo dos estilistas de Alta-Costura e do prêt-a-porter – árbitros da “sugestão” de conceitos/tendências na sociedade.”
A criação é um processo diferente para diferentes estilistas. É muito importante o estilista entender o seu processo criativo, pois isto leva-o a adquirir consciência e controlo dos caminhos que a sua mente percorre, facilitando assim, a resolução de dados projectuais. Como a criatividade é geradora de inovação, valor imprenscindível nos produtos de moda, esta deve ser trabalhada e utilizada no maior número possível de partes do processo. A criatividade é o coração do design, sendo importante em todas as fases do desenvolvimento de um produto. “O projecto mais excitante e desafiador é aquele que exige inovações de facto – a criação de algo radicalmente novo, nada parecido com tudo o que se encontra no mercado.” (Baxter, 1998, p.51)
Para D´Almeida (Pires, 2008, p.84), devido à complexidade do processo criativo do mundo da moda, os elementos não acontecem de forma contínua e estanque, mas sim de maneira aleatória e, provavelmente, simultânea e recorrente, como mostra a figura 2.8. “A configuração actual do mercado da moda mistura a liberdade criativa dos estilistas com a necessidade de adequação ao mercado consumidor.”
Figura 2.8: Resumo do processo criativo no mundo da moda (Pires, 2008, p.84) Para Meira (2003, p.122), ao ter em consideração uma filosofia da criação, as propostas de pedagogia estética e artística procuram relacionar arte e vida, ou seja, onde o conhecer, o fazer, o expressar, o comunicar e o interagir instauram práticas inventivas a partir das vivências de cada um. Devido a isto e ao pensamento de D´Almeida acima relatado, o acto criativo é complexo e não linear.
Segundo Gomes (2001, ciatdo em Fornasier et al., 2008, p.140-141), o processo criativo contempla sete fases:
• Identificação: é a etapa mais complexa e determinante do trabalho, já que define o entendimento do contexto que gera as necessidades e objectivos do projecto e se escreve o que realmente está a ser procurado e como vai ser feito o projecto; • Preparação: é a pesquisa de dados, informações e conceitos que podem
contribuir, tanto no processo, quanto no projecto ainda que possam, aparentemente, parecer não relacionados. Podem-se dividir em análise denotativa (que são feitas em diferentes locais não científicos) e análise conotativa (a realização de pesquisa em meios científicos). Nesta fase, todos os sentidos devem estar alerta, pois a emoção e a intuição são determinantes, o que significa que o inconsciente actua, acumulando informações que ainda escapam ao âmbito da consciência.
Complementando a idéia de Gomes e transpondo-a para a moda, pode-se dizer que é nesta fase que são realizadas as pesquisas de tendências, de fontes de inspiração, matérias-primas, formas, cores, texturas, tecidos, etc.;
• Incubação: é a fase em que é preciso descansar para deixar o inconsciente fazer o trabalho de associações de idéias, realizando analogias, intercalando trabalho e descanso ou actividades diferenciadas, deixando espaço e tempo para o inconsciente conseguir transmitir ideias ao consciente. É uma fase que pode causar euforia ou angústia e uma sensação de que o trabalho não evolui;
• Experimentação: é a fase na qual é accionada a capacidade para se experimentar, em forma de desenhos ou outra mais adequada à situação. Permite voltar ao problema e visualizar possíveis soluções, quando de maneira desordenada as ideias aparecem no consciente e desaparecem num ritmo particular do indivíduo, porém caminhando para a solução;
• Iluminação: é a fase que termina com a angústia, quando a imaginação das ideias e a sua visualização permitem entender como resolver o problema, analisando a forma, a função, a estética e a técnica das possibilidades
desenvolvidas. O término desta fase ocorre com a selecção da ideia que mais se aproxima dos requisitos desejados.
Para Bonfim (1995, p.26), este “vislumbramento” repentino permite a compreensão e a solução de um problema, sendo designado de
insight
, o que representa o núcleo do processo criativo. Os estudos que ocorrem no processo criativo são objecto da Heurística (ver Anexo I),a qual fundamenta as técnicas de exploração do processo criativo através de procedimentos como a listagem, a combinação, a abstração, a transformação, a associação, etc.. Pode-se dizer que é nesta fase que são realizadas as selecções das tendências e são definidos os esboços e croquis;• Elaboração: é a fase de realização do projecto, de forma que a técnica escolhida seja a ideal para demontrar o produto ou o processo. Uma má escolha pode destruir todo o trabalho até aqui realizado. É a fase em que são realizados os desenhos-técnicos e as fichas-técnicas;
• Verificação: é a fase em que se analisa os requisitos dos objectivos e do problema, de forma crítica e consciente, não esquecendo a verificação do grau de inovação do projecto realizado. Fase de análise da colecção, prototipagem e verificação. Apesar de algumas fases parecerem simples, o processo não é tão linear quanto parece.
De acordo com Fornasier, Martins e Demarchi (Pires, 2008, p.128), o processo de desenvolvimento de produto em design de moda é um sistema de gestão do conhecimento que ocorre por meio da inter-relação dos processos cognitivo, criativo e projectual já utilizados para a realização de projectos, associando-se a estes a metodologia científica.
As metodologias são procedimentos lógicos que auxiliam no desenvolvimento de projectos através da estruturação de um conjunto de acções que orientam o processo de produção dos produtos com o objectivo de resolver problemas, entre os quais a satisfação do seu consumidor. (Bonfim, 1992; Araújo, 1996; Kotler, 1999; Bonsiepe, 1992)
Segundo Fornasier, Martins e Demarchi (Pires, 2008, p.129), o desenvolvimento de projectos pode ser definido como uma actividade realizada por meio de etapas de
metodologia projectual, aplicando alguma das diferentes técnicas de criatividade. Para eles, os processos cognitivo, criativo e de metodologia científica e o próprio processo da metodologia projectual são interdependentes, formando, assim, um sistema de gestão por processo do conhecimento para o desenvolvimento de projectos.
As etapas do processo de desenvolvimento de projecto com o processo criativo, cognitivo, metodologia projectual e com a metodologia de pesquisa são:
• Identificação de oportunidade: Nesta fase ocorre a definição e análise do problema para que seja estabelecido o objectivo a ser cumprido pelo projecto, seguindo a necessidade do mercado;
• Projecto conceitual: Segundo Baxter (2003, p.174), “o projecto conceitual tem como objectivo produzir princípios de projecto para o novo produto. Ele deve ser capaz de satisfazer as exigências do consumidor e diferenciar o novo produto de outros do mercado” e descrever as linhas básicas formais e funcionais do produto. Nesta fase deve-se gerar o maior número de conceitos e seleccionar os melhores;
• Geração de ideias: Nesta fase, as técnicas de criatividade são usadas para incentivar a encontrar idéias generalizadas, em princípio sem julgamentos. As técnicas de criatividade são técnicas criadas para gerar idéias, não é o processo criativo, o que não significa que no processo criativo não se use as técnicas de criatividade;
• Idealização: Trata-se do planeamento da concepção do projecto realizada a partir de escolhas estratégicas, compatíveis com as necessidades sustentáveis económica e ambientalmente, assim como coerentes com as tendências de mercado;
• Pesquisa de triagem: Nesta etapa, devem-se expressar os factos e dados do mercado em conceitos de produto, avaliando a sua diversidade e reduzindo a um número exequível de possibilidades;
• Modelos (protótipos): Nesta fase, o trabalho tem a sua primeira visão tangível por meio da escolha e construção de um número reduzido de propostas, não necessariamente com o material definitivo, mas o mais próximo do verdadeiro. As etapas acima mencionadas estão representadas na figura 2.9.
Figura 2.9: Etapas do processo de desenvolvimento de projecto com o processo criativo (Pires, 2008, p.147)
Cada linha horizontal do quadro é uma etapa do desenvolvimento de projecto que deve ser sempre finalizada com uma etapa do processo de método científico. A orientação de leitura do quadro é feita de baixo para cima, partindo sempre do Processo Cognitivo em
direcção ao Método Científico. O processo inicia na Motivação, passando pela Identificação, Identificação de oportunidades indo até o Problema/Objectivo/Hipótese/Justificativa. Em seguida, o processo continua voltando-se novamente ao Processo Cognitivo através da Memória e assim por diante.
Apenas na quarta etapa do processo, após a idealização, não existe uma realização formal no método científico, que trata do desenvolvimento do projecto propriamente dito. “Esta fase não aparece na representação porque os processos são contínuos entre as etapas das linhas horizontais 5 e 6, contudo, não significa que ela não exista, mas está em processo de formação.” A etapa de Consciência, por sua vez, é repetida durante duas fases do processo devido à importância da tomada de consciência das estratégias compatíveis para a resolução do problema com vista a resolver o problema. A última fase é a conclusão do trabalho, onde serão sintetizados os resultados do problema proposto no início do projecto.
Segundo Rech (2002, p.68), a partir do processo de desenvolvimento de produtos proposto por Slack (1997), Kotler (1999) e do método de projecto elaborado por Munari (1982), pode-se citar alguns pontos importantes para a criação e o desenvolvimento do produto de moda, tais como: a observação, a análise e a síntese quantitativas e qualitativas das necessidades de determinado segmento de mercado e a transformação destas necessidades num produto de moda.
O desenvolvimento de produtos de moda deve ter como objectivo fundamental a satisfação das necessidades e desejos dos consumidores, além de estarem condicionados pelos objectivos gerais da empresa, disponibilidade de materiais e recursos (pessoais e tecnológicos) e do mercado, pois são estes factores que orientarão o processo de criação de moda. Para isso, é necessário que se conheça muito bem o cliente, a sua estrutura industrial, as matérias-primas disponíveis, não deixando de lado a previsão dos custos por peça e por colecção, compatíveis com o que o mercado pode assimilar. As metodologias de projectos de produto têm a vantagem de criar uma visão estratégica, sistemática e organizadora do pensamento, não impedindo, no entanto, que o designer não passe por fases de grande incerteza.
De acordo com Rech (2002, p.73), o projecto de produto de moda pode ser fundamentado nas seguintes etapas:
• Recolha de informações sobre moda (referenciais): Nesta fase do projecto, recolhe-se todos os referenciais de moda (idéias, modelos, tecidos, padronagens, modelagens) que serão utilizados na colecção de moda que se está a desenvolver;
• Definição do tema ou do conceito geral da colecção: Deverá reflectir a tendência da estação, estar de acordo com a filosofia da empresa e atingir as necessidades do consumidor. Na escolha do tema, a empresa precisa não só de que as pessoas envolvidas com o processo de criação possuam sólida formação cultural e profissional, assim como construir um arquivo actualizado e bem estruturado, que, de alguma forma, possa ser relacionado com a moda, para que sirva de banco de dados (ideias);
• Esboço dos modelos: O designer de moda pode gerar novos conceitos de diferentes formas, dependendo da sua capacidade para desenhar ou para a modelação. O profissional pode transpor a sua idéia para o papel através de croquis realizados à mão livre ou através de sistemas CAD. Outra maneira de criar é através da técnica de
moulage
, com a qual o criador trabalha sobre um manequim ou até mesmo sobre o corpo de uma pessoa, fazendo provas em tecido de algodão cru ou de preferência, o mais semelhante ao da peça final; • Definição dos modelos: As decisões, nesta etapa do projecto, nunca deverão serisoladas. É importante que seja formado uma comissão de decisão, com a presença de designers e executivos das áreas de vendas, produção e marketing, pois esta análise técnico-comercial tem maiores possibilidades de garantir que o produto final corresponda às expectativas do mercado e da empresa.
O desenvolvimento do produto de moda, em grande parte das empresas, é realizado através de colecções com pequenas quantidades de peças, consisas e bem definidas quanto ao conceito/estilo, através de uma qualidade de criação. Isto só é possível devido à velocidade das informações sobre moda a que os consumidores têm acesso. “Os modelos
dessas mini-colecções vão sendo substituídos à medida que surgem novas influências do mundo da moda no mundo dos clientes finais”. (Rech, 2002, p.74).
Na criação de uma colecção de moda, o designer deve ter idéias criativas, normalmente partindo do conceitual, necessitando, para isso, de fazer um diagnóstico profundo do problema, das análises das colecções anteriores, da capacidade produtiva (interna e externa) e industrial, das vocações da empresa, além de conhecer muito bem o seu consumidor, com vista a atender a uma procura real ou possível dentro do calendário de moda dea sua região ou destino.
Para Fiorini (Pires, 2008, p.101), “trata-se de gerar uma “trama” de base, que possa reger todas aquelas resoluções referentes à forma, à operação, à materialidade, aos modos de produção e ao seu significado. A exploração de alternativas de início permite que o estilista explore diferentes soluções morfológicas para a mesma ideia, que rege variados modos de concreçãodas intenções do desenho”.
A criação de colecção não é igual à criação de um único produto de design. É um sistema particular de carácter efémero (Pires, 2008, p.108) e projecção temporal que apresenta princípios de complementaridade entre as diversas peças com vista a formar o que chamamos de coordenados ou
looks.
Este sistema serve tanto para a apresentação de um desfile, de uma vitrina, como no auxílio das vendas, pois na medida em que existe uma série de peças que podem conjugar-se entre si e serem utilizadas em conjunto. Assim, o cliente tem muito mais possibilidade de comprar mais do que uma única peça.“Cada colecção apresenta alternativas formais e opções funcionais para o usuário, utilizando sua capacidade associativa e combinatória: desde o produto mais básico ao mais experimental, todos compartilham um discurso comum, emitem a mesma mensagem. Nós nos encontramos diante de sistemas estruturados por constantes (comunicacionais) e variáveis (materiais, formas e usos) que reforçam a mensagem de maneira diversificada, sem se converterem em uma transformação monótona, previsível.” (Pires, 2008, p.110)
Devido a isso, Sorger e Udale (2008, p.16) afirmam que os estilistas necessitam de procurar constantemente uma nova inspiração para manter a frescura do seu trabalho e a sua contemporaneidade com o objectivo de continuarem a sentirem-se estimulados.
Segundo estes autores, o desenvolvimento de uma colecção pode passar pelas seguintes fases:
1) Pesquisa - Formas de investigação:
a) Pesquisar materiais e elementos práticos, conhecer o que está disponível. b) A segunda forma de pesquisa dá-se no momento em que se encontra um
tema ou um conceito para utilizar nos desenhos;
2) Escolher um conceito: O designer deve escolher um conceito que tenha interesse, o estimule e que entenda, pois deve ser algo que ele possa trabalhar ao longo de toda colecção. Alguns preferem trabalhar com um conceito abstracto, outros, em contrapartida, preferem utilizar algo mais específico e com mais carga visual. Utilizar um tema ou um conceito serve para dar um sentido global a todo trabalho porque aporta continuidade e coerência;
3) Fontes de pesquisa: Informações e imagens na internet, em livros, mercados públicos e feira de antiguidades, objetos quotidianos, museus, viagens, fotos que o próprio estilista pode tirar;
“As fontes de imagens vão desde fotocópias, postais, fotografias, recortes de revista e desenhos. Todos podem servir no processo de pesquisa: imagens, tecidos, detalhes como alguns botões ou um colar antigo- qualquer coisa que inspire, de alguma forma, a pesquisa. Todos os materiais recolhidos têm que estar à mão e à vista, para que o designer tenha a referência na frente dele constantemente”. (Sorger & Udale, 2008, p.21);
4) Caderno de idéias: Alguns estilistas reúnem todo o material recolhido em painéis e outros preferem colocar essas pesquisas num bloco ou caderno de desenho (
sketchbook
). Estes funcionam como um suporte para registo das informações que o designer vai recolhendo, anotações, esquiços, colagens, etc.;5)
Mood-boards, storyboards
e painéis temáticos: São essencialmente uma destilação da informação recolhida. De certa forma, é a versão organizada do material que vai servir de inspiração à colecção;6) Desenhos: Depois de organizado o material da pesquisa, pode-se começar a desenhar;
7) Silhueta: Tem grande importância no desenvolvimento de uma colecção, pois é uma das primeiras coisas que chama atenção das pessoas ao ver uma roupa, para só depois se fixarem nos detalhes, texturas, etc.;
8) Proporção e linha: A proporção de uma roupa está directamente ligada à silhueta que ela possui. Em geral, a linha de uma roupa refere-se ao corte da peça, onde estão localizadas as pinças ou algum efeito que oferece aparece visualmente; 9) Detalhes: Os detalhes numa roupa são fundamentais, tanto em relação ao seu
acabamento, quanto à sua função, como, por exemplo, o uso de bolsos que, mesmo que sejam discretos, têm uma função importante;
10) Tecido, cor e textura: É necessário compreender as distintas variedades e qualidades de um tecido antes de o aplicar a um desenho. A selecção de um tecido, cor e textura está relacionada com a estação para a qual o estilista está a trabalha;
11) Representação das ideias: A melhor forma de representar as idéias é através de desenhos com traços do próprio designer. Nesta etapa são utilizados os desenhos de moda (croqui) como meio de representação das peças de roupa. Mas antes de os realizar,, o criador tende a fazer um desenho mais rápido, como forma de visualizar o que pretende. Este desenho pode, tanto ser o desenho técnico final, como um esboço do que está a imaginar para depois realizar o desenho técnico o mais próximo possível da representação final;
12) Portfólios: O resultado de cada evolução da colecção pode ser montado em portfólios. Estes podem conter esboços, ilustrações de moda, padrões, tecidos, aviamentos (se for de importância mostrá-los),
mood-board
, fotografias das peças confeccionadas. Também se pode incluir detalhes como, por exemplo, bordados ou estampas que sejam especiais para a peça.Para facilitar a visualização das metodologias apresentadas neste capítulo, a Tabela 2.3 mostra o estudo comparativo.
Tabela 2.3: Comparação entre as metodologias de criação GOMES (2003) FORNASIER, MARTINS
e DEMARCHI (2008) RECH (2002) SORGER E UDALE (2008) Identificação
Preparação Identificação de oportunidade
Recolha de informações sobre moda (referenciais)
Pesquisa - Formas de investigação
Incubação Projecto conceptual Definição do tema: conceito geral da colecção Escolha do conceito Fontes de pesquisa Caderno de ideias
Mood-boards
,storyboards
e painéis temáticosExperimentação Geração de ideias Esboço dos modelos Desenhos Silhueta
Proporção e linha
Iluminação Idealização Definição dos modelos
Silhueta
Proporção e linha Detalhes
Tecido, cor e textura Representação das ideias
Pesquisa de triagem Portfólios
Modelos (protótipos)
Neste capítulo foram abordadas algumas metodologias actuais que são utilizadas no domínio da moda, mas podemos afirmar que não existe uma metodologia ideal para a área da moda, uma vez que cada criador trabalha da forma que mais lhe convém, tanto em termos de criação, quanto em termos de produção.
Segundo Fiorini (Pires, 2008, p.112), “É importante reafirmar a inexistência de uma metodologia linear que permita resolver a totalidade dos problemas, já que aparecem de maneira complexa e multiforme. Mas isso, habilita mais do que nunca a necessidade de incorporar a esta profissão critérios sistemáticos que permitam organizar os processos de desenho.”