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Hjelp når det haster – hos den kommunale legevakten

In document Godt å bli gammel i Norge? (sider 26-0)

5. Styrke de kommunale helse- og omsorgstjenestene

5.2 Hjemmeboende eldre som trenger noe/mye hjelp

5.2.3 Tilpassede allmennlegetjenester til hjemmeboende eldre

5.2.3.3 Hjelp når det haster – hos den kommunale legevakten

O oxigénio dissolvido (OD) é a quantidade de oxigénio presente na água do meio hídrico, que ocorre quando bolhas microscópicas de oxigénio gasoso estão misturadas com a água. É um dos parâmetros da qualidade da água mais importantes e é usado para medir a quantidade de oxigénio disponível para as atividades bioquímicas na água. Pode ser eliminado pela oxidação de carbono orgânico, pelos processos de nitrificação e respiração, sendo reposto por trocas gasosas à superfície e pela fotossíntese (JI, 2008).

O OD é um requisito básico para um sistema aquático saudável, visto que a maior parte dos peixes e insetos aquáticos necessitam de oxigénio para sobreviver. Essa depleção de oxigénio dissolvido na água causa uma ameaça a todas as formas de vida aquáticas se a concentração de oxigénio decai até ao seu nível crítico (DAVIS & CORNWELL, 1991). Sendo este um fator critico para a saúde e bem-estar da vida aquática, ambientalistas do estado de New Jersey estabeleceram um valor padrão mínimo para o OD a observar nos meios hídricos de todo o estado (HECKATHORN & GIBS, 2008).

De acordo com Ji (2008), sempre que os níveis de OD na água descem para valores inferiores a 5,0 mg/L, a vida aquática fica ameaçada e quanto mais baixa for essa concentração maior é a pressão sofrida por estes seres aquáticos. Concentrações de OD inferiores a 2 mg/L são consideradas hipóxicas e, em alguns casos, a água pode perder todo o oxigénio e tornar-se anóxica. Se os níveis de oxigénio permanecerem baixos durante longos períodos de tempo, pode originar uma elevada mortalidade de espécies aquáticas.

Para se compreender completamente as caraterísticas de uma massa de água é essencial quantificar os mecanismos que afetam as concentrações de oxigénio dissolvido nestes meios aquáticos, tais como as suas formas de depleção e fontes. Muitos fatores, como a velocidade e profundidade do rio, carência bioquímica de oxigénio e proliferação de algas, bem como a carência de oxigénio nos sedimentos, podem afetar a concentração de oxigénio dissolvido na coluna de água.

Uma potencial e importante forma de depleção de oxigénio dissolvido na água é a carência de oxigénio nos sedimentos, que é a taxa à qual o oxigénio é eliminado da coluna de água, perto ou na interface água – sedimentos, junto ao leito (HECKATHORN & GIBS, 2008).

Heckathorn e Gibs (2008) afirmam que a carência de oxigénio nos sedimentos (SOD), em conjunto com outros constituintes da qualidade da água na coluna de água, é um fator crítico e bastante importante no desenvolvimento e calibração de modelos de qualidade de água.

Os sedimentos em bacias hidrográficas urbanizadas podem ser categorizados em dois principais tipos: os sedimentos depositados em superfícies de estradas (RDS) e os sedimentos depositados e transportados em ambientes aquáticos. Segundo Taylor e Owens (2009), estes subsistemas estão ligados através de uma cascata sedimentar urbana que reconhece a natureza altamente dinâmica do sistema sedimentar urbano e as relações entre fontes de sedimentos, mecanismos de transporte, deposição e modificação dos sedimentos após a disposição destes. Os principais locais de disposição de sedimentos, de acordo com a cascata sedimentar urbana, são as superfícies de ruas, sarjetas e galerias de águas pluviais, rios e lagos.

As principais fontes naturais de sedimentos nos rios são: a deposição de poeira atmosférica e erosão de partículas devido ao vento, eventos de movimentação de massas e erosão do solo devido à água das chuvas e cultivação. Outras fontes naturais que derivam do fluxo da água dos rios são: erosão dos canais, erosão das zonas inundáveis e ressuspensão dos sedimentos do leito do rio devido à variação das condições de escoamento.

As fontes de sedimentos que derivam das atividades antropogénicas incluem: exploração mineira, construção, redes rodoviárias urbanas, fontes poluentes industriais pontuais, águas residuais e trabalhos de tratamento de esgotos. Todas estas fontes são importantes para a caraterização do fluxo de sedimentos das bacias hidrográficas urbanizadas (Figura 2.5), onde dominam aquelas que são provenientes das atividades antropogénicas (TAYLOR & OWENS, 2009):

Figura 2.5 – Diagrama das fontes de sedimentos e seus percursos na bacia hidrográfica urbanizada

A gama de fontes de sedimentos para rios é maior do que a gama de fontes de sedimentos para superfícies de estradas, pois grande parte de bacias hidrográficas urbanas compreendem uma mistura entre usos urbanos e não urbanos do solo. Portanto, para além dos sedimentos nos rios provenientes da deposição em superfícies de estradas, estes também derivam da erosão do leito e margens do rio e movimentos de massas em algumas bacias hidrográficas. Carter (2003) mostrou que os sedimentos, na maior parte das secções urbanizadas da bacia hidrográfica do rio Aire-Calder no Reino Unido, eram provenientes da erosão das margens do canal (18 - 33%), de solos não cultivados (4 - 7%), de solos cultivados (20 - 45%), RDS (19 - 22%) e de descargas residuais (14 - 18%). Também mostrou que Yin e Li (2008) estimaram que cerca de 60% dos sedimentos suspensos na saída de um sistema de esgoto em Wuhan City, na China, derivavam do sistema de drenagem (sedimentos das sarjetas combinados com

os sedimentos do esgoto), com cerca de 40% provenientes dos RDS. Já no caso de Nelson e Booth (2002), descobriram que, tal como os deslizamentos de terra como a erosão das margens do canal, 15% dos sedimentos numa microbacia urbanizada originavam da erosão da superfície de estradas.

Em muitos casos, os sedimentos presentes nos rios urbanos contêm elevadas concentrações de metais e outros poluentes, originados do escoamento de estradas, deposição de sedimentos em superfícies das ruas e descargas de águas residuais tratadas. Enquanto muitos dos poluentes nos rios urbanos são descarregados já dissolvidos nos sedimentos, outros poluentes são introduzidos ainda em formas particulares e dissolvidas nos sedimentos assim que se encontrem dentro do curso de água (TAYLOR & OWENS, 2009).

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