5.2 Resultatdiskusjonen
5.2.3 Åpenhet om sykdommen kan redusere stigmatisering
duzentos anos, não o liberou da ideia de que as palavras são vento, um sussurro exterior, um ruído de asas que mal ouvimos na seriedade da história? Ou será preciso imaginar que, para recusar essa lição, você se obstinou a desconhecer as práticas discursivas em sua existência própria, e que queria manter contra ela uma história do espírito, dos conhecimentos da razão, das ideias ou das opiniões? (AS, p. 237-8, grifo nosso)
A presença é a existência (das práticas discursivas). Há relação entre presença e especificidade: existência própria (das práticas discursivas) – apelo à visão minuciosa. O recurso ao transcendental é o medo da história:
Qual é, pois, o medo que o faz responder em termos de consciência, quando lhe falam de uma prática, de suas condições, de suas regras, de suas transformações históricas? Qual é, pois, o medo que o faz procurar, além de todos os limites, as rupturas, os abalos, as escansões, o grande destino histórico-transcendental do Ocidente? (AS, p. 238, grifo nosso)
A história é a permanência no visível como necessidade da presença; o transcendental é a remissão ao invisível como necessidade da ausência.
A presença como existência está associada também à presença como acontecimento (ver supra terceiro, décimo, décimo-quarto e décimo-sétimo aparecimento), como aparecimento (ver supra primeiro, quarto, nono, décimo, décimo-nono, vigésimo, vigésimo- primeiro, vigésimo-oitavo e trigésimo surgimento) e como emergência (ver infra quarto aparecimento); à crítica da ausência (ver infra oitavo e nono aparecimento) e à relação entre necessidade da presença e identificação da efetividade (ver infra segundo aparecimento).
Presença como emergência
Outro termo recorrente que seria preciso destacar, para a caracterização da presença, é a emergência (l’émergence). Analisaremos oito aparecimentos da presença como emergência, destacando as relações da presença com o discurso da visão, através da pedagogia da visão e (especialmente) da estrutura de argumentação da visão (relação de harmonia: aliança entre visão solitária e soberana e necessidade da presença); com o espaço (indissociabilidade entre presença e espaço) e a especificidade (da necessidade da presença para a descrição da especificidade) - relação de harmonia: constituição do discurso da visão mediante união de seus elementos -; e com a relação, a multiplicidade e o tempo (relação de conflito com discurso da miscigenação solidário do discurso da metafísica).
O primeiro aparecimento da presença como emergência está localizado no primeiro parágrafo do quinto capítulo, “A formação dos conceitos”, da segunda parte, “As
regularidades discursivas”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a apresentação da lei de emergência simultânea ou sucessiva de conceitos discordantes (ver AS, p. 63).
A análise da dispersão dos conceitos é recusa do recurso à lógica:
Não se poderia encontrar uma lei que desse conta da emergência simultânea ou sucessiva de conceitos discordantes? Não se pode encontrar entre eles um sistema de ocorrência que não seja uma sistematicidade lógica? Antes de querer repor os conceitos em um edifício dedutivo virtual, seria necessário descrever a organização do campo de enunciados em que aparecem e circulam. (AS, p. 63, grifo nosso)
A presença é a emergência, a ocorrência e o aparecimento (de conceitos discordantes)295. Há relação entre presença, espaço e tempo: emergência simultânea ou sucessiva ou aparecimento de conceitos discordantes no campo de enunciados (presença temporal no espaço).
O segundo aparecimento da presença como emergência está situado no décimo- segundo parágrafo do quinto capítulo, “A formação dos conceitos”, da segunda parte, “As regularidades discursivas”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise do nível pré- conceitual (ver AS, p. 68-9).
A análise do nível pré-conceitual é descrição intrínseca do discurso: “Na verdade, colocamos a questão ao nível do próprio discurso que não é (...) tradução exterior, mas lugar de emergência dos conceitos; (...) descrevemos a rede conceitual a partir das regularidades intrínsecas do discurso...” (AS, p. 69, grifo nosso) A presença é a emergência (dos conceitos). Há relação entre presença e espaço: emergência dos conceitos no discurso como lugar (indissociabilidade entre presença e espaço). O apelo ao intrínseco é a identificação da efetividade, a permanência no visível296 como procedimento histórico:
(...) a organização de um conjunto de regras, na prática do discurso, mesmo se ela não constitui um acontecimento tão fácil de ser situado quanto uma formulação ou uma descoberta, pode, no entanto, ser determinada no elemento da história; e, se ele é inesgotável, é no sentido de que o sistema, perfeitamente descritível, por ele constituído, dá conta de um jogo considerável de conceitos e de um número muito importante de transformações que afetam, ao mesmo tempo, esses conceitos e suas relações. (AS, p. 69, grifo nosso)
A presença é o acontecimento (histórico da organização de um conjunto de regras na prática do discurso). Este acontecimento é inesgotável justamente porque a permanência no visível como identificação da efetividade estabelece o reconhecimento do limite ou da finitude como
295 A sistematicidade lógica é a visibilidade discursiva explícita comandada pela invisibilidade da virtualidade
dedutiva, e a lei de emergência de conceitos discordantes é a visibilidade discursiva imanente. Ver supra no “Capítulo 2 – Epistemologia da percepção: relação entre visível e invisível” o terceiro aparecimento da tipologia da visibilidade.
296 A permanência no visível é a visão solitária e soberana, solidária da eliminação do invisível. Ver supra
complementarmente no “Capítulo 2 – Epistemologia da percepção: relação entre visível e invisível” o sétimo aparecimento da estrutura de argumentação da constatação da visão.
possibilidade da vontade de visibilidade absoluta ou total – a inesgotabilidade é a prerrogativa de ver tudo como necessidade de ver sempre mais e com maior minúcia: “O ‘pré-conceitual’ assim descrito, (...) é (...), no nível mais ‘superficial’ (no nível dos discursos), o conjunto das regras que aí se encontram efetivamente aplicadas.” (AS, p. 69, grifo nosso) A identificação da efetividade é a necessidade do espaço de presença (discurso como superfície – de aplicação das regras).
O terceiro aparecimento da presença como emergência está localizado no nono parágrafo do primeiro capítulo, “Definir o enunciado”, da terceira parte, “O enunciado e o arquivo”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise da tentativa de individualização dos enunciados a partir da demarcação dos atos de formulação (ver AS, p. 93-4)297.
O ato de formulação, ou speech act, ou ato ilocutório, implica presença: “... descreve- se a operação que foi efetuada pela própria fórmula, em sua emergência...” (AS, p. 94, grifo nosso) A presença é a emergência (da fórmula – do ato). Quer dizer, o ato ilocutório é “... o que se produziu pelo próprio fato de ter sido enunciado – e precisamente esse enunciado (e nenhum outro) em circunstâncias bem determinadas.” (AS, p. 94, grifo nosso) A presença é a produção (do ato ilocutório como enunciado). Há relação entre presença e especificidade: emergência ou produção do enunciado preciso (único – singular)298. Aliás, a tentativa de individualização dos enunciados a partir da demarcação dos atos de formulação ocorre justamente devido à importância da presença que garante a permanência na visibilidade para ambos299.
O quarto aparecimento da presença como emergência está situado no décimo-quarto parágrafo do primeiro capítulo, “Definir o enunciado”, da terceira parte, “O enunciado e o arquivo”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a crítica à existência do enunciado como a língua e como objetos quaisquer apresentados à percepção (ver AS, p. 97-8).
Após a análise de dois exemplos do que não é o enunciado300, a conclusão:
297 Ver supra comparativamente no “Capítulo 1 – Epistemologia da percepção: relação entre os sentidos” o
quarto aparecimento da relação entre visível e audível (sobre o ato de formulação como relação entre visível e audível).
298 Sobre a relação entre o ideal epistemológico-perceptivo da visão solitária e soberana como necessidade da
presença e a valorização da especificidade (ou singularidade), ver supra no “Capítulo 1 – Epistemologia da percepção: relação entre os sentidos” o quinto aparecimento da relação entre visível e audível.
299 Sobre o fracasso dessa tentativa como aparência que remete à ilusão, ver supra no “Capítulo 2 –
Epistemologia da percepção: relação entre visível e invisível” o oitavo aparecimento da pedagogia da visão.
300 Sobre os dois exemplos do que não é o enunciado, os caracteres de chumbo utilizados para imprimir os livros
e os signos traçados ao acaso, ver o final do décimo-terceiro parágrafo e o início do décimo-quarto: AS, p. 97. Ver supra também no “Capítulo 2 – Epistemologia da percepção: relação entre visível e invisível” o nono
Eis-nos, pois, em presença de um certo número de consequências negativas: não se requer uma construção linguística regular para formar um enunciado (esse pode ser constituído de uma série de probabilidade mínima); mas não basta tampouco qualquer realização [sic] material de elementos linguísticos, ou qualquer emergência de signos no tempo e no espaço, para que um enunciado apareça e passe a existir. O enunciado, portanto, não existe nem do mesmo modo que a língua (apesar de ser composto de signos que só são definíveis, em sua individualidade, no interior de um sistema linguístico natural ou artificial), nem do mesmo modo que objetos quaisquer apresentados à percepção (se bem que seja sempre dotado de uma certa materialidade, e que se possa sempre situá-lo segundo coordenadas espaço- temporais). (AS, p. 98, grifo nosso)301
A presença é a performatividade (da apresentação negativa do enunciado através de dois exemplos próximos). A presença é também a efetivação ou efetuação (material de elementos linguísticos – na verdade, a materialidade remete à presença e a efetivação ou efetuação à identificação da efetividade: nos dois caos, permanência no visível), a emergência (de signos), o aparecimento e a existência (do enunciado). Há relação entre presença, tempo e espaço: emergência de signos no tempo e no espaço, enunciado como materialidade situada segundo coordenadas espaço-temporais.
O quinto aparecimento da presença como emergência está localizado no segundo parágrafo do quinto capítulo, “O a priori histórico e o arquivo”, da terceira parte, “O enunciado e o arquivo”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise do a priori histórico (ver AS, p. 146-7).
Na expressão “a priori histórico”, o a priori designa “... condição de realidade para enunciados.” (AS, p. 146, grifo nosso) Quer dizer, trata-se de “... isolar as condições de emergência dos enunciados, a lei de sua coexistência com outros, a forma específica de seu modo de ser, os princípios segundo os quais subsistem, se transformam e desaparecem.” (AS, p. 146, grifo nosso) Assim, este a priori é o de uma “... história determinada [sic], já que é a das coisas efetivamente ditas.” (AS, p. 146, grifo nosso)302 A presença é a realidade, a emergência, o ser (ontologia) – dos enunciados -, a história das coisas ditas. Há relação entre presença e especificidade: forma específica do modo de ser dos enunciados. A história que é dada, das coisas efetivamente ditas, é a permanência no visível como necessidade da presença através da identificação da efetividade: daí a busca da minúcia, visão da especificidade (há um
aparecimento da pedagogia da visão (sobre como os dois exemplos remetem à aparência como visão imediata ou ilusão que requer a conversão do olhar como visão diferente e minuciosa).
301 Problema de tradução: ao invés de “realização” deveria ser “efetivação” ou “efetuação”. 302 Problema de tradução: ao invés de “determinada” deveria ser “que é dada”.
encadeamento na sequência permanência no visível (visão solitária e soberana), identificação da efetividade, necessidade da presença, procura da visão específica (como minúcia)303.
O sexto aparecimento da presença como emergência está situado no terceiro parágrafo do quinto capítulo, “O a priori histórico e o arquivo”, da terceira parte, “O enunciado e o arquivo”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise da diferença entre o a priori formal e o a priori histórico (ver AS, p. 147-8).
O a priori formal e o a priori histórico são diferentes:
Diante dos a priori formais cuja jurisdição se estende sem contingência, ele [o a priori histórico] é uma figura puramente empírica; mas, por outro lado, já que permite compreender os discursos na lei de seu devir efetivo, deve poder dar conta do fato de que tal discurso, em um momento dado, possa acolher e utilizar ou, ao contrário, excluir, esquecer ou desconhecer, esta ou aquela estrutura formal. (AS, p. 147, sublinhado nosso)
O a priori histórico
(...) permite compreender como os a priori formais podem ter na história pontos de junção, lugares de inserção, de irrupção ou de emergência, domínios ou ocasiões de utilização, e compreender como a história pode ser não uma contingência absolutamente extrínseca, não uma necessidade da forma que desenvolve sua própria dialética, mas uma regularidade específica. (AS, p. 147, sublinhado nosso)
A presença é a contingência ou figura empírica (do a priori histórico), a irrupção ou a emergência histórica (dos a priori formais). Há relação entre presença e tempo: compreensão do devir efetivo dos discursos como figura empírica (a identificação da efetividade é a permanência no visível como necessidade da presença). Existe relação entre presença, espaço e especificidade: irrupção ou emergência (dos a priori formais) na história como lugar de regularidade específica (presença no espaço, indissociabilidade entre presença e espaço, e história como especificidade, procura da visão específica como minúcia).
O sétimo aparecimento da presença como emergência está localizado no vigésimo- segundo parágrafo do sexto capítulo, “Ciência e saber”, item “d”, “Os diferentes limiares e sua cronologia”, da quarta parte, “A descrição arqueológica”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise dos diferentes limiares (ver AS, p. 211).
A definição dos diferentes limiares é a passagem por distintas presenças: “A propósito de uma formação discursiva, pode-se descrever diversas emergências distintas.” (AS, p. 211, grifo nosso) A presença é a emergência (os limiares são emergências). Há relação entre
303 Ver supra no “Prólogo – Discurso da historicidade” o terceiro aparecimento da palavra “historicidade” (sobre
a realização através da presença, a atenção à especificidade e a instância do visível como elementos constitutivos do discurso da historicidade).
presença e multiplicidade: diversas emergências distintas – e a diferença é multiplicidade304. Há o limiar de positividade:
O momento a partir do qual uma prática discursiva se individualiza e assume sua autonomia, o momento, por conseguinte, em que se encontra em ação um único e mesmo sistema de formação dos enunciados, ou ainda o momento em que esse sistema se transforma, poderá ser chamado limiar de positividade. (AS, p. 211)
Existe também o limiar de epistemologização:
Quando no jogo de uma formação discursiva um conjunto de enunciados se delineia, pretende fazer valer (mesmo sem consegui-lo) normas de verificação e de coerência e o fato de que exerce, em relação ao saber, uma função dominante (modelo, crítica ou verificação), diremos que a formação discursiva transpõe um limiar de epistemologização. (AS, p. 211)
Além disso, há o limiar de cientificidade:
Quando a figura epistemológica, assim delineada, obedece a um certo número de critérios formais, quando seus enunciados não respondem somente a regras arqueológicas de formação, mas, além disso, a certas leis de construção das proposições, diremos que ela transpôs um limiar de cientificidade. (AS, p. 211)
Por fim, existe o limiar de formalização:
(...) quando esse discurso científico, por sua vez, puder definir os axiomas que lhe são necessários, os elementos que usa, as estruturas proposicionais que lhe são legítimas e as transformações que aceita, quando puder assim desenvolver, a partir de si mesmo, o edifício formal que constitui, diremos que transpôs o limiar da formalização. (AS, p. 211)
Os diferentes limiares são distintas emergências (presenças).
O oitavo aparecimento da presença como emergência está situado no vigésimo-quarto parágrafo do sexto capítulo, “Ciência e saber”, item “d”, “Os diferentes limiares e sua cronologia”, da quarta parte, “A descrição arqueológica”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise de exemplos das diferenças na demarcação dos distintos limiares no tempo (ver AS, p. 212-3).
Dentre as várias demarcações históricas dos diferentes limiares no tempo, existe a união, simultânea, entre o limiar de positividade e o limiar de epistemologização: “... pode acontecer (...) que esses dois limiares [de positividade e de epistemologização] estejam confundidos no tempo e que a instauração de uma positividade seja, ao mesmo tempo, a emergência de uma figura epistemológica.” (AS, p. 212, grifo nosso) A presença é a instauração (de uma positividade) e a emergência (de uma figura epistemológica). Há relação entre presença e tempo: instauração ou emergência simultânea (no tempo) – a presença é sempre temporal.
304 Sobre a diferença como multiplicidade, ver supra especialmente no “Prólogo – Discurso da historicidade”
A presença como emergência está vinculada também à presença como acontecimento (ver supra terceiro, décimo-segundo, décimo-quarto, décimo-quinto e décimo-sétimo aparecimento), como aparecimento (ver supra segundo, quinto, sexto, décimo-sétimo, vigésimo-sexto, trigésimo-segundo e trigésimo-nono surgimento) e como existência (ver supra sexto e décimo-terceiro aparecimento).
Presença como surgimento
Outro termo, menos recorrente, da presença é o surgimento (le surgissement). Analisaremos apenas dois aparecimentos da presença como surgimento, evidenciando a relação (de harmonia) da presença com o discurso da visão, seja através da pedagogia da visão e da estrutura de argumentação da constatação da visão, seja mediante os elementos do espaço e da especificidade, e a relação (de conflito) da presença com o discurso da miscigenação, através dos elementos da relação, da multiplicidade e do tempo.
O primeiro aparecimento da presença como surgimento está localizado no quinto parágrafo do quarto capítulo, “Raridade, exterioridade, acúmulo”, da terceira parte, “O enunciado e o arquivo”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise da lei de raridade como definição de um sistema limitado de presenças (ver AS, p. 138).
Um dos aspectos da busca do estabelecimento de uma lei de raridade é a recusa do não-dito: “Estudam-se os enunciados no limite que os separa do que não está dito, na instância que os faz surgirem à exclusão de todos os outros.” (AS, p. 138, grifo nosso) A presença é o surgimento (dos enunciados). Há relação entre presença e especificidade: surgimento dos enunciados à exclusão de todos os outros. Existe crítica da ausência como não-dito: o enunciado é específico (único) justamente porque há eliminação do invisível. Esta eliminação do invisível (do não-dito) permite “... definir um sistema limitado de presenças.” (AS, p. 138, grifo nosso) A permanência no visível como necessidade da presença autoriza o reconhecimento do limite (ou da finitude) como possibilidade da vontade de visibilidade absoluta ou total305.
O segundo aparecimento da presença como surgimento está situado no décimo- terceiro parágrafo do segundo capítulo, “O original e o regular”, da quarta parte, “A descrição arqueológica”, de A arqueologia do saber. Seu contexto é a análise crítica das formações discursivas como tentativa de periodização totalitária (ver AS, p. 169-70).
305 Ver supra no “Capítulo 2 – Epistemologia da percepção: relação entre visível e invisível” o décimo-primeiro