5 Kunst-, arkitektur- og landskapsvandringer
5.3 Vandring i utstillingsrommene
5.3.3 Å lede publikums vandring gjennom utstillingen
As paredes exteriores são formadas por painéis sandwich compostos por duas placas de alumínio, uma de alumínio termolacado em branco e outra sem acabamento, de espessuras distintas e um núcleo de poliestireno extrudido. As medidas e espessuras fornecidas segundo o programa de fabricação consistem numa superfície de 3000 x 1500 mm, uma espessura de chapas de 0,8 e 1 mm respectivamente e a espessura total do painel de 60 mm.
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Este material foi escolhido por fornecer grande rigidez à sua estrutura, e por possuir um
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baixo peso por m de superfície, por ser autoportante, por fornecer grande isolamento térmico, comportamento auto-extinguível perante fogo, impermeabilidade, inalteração perante exposi- ção aos agentes atmosféricos e ainda, por não necessitar de manutenção e por ser facilmente montado.
Estes painéis são fixados a uma estrutura metálica através de perfis ligeiros de aço galvanizado que, por sua vez, fixam os painéis que constituem o lado voltado para o interior da habitação. Estes, são também painéis sandwich com uma das faces em aglomerado hidrófugo pintado a gosto e a outra em madeira lamelada colada; e o seu núcleo é de poliestireno extrudido, garantindo assim o isolamento térmico da habitação. A medida das suas superfícies é igual aos painéis da face externa da parede, portanto 3000 x 1500 mm, as faces de madeira de 20 mm cada e o poliestireno de 40 mm, perfazendo uma espessura total de 80 mm.
5.3.5- Paredes interiores
As paredes interiores do projecto são em folhas de madeira contraplacada de carvalho, coladas com resinas fenólicas que lhe conferem elevadas capacidades mecânicas e resistência em ambientes húmidos.
Estas paredes têm a espessura de 40 mm e as suas superfícies 1500 x 2600 mm. Algumas das paredes sofrem um acréscimo de 20 mm e possuem um núcleo oco, onde está presente a caixilharia das portas de correr que integram.
Todos os painéis de parede possuem a possibilidade de serem removidos ou incorporados na habitação, através de calhas metálicas que se encontram nas arestas dos módulos do chão e tecto.
5.3.6- Janelas e portas exteriores
As janelas e portas exteriores dos módulos são deslizantes, com caixilharia em alumínio anodizado e vidro translúcido duplo.
5.3.7- Pavimento
Os pavimentos serão em painéis de superfície 1500 x 1500 mm, com uma espessura de 20 mm. Estes painéis são constituídos por madeira de carvalho laminada de 75 x 1500 mm e enverni- zada nas zonas secas. Nas zonas húmidas de casa de banho a madeira recebe um tratamento com resinas fenólicas, de forma a serem mais resistentes às humidades.
5.3.1- Estrutura
Toda a estrutura dos módulos habitacionais é formada por perfis metálicos HEB 100 (Norma EN 10034), aparafusados entre si, de forma a criar uma estrutura reticulada.
São também utilizados perfis ligeiros de aço galvanizado enformados a frio de secção tipo "OMEGA" de 50 x 50 mm, para unir os painéis das paredes aos pilares estruturais. Esta opção permite que qualquer variação de dilatação ou compressão estrutural seja atenuada, evitando deformações dos painéis que revestem os módulos.
5.3.2- Cobertura
A cobertura do projecto Tetris House é uma cobertura ajardinada não transitável.
Esta é constituída por painéis sandwich de madeira hidrófuga com 30 mm de espessura cada, com núcleo em poliestireno extrudido de superfície de 750 x 1500 mm e 100 mm de altura fixados sobre a estrutura de perfis metálicos por aparafusamento. Assente sobre estes painéis encontra-se uma camada de forma de betão leve com 70 mm na parte mais alta e 20 mm na mais baixa. Esta é coberta por uma fibra geotêxtil, uma camada drenante, uma segunda fibra geotêxtil e no topo da cobertura, terra rica.
5.3.3- Tecto falso
Os painéis do tecto falso são em gesso cartonado e possuem a dimensão de 1500 x 1500 mm de superfície e 30 mm de espessura. Este tipo de acabamento permite uma grande versatili- dadena organização dos espaços interiores, podendo ser pintado de várias cores. Sendo também um material leve, é facilmente transportado e montado.
Cada painel está fixo à estrutura da cobertura sobre três pontos de apoio através de cabos de aço. Estes serão colocados desencontrados, de forma a serem unidos nas arestas por uma tala em MDF ou por calhas metálicas, onde serão fixados os painéis verticais das paredes divisórias.
5.3.4- Paredes exteriores
As paredes exteriores são formadas por painéis sandwich compostos por duas placas de alumínio, uma de alumínio termolacado em branco e outra sem acabamento, de espessuras distintas e um núcleo de poliestireno extrudido. As medidas e espessuras fornecidas segundo o programa de fabricação consistem numa superfície de 3000 x 1500 mm, uma espessura de chapas de 0,8 e 1 mm respectivamente e a espessura total do painel de 60 mm.
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6 | Conclusão
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A arquitectura de espaço mínimo enquanto conceito alternativo de habitar é cada vez mais abordada por arquitectos de todo o mundo. Este conceito, que se reflecte em vários níveis, quer seja sociológico, construtivo, tecnológico, económico, ecológico, etc., revelou-se um tema estimulante e desafiante, pela diversidade que engloba e pela curiosidade que suscitou acerca das estratégias que têm sido desenvolvidas para que um espaço mínimo funcione e seja simulta- neamente confortável para o Homem.
Assim, neste trabalho final de dissertação, optou-se por desenvolver três momentos teóricos articulados entre si, os quais originaram uma base de um projecto de habitação mínima coerente e viável.
Numa primeira fase, procurou-se analisar a relação do Homem e do espaço mínimo, desde a cabana primitiva até ao século XVII da Revolução Industrial, focando o estudo na sua relação e no enquadramento histórico que a acompanhou. A partir daqui percebeu-se que a arquitectura de espaços reduzidos e o Homem estão relacionados desde tempo imemoriais, pela necessidade que este tinha de transportar facilmente a sua habitação ou de aproveitar ao máximo o espaço disponível, já no caso das cidades industriais. De facto, a Revolução Industrial foi um momento altamente impulsionador da habitação mínima, contribuindo para o desenvolvi- mento de novos materiais e novos métodos construtivos que aliados à necessidade de aproveita- mento do espaço construível provocou uma revolução nas cidades e no modo de habitar. Por sua vez, os arquitectos modernos reuniram esforços no sentido de tornar este tipo de habitações mais confortáveis e acolhedoras, o que deu origem a vários projectos revolucionários e inovadores, que pelo seu carácter experimental encerrarão certamente falhas, mas que ainda hoje são tidos como exemplos estudados em todo o mundo.
O presente estudo abordou ainda dois exemplos considerados paradigmáticos, no campo do espaço mínimo. O primeiro, O Cabanon do arquitecto e mestre modernista Le Corbusier, permitiu compreender o uso do Modulor como ferramenta projectual de dimensionamento de espaços mínimos e o segundo, O Loftcube do designer contemporâneo Werner Aisslinger, permitiu perceber como são estes espaços adaptados à realidade actual e como vão de encontro às necessidades de um mundo globalizado, em constante mudança, onde a mobilidade ocupa um lugar de destaque.
Como resultado desta análise teórica do tema da habitação mínima nas suas variadas vertentes, procurou-se criar um protótipo de alojamento mínimo. Este protótipo, entendido como um momento final de pesquisa, condensa e confirma a percepção de que o arquitecto como criador de espaços, pode influir de forma significativa na vida das pessoas e na forma como elas se organizam em sociedade. No âmbito do projecto de habitação mínima, esta percepção pode tornar-se mais evidente.
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A arquitectura de espaço mínimo enquanto conceito alternativo de habitar é cada vez mais abordada por arquitectos de todo o mundo. Este conceito, que se reflecte em vários níveis, quer seja sociológico, construtivo, tecnológico, económico, ecológico, etc., revelou-se um tema estimulante e desafiante, pela diversidade que engloba e pela curiosidade que suscitou acerca das estratégias que têm sido desenvolvidas para que um espaço mínimo funcione e seja simulta- neamente confortável para o Homem.
Assim, neste trabalho final de dissertação, optou-se por desenvolver três momentos teóricos articulados entre si, os quais originaram uma base de um projecto de habitação mínima coerente e viável.
Numa primeira fase, procurou-se analisar a relação do Homem e do espaço mínimo, desde a cabana primitiva até ao século XVII da Revolução Industrial, focando o estudo na sua relação e no enquadramento histórico que a acompanhou. A partir daqui percebeu-se que a arquitectura de espaços reduzidos e o Homem estão relacionados desde tempo imemoriais, pela necessidade que este tinha de transportar facilmente a sua habitação ou de aproveitar ao máximo o espaço disponível, já no caso das cidades industriais. De facto, a Revolução Industrial foi um momento altamente impulsionador da habitação mínima, contribuindo para o desenvolvi- mento de novos materiais e novos métodos construtivos que aliados à necessidade de aproveita- mento do espaço construível provocou uma revolução nas cidades e no modo de habitar. Por sua vez, os arquitectos modernos reuniram esforços no sentido de tornar este tipo de habitações mais confortáveis e acolhedoras, o que deu origem a vários projectos revolucionários e inovadores, que pelo seu carácter experimental encerrarão certamente falhas, mas que ainda hoje são tidos como exemplos estudados em todo o mundo.
O presente estudo abordou ainda dois exemplos considerados paradigmáticos, no campo do espaço mínimo. O primeiro, O Cabanon do arquitecto e mestre modernista Le Corbusier, permitiu compreender o uso do Modulor como ferramenta projectual de dimensionamento de espaços mínimos e o segundo, O Loftcube do designer contemporâneo Werner Aisslinger, permitiu perceber como são estes espaços adaptados à realidade actual e como vão de encontro às necessidades de um mundo globalizado, em constante mudança, onde a mobilidade ocupa um lugar de destaque.
Como resultado desta análise teórica do tema da habitação mínima nas suas variadas vertentes, procurou-se criar um protótipo de alojamento mínimo. Este protótipo, entendido como um momento final de pesquisa, condensa e confirma a percepção de que o arquitecto como criador de espaços, pode influir de forma significativa na vida das pessoas e na forma como elas se organizam em sociedade. No âmbito do projecto de habitação mínima, esta percepção pode tornar-se mais evidente.