3. METHODOLOGY
3.7 E THICAL C ONCERNS
Houve diferença entre os tratamentos para o teor de ácido ascórbico (Tabela 22). Porém não foi observado diferença para licopeno, β-caroteno, acidez titulável (AT), sólidos solúveis (SS), relação sólidos solúveis/acidez titulável (SS/AT - Ratio), potencial hidrogeniônico (pH) e firmeza dos frutos (Tabela 22), entre os tratamentos avaliados.
Os frutos das plantas enxertadas pelo método Encostia apresentaram maior teor de ácido ascórbico (17,8 mg de ácido ascórbico 100 g-1 de polpa) que os outros tratamentos (Tabela 22). Os frutos das plantas pé-franco (testemunha) apresentaram o menor teor de ácido ascórbico (15,8 mg de ácido ascórbico 100 g-1 de polpa), porém não diferiu dos tratamentos Contato em bisel e Fenda garfagem (Tabela 22).
Tabela 22. Ácido ascórbico (AA - mg de ácido ascórbico 100 g-1 de polpa), licopeno, β- caroteno, acidez titulável (AT - g de ácido málico 100g-1), sólidos solúveis (SS - °Brix), relação sólidos solúveis/acidez titulável (SS/AT - Ratio), potencial hidrogeniônico (pH), Firmeza (N), em função de métodos de enxertia de tomateiros, Botucatu – SP, 2011.
Tratamentos AA Licopeno β-caroteno AT SS SS/AT pH Firmeza
Contato em bisel 16,0 b 0,25 a 0,05 a 0,05 a 4,55 a 87,65 a 4,59 a 272,00 a Fenda garfagem 16,0 b 0,26 a 0,04 a 0,05 a 4,75 a 90,51 a 4,57 a 163,83 a Encostia 17,8 a 0,22 a 0,06 a 0,04 a 4,2 a 86,61 a 4,56 a 281,58 a Pé-franco 15,8 b 0,23 a 0,07 a 0,05 a 4,6 a 87,61 a 4,62 a 287,25 a F 7,47* 0,38ns 3,16ns 0,33ns 3,82ns 0,14ns 2,19ns 4,17ns C.V.(%) 4,18 24,99 19,87 9,24 3,72 7,44 0,54 16,14 * ou ns Teste F significativo ou não significativo a 5 % de probabilidade.
Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.
Esta diferença no teor de ácido ascórbico entre os tratamentos pode está relacionada ao grau de maturação dos frutos. Segundo estudo realizado por Lima-Silva et al., (2012), o teor de ácido ascórbico em frutos de tomate está relacionado ao estado oxidativo do fruto e não à expressão genica que é responsável pela biossíntese deste antioxidante na planta.
8 CONSIDERAÇÕES GERAIS
As hortaliças estão extremamente ligadas à alimentação saudável e a menor predisposição a doenças em seres humanos. O tomateiro é uma cultura muito importante na alimentação e na economia do mercado agrícola mundial e com grandes desafios para sua produção, principalmente na parte de manejo fitossanitário. Sendo assim, se tornou uma hortaliça muito pesquisada no setor de Horticultura.
R. solanacearum é uma das mais importantes doenças da cultura do tomateiro e de difícil controle, e todas as pesquisas possíveis que possam ajudar viabilizar a produção desta cultura, principalmente em regiões com poucas condições de cultivo é de suma importância. É importante ressaltar que esta pesquisa não procurou resolver todos os problemas do tomateiro, mas pelo menos tentou auxiliar e buscar alternativas para viabilizar a produção desta cultura.
Sabe-se que uma pesquisa ao ser realizada pode resolver problemas e muitas vezes criar outros. Ao criar outros problemas, outras dúvidas, pode-se ter a certeza de que algo ainda pode ser resolvido, e isto serve como estímulo para o conhecimento e para as novas descobertas.
Em áreas infestadas por R. solanacearum é possível produzir tomate, porém depende do nível de infestação das áreas. A técnica da enxertia pode ser uma boa alternativa para melhorar a produção nestas áreas, porém é necessário desenvolver porta-
enxertos mais resistentes e observar até quando esta planta enxertada pode resistir à infecção do patógeno.
Neste estudo foi observado aumento da enzima PAL nas plantas enxertadas e pé-franco após a inoculação com a bactéria. A análise desta enzima em plantas de tomateiro com possível infecção por R. solanacearum pode ser uma ferramenta para detecção da doença.
O aumento da atividade da PAL pode aumentar a síntese de fenóis, e consequentemente aumentar a resistência das plantas. O aumento desta enzima está relacionado com estresse provocado por patógenos e talvez o uso de patógenos não prejudiciais à produção poderiam aumentar a atividade da PAL e a resistência em plantas.
Outra possibilidade seria estudar produtos que induza aumento na atividade desta enzima, visando aumento da resistência das plantas á patógeno.
Algumas enzimas como POD e PPO, não responderam tanto como a enzima PAL e talvez estudos relacionando horas após a inoculação com atividade destas enzimas em vez de dias, poderia mostrar melhor se há variação destas enzimas no inicio do estresse causado pela presença da bactéria. Uma vez que o estudo em discussão analisou a atividade destas enzimas a cada 48 horas (2 dias) e observou-se que a variação destas enzimas é menor dos 4 dias da inoculação em diante.
Para fazer a análise das enzimas e fenóis em amostras do caule foram realizadas coletas destrutivas das plantas. Talvez a utilização de folhas das plantas em vez de caule, poderia ser uma alternativa para uma análise menos destrutiva, porém seria importante fazer um estudo comparando atividades das enzimas nas folhas e no caule.
9 CONCLUSÕES
De acordo com os resultados obtidos nos experimentos pode-se concluir que:
O método Fenda garfagem é melhor para fixação do local da enxertia e produção de tomateiro ‘Pizzadoro’ enxertado em ‘Guardião’.
A murcha das folhas causada pela infecção de R. solanacearum reduz as trocas gasosas em tomateiro ‘Pizzadoro’ pé-franco e enxertado no porta-enxerto ‘Guardião’.
A enzima PAL pode ser utilizada como marcador bioquímico em plantas de tomateiro ‘Pizzadoro’ pé-franco e enxertadas no porta-enxerto ‘Guardião’ em resposta à infecção de R. solanacearum.
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Anexos
Anexo 1. Temperatura máxima, mínima e média dentro do ambiente protegido de 23/06/2011 a 16/11/2011, UNESP/FCA/FEPP,
Anexo 2. Umidade relativa do ar máxima, mínima e média dentro do ambiente protegido de 23/06/2011 a 16/11/2011,