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Terskelen for hva som anses for å bidra til samfunnsdebatten

o de gêneros

No de gêneros +

espécies Fonte de Pesquisa

Assú/RN C-ASS 5 6 A.Vasconcellos com.

pess.

Sumé/PB C-SUM 14 18 Vasconcellos et al., 2010

São João do Cariri/PB C-SJC 10 12 Mélo & Bandeira, 2004 Serra Negra do Norte/RN C-SNN 9 11 Alves et al., 2011

Patos/PB C-PAT 11 13 A.Vasconcellos, dados

não public.

Buíque/PE C-BUI 17 22 A.Vasconcellos dados não

public.

Serra Talhada/PE C-STL 12 15 A.Vasconcellos dados não public.

Floresta/Inajá/PE C-FLO 12 16 A.Vasconcellos dados não public.

Itatira/CE C-ITA 10 14 A.Vasconcellos dados não

public.

Crato/CE C-CRA 21 24 A.Vasconcellos dados não

public.

Aiuaba/CE C-AIU 15 20 A.Vasconcellos dados não

public.

São Raimundo Nonato/PI C-SRN 19 26 A.Vasconcellos dados não public.

Total Caatinga 31 42

49

Figura 13. Análise de agrupamento (UPGMA) e Escalonamento multidimensional não-métrico

(nMDS) baseados na ocorrência de gêneros de cupins. Ambas as análises foram realizadas a partir da matriz construída com a distância de Bray-Curtis. Brejos (B): B-RPF, Areia/PB; B-RMM, Bonito/PE; B-PVS, Caruaru/ PE; B-RFB, Brejo da Madre de Deus/PE; B-SOR, Pesqueira/PE; B-RSN, Floresta/PE; B-TRF, Triunfo/PE; B-PRM, Barbalha/CE; B-PUB, Ubajara/CE; B-SJB, Santa Terezinha/BA. Complexo Floresta Atlântica (F): F-PED, Natal/RN; F-MJQ, Parnamirim/RN; F-FNN, Nísia Floresta/RN; F-MBT, Tibau do Sul/RN; F-RBG, Rio Tinto-Mamamguape/PB; F-MAM, Cabedelo/PB; F-MMT, Mataraca/PB; F-AMB, João Pessoa/PB; F-PDI, Recife/PE; F-RPT, Quebrangulo/AL; F-MES, Ilhéus/BA. Cerrado (CE): CE-VLH, Vilhena/RO; CE-RON, Serra do Roncador/MT (Atual: Ribeirão Cascalheira); CE-MAN, Manso/MT; CE-BRS, Brasília/DF; CE-PRC, Paracatu/MG; CE-STL, Sete Lagoas/MG; CE-SPL, São Paulo/SP. Amazônia (A): A-AMA, Porto Grande/AP; A-BEL, Belém/PA; A-MAR, Maraã/AM; A-PAR, Paragominas/PA; A-HUM, Humaitá/AM; A-MAN, Manaus/AM. Caatinga (C): C-ASS, Assú/RN; C-SUM, Sumé/PB; C-SJC, São João do Cariri/PB; C-SNN, Serra Negra do Norte/RN; C-PAT, Patos/PB; C-BUI, Buíque/PE; C-STL, Serra Talhada/PE; C-FLO, Floresta/PE; C-ITA, Itatira/CE; C-CRA, Crato/CE; C-AIU, Aiuaba/CE; C-SRN, São Raimundo Nonato/PI.

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Figura 14. Análise de agrupamento (UPGMA) e Escalonamento multidimensional não-métrico

(nMDS) baseados na ocorrência de gêneros e espécies de cupins. Ambas as análises foram realizadas a partir da matriz construída com a distância de Bray-Curtis. Brejos (B): B-RPF, Areia/PB; B-RMM, Bonito/PE; B-PVS, Caruaru/ PE; B-RFB, Brejo da Madre de Deus/PE; B-SOR, Pesqueira/PE; B-RSN, Floresta/PE; B-TRF, Triunfo/PE; B-PRM, Barbalha/CE; B-PUB, Ubajara/CE; B-SJB, Santa Terezinha/BA. Complexo Floresta Atlântica (F): F-PED, Natal/RN; F-MJQ, Parnamirim/RN; F-FNN, Nísia Floresta/RN; F-MBT, Tibau do Sul/RN; F-RBG, Rio Tinto-Mamamguape/PB; F-MAM, Cabedelo/PB; F-MMT, Mataraca/PB; F-AMB, João Pessoa/PB; F-PDI, Recife/PE; F-RPT, Quebrangulo/AL; F-MES, Ilhéus/BA. Cerrado (CE): CE-VLH, Vilhena/RO; CE-RON, Serra do Roncador/MT (Atual: Ribeirão Cascalheira); CE-MAN, Manso/MT; CE-BRS, Brasília/DF; CE-PRC, Paracatu/MG; CE-STL, Sete Lagoas/MG; CE-SPL, São Paulo/SP. Amazônia (A): A-AMA, Porto Grande/AP; A-BEL, Belém/PA; A-MAR, Maraã/AM; A-PAR, Paragominas/PA; A-HUM, Humaitá/AM; A-MAN, Manaus/AM. Caatinga (C): C-ASS, Assú/RN; C-SUM, Sumé/PB; C-SJC, São João do Cariri/PB; C-SNN, Serra Negra do Norte/RN; C-PAT, Patos/PB; C-BUI, Buíque/PE; C-STL, Serra Talhada/PE; C-FLO, Floresta/PE; C-ITA, Itatira/CE; C-CRA, Crato/CE; C-AIU, Aiuaba/CE; C-SRN, São Raimundo Nonato/PI.

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4.3.D

ENSIDADE DE

N

INHOS

C

ONSPÍCUOS

Um total de 13 espécies de cupins apresentaram ninhos conspícuos ativos nas parcelas estabelecidas nas dez áreas de estudo, sendo sete espécies construtoras arborícolas: Armitermes holmgreni, Constrictotermes sp.n., Labiotermes labralis,

Microcerotermes indistinctus, Microcerotermes strunckii, Nasutitermes corniger e Nasutitermes ephratae; e seis espécies construtoras de ninhos epígeos: Anoplotermes sp., Cornitermes bequaerti, Cornitermes cf. villosus, Embiratermes neotenicus, Syntermes cearensis e Termes medioculatus (Pranchas 3 e 4). Apesar de Nasutitermes macrocephalus

ter sido coletada no PRM e na SJB, nenhum ninho dessa espécie foi registrado no interior das parcelas para abundância de ninhos.

A riqueza variou de 1 a 7 espécies construtoras por área, com predominância, em número de espécies, daquelas com ninhos arborícolas (Tabela 6; Figuras 15 e 16). Ninhos epígeos não foram registrados nas áreas RFB, SOR, RSN e PRM. Algumas espécies construtoras foram registradas em apenas uma área: S. cearensis (TRF), C. bequaerti (PUB), Cornitermes cf. villosus (PUB), T. medioculatus (PUB) e Constrictotermes sp.n. (SJB); enquanto que N. corniger foi registrada em todas as áreas. A riqueza de espécies construtoras apresentou diferença significativa entre as áreas de estudo (H(9,60)= 45,52; p < 0,05). A partir do teste de Dunn, diferiram significativamente as seguintes combinações de áreas: RPF x RFB, RPF x RSN, RMM x RFB, RMM x SOR, RMM x RSN, RFB x PUB, RSN x PUB (p ˂ 0,50).

Entre as áreas de estudo, a densidade média de ninhos variou de 1,3 a 71,8 ninhos conspícuos ativos/ha (Tabela 6; Figuras 15 e 16). Para as espécies construtoras de ninhos arborícolas, a densidade média variou de 1,3 a 47,4 ninhos conspícuos ativos/ha; enquanto que para as espécies que constroem ninhos epígeos variou de 1,3 a 29,5 ninhos conspícuos ativos/ha entre as áreas. A densidade de ninhos apresentou diferença significativa entre as áreas de estudo (H(9,60)= 39,74; p < 0,05). A partir do teste de Dunn, diferiram significativamente as seguintes combinações de áreas: RPF x RFB, RMM x RFB, RMM x SOR, RMM x RSN, RFB x PRM (p ˂ 0,50).

Entre as áreas de estudo, o volume médio estimado de ninhos variou de 19,6 a 112,1 litros (Tabela 7). Os ninhos arborícolas apresentaram um volume médio variando de 19,6 a 96,8 litros; enquanto que os ninhos epígeos apresentaram um volume médio variando de 5,0 a 210,0 litros entre as áreas.

A riqueza de espécies observada foi significativamente relacionada com a riqueza de espécies construtoras (R2= 0,68; p ˂ 0,05), e com a densidade média de ninhos (R2= 0,41; p ˂ 0,05) (Figura 17).

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