8. Konklusjon
8.1 Oppsummering av resultater og analyse
8.1.1 Svar på problemstillingen
Quadro 12 – Dimensões de Análise dos Coordenadores (UCP e UAb) no Contexto Português.
DIMENSÃO INDICADORES SUBINDICADORES
Trajetória Profissional 9 Envolvimento com a EaD
9 Capacitação Docente
9 Primeiras Impressões sobre o trabalho na EaD
Perfil Docente 9 Prejudicial ao professor/tutor
Características da EaD 9 Modalidade de Acesso à formação docente
Semelhanças e Diferenças EaD/ Presencial
9 Ensino Presencial 9 EaD
9 Características Específicas 9 Diferença de público, Idade e
Necessidade
9 Gerenciamento do tempo e
organização pessoal
9 Rotina de trabalho
9 Linguagem escrita como registro e
via de comunicação
Modalidades de Atuação 9 Função docente e tutoria 9 Coordenar o curso 9 Coordenar alunos 9 Coordenar docentes Ensino-Aprendizagem 9 Aprendizagem Significativa 9 Relação com o cotidiano 9 Motivação do Estudante 9 Relação Professor-aluno 9 Material Pedagógico
Entrave
Mediação da Aprendizagem
Avaliação da EaD 9 Vantagem
9 Desvantagem 9 Obstáculo 9 Docente
Coordenador
Perfil Discente 9 Características Fundamentais
9 Características Prejudiciais
Instituição 9 Aspectos Históricos
Trajetória Profissional
Dentro da dimensão trajetória profissional, observa-se que ambos são doutores na área da educação, têm experiência no ensino presencial e estão envolvidos com a educação à distância há no mínimo duas décadas, portanto observa-se que os dois participantes tiveram trajetórias semelhantes.
Envolvimento com a EaD
São unânimes em dizer que entrar na EaD representou um desafio profissional, como se pode perceber na fala do participante La da UCP, quando diz que seu interesse em trabalhar com a EaD marca sua “migração” das questões educacionais para a educação a distância de modo mais efetivo “a EaD foi para mim um desafio no sentido de proporcionar meu envolvimento com a formação” Sinaliza que sua opção em trabalhar com educação à distância “foi uma evolução natural porque comecei pelos primórdios”
De modo semelhante à participante Lu da UAb, comenta que sua chegada a EaD está vinculada à UAb, pois seu envolvimento com a área iniciou-se na referida instituição, para ela “o desafio a trouxe para a EaD em 1989” justamente porque “começou-se a vislumbrar que a educação à distância teria potencialidades e teria que se investir nela e utilizar os meios tecnológicos, que nessa altura começavam a surgir, para maximizar as potencialidades!” Finaliza dizendo em um tom mais descontraído, que foi um desafio que já dura desde 1989 e brinca: “Eu já faço parte aqui da mobília!”
Capacitação Docente
De acordo com o participante La, ele passou por todas as fases da evolução da EaD e desenvolveu seus conhecimentos no percurso, juntamente com o crescimento desta modalidade de educação. Neste sentido, sua fala, demonstra muita proximidade com a da participante Lu, quando relata que a universidade não oferecia propriamente uma formação sobre ensino à distância e que foram as pessoas que vinham da educação que começaram, por conta própria, a fazer essa formação. “Essa era uma área muito nova pra todos. Portanto, começou muito por leituras, por conhecer algumas universidades lá fora, alguns de nós iam lá fora e traziam relatos
de experiências” Mas segundo ela, “atualmente todos os docentes fazem uma formação e isso é uma regra da casa” seja um professor auxiliar, seja um professor catedrático, terá que ter feito a formação como docente online, para poder ser responsável por uma determinada unidade curricular.
Com relação à capacitação docente para atuar na EaD, ambos participantes destacam que essa formação ocorreu em serviço, pois não receberam no início do envolvimento com EaD, uma capacitação específica.
Primeiras Impressões sobre o trabalho na EaD.
No tocante às primeiras impressões sobre o trabalho na EaD, apenas a participante Lu se manifestou a este respeito dizendo:“inicialmente, senti... que era um pouco estranho, não ter alunos pra interagir. Portanto, era de fato qualquer coisa de muito diferente daquilo que eu estava habituada a fazer” Segundo ela, esse “desconforto inicial” foi sendo diluído com o passar do tempo, na medida em que foi se dedicando à EaD. Nesse processo, percebeu que “o sucesso passava pela construção de bons materiais e auto-aprendizagem” além do acompanhamento que permitia aos estudantes avaliar o seu percurso de aprendizagem e “refletir sobre o que estava bem, sobre o que não estava bem e com feedback que nós dávamos sobre o que eles iam fazendo”. Neste momento,“percebíamos que de fato a distância não existia! A distância existe, mas era possível criar relações próximas com os alunos e criar dinâmicas de trabalhos”
Finalizando a dimensão trajetória profissional, percebe-se que o participante La, passou pelas esferas administrativas, organizacionais e também pelo campo pedagógico na EaD, já Lu sempre esteve envolvida com as questões pedagógicas da EaD.
Perfil Docente
Prejudicial ao professor/tutor na EaD
De acordo com o participante La, o fator que mais prejudica um professor/tutor na EaD é a“Falta de disciplina diária no sentido de acompanhar e responder as questões que os alunos colocam em tempo útil, ou de gerir o processo comunicacional dentro do espaço virtual, porque é importante que os alunos sintam que o professor está lá” Já a coordenadora Lu, diz que o que
prejudica um professor/tutor na EaD é “o excesso de alunos e o excesso de trabalho” Em seguida, enfatiza que na qualidade de coordenadora da licenciatura em educação, percebe que muitas coisas resvalaram “porque os docentes trabalham mais do que é possível fazer!” E “chega uma hora em que as coisas começam arrebentar pelas costuras” Um prazo que não se consegue cumprir acaba gerando outras coisas e “isso tudo é uma bola de neve!” Na seqüência revela que “há que dimensionar muito bem a carga de trabalho letivo de um docente do ensino a distância, porque depois como os outros docentes, os professores do ensino a distância também têm que participar da vida da universidade dos órgãos de gestão, que fazer investigação e tem que prestar serviço a comunidade” Neste sentido, indica que há todo um conjunto de outras tarefas que os professores/tutores devem cumprir para além da sala virtual, dentro de uma universidade.
Características da EaD
Modalidade de acesso a formação docente
No tocante à dimensão concepção sobre EaD, os participantes coordenadores das universidades portuguesas, demonstraram uma percepção unânime acerca desta modalidade de educação, como sendo uma alternativa para a formação inicial e contínua das pessoas.
Essa idéia pode ser evidenciada pela fala do participante La, quando diz: “A EaD enquanto modalidade de educação é uma alternativa, não é uma substituição do ensino presencial, provavelmente por que temos alunos que não vão por aí, por questões pessoais, por questões de história, por questões de certo comodismo, por vezes, falta de organização. Mas claramente hoje, o ensino à distância posiciona-se como uma alternativa para a formação inicial e para a formação contínua” Para ele a EaD “é de fato uma alternativa aos sistemas presenciais, não só uma alternativa no sentido de as pessoas gostarem mais do ensino à distância, mas porque não tem hipótese de fazer por que estão muito longe” “Portanto, a grande possibilidade do ensino à distância é disponibilizar a formação a todas as pessoas, independentemente do local de onde elas estejam”
De modo similar, a participante Lu destaca: “a educação a distância hoje, tem mais do que nunca um papel muito importante até do ponto de vista social!” Especialmente porque
“cada vez mais a formação se faz não apenas durante um período circunscrito, mas ao longo da vida!” E isto significa que para além daquele período em que estamos habituados a freqüentar a escola, a freqüentar a universidade “todos nós ao longo da vida temos que continuar a fazer aprendizagens!” Portanto, “temos um conjunto de ocupações que não nos permitem deslocar e ter uma formação que só se encontra naquele sítio, naquele lugar e naquele horário. E, neste sentido, “cada vez mais é necessário adquirir formação, mas cada vez mais também é necessário que exista flexibilidade para se poder aceder a esta formação”
Semelhanças e Diferenças EaD/Ensino Presencial
Com relação à dimensão semelhanças e diferenças entre ensino presencial e EaD, pode-se observar que os participantes notam sensíveis diferenças entre esses dois sistemas de ensino.
Ensino Presencial
De acordo com o participante La, “o trabalho presencial é uma coisa muito complicada! Porque o presencial gera muito a volta da característica do professor” Segundo ele, os modelos presenciais são fantasticamente diferentes uns dos outros, pois dependem das características do professor e “as características do professor influenciam a aprendizagem dos alunos. Algo muito semelhante existe na fala da participante Lu, quando diz “o ensino presencial é um ensino que se adapta muito à passividade dos alunos, que se adaptam muito à exposição, à transmissão do conhecimento” e isso faz com que a comunicação fique muito unidirecional porque é “muito centrada no professor”
EaD
a) Características específicas
No tocante a EaD, o participante La, revela que há um modelo composto por um conjunto de aspectos que envolvem: professor, materiais, os regimes de E-learning ou B-learning, os meios de comunicação e a abordagem metodológica e pedagógica para que as aprendizagens se desenvolvam. Para ele, a EaD “é muito mais confiável” Porque “no modelo presencial as questões intrínsecas dos professores estão ali e podem determinar muito negativamente as
questões de aprendizagem” Além disso, em termos globais, alguns estudos indicam que “não há em diferenças significativas em média entre as aprendizagens que seguem o ensino a distância e das que seguem regimes presenciais”
A participante Lu, faz colocações muito próximas às do participante La, especialmente quando diz que o ensino a distância envolve: “a utilização das plataformas e as ferramentas do E-learning de alguma forma, está a fazer mudar o ensino presencial” Pois, muitas universidades já adotam recursos do ensino a distância de forma paralela ao ensino presencial, colocando algumas disciplinas ou atividades em plataformas. Este movimento, adiciona crédito ao ensino a distância e ameniza a desconfiança que havia no passado. Segundo ela “há uma nova era da educação a distância que a tira do fosso onde de alguma forma se encontrava, porque era sempre vista como uma segunda alternativa” Permeada por este contexto, diz “educação a distância passou a ser vista de um modo mais apreciativo e passou a contribuir até para a inovação do próprio ensino presencial!” Neste processo “pode haver uma mais valia quer para a EaD quer para o presencial se perceba que as coisas passam por aqui e passam por alunos que são ativos que participam e que fazem e que não estão só ali a ouvir o que o professor tem a dizer” Por isso, acredita que a EaD neste momento “tem um grande potencial e pode também de alguma forma ter uma palavra a dizer para a mudança do ensino presencial!” E justifica “há sempre uma preocupação em transpor do presencial para o ensino a distância” E isso agora é diferente!”
Na seqüência, comenta que quando o ensino a distância ganhou a sala de aula que não tinha, num conceito que vem do ensino presencial, pois “de fato é uma sala de aula diferente que deve ser participada, dinamizada e ter uma vitalidade incutida por todos e não apenas pelo professor, embora tenha um papel importante como incentivador destas dinâmicas” Além disso, acredita que a EaD deve focar-se no E-learning e em atividades assíncronas, para atender as necessidades dos alunos em seus diferentes horários, por isso, diz que propor sessões síncronas aos alunos, pode criar um desequilíbrio pedagógico frente à proposta fundamentada no E-learning, pois neste contexto, não se utilizam métodos expositivos, nem a transmissão passiva de conhecimentos porque “o tipo de trabalho desenvolvido com os alunos é alicerçado em atividades, portanto aluno deve: fazer, se envolver, participar, porque se não o fizer, não existe” Portanto, reforça que a EaD exige maior participação dos alunos e do professor, que deve
contextualizar o ensino e a aprendizagem propondo “atividades significativas, que façam sentido para os alunos, sem centralizar atitudes de exposição e de transmissão de conhecimento”
b) Diferença de público de Idades e necessidades.
De acordo com a participante Lu: “quando estamos a falar de jovens é muito importante que eles façam formação presencial” especialmente aos 17, 18, 19 é importante que se for possível, façam uma formação presencial, devido ao contexto social dessa formação que possibilita vivencias a distância não possibilita” Segundo ela, a EaD oferece experiências interessantes, mas numa idade em que se está ainda a conhecer, e que as oportunidades passam pelas interações sociais, especialmente nos contatos com outras pessoas, nas dinâmicas de participação cultural a universidades presencial.
Frente ao exposto, indica que público da EaD e do presencial “são públicos distintos! É um público mais velho, não em idade apenas, porque podem ser jovens adultos, mas que já têm obrigações profissionais ou que pelo fato de residirem fora dos centros onde existe a formação, não têm condições de freqüentar o ensino presencial” Aos olhos dela, a EaD é para este público, uma possibilidade de ascender à formação que, de outra maneira, não seria possível. Contudo, acredita que os jovens devem passar por um conjunto de experiências no presencial. Já para o público adulto, essa componente pode ser virtual, porque “em todos os nossos cursos há a parte da interação informal, que chamamos de ‘Cafés’ onde os alunos trocam mensagens, organizam jantares, etc” No tocante à diferenciação de público, o participante La não enfatiza a idade cronológica, mas sim a oportunidade que a EaD proporciona, justamente porque as pessoas têm necessidades diferentes e quando os dois modelos são colocados lado a lado, podem optar por um ou outro, sem grandes desconfianças, indo ao encontro do que lhes parece mais favorável.
c) Gerenciamento do tempo e organização pessoal.
De acordo com a participante Lu, à questão temporal na EaD é muito marcante “no ensino presencial, nós temos um programa, nós vamos preparando as aulas uma a uma de forma seqüencial” Já na EaD “as coisas são preparadas com antecedência” porque os materiais têm que estar preparados para todos os alunos, especialmente os que utilizam lojas online. Para ela, a
exigência da EaD com relação à organização a torna muito difícil de ser gerida, especialmente quando se altera a programação de alguma atividade, pois depois todas as outras todas se alteram por conseqüência. “Portanto, a planificação e a programação são importantes na educação a distância” Mas nem sempre “as universidades de ensino a distância, têm essa noção, porque tem como base o modelo do presencial!” E isso, para ela, é um erro, porque a EaD tem especificidades que devem ser atendidas. O participante La, se posiciona de modo convergente, pois confirma que na educação a distância, há a necessidade de antecedência, programação e organização dos envolvidos, sejam alunos ou professores “e tem mesmo que se organizarem porque se não perdem-se!”
d) Rotina de trabalho
Ambos participantes concordam que a rotina da EaD é mais exigente do que a do ensino presencial. Esta fala foi expressa textualmente pela participante Lu, ao dizer que “os docentes no ensino a distância, têm que ter cargas menores do que os docentes do ensino presencial, mas ao contrário, eles têm cargas maiores. Isso acaba por refletir na qualidade do que fazem!” Segundo ela, na EaD “os alunos têm tanto trabalho ou mais que no ensino presencial! O professor também, porque preparar uma disciplina pra funcionar a distância é muito mais difícil e trabalhoso do que prepará-la para o ensino presencial, e eu tenho experiência para as duas modalidades” Os fatores elencados por Lu, vêm ao encontro dos apresentados pelo participante La, especialmente no tocante à concentração de trabalho no ensino presencial e na EaD “na formação presencial, nós que damos a aula, num do modelo mais expositivo, menos expositivo e depois só pensamos nela pra preparar a outra seguinte e depois a outra. No ensino a distância é todo dia, todos os dias!”
Para além do exposto, o participante La, diz que “aquela noção de flexibilidade, não é bem assim. E as pessoas, desistem, sim!” Segundo ele, algumas pessoas ficam espantadas com as exigências do ensino a distância e diziam “Professor, mas isso não é só para estudar no fim do ano?‘ ‘Não é pra trabalho todas as semanas?’ Mas eu pensava que era só pra estudar e depois fazer o exame!” Portanto, a evolução da EaD trouxe consigo um novo formato “essa é a diferença que existe entre o modelo de ensino a distância desta nova geração, digamos da quarta ou da quinta geração do ensino a distância, com os modelos anteriores” Frente ao
exposto, afirma que a educação a distância atual, exige muito mais dos envolvidos, especialmente se considerar que no ensino virtual, já não há mais “distância”, pois alunos e professores foram aproximados pela internet, com o advento do universo online e de todo o potencial que as tecnologias oferecem, representando um ganho histórico com relação à composição pedagógica da EaD.
e) Linguagem escrita como via de comunicação e registro
Além dos fatores já elencados a participante Lu, diz que na EaD “a responsabilidade é maior” justamente por conta do registro “porque tudo aquilo que o professor prepara, fica lá na plataforma” ao passo que “se o professor numa aula presencial diz uma coisa para o bem, ou para o mal, esqueceu, passou!” Na EaD, já é muito diferente, porque “tudo que o professor prepara, todos os materiais, as atividades, tudo aquilo fica lá registrado!” Portanto, o registro no ambiente virtual, vale para alunos e professores, mas esse é um fator positivo porque numa aula presencial, o aluno não tem tempo suficiente para refletir e organizar o seu discurso ao expor o que quer dizer. Já quando se coloca uma discussão num fórum, ele vai fazer a sua reflexão pela escrita, que favorece a estrutura textual e a organização das idéias, porque “quando o aluno está a escrever, a própria escrita acaba por lhe surgir um discurso encadeado, porque aquela mensagem é escrita e fica ali para todos verem, não é coisa que passou o vento e foi embora”
Recursos oferecidos Ferramentas
No tocante às ferramentas no ambiente virtual, o participante La diz: “Nós utilizamos a Blackboard43 como ferramenta de LMS44 de suporte à aprendizagem. É uma boa ferramenta! Penso que em termos comerciais, seja a melhor do mundo provavelmente!” Apesar disso, diz que as novas ferramentas utilizadas como a Web 2.0, trabalham fora da plataforma e, portanto, a
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Nome específico de uma plataforma de aprendizagem online. 44
EaD já não se encerra mais dentro do espaço da LMS. Portanto, há para ele vantagens e inconvenientes. Um dos problemas é que quando o trabalho centra-se na plataforma, os docentes perdem atividades externas e ao contrário, quando utiliza um blog perde-se o processo, ficando apenas com o resultado final, porque fica fora do espaço virtual, como as Wikis, Nings ou os Paperworks, o próprio MSN e o Skype. Na LMS, que tem um conjunto de ferramentas num ambiente fechado, aparentemente as coisas ficam mais controladas e isso facilita a visualização da produção e não apenas do trabalho final. Em síntese, apesar de existir várias ferramentas interessantes externas a plataforma de aprendizagem, o participante La, sinaliza que há na LMS a segurança do registro e do processo pedagógico e não apenas do produto final.
Já a participante Lu, destaca que as ferramentas devem ser suficientes para a realização das atividades pertinentes, inclusive porque “de alguma forma, o excesso de ferramentas também cria alguma desorientação” Por isso, o uso de ferramentas deve estar em consonância com o perfil dos alunos e do curso, se for na área das tecnologias educativas, os alunos têm uma pré disposição para lidar com esses tipos de instrumentos, “com alunos cujo foco de interesse não é a utilização das tecnologias, penso que temos que ter alguma contenção, no sentido de não os assustar com tantos instrumentos diversificados” Frente ao exposto, destaca que “as ferramentas devem ser utilizadas na medida em que forem necessárias, pois não são um fim em si mesmas, são apenas ferramentas, para chegarmos ao objetivo que estipulamos”. “Temos que ter um bocadinho de parcimônia e utilizar somente aquilo que faz sentido aos objetivos que queremos atingir! Portanto, “é necessário utilizar as ferramentas, não porque são novas, mas porque favorecem a aprendizagem!”
Além do exposto, destaca que as ferramentas “vão evoluindo e quanto mais transparentes forem, mais sentido farão e quanto mais específicas às atividades, mais serão adequadas. “Uma tecnologia é tanto melhor e tanto mais útil” Por isso, na medida em que forem surgindo ferramentas mais transparentes e mais fáceis “ vamos incorporando e avançando sempre porque trazem uma mais valia ao processo de pedagógico” E adverte que as