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Studier av individers atferd basert på norske data

Cloro

CAUSA DA FISSURAÇÃO: O cloro usado no tratamento da água potável das cidades se desprende quando essa água cai nas caixas d´água , e se acumula junto ao fundo da laje da tampa. Aí penetra no concreto da laje e destroi a camada protetora das armaduras dessa laje. A corrosão então se inicia e as armaduras oxidadas se expandem rompendo o concreto do cobrimento, que se desprende em grandes áreas e cai no fundo da caixa d´água. A corrosão prossegue então mais rapidamente do que antes podendo acontecer a ruptura da laje por insuficiência de armadura.

SOLUÇÃO : Nas obras existentes remover todo o concreto danificado, substituir as armaduras corroídas , restaurar o concreto do fundo da laje com concreto projetado ou com argamassa colocada adequadamente. Colocar impermeabilização protetora no fundo da laje de modo a evitar que o fenômeno recomece. Criar um sistema de ventilação adequado , com aberturas laterais, para evitar que o gás cloro fique aprisionado junto ao fundo da laje da tampa da caixa.

Nas obras novas estudar o sistema de ventilação mais adequado.

OBSERVAÇÃO : É difícil manter ventilado e limpo o espaço superior da caixa d´água e ao mesmo tempo evitar a penetração de insetos ou outros animais que possam comprometer a potabilidade da água do reservatório.

EXEMPLO Nº 86:

TIPO DE ESTRUTURA : Pórtico de concreto protendido, com seção em forma de caixão.

FISSURAÇÃO : Fissuras verticais na laje inferior, próximas aos pilares, a partir da junta de concretagem. ESQUEMA : d Seção

α

α

α

α

αααα

rotação no apoio

da treliça Deformaçãoexcessiva rotação no apoioda treliça

Fissura

Junta de concretagem da treliça concretagem transversal fase II fase I Cabos

com abertura W = .dαααα

Fissura

H

CAUSA DA FISSURAÇÃO: A deformação excessiva da treliça de escoramento causa uma grande rotação junto aos apoios da treliça. Quando da concretagem das vigas (fase II), a laje inferior, já concretada (fase I) e endurecida, não resiste à rotação imposta e fissura. Após o endurecimento do concreto da fase II, a fissura aberta na laje não fecha mais, mesmo ao se protender os cabos da viga.

SOLUÇÃO : Usar escoramento suficientemente rígido que não gere rotação exagerada nos apoios. Com uma tensão de flexão, no aço da treliça, de 80MPa , a rotação

αααα

nos apoios da treliça será :

αααα

≅ (0.26/1000). (L/H) radianos

A abertura da fissura na laje da 1ª fase de concretagem será : w =

αααα

. d , com d = espessura da laje. Exemplo : L = 20m ; H = 3m ; d = 0.3m ; tensão no aço = 80MPa ⇒

αααα

= 0.0021 radianos ⇒

w

= 0,0021 . 0,30 = 0.60mm ( inaceitável ! )

Se essas condições de execução forem incontornáveis, deve-se prever armadura na face superior da laje inferior para reduzir a abertura dessas fissuras.

OBSERVAÇÃO : Esse tipo de fisssura impede a formação da 1ª biela inclinada que transmite carga ao pilar. A viga vai funcionar com uma altura reduzida e a verificação "como construido" ("as built") da segurança à ruptura da estrutura deve ser feita levando isso em conta.

EXEMPLO Nº 87:

TIPO DE ESTRUTURA : Paredes de concreto armado com muitas aberturas.

FISSURAÇÃO : Fissuras geralmente inclinadas ligando os cantos das aberturas.

ESQUEMA :

Fissuras

Fissuras

CAUSA DA FISSURAÇÃO : A retração térmica devida ao resfriamento do concreto, aquecido durante a hidratação do cimento, e a retração hidráulica associadas à variação de temperatura do meio ambiente geram concentração de tensões de tração junto aos cantos das aberturas, e em consequência geram as fissuras.

Esse tipo de fissuração também ocorre nas lajes (ver exemplo n° 7). SOLUÇÃO :

São necessárias armaduras inclinadas junto a esses cantos de aberturas .

Para evitar dificuldades de concretagem essas armaduras não devem ser colocadas distribuidas ao longo da espessura da parede. A armadura mais eficiente é a colocada distribuida na face lateral da parede, como indicado na figura.

OBSERVAÇÃO : Como é quasi imprevisível a posição exata dos locais onde surgirão as fissuras é recomendável colocar as armaduras inclinadas em todos os cantos das aberturas.

EXEMPLO Nº 88:

TIPO DE ESTRUTURA : Parede de reservatório d´água ou parede para proteção radiológica ( raios

γ

por exemplo).

FISSURAÇÃO : Fissura de "reunião" no interior da parede com consequente vazamento de líquido ou redução da proteção radiológica.

ESQUEMA :

Radiação

γγγγ

( linha reta)

Fissuração

Fissuração

concentrada

subdividida

VISTA LATERAL

B

B

CORTE BB

CAUSA DA FISSURAÇÃO : Como as armaduras para controle da abertura de fissura são , em geral, colocadas apenas próximo às superfícies das estruturas, a abertura das fissuras no interior das peças é maior que a das fissuras na superfície. A fissura no centro da peça é a reunião de diversas fissuras de superfície.

SOLUÇÃO : Se a estrutura é uma estrutura de vedação , por exemplo uma parede de

reservatório de água , pode ser necessário colocar várias malhas de armadura ao longo de toda a espessura da parede, para reduzir a abertura da fissura e em consequência reduzir a perda do líquido através das fissuras. As malhas internas devem ser colocadas defasadas das malhas da superfície para redistribuir as aberturas das fissuras.

OBSERVAÇÃO : Em casos de paredes de proteção radiológica, a raios

γ

(gama), por exemplo, deve-se também utilizar essas armaduras no interior das paredes, para reduzir a abertura de fissura. Como os raios gama só se propagam em linha reta, quanto mais camadas de armadura houver, menor será a fissura e menor a probabilidade da parede ser atravessada em linha reta por um raio gama.

EXEMPLO N°°°° 89:

TIPO DE ESTRUTURA : Travessa de apoio de longarinas premoldadas .

TIPO DE FISSURA OBSERVADA : Fissuração generalizada de flexão e de cisalhamento em todos os vãos e apoios .

ESQUEMA DAS FISSURAS :

Protensão externa

A

Corte A

Possível reforço com

Apoios de vigas premoldadas

CAUSA DA FISSURAÇÃO : Existem varias fissuras verticais e inclinadas , já tratadas, na face inferior , nas faces laterais , tanto nos vãos como sobre o apoio intermediário ( bordo superior).

Essas fissuras devem ser originárias de possível excesso de carga do tráfego atual sobre as travessas e/ou de provável deficiência na análise estrutural inicial.

SOLUÇÃO : O aspecto visual da fissuração foi agravado pela recuperação feita com a

colocação de massa epoxi com largura de 2 a 4 cm em fissuras que tinham apenas aberturas de cerca de 0,30mm . Certamente a estrutura está próxima do estado de "fissuração consolidada", isto é, já se formaram todas as fissuras e a partir de agora, com um aumento de carga, as

fissuras já existentes vão aumentar de abertura. Isto sugere que o comportamento global da estrutura deve ser verificado, avaliando-se a segurança estrutural para cargas mais compatíveis com os veículos atuais.

Certamente é necessária uma protensão externa reforçando a estrutura como indicado na figura. OBSERVAÇÃO : Mesmo antes de serem implementadas as medidas de reforço necessárias deve-se manter a observação permanente da estrutura para detectar eventuais surgimentos de novas fissuras ou o aumento da abertura das já existentes.

EXEMPLO N°°°° 90:

TIPO DE ESTRUTURA : Pilar com seção celular com travessa em concreto protendido.

TIPO DE FISSURA OBSERVADA : Fissura vertical da base do pilar até uma altura de

2.0m, no centro das 2 paredes do pilar.

ESQUEMA DAS FISSURAS :

2,00 m