4.2 MEE vs noMEE
4.2.2 Southern Hemisphere
As análises SWOTs de marcas novas, empresas novas, produtos novos, são sempre complicadas; atendendo a que a Marca, empresa, produto bem ou serviço, ainda não existem, ou estão no mercado. Se bem que falar de forças ou fraquezas significa uma análise interna, esta assenta numa “crença de verdade” não testada ou aferida face ao mercado, concorrência ou consumidores. Desta forma poderá ser um risco, assumir uma força ou ameaça, visto não podermos ainda dizer nada sobre elas com pressuposto de verdade. Mesmo porque as características que julgamos serem uma força, podem daqui a algum tempo revelar-se uma fraqueza, assim fará mais sentido pensar no que o ambiente externo de marketing nos apresenta e inicialmente debruçar-nos sobre as Oportunidades e Ameaças,
Oportunidades
Portugal é visto como um destino Sexy (pelo índice procura crescente reflectido no crescimento anual de incoming e receitas)
Entrada de uma nova oferta num mercado em franco crescimento, o turismo
Países do norte da europa como emissores (em crescimento, e com capacidade económico-financeira elevada)
A marca criar um produto único em Portugal - Alojamento num farol ou em faróis ao longo de toda a costa continental e insular
Os turistas de mercados consolidados já serem conhecedores de Portugal
O clima e a temperatura média de Portugal face ao norte da Europa
Existência de nichos de mercado internacional com apetência de compra do destino Portugal
O aparecimento de novos segmentos de consumidores (tribos)
Nichos de mercado (golf, cycling, pesca e big game, surf, mergulho, birdwatching, etc…)
Tendência actual do consumidor para viver experiencias através de emoções
Crescimento do turismo histórico-cultural
Oferta da envolvente multidiferenciada geograficamente como complemento ao alojamento
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A Marca permite oferecer multiactividades (que não se efectuando especificamente no verão limitado ao sol e mar, diminuirão a sazonalidade
Entrar no mercado como uma rede de alojamento integrado e multi-oferta
Ser uma Marca/produto de referência para o Turismo de Portugal (e ser usado como bandeira na promoção do pais)
O Aumento do turismo Sénior, e o seu interesse por Portugal
A disponibilidade financeira dos seniores do norte da Europa
Ameaças:
A crise económica internacional
Decréscimo de disponibilidades financeiras do turista nacional
Contenção de despesas familiar do consumidor português
Taxa de desemprego de alguns países emissores de turistas (que condiciona a sua disponibilidade para ferias)
Concorrência e entrada de novos players TH e TER
Competitividade face a destinos como Espanha
Aparecimento de uma marca de rede de Faróis noutro país
Brexit, saída da UK da união europeia, que poderá criar no futuro uma diminuição do fluxo de turistas
Ainda assim, poderá ser visto por conjectura ou extrapolação a eventual existência de forças e fraquezas, estas são meramente equacionadas, mas, enquanto não implementada a marca, são um mero reflexo de cresça na futura realidade.
Forças
Ser uma marca propriedade da Marinha Portuguesa-Ministério da Defesa e como tal estatal
Ser uma marca com instalações edificadas que cobre o território nacional
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Ter oferta diferenciada, 4 tipos de produto para oferecer (Charme, Design- Boutique, Eco e Lounge) e diferentes localizações ao longo da costa continental e insular
Ter segmentado 2 targets distintos, Adultos activos e Seniores activos
Ter a exclusividade do produto Faróis
Ser um produto turístico em instalações militares, com guarnição e operacional, (que possibilitará ao cliente viver o imaginário de ser um faroleiro)
Ter a capacidade de criar sinergias com órgãos e instituições estatais de turismo e economia.
Ser considerado um produto histórico-cultural
Ser sempre diferente na oferta pela estrutura arquitectonica edificada em cada farol
Estar sempre situado em locais únicos, de beleza única
Ser uma Marca/Produto novo em Portugal
Ter faróis de pequena media e grande dimensão, adequáveis a diferentes tipologias ou segmentos.
Ser um produto criado de raiz unidade a unidade
Ter diferentes possíveis concessionários e para diferentes targets.
Poder criar outros estabelecimentos de hoteleiro-turísticos com restaurantes bares ou lojas
Poder trabalhar o segmento Premium em qualquer tipologia
A envolvente histórico-cultural e etnográfica é diferente de farol para farol
Fraquezas
Ser uma Marca nova e desconhecida no mercado
Não ter passado histórico, como marca
Não ser um produto tradicional da hotelaria
Não ter ainda nenhuma unidade a funcionar
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Não poder competir no mercado da massificação de oferta
Depender também da oferta histórico-cultural e etnográfica da região como suporte
Ter unidades demasiado pequenas para instalação de alojamentos
Não ainda tem reconhecimento internacional
Depender de outras instituições, ou empresas para a sua promoção
Não controlar a gestão de cada unidade
Ter de negociar caso a caso com concessionários
- 50 - 4.1 SWOT Dinâmica
Analise hipotética efectuada por conjectura ou extrapolação à eventual existência destas forças e fraquezas, que só deverão ser tidas como reais depois de aferidas, e após a marca implementada, até lá serão um mero exercício reflexivo de uma possível futura realidade. Analise interna FORÇAS FRAQUEZAS Anál ise e xt er n a OPO RTUN IDA DES
Portugal é visto como um destino sexy com um bom clima face ao norte da europa.
Existência de nichos de mercado como os, Adultos activos e Seniores activos.
O crescimento do turismo histórico- cultural, e a tendência para viver experiencias através de emoções.
Oferta diferenciada 4 tipos de produto (Charme, Design-Boutique, Eco e Lounge em diferentes localizações ao longo da costa continental e insular, sempre situado em locais únicos, de beleza única, onde a envolvente histórico-cultural e etnográfica muda de farol para farol, e a sua localização permite desenvolver actividades com o golf, cicling, pesca e big game, surf, mergulho, birdwatching, etc…
A Oferta em cada unidade é gerida por hoteleiros de prestígio com nome no mercado internacional.
Ser uma Marca nova e desconhecida, não ter passado e não sendo de um produto tradicional, mas entra no mercado como uma rede de alojamento, sendo um produto de referência para o turismo de Portugal,
Não poder competir no mercado da massificação, mas existem de nichos de mercado internacional com apetência de compra, Adultos activos e Seniores activos.
Dependendo da oferta histórico- cultural e etnográfica da região, todas apresentam focos de interesse, existindo um crescimento do turismo histórico-cultural. AM E AÇ AS
A crise económica internacional, decréscimo de disponibilidades do turista nacional e a contenção de despesas familiar, obriga a pensar nos turistas que já conhecem de Portugal de mercados consolidados e nos países do norte da europa porque Portugal é visto como um destino sexy
• ‘«Concorrência e entrada de novos players TH e TER, mas o produto Faróis com alojamento é único no mercado
• Ter oferta diferenciada 4 tipos de produto para oferecer (Charme, Design-Boutique, Eco e Lounge e diferentes localizações ao longo da costa continental e insular
Concorrência e entrada de novos players TH e TER, Não sendo um produto tradicional e não ter nenhuma unidade a funcionar
Competitividade face a destinos como Espanha, e o aparecimento de uma marca de rede de Faróis noutro País
A crise económica internacional e o Brexit (saída da UK da união europeia), face a notoriedade da marca por não ter reconhecimento internacional, tendo ainda que se impor no mercado e estando dependente também de outras instituições para a sua promoção.
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