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Sosial dumping og helse, hygiene og sikkerhet

Local de partida: ‘Separadora’ (41°46'12.21"N / 8°35'30.51"W)

Local de chegada: ‘Casa de Montanha do Cerquido’

Extensão: 16,6 Km

Tipo de percurso: Linear

Pontos de interesse: 1. Barragem do Lourinhal (9,6 Km) 2. Mina do Fulão (12,5 Km) 3. Mina do Cavalinho (14 Km)

4. ‘Casa de Montanha do Cerquido’ (16,6 Km)

76 Este percurso poderá ser realizado com um meio de transporte próprio (automóvel) ou através de autocarro (para grupos, mediante inscrição e

marcação prévia).

Figura 54 – Percurso da venda do minério e correspondente perfil de elevação Fonte: Própria, extraído do Google Earth

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Descrição:

Este percurso (Anexo 18) representa o itinerário que era feito desde a ‘Separadora’ até à Serra d’Arga, após a abertura da estrada que gerou uma nova dinâmica, podendo efetuar-se o transporte do minério em viaturas, desde as minas situadas nesta serra até à ‘Separadora’. O percurso inicia-se na antiga ‘Separadora’, espaço onde era tratado o minério oriundo das minas da Serra d’Arga.

Deste local segue-se pela estrada nacional em direção a Viana do Castelo, optando seguidamente pela estrada nacional que se dirige à Serra d’Arga em direção a Moreira do Lima, aproveitando para desfrutar de toda a paisagem marcadamente rural, serpenteada por ribeiros cristalinos.

Depois de Moreira encaminha-se para o lugar do Lourinhal, passando por uma ponte, que foi construída pela empresa MIPOLI, com o objetivo de aceder mais facilmente à serra.

Após a ponte, à direita, encontra-se um caminho em terra batida que nos leva até à represa do Lourinhal (Figura 55) ou barragem de finos do Lourinhal.

Esta estrutura surgiu devido à intensa exploração mineira ocorrida nesta área que acarretou uma alteração artificial do leito do ribeiro de Fragos.

Junto ao curso de água da Ribeira do Seixalvo, afluente deste rio, foi construída uma lavaria das minas e, como forma de reter os escombros presentes neste leito, foram construídas duas

Figura 55 – Represa do Lourinhal Fonte: Própria

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barragens. Uma delas junto à lavaria da antiga mina e outra próximo da ponte do Lourinhal. A primeira cedeu à força das águas, seguindo todo o escombro para a outra barragem, que ainda subsiste atualmente.

Esta estrutura passa despercebida, parecendo natural.

Após esta paragem segue-se em direção ao Cerquido passando pela localidade mineira das ‘Mãos’, onde existiu também uma mina com o mesmo nome.

Depois passa-se pela exploração mineira do Fulão, onde se pode observar as escombreiras e edifícios construídos para alojar os engenheiros e os trabalhadores mineiros. Esta mina foi de crucial importância para a época

O percurso segue, podendo dirigir-se em direção a Arga de Cima, parando no lugar do Cavalinho, onde se encontra identificada uma antiga exploração mineira de volfrâmio e estanho da responsabilidade da empresa ‘Entreposto Mineiro do Minho’, em funcionamento na década de 40 do século passado.

Presentemente ainda é visível uma galeria e uma trincheira, assim como uma escombreira de dimensões consideráveis, por cima da mina, junto à estrada.

Próximo da galeria existe, também, uma casa de xisto que, de acordo com o plano de lavra da antiga concessão, corresponde ao local da antiga lavaria manual. Mais em baixo, perto desta, encontra-se um edifício de exíguas dimensões, que constitui o antigo paiol desta mina.

Deste local segue-se em direção ao Cerquido, passando-se novamente pela mina do Fulão. Poderá contemplar mais atentamente esta área mineira de valor patrimonial, agora noutra perspetiva, no lado oposto do vale que nos separa da mina.

O percurso (Figura 56) termina na ‘Casa de Montanha’, espaço de acolhimento e informação aos turistas.

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O circuito pelas Minas da Serra d’Arga serão o fio condutor desta viagem marcada por temas fortes, tais como Património, Vida Rural, Natureza e Tradição.

O itinerário convidará a conhecer um património valioso, reflexo de vivências passadas.

Neste cenário natural conseguirá desfrutar do mundo rural, através do contacto com aldeias serranas, dos campos cultivados e da convivência com homens e mulheres entregues à vida campestre, numa labuta diária direcionada para a agricultura e pecuária.

Ao longo do percurso poderá apreciar toda a natureza envolvente: as paisagens, os ribeiros, a fauna e a flora típicas desta serra.

Através de heranças transmitidas ao longo dos tempos poderá admirar tradições incorporadas nesta região que caraterizam a paisagem e o modo de ser e estar da população local.

Paralelamente poder-se-á disponibilizar aos turistas ofertas complementares, associado ao percurso das minas, nomeadamente outros percursos paisagísticos e monumentais existentes na Serra d’Arga, que são um potencial turístico endógeno, a título exemplificativo:

Figura 56 – Percurso da Represa e correspondente perfil de elevação Fonte: Própria, extraído do Google Earth

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- Turismo religioso (S. João d’Arga, Santa Justa, São Lourenço da Montaria, Nossa Senhora do Minho)

- Percursos pedestres em espaço de montanha (Trilho do Lobo do Atlântico) - Turismo aventura (Bike Parque e Quinta de Pentieiros)

- Turismo de natureza (Área de Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos, Quinta de Pentieiros e a própria Serra d’Arga que pertence à Rede Natura 2000).

Este itinerário poderá ser enriquecido com serviços de alojamento e restauração nas freguesias serranas, através da recuperação e dinamização das antigas casas para fins turísticos, nomeadamente os edifícios construídos para alojar engenheiros (Figura 57) e os trabalhadores das minas (Figura 58), que, durante a exploração mineira, permaneciam durante toda a semana na serra. Estes edifícios ainda se encontram na serra, onde permanecem as estruturas das casas com paredes, em ruínas e invadidas pela vegetação.

Apresentando condições naturais, existem, ainda, na serra numerosas casas de xisto que já foram recuperadas, e outras que requerem recuperação, ostentando grande potencial para alojamento, restauração e/ou ponto de informação turístico, caso os seus proprietários demonstrem interesse em investir nesta área.

Figura 57 - Casa do Pessoal – fotografia atual Fonte: Própria

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A correta implementação destes itinerários acarreta o estabelecimento de múltiplas parcerias, de forma a tornar os percursos viáveis e sustentáveis, baseando-se na partilha de conhecimento, experiências e de estratégias diferenciadoras.

4.4. Estabelecimento de parcerias nacionais e internacionais para promoção do