DEL 6 – RESULTAT OG ANALYSE
6.5.1 Setter kunnskapen i perspektiv
Sobre os ambientes destinados à aprendizagem existentes na escola, as professoras entendem que tudo que foi feito em termos de adaptação deu-se de maneira empírica; o que se observa é que os objetivos almejados quanto ao desenvolvimento dos alunos PBV não foi atingido e poderia ter sido. O que se deve às características gerais do espaço escolar que dificultam a circulação e apreensão espacial do aluno.
No caso das salas de aula, elas entendem que não há nenhuma adaptação para um aluno que sofre problemas; mas não têm idéia de como deveria ser feita essa adaptação.
Sobre as salas dispostas no alinhamento da sala 3 (nordeste) – também a sala de leitura - a retirada das árvores na área verde, provocou o aumento da luminosidade, e conseqüentes reflexos no quadro de giz e carteiras dificultando a sua visualização. Assim, os alunos PBV têm que se levantar e chegar mais perto do Quadro para ler o que está escrito. Quando interrogadas se isto não deveria ser por causa da patologia de que são portadores, elas responderam que não, já que os alunos desempenham bem a tarefa visual da carteira .
Certas professoras sugeriram a colocação de persianas para atenuar os reflexo, e aperfeiçoar as condições de iluminação.
Interrogadas sobre a iluminação artificial da escola, responderam que está suficiente; à sugestão de colocação de interruptores nas salas, um para cada duas luminárias facilitando o controle de luminosidade a opinião geral foi positiva.
As professoras entendem que o quadro de Giz não possui cor adequada e não dá bom contraste com o giz branco. Mas ao experimentar outras cores de giz, não perceberam diferença. Chegaram então ao consenso de que o problema está na qualidade do giz e não na sua cor. Há também a questão da patologia – algumas patologias precisam que se escreva com letras mais espessas. A cor não faz tanta diferença. Sobre as varias patologias, ao serem interrogadas se existe a possibilidade de situar as crianças em locais mais escuros e mais claros, conforme a necessidade de luminosidade, dada a patologia de que são portadoras, elas responderam que não. Ao sair de um local menos iluminado para enxergar o quadro de perto, atrapalhariam os outro alunos que são muitos – em quantidade maior do que é recomendado pelos PCN’s. Propomos então como solução aumentar o tamanho do quadro de giz, retirando a porta de onde se localiza - próximo ao quadro – assim os portadores de fotofobia seriam sentariam , na frente, como o recomendado, porém próximo á parede onde não há esquadria e é mais escuro. Ao que elas responderam fazendo considerações sobre a disposição das salas de aula. Deveria ser mais retangulares e com o quadro de giz disposto na parede mais larga. A porta se situaria no final da disposição das carteiras.
No que diz respeito ao mobiliário, ao serem interrogadas sobre a disposição dos Quadros de Avisos nas laterais do Quadro de Giz, as professoras acham que não é necessário já que tem mais dois dispostos nas paredes laterais.
As carteiras devem ser mais largas e inclinadas.
Quanto à liberdade e acesso dos PBV a todos os ambientes, bem como sua apreensão espacial, elas entendem que é viabilizado devido ao trabalho de orientação e mobilidade desenvolvido pelas professoras da sala de recursos.
Fazem referência á necessidade de um trabalho de programação visual com cores chamativas de forma a identificar as portas de entrada, já que muitos vezes os alunos esbarram nas portas. Concordaram com a sugestão de se aplicar uma tinta contrastante nos marcos das portas. E entendem que nas paredes também deve ser aplicada uma cor mais “viva”. Entendem que a apreensão espacial está comprometida pelas condições espaciais já descritas, pelo programa espacial reduzido, pelo número excessivo de alunos em sala de aula, pelo arranjo mobiliário. Sobre esta ultima questão, a sugestão de concepção de um espaço para sala de aula com armários embutidos foi aceita como adequada, já que propiciaria espaços mais livres para circulação do aluno, bem como sua apreensão do ambiente como um todo. Quando interrogadas sobre a aplicação de um projeto de programação visual apropriado, com letras e números magnificados dispostos de forma a obedecer uma ordem constante para facilitar a identificação dos ambientes, concordaram que facilitaria o reconhecimento do espaço.
No que se refere a outros ambientes, foram feitas algumas considerações sobre a sala de leitura. As professoras, bem como a bibliotecária, entendem que o ambiente não tem condições espaciais adequadas para a dupla função a que serve:sala de leitura e de vídeo, já que a execução de uma atividade perturba a execução de outra; o ambiente é pequeno, o mobiliário atrapalha a circulação do aluno PBV, e o local onde estão dispostos os livros adaptados é de difícil acesso, pois precisam ser colocados em locais mais reservados por questões de manutenção e conservação. Sobre o piso, preto, não consideram adequado, por produzir reflexos e irregular, considerando-se as áreas externas e descobertas.
As crianças tropeçam e esbarram nos pilares soltos do pátio. Quanto ao pátio, as queixas dizem respeito também aos”cantos “ escuros - próximo aos sanitários. Por fim, as professoras entendem que o aluno PBV pode e deve estudar com outras crianças sem comprometimentos, pois propiciará o seu melhor desenvolvimento. Que o trabalho que estão desenvolvendo junto a estas crianças tem tido resultados razoáveis, porém muito longe do que seria o ideal. E que as condições físicas da escola não propiciam o desenvolvimento deste trabalho.
B. 1. B. 1. b Resumo das entrevistas aplicadas às professoras que ensinam na