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Chapter 4: The American Green State in the Trumpocene

4.3. Saving the EPA

Itália Mundio 721

México Archivo General de la Nación 1823

Nicarágua Archivo Nacional 1896

Panamá Archivo Nacional 1912

Paraguai El Archivo Nacional 1871

Peru Archivo Nacional 1919

Portugal

Arquivo da Torre do Tombo 1325

Arquivo Geral da Marinha 1736

Arquivo Histórico do Ministério do Equipamento, do Planeamento e

da Administração do Território 1852

Arquivo Histórico Militar 1911

Arquivo Histórico Ultramarino 1931

Arquivo Histórico do Ministério das Finanças 1937

República Dominicana Archivo General de la Nación 1884

Rússia Fonds d’archives de la Fédération de Russie 1918

Serra Leoa National Archives of Sierra Leone 1965

Suíça Archives des cantons Archives fédérales 1848-1849 1798

Uruguai El Archivo General de la Nación 1927

Vaticano Archivo Secreto del Vaticano 1611

Venezuela Archivo Nacional 1914

Fonte: elaboração própria, com base em Hill (1945), Duchein (1992), Favier (2001), Gagnon-Arguin (1992), Arlettaz (2003-2004), Bertini (2002-2003), Burgy e Roth-Lochner (2002-2003), Depoortere (2002-2003), Galland (2002-2003), Karapetiants e Nahuet (1998-1999), Kecskeméti (1966), Ribeiro (1998), Souza (2010a), Wagner (1985) e nos sítios eletrônicos dessas instituições.

Na pretensão de servir tanto à Administração como à História, inicia-se a distinção entre a documentação administrativa e a histórica (FAVIER, 2001). Diante dessa arbitrariedade, a unidade estrutural dos arquivos é quebrada, com a desarticulação da sua organicidade (SILVA et al, 1999). Nessa conjuntura, vários arquivos locais são transferidos para Paris, a partir da supressão de alguns distritos em 1796. O Princípio da Territorialidade então se consolida35, declarando que os documentos deveriam permanecer nas circunscrições a que estavam ligados (FAVIER, 2001).

Por outro lado, verifica-se a intenção de liberalizar o acesso dos arquivos à população. Entretanto, mesmo a França sendo um dos primeiros países a abrir seus arquivos aos cidadãos, sabemos que esse acesso é restrito a poucas pessoas, consideradas privilegiadas como, por exemplo, os responsáveis pelos arquivos e bibliotecas ligados à Igreja. Para o atendimento dos interesses reais são, inclusive, desenvolvidos grandes trabalhos arquivísticos, quando se destacam os inventários (FAVIER, 2001). O regulamento dos Arquivos Nacionais

35 Mais tarde, a UNESCO apreciaria os problemas oriundos da transferência dos arquivos constituídos no

território de outros países ou relativos à sua história, dentro de acordos bilaterais: “propunha-se uma declaração de princípios e normas, visando facilitar as negociações e acordos entre os Estados Membros, quando houver [sic] litígio com relação aos arquivos e particularmente, após a descolonização e recomenda-se [sic] um programa de ação nacional e internacional, para facilitar a solução de tais problemas” (ARQUIVO NACIONAL, 1979a, p. 34).

franceses (1856) atribuiria, ao diretor da instituição, a prerrogativa de autorizar ou recusar o acesso aos arquivos. Com exceção da Suécia, é assim que se dá o acesso durante todo o século XIX (DUCHEIN, 1983).

Desse modo, Silva et al (1999) observam que, ao mesmo tempo em que o Iluminismo contribuiu culturalmente para o reconhecimento da Arquivologia, propiciou alguns desvios dos seus fundamentos, levando a uma necessidade de reconstrução prática e teórica da disciplina em formação, em direção à sua autonomia científica.

O modelo pioneiro criado na França, guardadas as especificidades de cada país, seria reproduzido na Europa e no continente americano até meados do século XX, em, pelo menos, três aspectos: 1) uma instituição criada para cobrir a rede de repartições públicas produtoras de documentos; 2) o reconhecimento, pelo Estado, da sua responsabilidade quanto à preservação do patrimônio documental e dos documentos produzidos por ele; 3) e o reconhecimento do direito público de acesso aos arquivos (FONSECA, 2004).

No caso da Espanha, Martín-Pozuelo Campillos (1998) pontua a importância dada aos acervos arquivísticos e à sua conservação no século XVIII, quando as preocupações se voltam para o usuário dos arquivos e, logo, para a relevância da sua organização.

Imune aos desdobramentos da Revolução Francesa, a Inglaterra criaria seu arquivo nacional, o Public Record Office, em 1838, para gerir a grande quantidade de documentos produzidos pela administração pública, que deveriam ser conservados física e culturalmente, em razão do interesse dos historiadores (SILVA et al, 1999).

Nesse mesmo ano, é criado o Arquivo Nacional do Brasil, à época denominado Arquivo Público do Império, que teria, sob a sua responsabilidade, a guarda dos documentos públicos produzidos e acumulados pelo governo brasileiro36. De acordo com a pesquisa realizada (MARQUES, 2007) e conforme retomaremos mais à frente, essa instituição exerceu, ao longo da sua trajetória, um papel fundamental na formação de pessoal habilitado para o tratamento de arquivos, na produção bibliográfica da área e na tradução e divulgação de obras essenciais para a Arquivologia.

Voltando à França, a política de incorporações em massa e a subsequente reordenação dos arquivos baseada em concepções ideológicas atingem proporções que tornam incontrolável e alarmante a situação, do ponto de vista arquivístico. Diante disso, são formuladas algumas instruções para se colocar em ordem e classificar os arquivos. Essas instruções são promulgadas por meio de uma circular do Ministério do Interior, em 24 de abril

36 Informações disponíveis em: <http://www.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm>. Acesso em 21

de 1841, inspiradas pelo arquivista e historiador Natalis de Wailly, que enuncia aquilo que desde então fica conhecido como o “Princípio de Respeito aos Fundos”37, base para o desenvolvimento do Princípio da Proveniência (SILVA et al, 1999; SCHELLENBERG, 1980), apropriado e ressignificado em muitos países.

Na Espanha, por exemplo, ao longo do século XIX diversas instituições o adaptaram às demandas dos grandes depósitos que se formavam e que, mais tarde, seriam os arquivos centrais espanhois (MARTÍN-POZUELO CAMPILLOS, 1998)38.

Independentemente das suas origens, o Princípio de Respeito aos Fundos foi rapidamente adotado por vários países da Europa, consagrando-se por meio do termo fundo, em contraposição à ordenação por assuntos defendida pelos iluministas39. Segundo esse Princípio, o “„fundo‟ era considerado uma entidade indivisível, mas a sua ordem interna ficava sujeita a critérios alheios à respectiva organicidade” (SILVA et al, 1999, p. 206). Essa situação desencadeou críticas e uma necessidade do aperfeiçoamento do Princípio40.

De toda forma, o Princípio de Respeito aos Fundos, depois Princípio da Proveniência, tornar-se-ia a base teórica da Arquivologia, articulando os demais princípios em torno da informação orgânica registrada, objeto da área41, como apresentamos no quadro 3.

37 Schellenberg (1980), Silva et al (1999) e Fonseca (2004) chamam-nos a atenção quanto às controversas

concepções acerca da origem desse Princípio, apontando, além da formulação francesa de Wailly, aquela do seu conterrâneo, Guizot, de 1839, bem como a concepção alemã, espanhola, italiana, dinamarquesa e, ainda, a do Manual dos Arquivistas Holandeses, de 1898.

38 A autora lembra que, antes disso, algumas leis, obras e instituições já haviam reconhecido ou mesmo utilizado

o Princípio da Proveniência. São exemplos dessas instituições: Archivo de la Corona de Aragón, Archivo

General de Simancas e Archivo de Indias (MARTÍN-POZUELO CAMPILLOS, 1998).

39 A repercussão do Princípio de Respeito aos Fundos dar-se-ia a partir do holandês, inglês e italiano, com as

obras de Muller, Feith e Fruin (1898), Jenkinson (1922) e Casanova (1928), apresentadas no apêndice A.

40Francesco Bonaini (1867) critica essa abordagem e propõe o “método histórico”, ou seja, do respeito à ordem

original, conforme a história de cada instituição. A aplicação da sua teoria dar-se-ia na Itália entre 1874-1875 (SILVA et al, 1999).

41 Embora não exista consenso sobre o objeto da área, considerando os diversos autores nacionais e

internacionais. Há que se ressaltar, todavia, que a disciplina Arquivologia não está sozinha nesse aspecto. Atualmente, com a inter/multi/transdiscplinaridade, as disciplinas de diferentes áreas do conhecimento dificilmente têm um consenso sobre o seu objeto.

DISCIPLINAR

Proveniência Arquivologia

Princípio básico da Arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado aos de outras entidades produtoras.

Base para os demais princípios arquivísticos, estabelece critérios básicos para a organização dos arquivos e contribui singularmente para a formação científica da Arquivologia

Princípio do respeito à

ordem original Arquivologia História e

Princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva, pessoa ou família que o produziu Organicidade e fidedignidade Territorialidade Direito, Administração, História e Arquivologia

Princípio segundo o qual os arquivos públicos, próprios de

um território, seguem o destino deste último. Memória, identidade

Três idades Administração e Arquivologia Contempla os arquivos correntes, intermediários e permanentes. Racionalização e eficácia administrativas; gestão de documentos Princípio da

reversibilidade História Princípio segundo o qual todo procedimento ou tratamento empreendido em arquivos pode ser revertido, se necessário. Conservação

Fonte: elaboração própria, com base no Dicionário de Terminologia Arquivística (ARQUIVO NACIONAL, 2005), Rousseau e Couture (1998).

42 À exceção do Princípio da Proveniência, os princípios arquivísticos reconhecidos no Brasil nem sempre coincidem com aqueles apontados pelos estudiosos internacionais.

No caso da Teoria das Três Idades, embora o seu uso seja corrente no Brasil, não a identificamos nos dicionários brasileiros da área. OPrincípio da Pertinência – “segundo o qual os documentos deveriam ser reclassificados por assunto sem ter em conta a proveniência e a classificação original” (ARQUIVO NACIONAL, 2005, p. 136) – parece contrariar o Princípio da Proveniência e por isso não foi incluído neste quadro.

O século XIX assiste à aproximação entre a Arquivologia e a Diplomática, com a verificação metódica dos documentos, à disposição de um público erudito preocupado com a sua análise histórica. É assim que os arquivos se colocam a serviço da Paleografia e Diplomática, disciplinas em ascensão desde o final do século anterior. Com a supressão da maior parte dos mosteiros, tribunais e outros locais onde arquivistas aprendiam e desenvolviam seu trabalho antes da Revolução, tornou-se necessário criar escolas especiais, a fim de treiná-los na leitura e interpretação dos documentos (DUCHEIN, 1992).

Assim, são criadas escolas de Diplomática ligadas a arquivos em vários países da Europa, que seriam precursoras da formação em Arquivologia, desencadeando a criação de outros cursos, vinculados à História, Biblioteconomia e CI, sobretudo no século XX (quadro 4)43. A partir desse quadro, podemos inferir a variedade de perfis dessa formação.

Gagnon-Arguin (1992) lembra que naquelas primeiras escolas, a Arquivologia se estrutura como disciplina. Duchein (1992), por sua vez, discorda dessa afirmativa ao analisar que naquele período, a disciplina estava circunscrita à História, Diplomática, Paleografia, Filologia, Sigilografia e Heráldica, com ênfase nos documentos da Idade Média. Segundo ele, a École de Chartes é, nesse sentido, emblemática.

Quadro 4: Cursos de formação em Arquivologia por país (1821-1992)

PAÍS ESCOLA/UNIVERSIDADE CRIAÇÃO ANO

Alemanha

Archivalisches Unterrichtsinstitut/ Bayerische Archivschule 1821

Archivschule Marburg (Marburg) / Institut für Archivwissenschaft 1949

Institut für Archivwissenschaft des Humbold/Universität zu Berlin 1950

Faschchule für Archivwesen 1955

Argentina Escuela de Bibliotecarios y Archiveros (Universidad Nacional de Córdoba

44 1959

Universidad Nacional del Chaco (hoje Licenciatura en Ciencias de la Información) -

Austrália School of Librarianship / University of New South Wales (Kensington) -

Áustria Institut für Osterreichische Geschichtsforschung 1854

Bélgica Cours d’archivéconomie et stages45 1919

Botswana University of Botswana (Gaborone) 1979

Bulgária Université de Sofia Klimenthe Ohridski 1956

Mac Gill University Montréal 1963

Certificat d’études supérieurs en Archivistique/ Université Laval (Quebéc) 1967

Canadá

London Western / University of Western Ontario 1967

École normale de Cap-Rouge 1968

University of Alberta 1972

43 Os cursos brasileiros serão apresentados num quadro específico, no capítulo 4.

44 Em 1971 a Arquivologia ganha a sua independência na Escuela de Archiveros de Córdoba, a qual passa a

designar-se Centro Interamericano de Formación de Archiveros (CIFA) no ano seguinte. Na Reunião Técnica sobre o Desenvolvimento de Arquivos (Washington, 1972), este passa a denominar-se Centro Interamericano de

Desarrollo de Archivos (CIDA) (ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS BRASILEIROS, 1980a). Em 1998 é

reconhecida como Escuela de Archiveros.

45 Era oferecido um curso de Arquivonomia ou de Organização de Arquivos em três universidades (Catholique

de Louvain, Vrije Universiteit Brussel e Katholieke Universiteit Leuven), como uma introdução à matéria para os

University of Britsh Columbia (UBC)46 1981

University of Toronto 1990

École de Bibliothéconomie et des Sciences de l’Information (EBSI) / Université de

Montréal 1983

Université du Quebéc (Montreal) 1983

Université du Quebéc (Chicoutimi) 1990

Université du Quebéc (Hull) 1992

China Centre de formation des archives de l'Etat (Pequim)Département des études archivistiques /Université populaire de Chine 1952 - Colômbia Escuela de Bibliotecarios y Archivistas/Universidad Social Católica de La Salle 1971 Costa Rica Escuela de Historia y Geografia Rica – Seccion de Archivistica / Universidad de Costa 1974

Dinamarca Rigsarkivet 1582

El Salvador Escuela Salvadoreña de Archivismo47 1961

Equador Escuela de Biblioteconomía, Archivología y Museología / Universidad de Guayaquil -

Eslováquia Université Komensky (Bratislava) 1950

Espanha

Escuela de Diplomática de Madrid 1856

Cursos para la Formación Técnica de Archiveros 1954

Escuela de Documentalistas (Archiveros e Bibliotecarios)48 1964

Facultad de Documentatión y Traducción / Universidad de Salamanca 1987

Estados Unidos

University of Louisville (Louisville) -

Case Wertern Reserve University (Cleveland) 1826

Washington University (Saint-Louis) 1853

Augustana College ( Rock Island) 1860

Colorado State University (Fort Collins) 1870

University of British Columbia 1938

Rosary College Graduate School of Library Science (River Fores) 1938

Archives Institute, Center for Technology and Administration of the American

University (Washington)49 1941

Institute of Archival Studies / University of Denver50 1952/ 1953

Graduate Course in Archival Administration / Wayne State University (Detroit) 1961

Auburn University Archives 1964

School of Library and Information Science / University of Wisconsin (Milwaukee) 1965

Course in Archival Administration / North Carolina State University 1966

School of Library and Information Studies / University of Wisconsin (Madison) 1967

Archives at Urbana-Champaign / University of Illinois 1967

University Archives of Oregon (Eugene) 1967

School of Library and Information Studies / University of Maryland (College Park) 1970

History Departament / Florida State University (Tallahassee) 1970

School of Information and Library Studies / University of Michigan (Ann Arbor) 1970

East Caroline University (Greenville) 1974

University of Texas at Arlington 1975

Graduate Program in Archival an Records Management Administration / Western

Washington University (Bellinghan) 1972

Departament of History, applied history program, and Collegial Library and

Information Science / University of South Carolina 1975

Departament of History / Wright State University (Dayton) 1975

North Dakota State University (Fargo) 1975

University of Rhode Island Kingston (Kingston) 1975

Michigan State University (East Lansing) 1976

46 Programa aprovado pela Associação dos Arquivivistas Canadenses.

47 A única escola criada por uma associação de arquivistas, no caso a Asociación General de Archivistas de San

Salvador.

48 Entre 1952 e 1962, funcionava sob a denominação Cursos para la Formación Técnica de Archiveros,

Bibliotecarios y Arqueólogos. Em 1980 passa a denominar-se Escuela de Documentalistas.

49 Antes disso, em 1939, é criado o Departamento de História e Gestão de Arquivos (LE MOËL, 1984). 50 Os estudos especializados datam de 1972.

History Departament / University of Massachusetts 1977

Departament of History / Colorado State University 1977

History Departament / Bowling Green (Ohio) 1977

Archival Management and Historical Editing Program (New York) 1977

Graduate School of Library and Information Science – Archives concentration /

Simmons College (Boston) 1978

School of Library and Information Science / Catholic University of America

(Washington) 1980

Departament of History / Loyola University of Chicago 1981

Graduate School of Library and Information Science / University of Texas at Austin 1986

School of Library and Information Science / University of Pittsburg 1988

Palmer School of Library and Information Science / Long Island University 1990

Finlândia Valtionarkisto (Archives Nationales de Finlande) -

França École Nationale de Chartes 1821

Gana Department of Library and Archival Studies / University of Ghana (Legon) 1975

Grã- Bretanha

Bodleian Library (Oxford) 1602

University of Liverpool 1947

Scholl of Librarianship and Archives / University of London (pós-graduação) 1947/1948

Bangor / University College of North Wales 1954/1955

Aberystwyth / University College of Wales 1956

Loughborough University of Technology (pós-graduação) 1972

Society of Archives Correspodence, Course in Archives Administration (Kingston

upon Thames) 1980

Holanda Rijks Archievschool (École Royale d'Archivistique) 1955

Hungria University Eötvös Lorand (Budapeste) 1945

Índia School of Archival Studies / Course in Archives Keeping (National Archives of India)51 1943

Irã Université de Téhéran (cursos para bibliotecários e arquivistas) -

Israel Graduate School of Library and Archive Studies / Hebrew University (Jerusalém) 1956/1960

Itália

Scuola del Grande Archivio (Nápoles) 1811

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Torino)* 1820

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Milano) 1842

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Palermo) 1843/1855

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Napoli)* 1845/1860

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Venezia) 1855

Scuola di Paleografia e Diplomática (Florença)* 1852/1857

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Modena) 1861

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Genova)* 1870/1873

Scuola di Archivistica, Paleographia e Diplomatica dell'Archivio di Stato di Milano 1875

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Parma)* 1875/1876

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Cagliari)* 1877

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Rome)* 1878

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Bologna)* 1890

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Mantova)* 1933/1954

Scuola di Archivistica, Paleografia e Diplomatica (Perugia)* 1941/1959

Scuola Speciale per Archivisti e Bibliotecavi (Rome) 1952

Scuola di Speccializzacione per Archivist / Université de Padova, Milano (pós-

graduação) -

Iugoslávia Curso de técnico de arquivo nas faculdades de Ciências Sociais52 -

Marrocos École des Sciences de l'Information (Rabat) 1974

México

Escuela Nacional de Bibliotecarios y Archivistas (ENBA)53 1945

Universidad Nacional Autónoma de México 1952

Colegio de Biblioteconomia y Archivonomia 1956

51 Em 1976 é criado o Institut of Archival Training.

52 Onde a Arquivologia é disciplina obrigatória. Depois, os arquivistas fazem um estágio de seis meses nos

arquivos.