4.5 Sammenligning av operasjon - og intensivavdelingene
4.5.6 Sammenligning av aktivitet ved intensivavdelingene
1. PIB per capita Cap. 2 Pressão
2. Investimento líquido pelo PIB Cap. 2 Pressão 3. % de exportações e importações em relação ao
PIB Cap. 2 Pressão
4. Relação entre os gastos ambientais e o Produto
Interno Líquido Cap.2 Estado
5. Participação das manufaturas no total exportado Cap. 2 Estado
6. Consumo de energia anual Cap. 4 Pressão
7. Relação entre o uso intensivo de recursos naturais
em indústrias e o valor agregado Cap. 4 Pressão
8. Reservas minerais Cap. 4 Estado
9. Reservas de combustíveis fósseis Cap. 4 Estado 10. Tempo de vida das reservas energéticas Cap. 4 Estado 11. Intensidade de uso de materiais Cap. 4 Estado 12. Participação do valor agregado da manufatura no
PIB Cap. 4 Estado
13. Parcela de consumo de recursos energéticos
renováveis Cap. 4 Estado
14. Relação entre os recursos líquidos transferidos e o
PNB Cap. 33 Pressão
15. Total da “Assistência ao Desenvolvimento
Oficial” dada ou recebida em relação ao PNB Cap. 33 Pressão 16. Relação entre o débito e o PNB Cap. 33 Estado 17. Relação entre o débito em serviços e o PNB Cap. 33 Estado
18. Gastos em proteção ambiental em relação ao PIB Cap. 33 Resposta 19. Montante de fundos novos ou adicionais para o
desenvolvimento sustentável Cap. 33 Resposta
20. Capital de mercadorias importadas Cap. 34 Pressão 21. Investimentos diretos externos Cap. 34 Pressão 22. Relação entre o efeito ambiental no capital de
mercadorias importadas Cap. 34 Estado
23. Concessão de cooperação técnica Cap. 34 Resposta CATEGORIA
Ambiental
(Nº DE INDICADORES: 55)1. Extração anual de águas subterrâneas e
superficiais Cap. 18 Pressão
2. Consumo doméstico de água per capita Cap. 18 Pressão 3. Reservas de água subterrânea Cap. 18 Estado 4. Concentração de coliformes fecais em água doce Cap. 18 Estado
5. DBO dos corpos d’água Cap.18 Estado
6. Tratamento dos resíduos da água Cap. 18 Resposta 7. Densidade da rede hidrológica Cap. 18 Resposta 8. Crescimento populacional nas áreas costeiras do
litoral Cap. 17 Pressão
9. Descargas de óleo nas áreas costeiras Cap. 17 Pressão 10. Liberação de nitrogênio e fósforo nas águas
costeiras Cap. 17 Pressão
11. Máximo admitido para a produção pesqueira Cap. 17 Estado
12. Índice de algas Cap. 17 Estado
13. Alteração no uso do solo Cap. 10 Pressão
14. Alteração nas condições do solo Cap. 10 Estado 15. Descentralização do gerenciamento em nível local
dos recursos naturais Cap. 10 Resposta
16. População vivendo abaixo da linha de pobreza em
áreas secas Cap. 12 Pressão
17. Índice nacional pluviométrico mensal Cap. 12 Estado 18. Índice de vegetação (por satélite) Cap. 12 Estado
19. Terras afetadas pela desertificação Cap. 12 Estado
20. Alteração na população em áreas montanhosas Cap. 13 Pressão 21. Uso sustentável dos recursos em áreas
montanhosas Cap. 13 Estado
22. Bem-estar das populações de montanhas Cap. 13 Estado 23. Uso de pesticidas na agricultura Cap. 14 Pressão
24. Uso de fertilizantes Cap. 14 Pressão
25. % de irrigação nas terras agricultáveis Cap. 14 Pressão 26. Uso de energia na agricultura Cap. 14 Pressão 27. Terras agricultáveis per capita Cap. 14 Estado 28. Áreas afetadas por salinização e águas paradas Cap. 14 Estado
29. Educação agrícola Cap. 14 Resposta
30. Intensidade do desmatamento Cap. 11 Pressão 31. Alteração nas áreas de florestas Cap. 11 Estado
32. Coeficiente de reflorestamento Cap. 11 Resposta 33. % de áreas de florestas protegidas em relação ao
total da área de florestas Cap. 11 Resposta
34. % de espécies tratadas em relação ao total de
espécies Cap. 15 Estado
35. % de áreas protegidas em relação à área total Cap. 15 Resposta 36. Gastos em pesquisa e desenvolvimento em
biotecnologia Cap. 16 Resposta
37. Regulamentação ou normatização para a bio
segurança Cap. 16 Resposta
38. Emissões de gases “estufa” Cap. 9 Pressão
39. Emissão de óxidos sulfúricos Cap. 9 Pressão 40. Emissão de óxidos de nitrogênio Cap. 9 Pressão 41. Consumo de substâncias de depleção ozônica Cap. 9 Pressão 42. Concentração de poluentes em áreas urbanas Cap. 9 Estado 43. Gastos com a redução da poluição atmosférica Cap. 9 Resposta 44. Geração de resíduos sólidos industriais e
municipais Cap. 21 Pressão
45. Disposição de resíduos sólidos domésticos per
capita Cap. 21 Pressão
46. Gastos no gerenciamento de resíduos sólidos Cap. 21 Resposta 47. Reciclagem e reuso de resíduos sólidos Cap. 21 Resposta 48. Disposição de resíduos sólidos municipais Cap. 21 Resposta 49. Ocorrência de envenenamentos químicos agudos Cap. 19 Estado 50. Nº de severas restrições aos produtos químicos Cap. 19 Resposta 51. Geração de resíduos perigosos Cap. 20 Pressão 52. Importação e exportação de resíduos perigosos Cap. 20 Pressão 53. Área de solo contaminada por resíduos perigosos Cap. 20 Estado 54. Gastos com tratamento de resíduos perigosos Cap. 20 Resposta 55. Geração de resíduos radioativos Cap. 22 Pressão
CATEGORIA
Institucional
(Nº DE INDICADORES: 15)1. Estratégias de desenvolvimento sustentável Cap. 8 Resposta 2. Programas de integração ambiental e a
contabilidade econômica Cap. 8 Resposta
3. Mandatos de tributação aos impactos ambientais Cap. 8 Resposta 4. Conselhos nacionais para o desenvolvimento
sustentável Cap. 8 Resposta
5. Potencial de cientistas e engenheiros por milhão
de população Cap. 35 Estado
6. Cientistas e engenheiros engajados em pesquisa e
desenvolvimento por milhão de população Cap. 35 Resposta 7. % de gastos em pesquisa e desenvolvimento em
relação ao PIB Cap. 35 Resposta
8. Ratificação dos acordos globais Cap. 39 Resposta 9. Implementação dos acordos globais Cap. 39 Resposta 10. Linhas de telefone para cada 100 habitantes Cap. 40 Estado
11. Acesso à informação Cap. 40 Estado 12. Programas de estatísticas ambientais nacionais Cap. 40 Resposta 13. Representação dos grupos majoritários nos
conselhos nacionais de desenvolvimento sustentável
Cap. 23-32 Resposta
14. Representatividade das minorias étnicas e dos povos indígenas nos conselhos nacionais de desenvolvimento sustentável
Cap. 23-32 Resposta
15. Contribuição das ONGs para o desenvolvimento
sustentável Cap. 23-32 Resposta
N
ÚMEROT
OTAL DEI
NDICADORES132
Fonte: Adaptação do DPCSD, 1999.
Embora esse projeto tenha publicado o seu método pela primeira vez em 1996, a OECD - Organisation for Economic Co-operation and Development já utilizava este modelo de indicadores “PER” em 1993, fato esse que ajuda a explicar a referência freqüente, nos trabalhos europeus, aos “Indicadores da OECD” (OECD, 1991, 1997; PERSONNE, 1998; IFEN, 1999). A proposta dessas três tipologias classificatórias pretende abranger e explicitar os diferentes objetivos de um indicador, adotando-se a caracterização de que exercem uma “pressão”, que configuram um determinado “estado” ou que produzem um encaminhamento de “resposta”. A OECD utiliza as seguintes definições para cada uma dessas três categorias de indicadores:
Indicador de Pressão: “... mostra os impactos dos produtos e
processos humanos sobre as condições ambientais. Uma distinção pode ser feita entre as fontes fixas e móveis, como por exemplo, fábricas e transporte de carga em seus atuais níveis de emissão. Uma outra distinção pode ser feita entre os impactos gerados por esse conjunto de fontes e aqueles representados pelo uso de matérias primas, de energia ou pela disposição de resíduos...”;
Indicador de Estado: “... refere-se ao estado ou à qualidade dos
componentes ambientais no tempo. Os termos, tais como, indicadores de qualidade ambiental, indicadores de estado e indicadores de efeito são frequentemente utilizados para esta categoria. Esses indicadores das condições ambientais e dos processos ecológicos são distintos dos indicadores de pressão ambiental. Em virtude dos custos de mensuração das condições ambientais, é comum os indicadores de pressão serem utilizados para substituir os de estado”;