• No results found

Review of the UKCIP Technical Report on “Climate adaptation: risk,

In document RMC04.pdf (1.746Mb) (sider 14-17)

atenciosamente suas articulações, suas hipóteses, seus desfechos e suas insatisfações, até que finalmente parece que se convenceram que era chegada o momento de finalizar esse processo investigativo. E aí, será que ainda resta algum fôlego em vocês para colocar suas “conclusões finais”?

Bom, para tecer algumas conclusões, acreditamos que sim. Agora, se elas são finais, isso já não temos tanta certeza. Simultaneamente a isso, essa tarefa não deixa de apresentar certo incômodo de nossa parte, na medida em que parece haver uma incitação para que nesse momento realizássemos algo como um fechamento de nossas considerações. Ora, muita coisa foi dita e repetida ao longo do texto, elementos estes que para esse espaço seria desnecessário retomá-los. E, muito provavelmente, eles sejam até mais compreensíveis no lugar onde estão. Em face disso, não faremos aqui uma retrospectiva do que foi essa investigação, traduzindo agora com outras palavras o que tantos dissemos, nem tampouco ocuparemos o tempo do interlocutor autopromovendo esse estudo, mostrando o quanto ele é importante para o campo dos saberes e para outras pesquisas. Afinal, o que o interlocutor fará com essas considerações ou de que modo elas irão atravessar suas pesquisas, não cabe a nós decidirmos, tais questões já extrapolam a nossa alçada. Mas então, o que resta dizer? O que acrescentar?

Seremos breves prezado interlocutor. Ao situarmos no plano discursivo a relação entre as práticas psicológicas e as práticas em saúde pudemos examinar que esse processo não demarcou, sob muitos aspectos, uma ruptura abissal para as práticas psi. Pelo contrário, o que se estabeleceu foi muito mais, uma atualização em seu modus operandi, pois mesmo com a mudança de cenário, sua atuação ainda continuou sendo pautada por uma certa subserviência a certos preceitos exteriores ao campo, ao passo que sua função também permaneceu sendo, fundamentalmente, a de operacionalizá-los. No entanto, isso não significa dizer que as práticas psicológicas permaneceram intactas a esse processo, o que queremos pôr em relevo é o fato de que, em face de um campo esvaziado positivamente como nos lembra Michel Foucault, mudar de terreno exigiu, basicamente, que as práticas psi passassem a acionar outras positividades, agora mais condizentes com o tempo e o espaço em que se encontravam.

Por isso, caro interlocutor, matenhamos-nos alerta. Se existe uma narrativa que nos instiga a acreditar que o passado visto como funesto da psicologia no Brasil havia sido encerrado ou, em certa medida, superado, que essa página teria sido, finalmente, virada, considerando a transformação da psicologia e a emergência de outros fazeres psi envolto “sempre pelas melhores intenções”, talvez e muito talvez, essa história com um final feliz que

tanto nos contam não tenha chegado ao fim. Dessa forma, não pretendemos com esse trabalho anunciar que a tarefa de re(pensar) as práticas psicológicas teria fracassado, nem tampouco endossar que já teria sido finalizada. Intentamos, simplesmente, demonstrar, para aqueles que se dispõem a tal empreendimento, de que ela ainda está em curso e que também não será no domínio da psicologia que as respostas repousam, pois retomando mais uma vez Foucault “os deuses não estão lá”. Logo, se cabe a nós, habitantes do presente, problematizar essas narrativas, e aqui de maneira mais específica as que envolvem o terreno psicológico, nos despojemos então dessa miragem que sob o nome psicologia procura conservar determinados constructos, tal figura onírica serve tão somente para manter a “miologia de sua verdade”, a mitologia de que um dia, a psicologia poderia converter-se em algo diferente de que uma forma cultural. Esse foi o propósito dessa pesquisa caro interlocutor, produzir uma ficção histórica que operasse, se não uma ruptura virtual em relação a essa narrativa hegemônica acerca das práticas psicológicas e suas conexões, ao menos uma maior ponderação em sua aceitabilidade.

REFERÊNCIAS

ACHCAR, R. (Org.) Psicólogo Brasileiro: práticas emergentes e desafios para a formação. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.

ALMEIDA, R. A.; MALAGRIS, L. E. N. A prática da psicologia da saúde. Revista SBPH, Rio de Janeiro, v. 14, n. 2, p. 183-202, dez. 2011.

ALVES, M. H. M. Estado e Oposição no Brasil (1964-1984). 3ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 1985.

AMARAL, V. L. A. R. Novos desafios na formação do psicólogo na área de saúde. In: KERBAUY, R. R. et al. Comportamento e Saúde: explorando alternativas. 1ª ed. Santo Andre: ARBytes, p. 3-9, 1999.

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. (Trad.: NASCIMENTO, M. I. C. et al). Porto Alegre: Artmed, 2014.

ANDERSON, P. Balanço do neoliberalismo. In: Org.: SADER, E.; GENTILI, P. PÓS- NEOLIBERALISMO: As políticas sociais e o Estado democrático. 11ª ed. São Paulo: Ed. Paz e Terra, p. 9-23, 2012.

ANTUNES, M. A. M. A psicologia no Brasil: leitura histórica sobre sua constituição. 5ª ed. São Paulo: EDUC, 2015.

ARAUJO, J. N. G. et al. Trabalhadores em situação de desemprego: uma experiência de apoio psicológico. Mental: Barbacena, v. 4, n. 7, p. 107-125, nov. 2006.

ARMSTRONG, D. Origins of the problem of health-related behaviours: a genealogical study. Social Studies of Science, v. 39, n. 6, p. 909-926, 2009.

ARMSTRONG, D. Chronic illness: a revisionist account. Sociology of Health & Illness, v. 36, n. 1, p. 15–27. 2014a.

ARMSTRONG, D. Actors, patients and agency: a recente history. Sociology of Health & Illness, v. 36, n. 2, p. 163–174, 2014b.

ARTISTAS e psicólogos serão ouvidos. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 22 de maio de 1970. 1º Caderno, p. 3.

AUGRAS, M. Contribuições ao Estado das Inter-Relações num serviço de psiquiatria. Arquivos Brasileiros de Psicotécnica, v. 13, n. 2, p. 21-27, 1961.

AZEVEDO, A. V. S.; CREPALDI, M. A. A psicologia no hospital geral: aspectos históricos, conceituais e práticos. Estudo de Psicologia, Campinas, v. 33, n. 4, p. 573-585, outubro- dezembro 2016.

BARATTA, A. Criminologia Crítica e Crítica do Direito Penal: introdução à sociologia do direito penal. (Trad.: SANTOS, J. C.) 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora Revan, 2002.

BARBOSA, L. A. A. História constitucional brasileira: mudança constitucional,

autoritarismo e democracia no Brasil pós-1964. Série colóquios de excelências, n. 2. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2012.

BARROS, J. P. P. Psicologia e políticas públicas. ECOS – Estudos Contemporâneos da Subjetividade, v. 4, n. 1, p. 156-170, 2014.

BEM, P. P. FOUCAULT: ANTROPOLOGIA, TRANSCENDENTALISMO E

ONTOLOGIA NAS ORIGENS DA ARQUEOLOGIA. 2015. 85f. Dissertação (Mestrado em Filosofia). Universidade Federal do Paraná: Setor de Ciências Humanas Letras e Arte – Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Curitiba, 2015.

BENEVIDES, P. S. De onde falamos nós? uma análise da produção da diferença a ser incluída. Educ. Real., Porto Alegre , v. 37, n. 3, p. 887-903, dez. 2012.

BENEVIDES, P. S. Verdade e Ideologia no pensamento de Michel Foucault. ECOS – Estudos Contemporâneos da Subjetividade, Rio de Janeiro, v. 3, n. 1, p. 88-101, 2013. BENEVIDES, P. S. Pesquisar com Michel Foucault. Textura, Canoas, v. 18, n. 36, p. 262- 285, jan/ab 2016.

BENEVIDES, P. S.; BOTELHO, D. J. S.; VIEIRA, G. M. S. Nietzsche com Foucault: notas sobre conhecimento, verdade, perspectivismo e genealogia. Estudos Nietzsche, Espírito Santo, v. 6, n. 2, p. 259-280, jul./dez. 2015.

BERVIQUE, J. A.; MEDEIROS, E. O. G. Ciências da conduta na odontologia: introdução e aplicação na área da saúde. São Paulo: Medicina Panamericana, 1980.

BEZERRA, I. M. P.; SORPRESO, I. C. E. Conceitos de saúde e movimentos de promoção da saúde em busca da reorientação de práticas. J. Hum. Growth Dev., São Paulo, v. 26, n. 1, p. 11-20, 2016.

BLANC, A. No tempo em que os bichos, etc., etc. Tribuna de Imprensa, Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1986. Notícias, p. 9.

BOBBIO, N. A era dos direitos. (Trad.: COUTINHO, C. N.). 7ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

BRASIL. Poder Executivo. Ato Institucional de 9 de abril de 1964. Diário Oficial da

União, Brasília, DF, 9 abr. 1964, Seção I, p. 3193.

BRASIL. Constituição. Constituição do Brasil. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24 jan. 1967, Seção 1, p. 953.

BRASIL. Constituição. Constituição do Brasil. Ato Institucional nº 14, de 5 de setembro de 1969. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 11 de set. 1969a, Seção I, p. 7649.

BRASIL. Constituição. Constituição do Brasil. Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969. Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu

processo e julgamento e dá outras providências [Lei de Segurança Nacional]. Diário Oficial

da União, Brasília, DF, 29 set. 1969b, Seção 1, p. 8162

BRASIL. Constituição. Constituição do Brasil. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990: dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília, 1990 BRASIL. Conselho Federal de Psicologia (CFP). Resolução nº 015/1996. Institui e regulamenta a concessão de atestado psicológico para tratamento de saúde por problemas psicológicos. Resolução nº 015/1996, 1996.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde (CNS). Resolução nº 218/1997. Regulamentação das profissões de Saúde. Resolução nº 218/1997, 1997.

BRASIL. Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Resolução Normativa nº 338/2013. Atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que constitui a referência básica para cobertura assistencial mínima nos planos privados de assistência à saúde,

contratados a partir de 1º de janeiro de 1999; fixa as diretrizes de atenção à saúde; revoga as Resoluções Normativas - RN nº 211, de 11 de janeiro de 2010, RN nº 262, de 1 de agosto de 2011, RN nº 281, de 19 de dezembro de 2011 e a RN nº 325, de 18 de abril de 2013; e dá outras providências. Resolução nº 338/2013, 2013.

BRASIL. Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Resolução Normativa nº 428/2017. Atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que constitui a referência básica para cobertura assistencial mínima nos planos privados de assistência à saúde,

contratados a partir de 1º de janeiro de 1999; fixa as diretrizes de atenção à saúde; e revoga as Resoluções Normativas – RN nº 387, de 28 de outubro de 2015, e RN nº 407, de 3 de junho de 2016. Resolução nº 428/2017, 2017.

CAMARGO-BORGES, C.; CARDOSO, C. L. A psicologia e a estratégia saúde da família: compondo saberes e fazeres. Psicologia & Sociedade, v. 17, n. 2, p. 26-32, mai./ago. 2005. CAMPOS, R. H. F. (Org.) Dicionário Biográfico da psicologia no Brasil. Rio de Janeiro: Imago Ed.; Brasília: CFP, 2001.

CANDIOTTO, C. Foucault e a crítica do sujeito e da história. Revista Aulas: Dossiê Foucault, Campinas, v. 3, n. 3, p. 1-21, 2007.

CANESTRELLI, L. Discurso Inaugural. Arquivos Brasileiros de Psicotécnica, v. 10, n. 3, p. 11-21, 1958.

CAPITAO, C. G.; SCORTEGAGNA, S. A.; BAPTISTA, M. N. A importância da avaliação psicológica na saúde. Avaliação psicológica, Porto Alegre, v. 4, n. 1, p. 75-82, jun. 2005. CARBENITE, L. Cartas: Psicanálise. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 27 de setembro de 1986. 1º Caderno, p. 10.

CARDOSO, I. A. R. Foucault e a noção de acontecimento. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, São Paulo, v. 7, n.1-2, p.53-66, 1995.

CARMO, E. H.; BARRETO, M. L.; SILVA JR., J. B. Mudanças nos padrões de

morbimortalidade da população brasileira: os desafios para um novo século. Epidemiologia e Serv. Saúde, Brasília, v. 12, n. 2, p. 63-75, jun. 2003.

CARVALHO, A. F. Foucault: atualizador da genealogia de nietzschiana. Cadernos Nietzsche, v. 30, p. 221-249, 2012.

CARVALHO FILHO, J. S. Estado Mínimo X Estado Máximo: o dilema. Revista Eletrônica sobre Reforma do Estado (RERE), Salvador, n. 12, p. 1-18, dez./ jan./ fev. 2008.

CASSINI, S. T. Ecologia: conceitos fundamentais. (Texto preliminar para o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental - PPGEA UFES). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Centro Tecnológico (CT). Vitória (ES), 2005. Disponível em:

https://www.inf.ufes.br/~neyval/Gestao_ambiental/Tecnologias_Ambientais2005/Ecologia/C ONC_BASICOS_ECOLOGIA_V1.pdf. Acessado em 01 de abril 2018.

CASTRO, E. Vocabulário de Foucault – um percurso pelos seus temas, conceitos e autores. (Trad.: XAVIER, I.). 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.

CENTRO DE INFORMAÇÃO E PESQUISA OCUPACIONAL (CIPO). A profissão de psicólogo na Guanabara, Arquivos Brasileiros de Psicologia Aplicada, v. 26, n. 4, p. 3-29, 1974.

CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS (CREPOP). Referências técnicas para a atuação do(a) psicólogo(a) nos Programas de DST e aids. Brasília: CFP, dez. 2008a.

CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS (CREPOP). Saúde do Trabalhador no âmbito da Saúde Pública: referências para a atuação do(a) psicólogo(a). Brasília: CFP, jun. 2008b.

CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS (CREPOP). Conheça o CREPOP. Disponível em: http://crepop.pol.org.br/conheca-o-crepop. Acessado em 20 nov. 2017.

COIMBRA, C. M. B. Guardiães da ordem: Uma viagem pelas práticas psi no Brasil do milagre. Rio de Janeiro, RJ: Oficina do Autor, 1995.

COIMBRA, C. M. B. Doutrinas de segurança nacional: banalizando a violência. Psicologia em Estudo, v. 5, n. 2, p. 1-22, 2000.

COLNAGO, C. S. A trajetória constitucional da redemocratização brasileira: evoluções e involuções de uma experiência democrática recente. Derecho y Cambio Social, v.33, p.1-19, 2013.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Resolução CFP n° 010/1975, Código de Ética Profissional do Psicólogo. In: ROMARO, R. A. Ética na psicologia. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, p. 107-116, 2009.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Resolução CFP n° 029/1979. Código de Ética Profissional do Psicólogo. In: ROMARO, R. A. Ética na psicologia. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, p. 117-128, 2009.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Resolução CFP n° 002/1987. Código de Ética Profissional do Psicólogo. In: ROMARO, R. A. Ética na psicologia. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, p. 129-142, 2009.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Exposição de Motivos do Código de Ética Profissional do Psicólogo. In: CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Código de Ética Profissional dos Psicólogos. Brasília: Conselho Federal de Psicologia, 1987. Disponível em:<https://transparencia.cfp. org.br/wpcontent/uploads/sites/10/2005/05/ Codigo-de-EticaProfissi onal-do-Psicologo.pdf>. Acessado em 5 de abril de 2018.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). (Ed.) Quem é o psicólogo brasileiro? São Paulo; EDICON, 1988.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). (Ed.) Psicólogo brasileiro: construção de novos espaços. Campinas: Editora Alínea, 1992/2005.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Banco Social de Serviços: Relatório Final. Brasília: Conselho Federal de Psicologia, 2005.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Senhoras e senhores gestores da saúde, Como a Psicologia pode contribuir para o avanço do SUS. Brasília: CFP, 2011.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no CAPS - Centro de Atenção Psicossocial. Brasília: CFP, jun. 2013a. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Referências Técnicas para a Atuação de Psicólogas/os em Políticas Públicas de Álcool e Outras Drogas. Brasília: CFP, dez. 2013b.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). A VERDADE É

REVOLUCIONÁRIA: testemunhos e memória de psicólogas e psicólogos sobre a ditadura civil-militar brasileira (1964-1985). Brasília: CFP, 2013.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Conheça o CFP. Disponível em: < http://site.cfp.org.br/cfp/conheca-o-cfp/>. Acessado em: 04 abr. 2018.

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DE SÃO PAULO (CRP-SP). Editorial. Jornal PSI, São Paulo, n. 144, jun./set. 2005.

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL (CRP-RS). Da vida que resiste: vivências de psicólogas(os) entre a ditadura e a democracia. Porto Alegre: CRPRS, 2014.

CONSELHO suspende médico da tortura. Monitor Campista, Rio de Janeiro, 12 de março de 1988. Notícias, p. 3.

COSTA, S. S. G. Para problematizar nossa (in)atualidade: pensando um agenciamento

metodológico entre Foucault e Deleuze. In: MATOS, K. S. L. Movimentos sociais, educação popular e escola: a favor da diversidade. Fortaleza: Editora UFC, p. 158-175, 2003.

COURI, N. PSICANÁLISE: no Brasil estimulada, mas condenada. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 21 de setembro de 1979. Caderno B, p. 1.

COUTO, C. G.; LIMA, G. M. R. Continuidade de Políticas Públicas: A Constitucionalização Importa? DADOS – Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 59, n. 4, p. 1055-1089, 2016.

CRUZ, S. C. V. E.; MATINS, C. E. De Castello a Figueiredo: uma incursão na pré-história da "abertura”. In: SORJ, B.; ALMEIDA, M. H. T. (orgs.) Sociedade Política no Brasil Pós-64. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, p. 8-90, 2008.

D’AMARAL, M. T.; PEDRO, R. M. L. O tempo: entre a ciência, a cultura e a história. Documenta, ano IV, n. 7, p. 65-89, 1996.

DANELUCI, R. C. Psicologia e saúde como campo de interrogações. Rev. Psicol. Saúde [online]. Vol. 5, n.1, p. 18-24, 2013.

DELEUZE, G. Diferença e repetição. Tradução de L. B.L. Orlandi e R. Machado. Rio de Janeiro: Graal, 1988.

DELEUZE, G. Foucault (Trad: MARTINS, C. S.). São Paulo: Brasiliense, 2006. DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O que é a filosofia. São Paulo: Ed. 34, 2010. DELEVATI, D. M.; SOUZA, A. R. B. O fazer do psicólogo na saúde. Cadernos de Graduação, Maceió, v. 1, n. 2, p. 79-87, maio 2013.

DIAS, D. D.; LARA, L.; BUTIERRES, M. C. O sujeito de direitos. Polis e Psique, v. 2, n. 2, p. 124-127, 2012.

DIMENSTEIN, M. D. B. O psicólogo nas Unidades Básicas de Saúde: desafios para a

formação e atuação profissionais. Estud. psicol. (Natal), Natal, v. 3, n. 1, p. 53-81, Jun 1998. DREYFUS, H. L.; RABINOW, P. Michel Foucault, uma trajetória filosófica: (para além do estrtuturalismo e da hermenêutica). (Trad: PORTOCARRERO, V.). Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.

FALCÃO, E. B. M. Ciência do inconsciente ou ópio da classe média? Movimento: Cena Brasileira, Rio de Janeiro, 12 a 18 de outubro de 1981. Cultura, p. 17.

FERRAZ, S. T. Promoção da Saúde: viagem entre dois paradigmas. Revista de Administração Pública – RAP, Rio de Janeiro, v. 32, n. 2, p. 49-60, mar./abr. 1998.

FERREIRA, A. A. L. O múltiplo surgimento da Psicologia. In: JACÓ-VILELA, A. M.; FERREIRA, A. A. L; PORTUGAL, F. T. (Eds.). História da Psicologia: rumos e percursos. Rio de Janeiro: Nau, p. 13-46, 2005.

FERREIRA, A. A. L. A psicanálise e a psicologia nos ditos e escritos de Michel Foucault. In: GUARESCHI, N. M. F et al (Org). Foucault e a Psicologia. Porto Alegre: EDIPUCRS, p. 29-72, 2014.

FERREIRA, A. A. L. et al. A Psicologia para além das epistemologias: uma tomada positiva do seu estatuto plural. Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade, 4. Curitiba, 2011. Disponível em http://www.esocite.org.br/eventos/tecsoc2011/cdanais/arquivos/pdfs/artigos/gt 001-apsi cologia.pdf Acesso em 30 de nov. 2017.

FERREIRA NETO, J. L. Psicologia e política: uma interpretação foucaultiana. Revista Psicologia Política, V. 6, N. 11, P. 65-82, jan-jun 2006.

FERREIRA NETO, J. L. Uma genealogia da formação do psicólogo brasileiro. Memorandum, v. 18, p. 130-142, 2010.

FILHO, M. B. L. Contribuição ao estudo experimental do hábito. Arquivos Brasileiros de Psicologia Aplicada, v. 23, n. 3, p. 21-32, 1971.

FONSECA, G. A. C. O DIREITO PENAL DO INIMIGO E SUA INCIDÊNCIA NA DECRETAÇÃO DE PRISÕES PREVENTIVAS E NO REGIME DISCIPLINAR DIFERENCIADO. 2015. 94 f. Monografia (Graduação em Direito) – Departamento de Direito, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.

FOUCAULT, M. Doença mental e psicologia. Trad.: SHALDERS, L. R. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975.

FOUCAULT, M. Sobre a genealogia da ética: uma revisão do trabalho. In: DREYFUS, H. L.; RABINOW, P. Michel Foucault, uma trajetória filosófica (para além do estruturalismo e da hermenêutica). Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 253-278, 1995.

FOUCAULT, M. ENTREVISTA COM MICHEL FOUCAULT, por Sérgio P. Rouanet e J. G. Merquior. In: FOUCAULT, M. et al (Orgs.). O homem e o discurso: a arqueologia de

Michel Foucault. 2ª ed. Rio de Janeiro: Edições Tempo Brasileiro, p. 17-42, 1996.

FOUCAULT, M. Teorias e instituições penais. In: FOUCAULT, M. Resumos dos cursos do Collége de France (1970-1982) (Trad.: DAHER, A.) Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. 17-24, 1997.

FOUCAULT, M. História da sexualidade II: o uso dos prazeres. Rio de Janeiro: Ed. Graal, 1998a.

FOUCAULT, M. O nascimento da clínica. (Trad.: MACHADO, R.) 5ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998b.

FOUCAULT, M. Introdução (in Binswanger). In: MOTTA, M. B. (Org.) Problematizações do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise: Michel Foucault – Ditos & Escritos I. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 65-121, 1999a.

FOUCAULT, M. A Psicologia de 1850 a 1950. In: MOTTA, M. B. (Org.) Problematizações do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise: Michel Foucault – Ditos & Escritos I. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 122-139, 1999b.

FOUCAULT, M. Filosofia e Psicologia. In: MOTTA, M. B. (Org.) Problematizações do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise: Michel Foucault – Ditos & Escritos I. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 199-209, 1999c.

FOUCAULT, M. Cronologia. In: MOTTA, M. B. (Org.) Problematizações do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise: Michel Foucault – Ditos & Escritos I. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 01-64, 1999d.

FOUCAULT, M. A ordem do discurso. 5ª ed. (Trad.: SAMPAIO, L. F. A.) São Paulo: Loyola. 1999e.

FOUCAULT, M. Vigiar e Punir: o nascimento da prisão. (Trad.: RAMALHETE, R.). Petrópolis: Editora Vozes, 26ª ed., 2002.

FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas. (Trad.: MACHADO, R. C. M.; MORAIS, E. J.) Rio de Janeiro: Nau Editora, 2003a.

FOUCAULT, M. A poeira e a nuvem. In: MOTTA, M. B. (Org.). Estratégia, poder-saber: Michel Foucault – Ditos & escritos IV. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 323-334, 2003b.

FOUCAULT, M. A ética do cuidado de si como prática da liberdade. In MOTTA, M. B. (Org). Ética, sexualidade, política: Michel Foucault - Ditos & escritos V. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 264-287, 2004.

FOUCAULT, M. Mesa redonda em 20 de maio de 1978. In: MOTTA, M. B.

(Org). Estratégia, saber poder: Michel Foucault – Ditos & Escritos IV. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 335-351, 2006.

FOUCAULT, M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. (Trad.: Salma Tannus Muchail) 9ªed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

FOUCAULT, M. A Arqueologia do Saber. 7ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008a.

FOUCAULT, M. Segurança, território, população. (Trad.: BRANDÃO, E.) São Paulo: Martins Fontes, 2008b.

FOUCAULT, M. História da Sexualidade: A Vontade de Saber. (Org. e Trad.) MACHADO, R. 19ª ed. São Paulo: Graal, 2009.

FOUCAULT, M. Conversa com Michel Foucault. In: MOTTA, M (Org.). Repensar a política: Michel Foucault - Ditos & escritos VI. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, p. 289- 347, 2010,

FOUCAULT, M. Sobre as maneiras de escrever a história. In: MOTTA, M (Org.)

Arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento: Michel Foucault - Ditos & escritos II. 2 ed, Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 64-80, 2013.

FOUCAULT, M. A pesquisa científica e a psicologia. In: MOTTA, M. B. (Orgs.) Arte, Epistemologia, Filosofia e História da Medicina: Michel Foucault - Ditos & Escritos VII. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 115-137, 1957/2016.

GAUDÊNCIO, E. O. Saúde: apontamentos para a cartografia de um conceito. In: ALVES, R. F. et al (Org.) Psicologia da Saúde: teoria, intervenção e pesquisa. Campina Grande:

EDUEBPB, p. 127-146, 2011.

GEMELLI, A. O. F. M. A personalidade humana na Psicologia Aplicada. Arquivos Brasileiros de Psicotécnica, v. 10, n. 3, p. 23-33, 1958.

GIACOMOZZI, A. I. A Inserção do Psicólogo na Estratégia de Saúde da Família e a Transição de Paradigma da Saúde. PSICO, v. 43, n. 3, 298-308, jul./set. 2012.

GUILHARDI, H. J. Terapia por contingência e reforçamento. In: ABREU, C. N.; GUILHARDI, H. J. Terapia Comportamental e Cognitivo-comportamental: práticas clínicas. São Paulo: Roca, p. 3-40, 2004.

GIMBO, F. Epistemologia e Arqueologia: Foucault e a história da ciência francesa. Kíneses, Marília-SP, v. 9, n. 20, p. 99-125, jul. 2017.

GOMES, L. F. Direito penal do inimigo (ou inimigo do direito penal). São Paulo: Notícias Forenses, out. 2004.

GROFF, P. V. Direitos Fundamentais nas Constituições brasileiras. Revista de Informação Legislativa, Brasília, n. 45, p. 105-130, jun. 2008.

GUIMARAES, S. S. Psicologia da Saúde e doenças crônicas. In: KERBAUY, R. R. et al. Comportamento e Saúde: explorando alternativas. 1ª ed. Santo André: ARBytes, p. 22-45, 1999.

GUARESCHI, N. M. F. Ideologia e Discurso. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 22, n. 2, p. 165-185, 1997.

GUARESCHI, N. M. F. et al. Descontinuidades na história da produção do conhecimento em Psicologia Social brasileira. Athenea Digital, v. 13, n. 3, p. 149-157, nov. 2013.

GUARESCHI, N. M. F.; LARA, L.; ADEGAS, M. A. Políticas públicas entre o sujeito de

In document RMC04.pdf (1.746Mb) (sider 14-17)