GROUP ON INTERNATIONAL AGRICULTURE RESEARCH (CGIAR)
10. POTENTIAL FUTURE ENGAGEMENTS FOR UMB/CAMPUS ÅS WITH ESTABLISHED PARTNERS IN AFRICA
brasileiras. Ele constatou que no Brasil surgiram pautas específicas de comportamento quando começa a “emergir uma contracultura” difusa, em grupos jovens que procuram preservar aquilo que lhes esta sendo negado “a condição de sujeito de suas existências”911. L. Martins afirma que das formas de resistência ao autoritarismo “a mais trágica foi seguramente a da guerrilha, que contou com forte participação de uma juventude contida e frustrada”912 depois do AI-5, no entanto não foi uma expressão de caráter social, mas “uma opção pessoal de fundo ético”.913
O perfil do Grupo Arquitetura Nova é coerente com as definições de L. Martins, quer seja pela faixa etária ou pelo comportamento frente ao momento histórico do país, que se manifestou na forma de “guerrilheira” de dois de seus integrantes – Sérgio Ferro e Rodrigo Lefèvre e não tão radical do terceiro – Flávio Império.
Na USP, medidas arbitrárias das autoridades interferiram diretamente no meio acadêmico devido ao afastamento de professores, dentre eles J.Artigas que é cassado antes da inauguração da nova sede da FAU em 1969914 . Ao contrário do destino do mestre, Rodrigo Lefèvre e Sérgio Ferro continuaram professores e também, arquitetos-guerrilheiros, pois desde o início de 1968 eram membros da ALN em sigilo.
Sérgio Ferro declarou que para a ALN915 era desejável que os dois arquitetos mantivessem as
atividades acadêmicas, pois poderiam contribuir de forma diferenciada para a organização, quer realizando contatos com outros membros intelectuais da Universidade, ou conseguindo informações privilegiadas como mapas urbanos de qualidade, por exemplo916. Ele falou sobre a censura daqueles anos quando dar aula era “dificílimo”, pois havia policiais infiltrados para gravar as aulas e os
professores se expressavam por metáforas: “Em 68/69 dava aulas sobre canteiros de obras em São
Paulo e alguns alunos choravam apesar da linguagem complicada – porque não podíamos falar claramente – falávamos por metáforas”.917
O contexto pós AI-5 repercutiu desfavoravelmente nos rumos pedagógicos da FAU-USP na década de setenta, conforme relatos de ex-alunos, como Ruth V. Zein, que lamentou não ter tido a
910 MARTINS, Luciano. A “geração AI-5 e Maio de 68: duas manifestações intransitivas. Rio de Janeiro: Argumento, 2004 911 Ibidem, p. 17.
912 Ibidem, p. 18. 913 Ibidem, p. 36.
914 Na Universidade de São Paulo J. Artigas não foi o único a ser punido pelo regime militar, outros professores da USP foram cassados ou “aposentados por
decreto”, em especial os mais destacados como: Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Octavio Ianni, Paulo Duarte, José Arthur Giannotti, Paul
Singer, José Leite Lopes e Mário Schemberg. Cf. PECAUT, Daniel. Os intelectuais e a política no Brasil: entre o povo e a nação. São Paulo:Atica, 1994, p. 258. 915 Havia outros arquitetos envolvidos com a ALN em sigilo, o que ficou conhecido na época foi Ivens Marchetti, ex. militante PCB que atuava na favela da Rocinha no RJ, foi um dos quinze prisioneiros trocados pelo embaixador norte americano Charles Elbrickem setembro de 1968.
916 RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000, p. 174. 917 Informação pessoal à autora, por e-mail: [email protected].
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oportunidade de ser aluna do mestre P.M. Rocha e que em seus anos de graduação “não se discutia arquitetura, embora estivéssemos nos formando arquitetos”918; Carlos A.F.Martins que disse que sua geração “encontrou uma escola desorientada e dividida”919; Wilhelm Rosa, que afirma que houve “a
ruptura do ensino a partir da cassação e aposentadoria de professores”920 e Marlene M.Acayaba que
completa afirmando que a aposentadoria compulsória do mestre J. Artigas deixou a escola acéfala e que “projetar deixou de ser a coluna vertebral da escola. As questões políticas, a repressão e a perseguição aos professores e alunos inquietavam-nos. Arquitetura só interessava se questionasse o status quo”921.
Flávio Império, que não participou da luta armada como Sérgio Ferro e Rodrigo Lefèvre, lecionou na FAU-USP até 1977 quando pediu demissão. Em Seminário no ano de 1979 ele comenta aquele período:
“[...] na década de 60, 70 todo mundo falou assim: ‘- aí, a década de 60, você era daquele tempo? Conta como era a universidade. Tinha Artigas e todos eles todos foram embora, não é?’Foram, pois é, e piorou bem, a faculdade de arquitetura ficou um zero a esquerda. Por que você não volta para o zero a esquerda, porque parece que essa filosofia da individualidade que reúne o poder coercitivo, daquilo que se chama cultura, num determinado
momento ficou nas mãos de uns e não nas mãos dos outros.” 922
Ao que parece o lema “É proibido proibir” do Maio de 68 foi enterrado nos anos setenta. Das discussões acaloradas do Fórum de 1968, às metáforas discursivas dos profesores politicamente engajados, aos silêncios e a autocensura923, aliada à falta de liberdade que traria maior prejuízo a cultura brasileira e aos estudantes - não apenas os da FAU-USP - segundo A.A. Lima: [...] mais do que nunca é da mocidade, da juventude, está cerceada e por elementos de uma fiscalização invisível, de um poder distante [...] O importante é tirar o diploma e receber o mais depressa possível os frutos de
918ZEIN, Ruth Verde. Arquitetura da Escola Paulista Brutalista 1953-1973. Tese Doutorado em Arquitetura - UFRGS, Rio Grande do Sul, 2005, p. XI.
919 MARTINS, Carlos A. Ferreira. Prefácio. In. KOURY, Ana Paula. Grupo Arquitetura Nova Flávio Império, Rodrigo Lefèvre e Sérgio Ferro. São Paulo: romano Guerra Editora: EDUSP:FAPESP, 2003, p.17.
920 ROSA, Wilhelm. Depoimento. In. Arquitetura e Desenvolvimento Nacional: depoimentos de arquitetos paulistas. São Paulo: IAB-SP, Editora Pini, 1979, p. 127-130.
921 ACAYABA, Marlene Milan. Sobre a reedição. In. Residências em São Paulo: 1947-1975. São Paulo: Romano Guerra, 2011, p. 25.
922 Flávio Império, trecho de sua palestra pronunciada em Seminário “ O Neo-figurativismo dos anos sessenta” , promovido pelo Museu Lasar Segall em 1979. Fonte: Sociedade Cultural Flávio Império, setembro, 2011.
923 A questão da autocensura foi amplamente discutida no número especial da revista Visão, que foi um importante veículo de comunicação dos anos sessenta e setenta. Na seção de cultura de responsabilidade dos editores Vladimir Herzog, Rodolfo Konder, Luis Weis e Marco Antonio Rocha, edições históricas publicaram “analises críticas do quadro cultural brasileiro” do pós 1964. Na edição de agosto de 1973 a matéria “Os impasses da cultura” as discussões tem como tema principal os problemas da “autocensura” com analises de: Alceu Amoroso Lima, Gianfrancesco Guarnieri, Júlio de Mesquita Neto, Joaquim Pedro de Andrade, Fernando Henrique Cardoso, Chico Buarque de Holanda e Érico Veríssimo. Cf. OS IMPASSES DA CULTURA. Revista Visão, São Paulo, n° 6, p.101- 106, ago. 1973.
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uma educação puramente interessada e interesseira e pragmatista. Isso singnifica a corrupção da mocidade.”924
As ausências dos mestres J. Artigas, J.Maitrejean, P.M.Rocha e depois Sérgio Ferro e Rodrigo Lefevre foram lamentadas por muitos. Dos que ficaram, muita coisa mudou nos anos seguintes com a pedagogia do desenho e pedagogia do canteiro.
A Casa Popular, 1969.
“Cabe-nos agora recuperar todo esse tempo perdido, estendendo a mão ao mestre-de-obras, sempre tão achicalhado ao velho ‘portuga’ de 1910, porque -digam o que quizerem - foi ele quem guardou,
sozinho, a tradição” Lúcio Costa 925 Em 1969, Sérgio Ferro divulga, em versão mimeografada, o ensaio “A casa popular”926, que nasceu de suas anotações de aula na FAU-USP entre os anos de 1968-69, o qual foi o embrião de seu
livro “O canteiro e o Desenho” que veremos mais adiante. Na primeira parte - A casa popular, Ferro
descreve a construção do abrigo que é erguido nos bairros periféricos “para si, nos fins de semana, feriados, ou férias” e que representa a “produção de um valor de uso” 927, produção predominante nas periferias da cidade; na segunda parte - A mansão - discorre sobre a produção no topo da escala social, no bairro do Morumbi, onde fazer sua casa assume o significado de aplicar capital numa casa como mercadoria ou ou “objeto suntuário"928, a fim de ser um “diferenciador de classe” 929 ; na terceira parte – O estreito Mercado de Massa - discorre sobre o “mercado massificado, a produção para o consumo pela classe média” 930 e suas contradições. Citanto autores da Escola de Frankfurt, Engels e
Marx em “O Capital”, discute o porquê da “manutenção do modo arcaico de produção na construção
civil” 931, demonstrando através de cálculos como um empreendimento em São Paulo, em 1969, pode
produzir a taxa de mais-valia da ordem de 400% e lucro de 100%.
Em “Duas Observações Finais”, ele critica os arquitetos e engenheiros ditos “progressistas” que defendem que “no Brasil, é importante a manutenção das características atuais da construção civil
924 LIMA, Alceu Amoroso Lima. In. OS IMPASSES DA CULTURA. Revista Visão, São Paulo, n°6, p.101-106, ago. 1973.
925 COSTA, Lúcio. Documentação necessária. In. Lúcio Costa: sobre arquitetura; organizado por Alberto Xavier, 2 ed. Porto Alegre: UniRitter Ed., 2007, p. 94. 926FERRO, Sérgio. A produção da casa no Brasil. In. FERRO, Sérgio. Arquitetura e Trabalho livre. São Paulo: Cosac Naify, p. 61-101, 2006.
927Ibidem, ibidem.
928FERRO, Sérgio. A produção da casa no Brasil. In. FERRO, Sérgio. Arquitetura e Trabalho livre. São Paulo: Cosac Naify, p. 61-101, 2006. 929Ibidem, ibidem.
930Ibidem, ibidem. 931Ibidem, ibidem.
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porque ela é um campo de absorção de mão-de-obra” 932, e aponta uma contradição, porque, segundo ele, esta postura não resolve as questões profundas do subdesenvolvimento. Sobre o “boom” da construção civil - no início do “Milagre Econômico”933, Sérgio Ferro defende que ele aprofundou as
desigualdades sociais e - irônico, conclui com o seguinte prognóstico: “O que é seguro é que haverá
atrito entre os capitalistas isolados e seus representantes do poder, que tem os olhos postos na classe e menos no seu componente particular. Mas não ultrapassará, seguramente, a região das disputas cordiais. Afinal, eles se entendem” 934.
Em “A casa popular”, fala o arquiteto-guerrilheiro Sérgio Ferro que aponta contradições da profissão dividida entre regras de mercado e seu papel social. A crítica do arquiteto às regras capitalistas de mercado - que condicionam a consumidores e profissionais - segue a perspectiva da “sociedade totalmente administrada” da Escola de Frankfurt935. Contudo, o tom desse ensaio é
representativo de um período de posições extremadas - do pós-AI-5, dos “anos de chumbo” em pleno
“Milagre Econômico”, quando Sérgio Ferro assume postura contundente.
Arquitetura sem o canteiro, fim de um ciclo, 1979.
“Quem fala que sou esquisito hermético É porque não dou sopa estou sempre elétrico [...] Quem fala de mim tem paixão” Wally Salomão936 Depois que saiu da prisão, em 1971, Sérgio Ferro parte para o auto-exílio na França onde retomará o texto “A casa popular” que dará origem ao livro “O canteiro e o desenho”.937
A partir desse livro, Sérgio Ferro foi considerado o principal “intelectual alternativo da arquitetura”938 e seu texto interpretado como um manifesto contra a atuação do arquiteto, conforme análise de H.Segawa: “suas ideias no Brasil foram transformadas na palavra de ordem contra o projeto, isto é, defesa do “não-projeto”. Fazer o projeto de arquitetura significava endossar o sistema,
932Ibidem, ibidem.
933 O denominado “Milagre Econômico” ocorreu no governo do presidente Emilio Garrastazu Médici (1969-1974) a partir das iniciativas de seu ministro Delfim Netto. Naquele período o Brasil apresentava taxas anuais de crescimento da ordem de 10%. De forma paradoxal, apesar de grande crescimento em alguns setores, houve o aumento significativo da concentração de renda e da pobreza da população. A crise mundial do petróleo marca o fim desse período. 934FERRO, op. cit. p. 101.
935 Os membros da Escola de Frankfurt T.Adorno, M. Horkheimer e H. Marcuse, estão presentes nas citações dos textos de Sérgio Ferro.
936 Techos do poema “Ôlho de lince” de Wally Salomão, musicados por Jards Macalé. Ver disco:Jards Macalé parcerias com Waly Salomão, Biscoito Fino, 2005. 937 FERRO, op. cit.
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corroborar a ditadura; recusar o projeto era boicotar o “modo de produção arquitetural” vigente, que deveria ser substituído”939.
Segundo R.Schwarz, “O Canteiro e desenho” investigou as principais contradições da profissão
do arquiteto, a “discrepância entre o discurso dos arquitetos claro, arejado, livre, enxuto, transparente, humanista, desalinenador etc. e do outro lado, os fatos da exploração, do ambiente atrasado ,segregado e insalubre do próprio canteiro”940, cujos resultados teóricos são de “primeira linha”.941
O livro é uma coletânea dos pensamentos de Sérgio Ferro, ora críticos ora poéticos na forma
de uma teoria crítica, à semelhança do que fizera Guy Debord em “A sociedade do espetáculo”, no que
tange a liberdade discursiva, de crítica contra a alienação numa perspectiva marxista. Sérgio Ferro versa contra a alienação do trabalho no canteiro de obras e de sua reificação como principal instrumento da produção de mais-valia. Contudo, a dificuldade de leitura do livro, é devida às mudanças de referente e à sua prosa poética em muitas passagens. Este trabalho deve ser entendido como representativo daquele momento histórico, e avaliado sem as paixões daquela época.
Como conseqüência de seu discurso contundente, parece que Sérgio Ferro não encontrou caminho de continuidade para atuar como arquiteto. Apesar de não ter se afastado por completo da profissão, não pôde exercê-la plenamente no país que adotou, tornando-se uma espécie de arquiteto “suicidado”942, optando pela docência e pintura. Ele justifica suas escolhas:
“Bem, dizendo o que eu digo da Arquitetura, se praticasse, seria um imoral. Assim, só pratico quando há condições de experimentação, quando se pode tentar, mesmo que seja
coisa pequena, modificar as relações de produção, trabalhar de outra maneira.”943
939 Id. Ibid. p.155.
940 SHUWARZ, Roberto. Saudação a Sérgio Ferro. In. FERRO, Sérgio. Arquitetura e Trabalho livre, São Paulo: Cosac Naify, 2006, p. 439. 941 Ibidem.
942 Como na definição de Antonin Artaud em “Van Gogh o suicidado pela sociedade”. Cf. ARTAUD, Antonin. Van goh, o suicida da sociedade. Trad. Ferreira Gullar, Rio de Janeiro, José Olympio, 2003.
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Início de um novo ciclo: arquitetura, cenografia e pintura, 1979
Adeus vou pra não voltar e onde quer que eu vá sei que vou sozinho Torquato Neto 944 Rodrigo Lefèvre, após sair da prisão, inicia um novo ciclo em sua carreira ao ingressar na Hidroservice, em 1972, onde realizou projetos de grande porte, como por exemplo, o Edifício do DNER, em Brasília e o Instituto de Ambulatório do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Em 1977, retoma suas atividades como docente nos cursos de graduação e pós-graduação da FAU-USP e no curso de arquitetura da PUC de Campinas e, em 1982, no curso de arquitetura da Faculdade de Belas Artes945.
Em 1979, participou do debate promovido pelo IAB-SP sobre Arquitetura e Desenvolvimento Nacional. Rodrigo Lefèvre retomou o tema “frustação na produção arquitetônica” 946 , que fora discutido nas seções anteriores. Para ele, tal “frustação” decorreu de três tipos de anseios não atingidos pela maioria dos arquitetos – de cunho elitista, pelo poder ou por valores estéticos. Ele conclui sua argumentação defendendo que:
“[...] Nesse processo de frustação, ou nesse processo de dizer que houve frustação, nada mais houve do que uma participação itensa dos arquitetos no processo de desenvolvimento do país todo o tempo. Dizer que não participou, dizer que fomos alijados do desenvolvimento é um absurdo. Estão aí a av. Paulista e a av. Faria Lima que não nos deixam mentir. O desenvolvimento se deu de um tal jeito e a participação dos arquitetos se deu na
medida do possível, atendendo e resolvendo problemas desse desenvolvimento.” 947
Em seu discurso contundente, Rodrigo Lefèvre destacou o silêncio da maioria dos colegas em relação ao “golpe de Estado” que “cerceou todas as liberdades, principalmente as liberdades intelectuais, de cultura, de produção artística” 948. Ele criticou a organização do evento, pelo “caráter
elitista” 949 da escolha dos participantes, que eram pessoas “que tiveram sucesso nas suas atividades”,
assim, defendendo a necessidade da participação de “arquitetos de todas as atividades, de todos os
setores onde o arquiteto atua” 950. Ele, também, argumentou sobre a necessidade de uma nova postura
profissional do arquiteto, que deveria atuar de forma mais integrada às equipes multidisciplinares.
944 Versos da canção “Pra dizer adeus” de Torquato neto. Ver: Torquato Neto: todo dia é dia D. Dubas Música, 2002.
945ARANTES, Pedro Fiori. Arquitetura Nova: Sérgio Ferro, Flávio Império e Rodrigo Lefèvre, de Artigas aos mutirões. São Paulo: Editora 34, 2002.
946 LEFÈVRE, Rodrigo. Depoimento. In. INSTITUTO DOS ARQUITETOS DE SÃO PAULO. Arquitetura e desenvolvimento nacional: depoimentos de arquitetos
paulistas. São Paulo: Editora Pini, 1979. 947 LEFÈVRE, op. cit. p.61
948 Ibidem, p.62 949 Ibidem, ibidem. 950 Ibidem, ibidem.
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