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Peacebuilding and fragile states

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“A bem sucedida passagem de Pizzi para o meio campo ajuda a explicar o apagão de Horta, mas não totalmente

De titular absoluto no Benfica a ter o lugar em causa no plantel. Assim foi o percurso de André Horta em apenas um ano. A derrota pesada em Nápoles, de onde saiu com um problema físico, determinou a saída de Horta da primeira equipa e a bem sucedida colocação de Pizzi no meio campo ajuda a explicar por que o jovem médio não voltou a ser escolha de Rui Vitória para o

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onze inicial até à última jornada do campeonato, quando já tudo estava decidido. Hoje, depois de já ter perdido o lugar no onze há muito tempo, André Horta pode também perder o lugar no plantel, falando-se na possibilidade de empréstimo.

De titular a suplente pouco utilizado

Há um ano, André Horta foi uma das revelações do início de época, impondo-se de forma algo surpreendente como titular no meio campo do campeão nacional, ao lado de Fejsa. Então com apenas 19 anos, o médio que o Benfica foi buscar ao Vitória de Setúbal (depois de ter feito quase toda a formação na Luz) foi titular nos primeiros nove jogos oficiais da temporada, que incluíram a vitória na Supertaça, frente ao SC Braga, as seis primeiras jornadas da Liga (tendo até marcado um golo frente ao CD Tondela na primeira ronda) e as duas primeiras partidas da Liga dos Campeões, frente a Besiktas e SSC Nápoles.

Esse jogo em Itália, no entanto, marca um ponto de viragem negativo na ainda curta carreira de André Horta. O Benfica foi "atropelado" no San Paolo, chegando mesmo a ver-se em desvantagem por 4-0, que Gonçalo Guedes e Salvio conseguiram depois reduzir para 4-2. André Horta foi substituído aos 56 minutos de jogo, entre o terceiro e o quarto golo dos napolitanos, e saiu com um problema físico que o deixou de fora das convocatórias nas semanas seguintes.

André Horta recuperou da lesão, mas não mais recuperou o lugar na equipa. Só voltou a ser titular na última jornada do campeonato, no Bessa, em que o Benfica já era matematicamente campeão e, por isso, Rui Vitória fez muitas alterações no onze, mas mesmo como suplente, André Horta poucas vezes contou para o treinador. Do jogo com o Nápoles, dia 28 de setembro, até final da temporada, foram apenas seis as vezes em que o médio português saltou do banco. E dessas, só três foram em jogos do campeonato, sendo as outras em jogos menos importantes: duas vezes na fase de grupos da Taça da Liga e uma vez na Taça de Portugal, frente ao Leixões.

Causas: Pizzi, mas não só

Uma das principais razões para a perda de espaço de André Horta chama-se… Pizzi. O Benfica iniciou a época com Fejsa e André Horta no meio, enquanto Pizzi era utilizado numa das alas. Com a lesão de Horta, Pizzi passou a ser utilizado no meio-campo, de onde não mais saiu. As suas prestações nessa posição foram tão boas que lhe valeram o prémio de melhor jogador do campeonato e o regresso à Seleção Nacional.

Assim, é natural que André Horta tenha tido dificuldade em recuperar o seu lugar no onze. Mais difícil de explicar, é a razão porque, mesmo na ausência de Pizzi (o que sucedeu muito poucas vezes, reconheça-se), André Horta não foi opção. Tanto Filipe Augusto como Samaris passaram à frente do português nas preferências de Rui Vitória para o meio campo.

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Chegou a correr o rumor de que o afastamento de Horta das primeiras opções do Benfica estaria relacionado com o seu empresário, mas essa versão sempre foi desmentida, tanto pelo clube como pelo jogador.

Mais opções e ainda menos espaço para Horta

Esta temporada, prevê-se que o espaço para André Horta seja ainda mais reduzido. Em relação ao início da época passada, houve alterações importantes nas opções de meio campo do Benfica. Algumas tiveram lugar ainda durante 2016/17, sendo que a mais importante de todas e já mencionada, foi a passagem de Pizzi para o meio campo. Em janeiro houve mais alterações. Saíram os pouco utilizados Danilo e Guillermo Celis e chegou Filipe Augusto, proveniente do Rio Ave.

Para esta temporada, o cenário não melhorou para Horta. Não saiu nenhuma das opções de meio campo da temporada passada e chegaram ainda Chrien, Krovinovic e João Carvalho (sendo que os dois últimos também poderão ser utilizados na posição de segundo avançado e João Carvalho poderá nem ficar no plantel).

Esta pré-época, André Horta foi utilizado como suplente nas duas partidas realizadas na Suiça, realizadno 28 minutos num jogo e 25 no outro, e, no Algarve, frente ao Hull City entrou mesmo a titular, jogando 60 minutos. No entanto, com os regressos de Pizzi, que se apresentou mais tarde devido à Taça das Confederações, e Krovinovic, que esteve lesionado, Horta terá ainda menos oportunidades para se mostrar nesta pré-época.

Perante este cenário, não espanta que se comece a falar na possibilidade de André Horta ser emprestado e parte da imprensa, aponta o Marítimo como destino mais provável para o jogador que, é importante lembrar, tem apenas 20 anos.”

URL da notícia: https://bancada.pt/futebol/portugal/andre-horta-de-titular-no-benfica-a-ter- o-lugar-em-duvida-no-plantel

Nº 9. c. Notícia “Bancada”: Marega, o problemático que “na