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Opparbeiding av dyreplankton

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6 OPPARBEIDING AV DYREPLANKTON I LABORATORIUM

6.2 Opparbeiding av dyreplankton

No Estudo 1, alguns artigos da BVS, ScienceDirect e Scopus não estavam disponíveis integralmente, apenas o resumo. Os resumos ampliam as informações disponíveis, mas por serem muito sucintos e, em muitos casos, equivocados, não são suficientes para a divulgação dos resultados e das possíveis contribuições dessa produção.

Embora essas bases de dados sejam compostas, em sua maioria, por textos integrais, alguns deles não são acessíveis de forma livre, isto é, isenta de pagamento. Em vista disso, a utilização apenas de resumo é um fator limitador para pesquisas do tipo “estado da arte”, conforme já assinalado por alguns pesquisadores (FERRREIRA, 2002; VIANNA; ENSSLIN; GIFFHORN, 2011). Assim, nessa pesquisa privilegiou-se a busca pelo texto completo e só recorremos ao resumo quando se esgotaram todas as possibilidades de acesso integral ao artigo.

No estudo 2 o cálculo da amostra necessária para estudo de prevalência foi de 297, sendo um N alto para apenas uma pesquisadora. Além disso, a primeira etapa consistia nos pais assinarem o termo de consentimento e responderem três instrumentos (DCDQ-Brasil, SNAP-IV e CPCEB), o que resultou em um documento extenso, composto no total por 8 folhas. Muitos questionários voltaram em branco ou incompleto, ou respondido erroneamente. Foram enviados um total de 1250 questionários para conseguir no final selecionar 315 que cumpriam todos os requisitos para participar da pesquisa.

Ainda com relação ao estudo 2, houve grande dificuldade de realizar a pesquisa em escolas particulares, a coordenação escolar relatou receio com a opinião dos pais sobre tal investigação, apresentando resistência em deixar o pesquisador enviar os questionários.

4. RESULTADOS

4.1. ESTUDO 1 – Análise Bibliométrica

Neste capítulo apresenta-se a análise bibliométrica da produção científica sobre o TDC em prematuros, presente nas bases de dados selecionadas. Para melhor

sistematização, os resultados serão apresentados em tabelas e gráficos, agrupados em indicadores bibliométricos:

 Distribuição das publicações ao longo do tempo;  Tipo de autoria;

 Produtividade dos autores;  Formação dos autores  Idioma;  País de Indexação;  Periódicos;  Tipo de delineamento;  Amostras/participantes;  Instrumento/escala utilizada;  Temáticas mais abordadas;

Os resultados pretendem responder aos objetivos propostos nesta pesquisa, qual seja: Verificar como se constitui o campo da literatura científica nas bases de dados nacionais e internacionais sobre Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação em prematuros.

Inicialmente apresenta-se na Tabela 2 o total de produção científica encontrada nas bases de dados BVS, ScienceDirect e Scopus. Os dados foram coletados em 13/11/2014.

Tabela 2. Número de artigos selecionados nas bases de dados 

Base de Dados FA FR (%) BVS 5 17 SCIENCE 3 10 SCOPUS 22 73 TOTAL 30 100 Legenda: FA – Frequência Absoluta; FR – Frequência Relativa   

A contagem das publicações se torna um indicador bibliométrico importante, pois pode colaborar com a política de revisão científica destinada a medir e avaliar as contribuições à ciência, tornando-se um instrumento de análise para difundir os achados científicos (OKUBO, 1997, apud SAES, 2000).

Com a finalidade de identificar o número de registros indexados por ano nas bases, elaboramos a figura 1 para melhor visualização desses registros distribuídos ao longo dos anos de produção científica.

Figura 1 – Distribuição das publicações ao longo do tempo

Fonte: www.brasil.bvs.br data (13/11/2014); www.sciencedirect.com data (13/11/2014); www.scopus.com (13/11/2014).

Estudar a evolução das pesquisas ao longo do tempo é um fator importante, como demonstra Laudelino, Navarro e Beuren (2010). Para esses autores a contagem das publicações, como indicador bibliométrico, é um instrumento de análise que se presta a difundir achados científicos e colabora com a política de revisão científica destinada a medir e avaliar as contribuições à ciência, demonstrando o fortalecimento ou o aumento do interesse por um determinado conhecimento pela comunidade científica.

Para melhor visualização do perfil dos autores, apresentamos as tabelas 3 e 4 com indicadores sobre a colaboração científica e a produtividade dos autores.

O conceito de colaboração científica nas autorias foi elaborado primeiramente por Smith, em 1958, seguido por Price, em 1963. Smith preocupou-se em observar o crescimento da incidência de artigos em coautoria e sugerir que tais artigos pudessem ser usados como uma medida aproximada da colaboração entre grupos de pesquisa. Price, em 1963, ao testar empiricamente as observações de Smith, encontrou evidências do aumento de autorias múltiplas na Ciência; de acordo com a sua visão, a colaboração científica se dava no âmbito dos chamados “colégios invisíveis”, que se comunicavam, trocavam informações e experiências e também publicavam formalmente seus resultados no campo do conhecimento

0 1 2 3 4 5 6 7 8 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016

científico (SILVA, 2008). Essas comunidades informais de pesquisadores, segundo Velho (2001), encontram-se em congressos, conferências, reuniões sobre especialidades ou trabalhos em colaboração.

Visando identificar se há essa rede de colaboração científica nos artigos selecionados, apresentamos a Tabela 3, com uma visão geral dos indicadores de colaboração científica nas autorias.

Tabela 3. Indicadores de colaboração científica nas autorias

N° de autores Total de Artigos FR (%) 2 5 17 3 7 24 4 6 20 5 1 3 6 6 20 8 3 10 9 1 3 10 1 3 TOTAL 30 100 Legenda: FR – Frequência Relativa

Os dados da Tabela 3 revelam que nenhum artigo foi escrito com autoria individual, sendo destaque artigos com autoria dupla, tripla, quádrupla ou sêxtupla, que juntos representaram 80% dos artigos.

Estes resultados apontam que, para a elaboração de artigos científicos, há certa preferência por parte da comunidade acadêmica em formar redes de colaboração, pois, segundo Meadows (1999), quando se mede a visibilidade por citações, a pesquisa em colaboração parece ser mais visível do que a pesquisa individual e os trabalhos mais citados em uma determinada área do conhecimento são frequentemente escritos em colaboração.

Saes (2000) também menciona esse aspecto, afirmando que a frequência relativa do número de trabalhos escritos em colaboração entre grupos é proporcional ao grau de cooperação científica do grupo e fornece um índice do grau de cooperação. Hoje em dia, a maioria das publicações representa um esforço colaborativo entre vários autores, em parte pela multidisciplinaridade de diversas áreas ou pelo suporte financeiro de determinados estudos. O número de autores aumenta quando se trata de trabalhos que recebem ajuda financeira (salienta-se aqui um maior impacto nas áreas de Química e Biologia).

Donato e Oliveira (2006) chamam a atenção para dois outros pontos importantes quando se trata do aumento do número de autores por documento. Esses autores se referem à Síndrome POP – Publish or Perish, cujo lema é: publique ou pereça, forçando o pesquisador publicar cada vez mais trabalhos científicos para alcançar um posicionamento profissional favorável e também porque as investigações estão cada vez mais complexas, especializadas e custosas justificando maior colaboração.

Segundo Silva (2008), qualidade e quantidade são aspectos controversos que envolvem a medição da produtividade científica. A qualidade pode ser estipulada em termos de artigos científicos publicados em periódicos bem- conceituados e em bases de indexação e a quantidade está relacionada com o aspecto quantitativo da produção.

A produtividade de um pesquisador depende de uma série de variáveis, tais como: inteligência, perseverança, capacidade, meio ambiente, influência de colegas prestigiosos, facilidade para obter informações, disciplinas a que está integrado, prestígio e dotação econômica da instituição a que pertence. Essas são variáveis de difícil medição, mas de fundamental importância para estimar a produtividade de um pesquisador (SILVA, 2008).

Nos últimos tempos os órgãos de fomento de pesquisas estão forçando o pesquisador a publicar cada vez mais trabalhos científicos para alcançar um posicionamento profissional favorável. Assim, esses pesquisadores buscam desenvolver o maior número de projetos e atividades que resultem em produtos quantificáveis, representados pelos indicadores de resultados que vão fornecer elementos para registro, contabilização e avaliação do conjunto da produção dos cientistas (PIZANNI et al., 2012).

Neste trabalho, optou-se pela construção de indicadores quantitativos da produção científica. Os 30 trabalhos recuperados foram escritos por um total de 96 autores. Do total de autores, apenas 23 (24%) tem mais de um trabalho publicado sobre essa temática, os mais representativos foram Anderson, P.J. e Doyle, L.W. e Magalhães, L.C., com 4 (13%) trabalhos cada publicados em suas autorias. A Tabela 4 apresenta os 23 autores que tiveram mais de uma publicação sobre a temática da motricidade fina.

AUTOR Total de Artigos FR (%) 1. ANDERSON, P.J. 4 13 2. DOYLE, L.W. 4 13 3. MAGALHÃES, L.C. 4 13 4. LUCA, A.D. 3 10 5. ZHU, J.L. 3 10 6. DAVIS, N. 3 10 7. CHEONG, J.I. 2 7 8. ELBURG, R.M.V 2 7 9. GOYEN, T.A. 2 7 10. GU, G. 2 7 11. HOWE, T.H. 2 7 12. HSU, Y.W. 2 7 13. HUA, J. 2 7 14. JIANG, P. 2 7 15. KIEVIET, J.F.D. 2 7 16. LUI, K. 2 7 17. MENG, W. 2 7 18. OOSTERLAAN, J. 2 7 19. ROBERTS, G. 2 7 20. SHEU, C.F. 2 7 21. WANG, T.N. 2 7 22. ZHANG, L. 2 7 23. ZWICKER, J.G. 2 7

Legenda: FR – Frequência Relativa

Esses 23 (24%) autores representam 73% (22 artigos) da produção científica sobre essa temática. Os demais autores, 73(76%), publicaram apenas um artigo cada sobre essa temática, todos eles juntos, representam 27% das publicações. A tabela completa com todos os autores encontra-se no Apêndice C.

Esses dados corroboram com a Lei de Lotka, a qual diz que uma grande proporção da literatura científica é produzida por um pequeno número de autores e que um grande número de pequenos produtores se iguala, em produção, ao reduzido número de grandes produtores (ARAUJO, 2006).

Com a finalidade de descrever o perfil dos registros recuperados, apresentamos os dados separadamente nos seguintes indicadores bibliométricos.

Na Figura 2 observamos que o idioma mais encontrado é o inglês (84%), seguido do Português (16%). Um fator importante a ser observado no que se refere à predominância do idioma inglês é que esse se tornou o idioma universal da Ciência, permitindo assim que pesquisadores de todo o mundo compreendam o material que está sendo publicado nas revistas científicas, segundo aponta Quelus (2002).

Com relação ao indicador de país, analisamos a origem geográfica dos autores cuja produção científica está indexada nas bases de dados, para melhor visualização, elaboramos a figura 3 a seguir.

Figura 3. Países de indexação

5 25 0 5 10 15 20 25 30 PORTUGUES INGLES PORTUGUES INGLES 0 2 4 6 8 10 9 5 3 3 2 2 1 1 1 1 1 1 DE  ARTIGOS PAÍSES DE INDEXAÇÃO

A produção científica oriunda da Austrália destacou-se com 9 (30%) artigos, seguido do Brasil com 5 (17%) artigos, Canadá e China com 3 (10%) artigos cada, e Dinamarca e Holanda com 2 (7%) artigos cada.

Os dados que refletem a característica das bases de dados, com cobertura mundial, no caso da Science Direct e Scopus e da América Latina na BVS. No entanto, a associação maior está com os países dos autores de referência no assunto. Para uma melhor identificação dos periódicos nos quais os registros recuperados foram publicados, elaboramos a tabela 5 a seguir para melhor visualização.

Tabela 5. Indicadores de periódicos nas bases de dados BVS, Science Direct e Scopus.

PERIÓDICO QUALIS FA FR(%)

Developmental Medicine & Child Neurology A1 6 20

American Journal of Physical Medicine & Rehabilitation A2 2 7

Archives of Disease in Childhood B1 2 7

Early Human Development A1 2 7

Research in Developmental Disabilities A1 2 7

Child: Care, Health and Development B1 2 7

Journal of Developmental and Behavioral Pediatrics B1 2 7

Jornal de Pediatria B2 2 7

Acta Paediatrica A2 1 3,8

Childs Nervous System B1 1 3,8

European Journal of Paediatric Neurology A2 1 3,8

Motriz B4 1 3,8

Paediatric and Perinatal Epidemiology B1 1 3,8

Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano B2 1 3,8

Seminars in Fetal & Neonatal Medicine B1 1 3,8

The Journal of Pediatrics A1 1 3,8

Revista Brasileira de Saude Materno Infantil B1 1 3,8

Revista Brasileira de Fisioterapia B1 1 3,8

TOTAL 30 100

Legenda: FA – Frequência Absoluta; FR – Frequência Relativa

O periódico que mais publicou artigos sobre TDC em prematuros é o

Developmental Medicine & Child Neurology, com 6 (20%) artigos indexados. Este

periódico existe há mais de 50 anos e publica estudos que visam melhorar os cuidados de crianças com deficiência e suas famílias. Aceita estudos de áreas da saúde que relatem temas sobre desenvolvimento infantil, neurologia pediátrica, psicologia da criança, ortopedia e neurocirurgia, órteses e tecnologia assistiva, bem como as diversas especialidades (Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Fonoaudiologia). Recebeu nota máxima pelo Qualis Capes (A1), sendo considerado

como de alta qualidade e com artigos de referência. Este dado refere que os trabalhos publicados neste periódico são de alta qualidade para a área da Educação e, portanto, os trabalhos sobre TDC em prematuros desta revista devem ser vistos como referências do assunto.

Os demais periódicos com 2 publicações cada, são todos periódicos relacionados ao desenvolvimento da criança, reabilitação e deficiências, e classificados nos extratos mais altos da Qualis/CAPES, entre A1, A2 e B1.

As revistas, por meio da citação de seus artigos, fornecem importantes fatores bibliométricos como o fator de impacto, índice de imediatez e influência. Todas essas informações são utilizadas para avaliar a frequência com que um artigo comum de determinada revista é citado num determinado ano; medir com que rapidez determinado artigo é citado após sua publicação; ou avaliar a repercussão que exercem as citações recebidas por uma revista. Esta repercussão depende do mérito científico da mesma, de sua ampla ou restrita circulação, de sua acessibilidade, de seu grau de especialização, seu país de origem e idioma (SAES, 2000).

Nota-se que a maioria das revistas que publicam artigos sobre a temática do TDC em prematuros, são bem avaliadas e classificadas entre as três notas mais altas pela Capes, isto representa a importância do tema na sociedade científica, sua relevância para as áreas da Educação Especial e o alto grau de qualidade científica nas pesquisas.

Para descobrir o caminho metodológico percorrido pelos autores dos artigos, foram identificados os tipos de delineamentos dos estudos. Para a identificação das categorias foi realizada a leitura de todos os artigos, e foram encontrados 6 delineamentos diferentes. A Tabela 6 foi elaborada para melhor visualização dos resultados.

Tabela 6. Indicadores de delineamento dos artigos  TIPO DE DELINEAMENTO Total de Artigos FR(%) Transversal descritivo 17 57 Análise documental 4 13 Observacional 4 13 Coorte 2 7 Prospectivo 2 7 Longitudinal 1 3

TOTAL 30 100

Legenda: FR – Frequência Relativa 

Uma vez que um profissional da saúde faz uma observação científica ou clínica surge um objetivo: divulgar, ou realizar um estudo que permita encontrar uma resposta. Em seguida, torna-se necessário fazer o delineamento da pesquisa, ou seja, escolher um dos modelos tradicionais de estudo científicos (CRUZ, 2011).

A escolha do delineamento é baseada em alguns detalhes, tais como: objetivo do trabalho, pois para cada objetivo há um modelo ideal; viabilidade, pois nem sempre o ideal é viável; simplicidade, sempre que for possível deve-se procurar encontrar as respostas desejadas com um modelo de pesquisa menos complexo (CRUZ, 2011).

Os dados da Tabela 6 revelam que o delineamento mais utilizado nas pesquisas relacionadas ao TDC em crianças prematuras é o tipo transversal descritivo, com 17 (57%) artigos, seguidos de análise documental e estudos observacionais com 4 (13%) artigos cada.

Estudos transversais são estudos epidemiológicos que avaliam a relação entre doenças, agravos ou características relacionadas à saúde, e outras variáveis de interesse, a partir de dados coletados simultaneamente em uma população (DeCS, 2011).

A análise documental refere-se a um estudo que examina o material já publicado sobre determinado assunto. Pode ser abrangente a vários graus e o intervalo de tempo do material pesquisado pode ser amplo ou restrito, mas as revisões mais freqüentemente desejadas são as revisões da literatura atual (DeCS, 2011).

Estudos observacionais são aqueles nos quais um grupo de indivíduos com determinada doença ou agravo são comparados com grupos de indivíduos sadios em relação ao histórico de exposição a um possível fator causal ou de risco. Esse tipo de estudo parte do efeito (doença) para a investigação da causa (exposição) (DeCS, 2011).

A diversidade de delineamentos utilizadas na elaboração de trabalhos científicos, na opinião de Silva (2002), justifica-se porque cada estratégia consiste em uma forma diferente de análise e coleta de dados, e a definição sobre qual estratégia utilizar deve ser calcada no formato da questão de pesquisa, no controle sobre os eventos comportamentais e na contemporaneidade dos acontecimentos em

análise. Portanto, as estratégias de pesquisa devem atender ao propósito do trabalho, que pode ser diversificada, sem fronteiras rígidas, sem necessariamente apresentar delimitação específica entre os propósitos do estudo e a estratégia de pesquisa.

Optamos como limites da nossa pesquisa os trabalhos que apresentassem como público-alvo crianças na faixa etária de 2 a 12 anos. Segue a Tabela 7 para melhor visualização dos dados.

Tabela 7. Indicadores de amostras/participantes AMOSTRA / PARTICIPANTES Total de

Artigos

FR(%)

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