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Nasjonale og flerregionale behandlingstjenester

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Nesta subseção pretende-se caracterizar o conhecimento dos alunos e dos seus respetivos pais acerca das medidas a adotarem depois de ocorrer um sismo, tendo-lhes sido colocada a questão 3.3.: “o que é que as pessoas devem fazer após a ocorrência de um sismo?”.

A seguir apresentam-se as principais medidas identificadas nas respostas para os três espaços em referência:

4.2.3.1. Na escola

As respostas, dos participantes no estudo, acerca das precauções a ter após a ocorrência de um sismo, para o espaço referenciado, apresentam-se na tabela seguinte.

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Tabela 19. Frequência e percentagem de respostas na questão 3.3., alínea a): “O que as pessoas

devem fazer após a ocorrência de um sismo?” – na escola.

Respostas Alunos (n=15) Pais (n=15)

f % f %

A. Sair para um lugar seguro, ponto de encontro 9 60 9 60

B. Regressar a casa 4 26,7 2 13,3

C. Voltar à normalidade 2 13,3 3 20

D. Aguardar na rua -- -- 1 6,7

Na escola, após um sismo, a maioria dos alunos (60%) e dos pais (60%) afirmou que se deveria sair para um local seguro ou ponto de encontro. Exemplos de resposta da categoria A:

"Vai-se para a rua, para um sítio sem nada à volta, assim não temos perigo de levar com uma pedra na cabeça” (Cat. A; A10); “[…] se conseguirem, sair devagarinho […] sair calmamente a ver se não cai nada em cima. Pode repetir” (Cat. A; P12); “[…] sair para o parque de concentração” […] (Cat. A; P1).

Regressar a casa e voltar à normalidade foram, seguidamente, as respostas com mais prevalência na amostra de alunos e dos pais, respetivamente. Exemplos de resposta das categorias B e C:

“Ir para casa, para ver se tem incêndio ou assim (Cat. B; A8); “[…] numa réplica a estrutura pode cair. Mandar os alunos para as suas famílias, por segurança” (Cat. B; P5); “confirmar se o sismo acabou e continuamos a fazer o que estávamos a fazer” (Cat. C; A1); “tentar voltar à normalidade. Já acabou” (Cat. C; P3).

4.2.3.2. Em casa

As respostas, dos participantes no estudo, acerca das precauções a ter após a ocorrência de um sismo, para o espaço referenciado, apresentam-se na tabela 21.

Tabela 20. Frequência e percentagem de respostas na questão 3.3., alínea b): “O que as pessoas

devem fazer após a ocorrência de um sismo?” – em casa

Respostas Alunos (n=15) Pais (n=15)

f % f %

A. Ir para a rua, para um lugar seguro 8 53,3 6 40

B. Procurar a família 2 13,3 3 20

C. Desligar a água, luz e gás 1 6,7 4 26,7

D. Tentar voltar à normalidade 1 6,7 1 6,7

E. Ver os estragos 1 6,7 1 6,7

F. Chamar bombeiros ou polícia 1 6,7 -- --

G. Não sabe 1 6,7 -- --

Verifica-se um maior número de medidas sugeridas pelos inquiridos, sendo a resposta maioritária (53,3% alunos vs 40% pais), embora com menos incidência do que na anterior (ver

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tabela 20), ir para a rua, para um local seguro, pois a casa pode desabar ou caírem objetos. Exemplos de respostas da categoria A:

“Dirijo-me à porta mais próxima, para ir para um lugar seguro” (Cat. A; A3); “ir para um espaço aberto, em segurança, onde não caia nada em cima” (Cat. A; P9); “pois,

sair também, devido a réplicas” (Cat. A; P8).

Procurar a família e desligar a água, a luz e o gás, foram as respostas, após a maioritária, com mais prevalência na amostra de alunos e pais, respetivamente. Exemplos de resposta das categorias B e C:

“Ir ver se a família estava bem” (Cat. B; A1); “é ver […] dos nossos familiares” (Cat. B; P1); “desligar a água, a eletricidade e a luz, pode rebentar ou partir, o gás pode explodir” (Cat. C; A6); “desligar água, luz e essas coisas todas, pode fazer uma explosão” (Cat. C; P10).

A preocupação dos alunos e dos pais pela habitação e pela família, registadas nas categorias B, C, E, bem como as incluídas na categoria A, dado que dois alunos (13,3%) e um pai (6,7%) admitiram a realização de outras ações antes de irem para a rua (Ex.: “antes de sair desligava a luz e o gás” – A15; “primeiro ia ter com os meus pais” (A11); “chamava-os pelos nomes […] e saía” – P11), acaba por ser colocada em primeiro lugar: “É ver o que restou das nossas coisas, dos nossos familiares” (P1).

4.2.3.3. Na rua (exterior)

As respostas, dos participantes no estudo, acerca das precauções a ter após a ocorrência de um sismo, para o espaço referenciado, apresentam-se na tabela abaixo.

Tabela 21. Frequência e percentagem de respostas na questão 3.3., alínea c): “O que as pessoas

devem fazer após a ocorrência de um sismo?” – na rua.

Respostas Alunos (n=15) Pais (n=15) 16

f % f %

A. Regressar a casa 8 53,3 5 33,3

B. Procurar ou prestar ajuda 2 13,3 6 40

C. Permanecer na rua -- 0 3 20

D. Buscar o rádio 1 6,7 2 13,3

E. Não se aproximar de nada 1 6,7 1 6,7

F. Ligar aos bombeiros 1 6,7 -- --

G. Voltar à normalidade -- -- 1 6,7

H. Não sabe 2 13,3 -- --

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A resposta maioritária dos alunos e dos pais, nas medidas a ter após a ocorrência de um sismo no espaço exterior, não é coincidente. A maioria dos alunos (53,3%) respondeu que regressariam a casa, sendo esta a segunda resposta mais referida pelos pais (33%). A resposta maioritária dos pais (40%), foi que iriam prestar ou procurar ajuda, resposta dada por apenas 2 alunos (13,3%), sendo esta, no entanto, juntamente com o “não sabe” (13,3%) a segunda resposta com mais prevalência nos alunos. Exemplos de resposta da categoria A, B e H:

“Vinha para casa se ela não tivesse caído” (Cat. A; P12); “ia para casa para ver se estava tudo bem” (Cat. A; A4); “[…]se estivesse sozinha, encontrar um polícia, um bombeiro ou alguém que me conseguisse ajudar” (Cat. B; A2); “procurar feridos, procurar ajuda -se for muito grande vamos precisar de muita ajuda” (Cat. B; P2); “não sei o que fazer” (Cat. H; A5).

As outras respostas com alguma incidência encontram-se na amostra de pais, permanecer na rua (20%) e ir buscar o rádio (13,3%), sendo esta também a resposta de um aluno. Exemplos de respostas das categorias C e D:

“Permanecer lá mais um bocado, por causa das réplicas, pode vir mais” (Cat. C; P4); “ia buscar o rádio para ver as notícias, podia haver um tsunami” (Cat. D; A15).

A realçar, mais uma vez, que o querer saber da família e da habitação, acaba por ser a preocupação principal de alunos e pais dado que, apesar de referirem outras ações no imediato, justificam as suas ações com essa finalidade (53,3% vs 80%). A preocupação pela família também foi encontrada no estudo de King e Tarrant (2013), em alunos do 5.º ano da Nova Zelândia.

Relativamente às medidas a tomar após a ocorrência de um sismo, para os três espaços referenciados, verifica-se que os alunos, estão mais seguros do que devem fazer na escola, do que em casa, apresentando ainda maior dificuldade no exterior. Dificuldade patente no número de vezes em que admitem que não sabe o que devem fazer (escola = 0 vs casa =1 vs rua =2):

“Não sei, não sei. Acho que ia à rua, se calhar - em casa não sei nada o que se faz” (A13); também não sei (A13).

Na não justificação da medida apresentada (escola = 0 vs casa =4 vs rua =5), bem como nas justificações apresentadas. A maioria das justificações tem a ver com a segurança individual, com o regresso a casa e saber da família, justificações das quais os pais comungam. Quando já estão em casa ou em segurança num espaço exterior, os alunos apresentam dificuldades em definir ações.

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4.2.4. Principais medidas de autoproteção sobre sismos referidas pelos

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