Atendendo aos objectivos do estudo e características da amostra não é possível extrapolar para a generalização dos resultados mas existem categorias emergentes que merecem uma investigação mais aprofundada para a compreensão da interacção lúdica nestas fratrias. À semelhança de outros autores, a equipa partiu do pressuposto que a experiência dos participantes pode ser positiva, rompendo com a visão estereotipada que predomina na literatura (Connors e Stalker, 2003). Este princípio metodológico adquiriu a máxima expressão aquando da criação dos instrumentos de recolha de dados, proporcionando assim a partilha de experiências dos irmãos sem enviesamentos.
A forma como os irmãos entendem o conceito de brincar parece catapultar para os aspectos que valorizam durante a brincadeira e, consequentemente, para aquilo que procuram quando em interacção. Os resultados obtidos sobre as percepções da interacção lúdica e das necessidades de aprendizagem dos irmãos das pessoas com PEA espelham duas tendências de percepção divergentes, inclusive na sua proporção. As percepções positivas predominam e esse facto deve ser investigado porque contraria as conclusões da maioria dos estudos analisados. Paralelamente, as experiências desagradáveis
provocadas pela pessoa com PEA parecem estar relacionadas com a percepção de atributos negativos. Por conseguinte, isto leva a questionar se as expectativas dos irmãos quanto à brincadeira constituem um dos aspectos centrais que influencia as suas percepções, na medida em que correspondem ou colidem com os padrões de interacção da pessoa com PEA. Como vimos neste estudo, os papéis na relação devem ser clarificados e a comunicação da pessoa com PEA deve ser alvo de exploração porque os conteúdos encontrados sugerem que a sua funcionalidade pode ser importante em vários aspectos da interacção lúdica.
Passando à necessidade de aprendizagem, conclui-se que existe e que as percepções positivas da interacção lúdica parecem conduzir a maior predisposição para aprender enquanto percepções negativas podem fundamentar a inexistência de interesse, neste caso pela ausência de benefícios (Não identifica benefícios). Os técnicos na área da Formação Parental também sugerem esta ligação pois percepcionam que as famílias com maior adesão são aquelas que têm menos necessidades porque reconhecem a existência de efeitos positivos; pelo contrário, entendem que as famílias com mais necessidades aderem pouco porque têm uma visão negativa da sua experiência e não encontram vantagens na participação. Assim, este dado realça que os profissionais devem estar atentos à percepção dos irmãos por duas razões: primeiro para criar oportunidades para a identificação de aspectos positivos da interacção juntos dos irmãos com visão negativa; segundo porque devem valorizar as necessidades dos irmãos com percepções positivas. Ao mesmo tempo, encontrou-se que os pais são associados à aprendizagem de conteúdos práticos enquanto as necessidades de compreensão estão ligadas à pessoa com PEA, familiares com idade próxima ou figuras indiscriminadas. Os profissionais devem ter estas tendências em conta na abordagem às famílias, pois informam sobre as suas necessidades e sugerem que a direcção a seguir pode depender das mesmas. A aprendizagem com a pessoa com PEA é um dado relativamente ausente na literatura e carece de mais estudos. Parece também pertinente conhecer a abordagem dos técnicos para avaliar se responde às necessidades dos irmãos porque ninguém manifestou especificamente o desejo de aprender com os mesmos apesar de 4 participantes participarem ou terem participado em práticas centradas na família.
Ainda assim há factores que devem ser tidos em consideração na leitura dos resultados. Começando pelos aspectos metodológicos, verificou-se durante a recolha de dados que algumas questões suscitavam dúvidas aos participantes pelos conceitos em causa ou pela associação ao contexto lúdico. A experiência da entrevistadora também impediu a
clarificação de respostas pouco explícitas aquando da análise. Quanto às características da amostra, só uma pessoa com PEA é do género feminino e existe heterogeneidade quanto às idades dos irmãos e pessoas com PEA e aos sintomas do diagnóstico médico; os participantes que se voluntariaram ou aceitaram participar podem tê-lo feito por terem experiências mais positivas, pois têm menos relutância em partilhá-las como sugerem
outros autores. Por outro lado, todas as díades são constituídas por pessoas com PEA que beneficiam de intervenção terapêutica e uma minoria por irmãos
que participam/participaram em práticas centradas na família. Tendo em conta que a intervenção objectiva muitas vezes o desenvolvimento das competências sociais e auto- regulação da pessoa com PEA e que os irmãos podem ter aprendido estratégias de interacção, podemos estar perante díades com boa adaptação aos desafios que surgem na interacção lúdica. Por último, os irmãos podem ter dado respostas socialmente aceites mas essa hipótese parece remota pela consistência dos relatos ao longo das entrevistas. As limitações apontadas não retiram significado às percepções dos participantes e têm implicações para outras investigações e profissionais. No ramo da investigação, produziu instrumentos e sistemas de classificação que podem ser melhorados e utilizados para estudos de replicação em fratrias com pessoas com desenvolvimento típico ou dificuldades desenvolvimentais, contribui com um retracto amplo e como tal inovador sobre a interacção lúdica e levanta aspectos que devem ser objecto de estudo. Para os profissionais, este estudo pode sugerir informações sobre a experiência dos irmãos e sublinha a necessidade destes se apoiarem nos aspectos positivos da interacção, até porque podem ajudar a compreender a minoria que tem experiências mais negativas.
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