Os relatos apresentados nesse estudo abordaram os mais amplos aspectos da sexualidade da vida das pessoas com deficiência visual, como: suas relações com a família, educação sexual omissa ou superficial, dificuldades psicossociais e não orgânicas em relação às questões da sexualidade, mitos sexuais, percepção de preconceito social, curiosidade, indiferença e questões de gênero.
Evidenciou-se nesses relatos que as pessoas com deficiência visual entendem a sexualidade como qualquer outra pessoa, pois apresentam impedimentos apenas visuais que não restringem o exercício pleno da sua sexualidade. Os relacionamentos afetivos fazem parte de suas vidas com as mesmas expectativas que uma pessoa sem deficiência visual de viver uma vida sexual e amorosa. Este estudo ressalta a forma como os participantes se reconhecem: dotados de sexualidade, percebida de forma ampla, evidenciando sua dimensão como um fenômeno orgânico, psicológico e social.
O que acontece é que essas pessoas acabam desenvolvendo peculiaridades à expressão de sua sexualidade, por terem a visão prejudicada e a mesma ser tão importante para os videntes na paquera e na aproximação. Dessa forma, por ser a sexualidade também um construto social, evidenciaram-se vários mitos e estigmas como o preconceito, curiosidade, indiferença e falta de conhecimento, que interferem no desenvolvimento de relacionamentos com os videntes e no entendimento e respeito ao desenvolvimento de sua sexualidade.
Outra questão destacada foi a fragilidade dos pais e familiares na orientação sobre o assunto. Os participantes relataram dificuldades de informação e orientação sobre sexualidade na infância e adolescência, visto que os pais não conversam sobre o tema, acabando por privá- los de conhecimento tão importante para o desenvolvimento sadio. Isso evidencia a necessidade de orientação a esses pais e familiares que dê subsídios para compreensão de seus filhos e entendimento para conseguirem intervir nesse assunto.
A mulher com deficiência visual também foi destacada, evidenciando que assim como as demais mulheres, ainda sofrem os estigmas de gênero e acrescidos a isso os estigmas da deficiência. Desse modo, são mulheres que precisam de mais destaque quanto a sua condição de vulnerabilidade que ainda é pouco destacada na literatura e pouco priorizada nos serviços de saúde, principalmente nos programas de saúde sexual e reprodutiva.
Foi bastante importante ouvir as pessoas que vivem a deficiência visual em seu cotidiano, pois com base na experiência do sujeito sobre o tema, partilhando sua subjetividade, sua intimidade, suas percepções e concepções de mundo, pôde-se visibilizar as
mudanças e adaptações que ocorrem nas relações sociais e sexuais daquele que é estigmatizado pela deficiência visual e, dessa forma, buscar divulgar e desconstruir entendimentos errôneos sobre o assunto.
A sociedade ainda possui pouco entendimento sobre a sexualidade dessas pessoas, o que interfere no acesso a informações sexuais específicas e adaptadas, conforme os relatos evidenciaram. Os materiais educativos em sua quase totalidade estão impressos em tinta e os existentes não chegam a esse público, além de falta de acesso aos profissionais da saúde para receber orientações sobre o tema. Desse modo, destaca-se a importância desses profissionais de saúde, principalmente o enfermeiro, que está em contato diário com pessoas com deficiência visual em todos os níveis de atenção à saúde, na intervenção em educação sexual junto a essas pessoas e família.
No âmbito da pesquisa, destaca-se a importância do desenvolvimento de mais materiais educativos específicos na área, com o compromisso de que os existentes não fiquem apenas no papel e consigam chegar ao público de interesse, e o incentivo para desenvolvimento, pelos enfermeiros, de mais pesquisas na área da sexualidade e saúde sexual das pessoas com deficiência visual, pois a literatura ainda encontra-se escassa sobre o assunto, principalmente de estudos de intervenção, e as pesquisas em sua maioria são de domínio de outras áreas da saúde.
Pode-se citar como limitação na elaboração deste estudo a quantidade reduzida de literatura disponível sobre a sexualidade da pessoa com deficiência visual, sendo, dessa forma, alguns resultados discutidos com base em estudos próximos ao tema.
REFERÊNCIAS
1. Organização Mundial Da Saúde; Banco Mundial. World report on diability. Geneva: WHO
Press, 2011. Disponível em:
<http://www.who.int/disabilities/world_report/2011/en/index.html>. Acesso em: 29 abr. 2015.
2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Demográfico 2010: características gerais da população, religiões e pessoas com deficiência. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível em: <http//www.ibge.gov.br>. Acesso em: 20 abr. 2015.
3. Vaidya S. Women with Disability and Reproductive Rights: Deconstructing Discourses. Social Change. 2015; 45(4):517–533.
4. Presidência da República. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília (DF): Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos; 2015.
5. França DNO. A sociedade e a sexualidade da pessoa cega: preconceito, curiosidade, indiferença ou falta de conhecimento? Rev Latinoam Bioet. 2013;13(1):88-95.
6. Carter D. Comprehensive sex education for teens is more effective than abstinence. Am J Nurs. 2012;112(3):15.
7. Ribeiro K. Sexualidade e Gênero: estudo das relações afetivas de jovens surdas de uma escola municipal de educação especial de São Paulo. 2011. 210 f. Tese (Doutorado em Sociologia da Educação) – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, São Paulo. 8. Bittencourt JR. Inclusão e sexualidade: na voz de pessoas com deficiência física. Revista Feminismos. 2014;2(1):152-55.
9. Wanderley LD, Barbosa GOL, Rebouças CBA, Oliveira PMP, Pagliuca LMF. Sexuality, STD and condom: gender comparative among the visually impaired. Rev enferm UERJ. 2012;20(4):463-9.
10. Madaras L. O que está acontecendo com o meu corpo? Livro para meninos/Lynda Madaras com Area Madaras. Campinas: Verus, 2011.
11. Cortes LF, Padoin SMM, Vieira LB, Landerdahl MC, Arboit J. Care for women victims of violence: empowering nurses in the pursuit of gender equity. Rev Gaúcha Enferm. 2015;36:77-84.
12. Guedes RN, Fonseca RMGS. Autonomy as a structural need to face gender violence. Rev Esc Enferm USP. 2011;45(2):1731-5.
13. Stern E, Buikema R. The Relational Dynamics of Hegemonic Masculinity among South African Men and Women in the Context of HIV. Cult Health Sex. 2013;15(9):1040–54. 14. Paixão LP. Inclusão de adolescentes deficientes visuais em atividade de orientação sexual: Uma proposta inovadora. Rev Contemp Educ. 2013;8(15).
15. Barbosa GOL, Wanderley LD, Rebouças CBA, Oliveira PMP, Pagliuca LMF. Development of assistive technology for the visually impaired: use of the male condom. Rev Esc Enferm USP. 2013;47(5):1163-9.
16. Conselho Internacional de Enfermeiros. Combater a desigualdade: objetivos de desenvolvimento do milénio 8,7,6,5,4,3,2,1 [Internet]. Genebra; 2013. Disponível em:< www.ordemenfermeiros.pt/publicacoes/documents/kit_die_2013.pdf>. Acesso em: 05 mar. 2016.
17. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. I seminário nacional de saúde: direitos sexuais e reprodutivos e pessoas com deficiência. Brasília: Ministério da saúde, 2010a. 172p.
18. França DNO. Direitos sexuais, políticas públicas e educação sexual no discurso de pessoas com cegueira. Rev bioét. 2014;22(1):126-33.
19. Narikawa S. Prevalência de deficiência visual e fatores associados no município de Pratânia–SP. 2012. 117 f. Tese (Doutorado em Bases Gerais da Cirurgia) – Faculdade de Medicina de Botucatu “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu.
20. Tuttle D, Tuttle N. Self-Esteem and Adjusting with Blindness: The processo of responding to life´s demands. Illinois: Charles C. Thomas Publisher Ltd., 2006.
21. Mecloy EP. Psicologia de la ceguera. Madrid: Editorial Fragua, 1974.
22. Sánchez JG. La Ceguera, su concepto en la historia. Madrid: ONCE, 80:56. 1992.
23. Wanderer A. Violência intrafamiliar contra pessoas com deficiência: discutindo vulnerabilidade, exclusão social e as contribuições da psicologia. 2012. 171 f. Dissertação (Mestrado em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde) – Universidade de Brasília, Brasília.
24. Ministério da Saúde. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: Decreto Legislativo nº 186, de 09 de julho de 2008: Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. 4ª Ed., rev. e atual. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, 2011. 100p.
25. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010b.
26. Mello AG. Por uma abordagem antropológica da deficiência: pessoa, corpo e subjetividade. [2009]. 85 f. Monografia (Trabalho de conclusão de Curso em Ciências Sociais) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2009.
27. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Direitos sexuais e reprodutivos na integralidade da atenção à saúde de pessoas com deficiência / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
28. Gesser M, Nuernberg AH. Psicologia, sexualidade e deficiência: novas perspectivas em direitos humanos. Psicologia: ciência e profissão. 2014;34(4):850-63.
29. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 300p.
30. Yano KM, Ribeiro MO. The development of sexuality in children in a risk situation. Rev Esc Enferm USP. 2011;45(6):1315-22.
31. Gomes G. Saúde elabora políticas de educação sexual para pessoas com deficiência. Brasília: Agência Brasil, 2007.
32. Cavalcante LDW, Barbosa GOL, Oliveira PMP, Rebouças CBA, Pagliuca LMF. Assistive technology for visually impaired women: use of the female condom - descriptive study. Online Braz J Nurs. 2013;12(3):534-45.
33. Maia ACB, Ribeiro PRM. Desfazendo mitos para minimizar o preconceito sobre a sexualidade de Pessoas com deficiências. Rev Bras Ed Esp. 2010;16(2):159-76.
34. Maia ACB. Inclusão e sexualidade: Na voz de pessoas com deficiência física. Curitiba: Juruá, 2011.
35. Praun AG. Sexualidade, gênero e suas relações de poder. Reva Húmus. 2011;(1):55-65.
36. Leão AMC, Ribeiro PRM. Educação sexual e formação continuada de professores: uma estratégica para a prática pedagógica em sala de aula. Elo: Revista do Centro de Formação Francisco de Holanda. 2012;19:55-61.
37. Machin R et al. Concepts of gender, masculinity and healthcare: a study of primary healthcare professional. Cien Saude Colet. 2011;16(11):4503-12.
38. Mello AG, Nuernberg AH. Gênero e deficiência: interseções e perspectivas. Estudos feministas. 2012;20(3):635-55.
39. Tarshi. Sexuality and disability in the Indian context. New Delhi: working paper, 2010.
40. International Planned Parenthood Federation. Direitos sexuais: uma declaração da Federação Internacional para o Planejamento da Família. Rio de Janeiro: BEMFAM, 2009.
41. Ministério da Saúde. Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 3 dez. 2004.
42. Gesser M, Nuernberg AH, Toneli MJF. Gênero, sexualidade e a experiência da deficiência física em mulheres no sul do brasil. A Rev Crit Psyc. 2014; 11.
43. Pinho J, Menezes MJ, Cardoso M. Educação sexual da pessoa com deficiência mental: uma revisão bibliográfica. Rev Contemp Educ. 2011; (11).
44. Forreta F, Marques A. Educação Sexual: Conceito, objetivos e estratégias. In: MARQUES, António (Org.). Ser Mais. Programa de Desenvolvimento Pessoal e Social para Crianças, Jovens e Adultos Portadores de Deficiência Mental. Lisboa: APF, 2009. p. 45-48.
45. Leão AMC. A percepção dos (as) professores (as) e coordenadores(as) dos cursos de Pedagogia da Unesp quanto à inserção da sexualidade e da educação sexual no currículo: analisando os entraves e as possibilidades para sua abrangência. 2012. 259f. Relatório de Pós- Doutorado (Sexologia e Educação Sexual) - Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2012.
46. Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
47. Backes DS, Colomé J, Erdmann AL, Lunardi VL. Grupo focal como técnica de coleta e análise de dados em pesquisas qualitativas. Mund saúde. 2011; 35(4):438-42
48. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, 2015.
49. Morgan DL. Focus groups as qualitative research. London: Sage, 1988.
50. Lopes MGK, Koch Filho HR, Ferreira IRC, Bueno RE, Moysés ST. Grupos focais: uma estratégia para a pesquisa em saúde. Rev Sul-Bras Odontol. 2010 Jun;7(2):166-72.
51. Michel JLM, Barros ALBL. A utilização da entrevista em grupo focal para validação de conteúdo de um instrumento de coleta de dados de enfermagem. Acta Paul Enf. 2000;23(12):138-41.
52. Gatti BA. Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas. Brasília: Líber Livro Editora, 2005. 77p.
53. Ressel LB. et al. O uso do grupo focal em pesquisa qualitativa. Rev Texto Contexto Enferm. 2008; 17(4).
54. Dall’agnol CM, Trench MH. Grupos focais como estratégia metodológica em pesquisas na Enfermagem. Rev Gaúcha Enferm. 1999; 20(1):5-25.
55. Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2011.
56. Ministério da Saúde. Resolução nº 466/12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa com seres humanos. Brasília (DF): Conselho Nacional de Saúde; 2012.
57. Araújo AKF, França ISX, Coura AS, Santos SR, Ramos APA, Pagliuca LMF. Sociodemographic profile of blind people: associations with knowledge, attitude and practice about sexually transmitted infections. Rev Rene. 2015;16(5):738-45.
58. Coura AS, Oliveira CF, França ISX, Enders BC, Dantas DNA, Pagliuca LMF. Associations between leisure activities and pressure and glucose levels of blind adults. Rev Enferm UFPE. 2013;7(1):779-87.
59. Pinquart M, Pfeiffer JP. Psychological well-being in visually impaired and unimpaired individuals: a meta-analysis. Br J Vis Impair. 2011;29:27–45.
60. Kelly SM, Kapperman G. Sexual activity of young adults who are visually impaired and the need for effective sex education. J of visual imp blindness. 2012;106:519-26.
61. Marques NFS. A qualidade de vida de adolescentes com cegueira congénita ou precoce em Portugal: Implicações na construção da personalidade e da vida adulta. Tese de dissertação de mestrado. Lisboa. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. 2011.
62. Pinquart M, Pfeiffer JP. What is Essential is Invisible to the Eye: Intimate Relationships of Adolescents with Visual Impairment. Sex Disabil. 2012;30:139-47.
63. Pfeiffer JP, Pinquart M. Attainment of developmental tasks by adolescents with and without visual impairment. J. Vis. Impair. Blind. 2011;105:33–44
64. Martins KP, Costa KNFM, Rezende LCM, Gomes TM, Dantas TRA, Santos SR. Perception of nursing staff about physical accessibility and communication of people with visual impairment. Cienc Cuid Saude. 2015;14(2):1019-26.
65. Pagliuca LMF, Barbosa GOL, Wanderley LD, Oliveira PMP. Analysis of the verbal and non-verbal communication of a blind mother with motor impairment during breastfeeding. Rev Bras Enferm, 2011;64(3):431-7.
66. Diniz D, Barbosa L, Santos WR. Disability, human rights and justice. Revista Internacional de Direitos Humanos. 2009; 6(11):65-77.
67. Ressel LB, Junges CF, Sehnem GD, Sanfelice C. The influence of the family in the experience of sexuality in adolescent girls. Esc Anna Nery. 2011; 15(2):245-50.
68. Nery IS, Feitosa JJ, Sousa AF, Fernandes AC. Approach to sexuality in the dialogue between parents and adolescents. Acta Paul Enferm. 2015;28(3):287-92.
69. Resende MC, Gouveia VV. Qualidade de Vida em Adultos com Deficiência Física. Psicologia: Reflexão e Crítica. 2011;24(1):99-106.
70. Resende & F. M. P. Vital. A convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência comentada. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2008.
71. Paula AR, Sodelli FG, Faria G, Gil M, Regen M, Meresman S. Pessoas com deficiência: Pesquisa sobre a sexualidade e vulnerabilidade. Temas sobre Desenvolvimento. 2010;17(98):51-65.
72. Krupa C, Esmail S. Sexual health education for children with visual impairments: talking about sex is not enough. J Visual Impairment & lindness. 2010;104(6).
73. Monteiro SAI, et al. Educações na contemporaneidade: reflexão e pesquisa. São Carlos: Pedro & João, 2011. p.265-82.
74. Weekes CV, Haas BK, Gosselin KP. Expectations and self-efficacy of African American parents who discuss sexuality with their adolescent sons: an intervention study. Public Health Nurs. 2014;31(3):253-61.
75. Atehortúa ICG, Arango DC. Actitudes de los adolescentes escolarizados frente a la salud sexual y reproductiva. Medellín. Invest Educ Enferm. 2012;30(1):77-85.
76. Bezerra CP, Pagliuca LMF. The experience of sexuality by visually impaired adolescents. Rev Esc Enferm USP. 2010;44(3):578-83.
77. Marola CAG, Sanches CSM, Cardoso LM. Formação de conceitos em sexualidade na adolescência e suas influências. Psicol Educ. 2011;33:95-118.
78. Brodwin MG, Frederick PC. Sexuality and societal beliefs regarding persons living with disabilities. Journal of Rehabilitation, 2010;76(4), 37-41.
79. Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Direitos sexuais, direitos reprodutivos e métodos anticoncepcionais. Brasília, 2006. 52 p.
80. Ohl NG, Angelucci CB, Nicolau AM, Honda C. Escolarização e preconceito: lembranças de jovens com e sem deficiência. Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional. 2009; 13(2):243-50.
81. Esmail S, Darry K, Walter A, Knupp H. Attitudes and perceptions towards disability and sexuality. Disab Rehabilitation.2010; 32(14): 1148-55.
82. Mckenzie JA, Swartz L. The Shaping of Sexuality in Children with Disabilities: A Q Methodological Study. Sex Disabil. 2011;29(4):363–76.
83. Steffen L, Musskopf AS. Direitos sexuais e direitos reprodutivos das pessoas com deficiência: implicações teológicas. Mandrágora. 2015;21(2):39-65.
84. Nicolau SM, Schraiber LB, Ayres JRCM. Women with disabilities and their double vulnerability: contributions for setting up comprehensive health care practices. Cien Saude Colet. 2013;8(3):863-72.
85. Gubert D, Madureira VS. Iniciação sexual de homens adolescentes. Ciên Saúde Colet. 2009;14(4):1119-28.
86. Martins CBG, Alencastro LCS, Mato KF, Almeida FM, Souza SPS, Nascimento SCF. Gender issues regarding adolescent sexuality. Rev enferm UERJ. 2012;20(1):98-104.
87. Shtarkshall RA, Carmel S, Jaffe-Hirschfield D, Woloski-Wruble A. Sexual milestones and factors associated with coitus initiation among Israeli high school students. Arc Sex Behavior. 2009;38(4):591-604.
89. Debert G, Brigeiro M. Fronteiras de gênero e a sexualidade na velhice. RBCS. 2012;27(80):47-54.
90. Borges AL, Nakamura E. Social norms of sexual initiation among adolescents and gender relations. Rev Latinoam Enferm. 2009;17(1):94-100.
91. Russo J. et al. Sexualidade, ciência e profissão no Brasil. Rio de Janeiro: CEPESC, 2011. 160 p.
92. Chappell P. How Zulu-speaking youth with physical and visual disabilities understand love and relationships in constructing their sexual identities. Cult Health Sex. 2014;16(9):1156-68.
93. Bastos OM, Deslandes SF. Sexualidade e deficiência intelectual: narrativas de pais de adolescentes. P Rev Saúd Colet. 2012;22(3):1031-46.
94. Figueiredo WS, Schraiber LB. Male users’ and primary care services health professionals’ conceptions of gender and possible impacts on men’s health, São Paulo, Brazil. Cien Saude Colet. 2011;16(1):935-44.
95. Drummond JD, Brotman S. Intersecting and Embodied Identities: A Queer Woman’s Experience of Disability and Sexuality. Sex Disabil. 2014;32:533–49.
96. Khanal NA. Status of reproductive health and experience of motherhood of disabled women in Nepal (Report submitted to the Social Inclusion Research Fund (SIRF) Kathmandu, Nepal). Kathmandu, Nepal: Social Inclusion Research Fund (SIRF), 2013.
97. Haldar S. Tale of married women with disabilities: An oxymoron reality? In A. Hans (Ed.), Disability, gender and the trajectories of power. New Delhi: SAGE Publications, 2015.
98. Limaye S. A disabled mother’s journey in raising her child. In A. Hans (Ed.), Disability, gender and the trajectories of power. New Delhi: SAGE Publications, 2015.
99. Salabert A, González RP. El proceso de ajuste a la discapacidad visual. Psicologia Y Ceguera – Manual para la intervención psicológica em el ajuste a la deficiencia visual. Organización Nacional de Ciegos Españoles. Madrid. 2003.
100. Resende MC, Cunha CPB, Silva AP, Souza SJ. Rede de relações e satisfação com a vida em pessoas com amputação de membros. Ciênc Cogn. 2007;10:164-77.
101. Zeeshan M, Aslam N. Resilience and psychological well-being among congenitally blind, late blind and sighted individuals. J Educ Res Studies. 2013;1:1-7
102. Lima MB, Silva CCF, Pagliuca LMF, Rebouças CB. A. Distance education for communication between nurses and blind people. J. Health Inform. 2012;4. Disponível em: http://www.jhi-sbis.saude.ws/ojs-jhi/index.php/jhi-sbis/article/view/213/154 Acesso em: 14 jan 2016.
103. Royal College of Nurses. RCN Competences – Sexual Health Competences. London: Royal College of Nurses, 2009.
104. Canadian Nurses Association. Canadian Nurses Association – Competencies. 2010. Disponível em: http://www.cno.org/globalassets/for/rnec/pdf/competencyframework_en.pdf. Acesso em: 3 Jan 2016.
105. Oliveira PMP, Pagliuca LMF, Carvalho ALRF. Cultural adaptation of educative technology in health: string literature with a focus on breastfeeding. Text Cont Enferm. 2014;23(1):134-41.
106. Cezario KG, Mariano MR, Pagliuca LMF. Comparando o comportamento sexual de cegos e cegas diante das DSTs. Rev Eletr Enf. 2008;10(3):686-94.
107. Umoren AM, Adejumo AO. Role of Sexual Risk Behaviors and Sexual Attitude in Perceived HIV Vulnerability Among Youths with Disabilities in Two Nigerian Cities. Sex Disabil. 2014;32:323–34.
108. Bretas JRS, Ohara CVS, Jardim DP, Junior WA, Oliveira JR. Aspectos da sexualidade na adolescência. Cien Saude Colet. 2011;16(7):3221-8.
109. Casarella J. Mejor hablar de ciertas cosas. In Tallis, J. Sexualidad y Discapacidad. Buenos Aires: Miño y Dávila, 2010.
110. Kelly SM, Wild TA, Ryan CL, Blackburn MV. Looking back at the service delivery models of sex education in the United States: Adults with visual impairments report on their experiences. Brit J Visual Imp. 2015;33(2):138-45.
111. Souza ELV, Moura GN, Nascimento JC, Lima MA, Pagliuca LMF, Caetano JA. Nursing diagnoses based on the self-care theory in people with visual deficiency. Rev Rene. 2012;13(3):542-51.
112. Carvalho AT, Silva ASR, Fernandes AFC, Pagliuca LMF. Health education for the blind: evaluation of accessibility of an inclusive online course. Creat Educ. 2014;5(16):1559- 66.
APÊNDICES
APÊNDICE A – INSTRUMENTO PARA COLETA DE DADOS PESSOAIS E