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Chapter 2: Experimental

2.3 Catalyst Activity Tests

Figura 49: Amostra de P3 (curauá 75% e PALF 25%)

Figura 51: Amostra de P3 (curauá 75% e PALF 25%)

Figura 53: Amostra de P2 (curauá 50% e PALF 50%)

Figura 55: Amostra de P1 (curauá 25% e PALF 75%)

5 CONCLUSÕES

As fibras de curauá e PALF foram selecionadas para este trabalho e foram utilizadas na fabricação de compósitos híbridos. A principal razão da utilização destas fibras, devido a fácil obtenção destas fibras, baixo custo bem como as propriedades individuais das fibras. Como pelo estudo bibliográfico, as duas fibras vem sendo utilizadas na fabricação de compósitos individualmente e o presente trabalho foi iniciado para estudar a influëncia quando se misturar as duas fibras em composições diferentes, e no presente trabalho foram decididas utilizar 75% + 25%; 50% +50% e 25% + 75% de fibra de curauá e fibra de folha de abacaxizeiro respectivemnte. As fibras foram tratadas com 8% de uma solução aquosa de hidróxido de sódio para remoção de parte de lignina, pectatos e pectinas presentes nestas fibras para aumentar a aderência da fibra com o matriz polímerica de poliéster ortoftálico não saturado.

Pela observação dos resultados obtidos no presente trabalho, inicialmente os testes de absorção das amostras mostraram que no máximo houve absorção em média até 1% do peso da amostra de compósito testado (Anexo I). Nos testes da densidade, pode-se concluir que a mistura de 75% de curauá e 25% de PALF os resultados (1,8228) foram maiores com relação às outras composições (50% / 50% de curauá + PALF e 25% + 75% curauá + PALF – Anexo I).

Na análise das propriedades mecânicas, pode-se observar que com relação aos ensaios mecânicos, a resistência a tração (22,17 MPa), o alongamento (1,21%), o módulo de elasticidade (4,73 GPa) e a resistência a flexão (49,07 MPa), à composição de 25% +75% de curauá + PALF mostrou melhores resultados. No caso do módulo de resistência à flexão há uma divergência com relação aos resultados de tração onde com a amostra com 50%/50% foi obtido maiores resultados (4,06 GPa) do que as outras composições. A análise dos resultados em geral demonstra que nas combinações de duas fibras vegetais celulósicas, uma ou a outra fibra com porcentagem maior (75%) é melhor opção do que na composição de 50%/50%, entretanto no caso onde a aplicação seja de suportar cargas de flexão, a melhor composição seria 50%/50%.

6 SUGESTÕES

No presente trabalho foram investigadas, experimentalmente, as propriedades mecânicas em um compósito hibrido a partir de ensaios mecânicos, e em virtude dos significantes resultados obtidos sugere-se:

1. Para a continuidade deste trabalho novos experimentos com outras variações nas proporções dos reforços do compósito.

2. Uso de concentrações variadas de hidróxido de sódio para estudar a aderência entre a fibra e a matriz.

3. Estudos comparativos com compósitos de fibras individuais para comparar os efeitos e a variação das propriedades dos compósitos híbridos do presente trabalho.

4. Fabricação de móveis e outras aplicações com as mantas das fibras individuais e/ou dos híbridos com outras matrizes como PP, PE, bem como compósitos termofixos.

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ANEXO I

ENSAIO DE DENSIDADE

D = [a/(a + w – b)] x 0,9975

Tabela 06: Densidade do Compósito com 75% Curauá X 25% Abacaxi Compósito com: Curauá 75% x Abacaxi 25%

Amostra Peso (a) Fio imerso (w) Peso (b) D ∑D Dm

1 2,1350 0,2933 1,2043 1,7399 9,1143 1,8228 2 1,7143 0,2933 1,0920 1,8676 3 1,6585 0,2933 1,0837 1,9057 4 2,0070 0,2933 1,1811 1,7887 5 2,0009 0,2933 1,1930 1,8124

Tabela 07: Densidade do Compósito com 50% Curauá x 50% Abacaxi Compósito com: Curauá 50% x Abacaxi 50%

Amostra Peso (a) Fio imerso (w) Peso (b) D ∑D Dm

1 1,9736 0,2933 1,3376 2,1183 8,4304 1,6860 2 1,9826 0,2933 1,1206 1,7118 3 1,9509 0,2933 1,1462 1,1737 4 1,9700 0,2933 1,1250 1,7262 5 2,1227 0,2933 1,1708 1,7004

Tabela 08: Densidade do Compósito P3 (25% Curauá x75% Abacaxi) Compósito com: Curauá 25% x Abacaxi 75%

Amostra Peso (a) Fio imerso (w) Peso (b) D ∑D Dm

1 1,7395 0,2933 0,0707 0,8842 7,5596 1,5119 2 1,7168 0,2933 0,0959 0,8945 3 1,7213 0,2933 1,1039 1,8852 4 1,5541 0,2933 1,0225 1,8132 5 1,5323 0,2933 1,0917 2,0825

ANEXO II

ABSORÇÃO DE UMIDADE

AA = [(Pu – Ps)/Ps] x 100

Tabela 09: Porcentagem de Absorção de Umidade P1 Compósito com Curauá 75% x Abacaxi 25%

Amostra Ps(g) Pu(g) (Pu – Ps) (g) AA% Média AA%

1 2,00 2,02 0,02 1,0 0,90 2 1,66 1,68 0,02 1,0 3 1,89 1,91 0,02 1,0 4 2,04 2,06 0,02 1,0 5 2,03 2,04 0,01 0,5

Tabela 10: Porcentagem de absorção de umidade P2 Compósito com: Curauá 50% x Abacaxi 50%

Amostra Ps(g) Pu(g) (Pu – Ps) (g) AA% Média AA%

1 1,97 1,98 0,01 1,0 0,94 2 1,70 1,73 0,03 1,7 3 1,91 1,93 0,02 1,0 4 1,67 1,68 0,01 0,6 5 1,56 1,63 0,07 0,4

Tabela 11: Porcentagem de Absorção de Umidade P3 Compósito com: Curauá 25% x Abacaxi 75%

Amostra Ps(g) Pu(g) (Pu – Ps) (g) AA% Média AA%

1 1,55 1,57 0,02 1,0 0,68 2 1,71 1,72 0,01 0,6 3 1,73 1,74 0,01 0,6 4 1,61 1,62 0,01 0,6 5 1,75 1,76 0,01 0,6

ANEXO III

RESULTADO DO ENSAIO DE TRAÇÃO

Figura 58: Curauá 75% x Abacaxi 25%

Figura 60: Curauá 25% x Abacaxi 75%

RESULTADO DO ENSAIO DE FLEXÃO

Figura 62: Curauá 50% x Abacaxi 50%