KAPITTEL 5 SENTRALE FUNN
5.3 Manglende kunnskaper om psykiatriske pasienter
Para cada um dos dois casos ao lado pode ocorrer uma das 2 seguintes situações :
a) Se a aeronave adquirida já existia na frota da empresa,
os princípios básicos relacionados com o desenvolvimento de um programa de manutenção já terão sido desenvolvidos. Nesses casos os documentos de manutenção da aeronave adquirida irá fundir-se com os documentos encontrados no sistema já existente.
b) No caso da aquisição de um novo modelo de aeronave
não existente na frota da CIA , um documento de programa de manutenção ( MDP- Maintenance Planing Document) é fornecido com a aeronave : o “Programa de Manutenção do Fabricante”
10.2 Conteúdo do Programa de Manutenção. 10.2 Conteúdo do Programa de Manutenção.
Cada programa de manutenção deve conter o seguinte:
(1) uma lista de cada instrumento e item de equipamentos especificado na seção 2 deste apêndice que esteja instalado na aeronave e aprovado para operação categoria II, incluindo o fabricante e o modelo dos mesmos.
(2) um cronograma que indique a execução das inspeções, conforme o subparágrafo (5) deste parágrafo,
dentro dos 3 meses calendáricos após a data da última inspeção. A inspeção deve ser realizada por pessoa autorizada pelo RBHA 43, exceto que uma inspeção pode ser substituída por uma verificação funcional em vôo , a ser realizada por um piloto habilitado com categoria II e autorizado a voar neste tipo de aeronave a ser checada.
(3) um cronograma que indique a execução dos testes de bancada de cada instrumento e item de
equipamentos listado conforme a seção 2 (a) dentro dos doze meses calendáricos após a data dos últimos testes de bancada.
(4) um cronograma que indique a execução dos testes e inspeções de cada sistema de pressão estática de
acordo com o apêndice F do RBHA 43 dentro dos 12 meses calendáricos após a data dos testes e inspeções anteriores.
(5) os procedimentos para a execução das inspeções periódicas e verificações funcionais em vôo para determinar a capacidade de cada instrumento e de cada item de equipamento, especificado na seção 2 (a) deste apêndice, de funcionar adequadamente como aprovado para operações categoria II. Incluir procedimentos para registro das verificações funcionais em vôo.
(6) um procedimento que assegure que o piloto em comando seja informado de todos os defeitos existentes nos instrumentos e itens de equipamentos listados.
(7) um procedimento que assegure que a condição de cada instrumento e item de equipamento listado no qual tenha sido realizado trabalho de manutenção, esteja pelo menos igual à condição existente na época de sua aprovação para operações categoria II antes de ser aprovado para retorno ao serviço no referido tipo de operação.
Sousa
(8) um procedimento para colocar nos registros de manutenção requeridos por 43.9 do RBHA 43 uma anotação indicando a data, o aeródromo e as razões da interrupção de cada aproximação categoria II em virtude do mau funcionamento de um instrumento ou item de equipamento listado.
(b) Testes de bancada. Cada teste de bancada requerido por esta seção deve atender a este parágrafo.
(1) deve ser executado por uma oficina homologada e detentora das seguintes qualificações, conforme apropriado para o equipamento a ser testado:
(i) qualificação em instrumento.
(ii) qualificação em rádio.
(iii) qualificação conforme a subparte D do RBHA 145.
(2) deve ser constituído pela remoção do instrumento ou item de equipamento e a execução do seguinte: (i) uma inspeção visual quanto à limpeza, falhas iminentes ou necessidade de reparos, lubrificação ou
substituição de partes;
(ii) correção dos itens encontrados nessa inspeção visual;
(iii) calibração pelo menos ao nível das especificações do fabricante, a menos que de outra maneira
especificado no manual categoria II aprovado para o avião ao qual o instrumento ou item de equipamento pertence.
(c) Extensões. Após o término de cada ciclo de manutenção de 12 meses calendáricos pode ser aprovada a
extensão do período para testes, verificações e inspeções se for demonstrado que o desempenho de um particular equipamento justifica a extensão proposta.
a) Tarefas de Manutenção :
i. – cheques periódicos previstos ( Inspeções) ii. –Controle de revisões gerais.
b) Limitações Técnicas de aeronavegabilidade. c) Manutenções Especiais.
10.3 Estrutura da Publicação Programa de Manutenção. 10.3 Estrutura da Publicação Programa de Manutenção.
a) Folha de rosto.
b) Lista de Páginas efetivas c) Introdução
d) Periodicidade
e) Tarefas listadas por ATA
f) Tarefas Listadas por Periodicidade( Task Card) g) Airworthiness Limitations
h) Procedimento de Manutenção Especial
10.3 Elaboração do Programa de Manutenção do Operador. 10.3 Elaboração do Programa de Manutenção do Operador. 10.4 Programas Adicionais ao Programa de Manutenção. 10.4 Programas Adicionais ao Programa de Manutenção.
- AGING Program - CPCP
- SSIP
10.5 Transição Entre Programas. 10.5 Transição Entre Programas.
- Entre Programas de periodicidade Diferentes
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Sousa - Entre Programa Norma e Programa Faseado
- Entre Programa Faseado e Programa Normal
10.6 O processo de Aperfeiçoamento do Programa de Manutenção. 10.6 O processo de Aperfeiçoamento do Programa de Manutenção.
O proprietário ou operador de cada aeronave deve selecionar, identificar nos registros de manutenção da aeronave e usar um dos seguintes programas para a inspeção dessa aeronave:
(1) Um programa de inspeção para aeronavegabilidade continuada fazendo parte de um programa de manutenção de aeronavegabilidade continuada em uso por uma empresa aérea operando esse tipo e modelo de aeronave, conforme especificações técnicas emitidas segundo o RBHA 121 ou 135, ou operando o mesmo tipo e modelo de aeronave segundo o RBHA 135 e mantendo-o segundo l35.411(a) (2).
(2) Um programa de inspeções, aprovado segundo o parágrafo 135.419 do RBHA 135 e correntemente em uso por uma empresa homologada segundo o referido regulamento.
(3) Um programa atualizado de inspeções recomendado pelo fabricante.
(4) Qualquer outro programa de inspeção, estabelecido pelo proprietário ou operador da aeronave e aprovado pelo DAC, conforme parágrafo (g) desta seção. Entretanto, o DAC pode requerer revisões nesse programa de acordo com as provisões de 91.415.
Em linhas gerais as determinações , segundo fabricante , para manutenção preventiva são :
•Inspeção Parcial – determina que alguns componentes sejam analisados, conforme a necessidade.
•Revisão Geral - determina a completa desmontagem de componentes ou de vários componentes ao mesmo tempo na aeronave com substituição de partes afetadas ou partes vencidas . ( essas revisões são chamadas de CHEQUES ).
Tanto a inspeção parcial quanto a revisão geral, fazem parte da revisão preventiva , cabendo ao fabricante e somente a ele , determinar o que deve ser feito , e a conciliação para a determinação da manutenção parcial ou geral é calculada conforme o tempo de funcionamento do motor ou o tempo entre revisões. Por exemplo : tantas mil horas de funcionamento ou tantos anos da última revisão executada.
As inspeções e o Programa de Manutenção da Empresa devem atender portanto ao Programa de Manutenção do
Fabricante. Para tanto o operador deve providenciar um
programa de manutenção a ser submetido a aprovação pelo DAC assim como também apresentar à autoridade
aeronáutica um Manual contendo o Programa para Inspeção que deve ser conformado/elaborado conforme
Sousa
CAPÍTULO 11 – NOÇÕES DE ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE. CAPÍTULO 11 – NOÇÕES DE ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE.
11.X A Estatístisca e MSO Excel.
O Microsoft Excel fornece um conjunto de ferramentas para análise de dados — denominado Ferramentas de análise — que pode ser usado para pular etapas no desenvolvimento de análises estatísticas ou de engenharia complexas. Você fornece os dados e os parâmetros para cada análise; a ferramenta utiliza as funções de macro de estatística ou engenharia adequadas e exibe os resultados em uma tabela de saída. Algumas ferramentas geram gráficos além das tabelas de saída.
Ferramentas disponíveis Para exibir uma lista das ferramentas de análise disponíveis, clique em Análise de dados no menu Ferramentas. Se o comando Análise de dados não estiver no menu Ferramentas, você precisará instalar as Ferramentas de análise. Como instalar e usar as Ferramentas de análise.
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Capítulo
Sousa Pré-requisitos de conhecimento Para utilizar estas ferramentas, você precisa estar familiarizado com a área de estatística ou engenharia específica para a qual deseja desenvolver análises.
Funções de planilha relacionadas O Excel oferece várias outras funções de planilha de estatística, finanças e engenharia. Algumas das funções estatísticas são internas e outras ficam disponíveis quando você instala as Ferramentas de análise. Exiba uma lista das funções estatísticas disponíveis, uma lista das funções financeiras disponíveis ou uma lista das funções de engenharia disponíveis.
CORREL
Retorna o coeficiente de correlação dos intervalos de célula da matriz1 e matriz2. Use o coeficiente de correlação para determinar a relação entre duas propriedades. Por exemplo, você pode examinar a relação entre a temperatura média de um local e o uso de aparelhos de ar condicionado.
Sintaxe
CORREL(matriz1;matriz2)
Matriz1 é um intervalo de células de valores.
Matriz2 é um segundo intervalo de células de valores. Comentários
• Os argumentos devem ser números, ou nomes, matrizes ou referências que contenham números.
• Se um argumento de referência ou matricial contiver texto, valores lógicos ou células em branco, esses valores serão ignorados; entretanto, as células com valor zero serão incluídas. • Se matriz1 e matriz2 possuírem um número diferente de pontos de dados, CORREL retornará o
valor de erro #N/D.
• Se matriz1 ou matriz2 estiverem vazias, ou se s (o desvio padrão) destes valores for igual a zero, CORREL retornará o valor de erro #DIV/0!.
• A equação para o coeficiente de correlação é:
onde:
Sousa Exemplo
CORREL({3;2;4;5;6},{9;7;12;15;17}) é igual a 0,997054
MED
Retorna a mediana dos números indicados. A mediana é o número no centro de um conjunto de números; isto é, metade dos números possui valores que são maiores do que a mediana e a outra metade possui valores menores.
Sintaxe
MED(núm1;núm2; ...)
Núm1; núm2;... são números de 1 a 30 a partir dos quais você deseja obter a mediana.
• Os argumentos devem ser números ou nomes, matrizes ou referências que contenham números. O Microsoft Excel examina todos os números em cada argumento de referência ou matriz. • Se um argumento matricial ou referência contiver texto, valores lógicos ou células vazias, estes
valores serão ignorados; no entanto, as células com valor nulo serão incluídas. Comentários
Se houver um número igual de números no conjunto, então MED calcula a média dos dois números do meio. Consulte o segundo exemplo a seguir.
Exemplos
MED(1; 2; 3; 4; 5) é igual a 3
MED(1; 2; 3; 4; 5; 6) é igual a 3,5, a média de 3 e 4