2 Sammenligning mellom Namibia og Norge
3.3 Læringsteori
Para dados moleculares cujas sequências foram cortadas, se obteve uma matriz contendo 540 caracteres alinhados. Assim, após a análise, se obteve uma única árvore mais parcimoniosa para o conjunto de dados moleculares, com tamanho de 1.353, CI 50, e RI 50 (Fig. 20).
Figura 20. Árvore filogenética mais parcimoniosa para o conjunto de dados moleculares com cortes da molécula parcial de 18S rRNA. Note que algumas famílias surgiram como parafiléticas. Grupo externo letra preta; azul escuro para os Capitellida; verde para os Terebellida; laranja para os Chaetopteridae; vermelho para os Sabellida; azul turquesa para os Phoronida e magenta para os Pterobranchia. (Indicação da família ao lado da espécie, ver tabela 00, no texto). (EUN – Eunicidae, DOR – Dorvilleidae, SPI – Spionidae, CIR – Cirratulidae, CAP – Capitellidae, ARE – Arenicolidae, MAL – Maldanidae, CHA – Chaetopteridae, PEC – Pectinariidae, TER – Terebellidae, TRI – Trichobranchidae, AMP – Ampharetidae, ALV – Alvinellidae, SAL – Sabellariidae, SAB – Sabellidae, SER – Serpulidae, OWE – Oweniidae, FRE – Frenulata, VES – Vestimentifera, PHO – Phoronida, PTE – Pterobranchia).
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Para esse único cladograma, os resultados mostraram que nenhum dos táxons superiores foi suportado. Nessa análise, as famílias Chaetopteridae, Capitellidae e Trichobranchidae não foram suportadas e suas espécies se uniram a espécies de diferentes famílias (Fig. 21). Em relação aos grupos externos, Pettinoneia urciensis, Polydora ciliata e Cirriformia tentaculata apareceram em diferentes posições. Para os grupos internos, as espécies de Serpulidae apareceram como grupo-irmão de Pterobranchia, enquanto que as espécies de Sabellidae e Sabellariidae surgiram como grupo-irmão derivados de Phoronida. Oweniidae surgiu como grupo-irmão de Frenulata e Vestimentifera.
Para valores de bootstraps com 50% de probabilidade, com exemplo de reposição, parte do grupo externo Polydora ciliata e Cirriformia tentaculata surgiram separadamente na parte superior do cladograma, enquanto que Pettinoneia urciensis ficou como grupo- irmão de Chaetopterus variopedatus, com 3% de bootstraps. Oweniidae surgiu como grupo-irmão de Frenulata e Vestimentifera com suporte de 15% desse valor. O táxon Terebellida foi fracamente suportado, mas com exceção da espécie de Tricobranchidae Terebellides stroemii, que apareceu em posição muito distante. As espécies de Pectinariidae apareceram em posição mais basal no clado, seguidos de Terebellides californica como grupo-irmão de Terebellidae (fracamente suportado), mais Mellina sp. e Anobothrus gracilis (Ampharetidae) e as espécies de Paralvinella (Alvinellidae), sequencialmente. A maioria das famílias foi sustentada com valores acima de 70% de bootstraps, enquanto que aquelas não sustentadas foram as mesmas citadas anteriormente. Toriida também não foi suportado.
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Para valores de jackknife com 36% de remoção de probabilidade (Fig. 22), os resultados mostraram topologias semelhantes, apenas com mudanças de posicionamento de algumas famílias e com valores de suporte diferentes. Nesse cladograma, Oweniidae surgiu como grupo-irmão de Frenulata e Vestimentifera com suporte de 19% de probabilidade. As
Figura 21. Árvore filogenética com valores de bootstraps para o conjunto de dados moleculares com cortes da molécula parcial de 18S rRNA. Note que algumas famílias surgiram como parafiléticas. Terebellida foi unida e apenas a espécie Terebellides stroemii ficou fora do grupo. Grupo externo letra preta; azul escuro para os Capitellida; verde para os Terebellida; laranja para os Chaetopteridae; vermelho para os Sabellida; azul turquesa para os Phoronida e magenta para os Pterobranchia. (Indicação da família ao lado da espécie, ver tabela 00, no texto). (EUN – Eunicidae, DOR – Dorvilleidae, SPI – Spionidae, CIR – Cirratulidae, CAP – Capitellidae, ARE – Arenicolidae, MAL – Maldanidae, CHA – Chaetopteridae, PEC – Pectinariidae, TER – Terebellidae, TRI – Trichobranchidae, AMP – Ampharetidae, ALV – Alvinellidae, SAL – Sabellariidae, SAB – Sabellidae, SER – Serpulidae, OWE – Oweniidae, FRE – Frenulata, VES – Vestimentifera, PHO – Phoronida, PTE – Pterobranchia). Números vermelhos indicam abaixo de 50% de suporte.
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espécies de Pectinariidae ainda permaneceram como grupo basal entre os Terebellida, surgindo depois de Terebellides californica como grupo-irmão de Terebellidae (fracamente suportado), mais Mellina sp. e Anobothrus gracilis (Ampharetidae) e as espécies de Paralvinella (Alvinellidae). As famílias que foram sustentadas apresentaram acima de 80% de valor de jackknife.
Figura 22. Árvore filogenética com valores de jackknife para o conjunto de dados moleculares com cortes da molécula parcial de 18S rRNA. Note que algumas famílias surgiram como parafiléticas. Novamente
Terebellides stroemii ficou fora dos Terebellida. Grupo externo letra preta; azul escuro para os
Capitellida; verde para os Terebellida; laranja para os Chaetopteridae; vermelho para os Sabellida; azul turquesa para os Phoronida e magenta para os Pterobranchia. (Indicação da família ao lado da espécie, ver tabela 00, no texto). (EUN – Eunicidae, DOR – Dorvilleidae, SPI – Spionidae, CIR – Cirratulidae, CAP – Capitellidae, ARE – Arenicolidae, MAL – Maldanidae, CHA – Chaetopteridae, PEC – Pectinariidae, TER – Terebellidae, TRI – Trichobranchidae, AMP – Ampharetidae, ALV – Alvinellidae, SAL – Sabellariidae, SAB – Sabellidae, SER – Serpulidae, OWE – Oweniidae, FRE – Frenulata, VES – Vestimentifera, PHO – Phoronida, PTE – Pterobranchia). Números vermelhos indicam abaixo de 50% de suporte.
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O cladograma com valores de symmetric resampling foi diferente dos cladogramas apresentados com os métodos estatísticos acima, e sua principal mudança foi a retirada das espécies de Pectinariidae dos Terebellida. As espécies dessa família surgiram reunidas em outra posição. As famílias unidas em Terebellida foram suportadas com valores melhores. As famílias sustentadas nessa análise apresentaram valores acima de 80%, enquanto as não sustentadas foram as mesmas citadas anteriormente. Sedentaria foi sustentado com 100% de valor para as três ferramentas estatísticas (Fig. 23).
Nas análises filogenéticas com dados moleculares surgiram cladogramas com politomia geral, que possivelmente se deve grande quantidade de caracteres plesiomórficos.
66 Figura 23. Árvore filogenética com valores de symmetric resampling para o conjunto de dados moleculares com cortes da molécula parcial de 18S rRNA. Note que algumas famílias surgiram como parafiléticas. Novamente Terebellides stroemii e Pectinariidae ficaram fora dos Terebellida. Grupo externo letra preta; azul escuro para os Capitellida; verde para os Terebellida; laranja para os Chaetopteridae; vermelho para os Sabellida; azul turquesa para os Phoronida e magenta para os Pterobranchia. (Indicação da família ao lado da espécie, ver tabela 00, no texto). (EUN – Eunicidae, DOR – Dorvilleidae, SPI – Spionidae, CIR – Cirratulidae, CAP – Capitellidae, ARE – Arenicolidae, MAL – Maldanidae, CHA – Chaetopteridae, PEC – Pectinariidae, TER – Terebellidae, TRI – Trichobranchidae, AMP – Ampharetidae, ALV – Alvinellidae, SAL – Sabellariidae, SAB – Sabellidae, SER – Serpulidae, OWE – Oweniidae, FRE – Frenulata, VES – Vestimentifera, PHO – Phoronida, PTE – Pterobranchia). Números vermelhos indicam abaixo de 50% de suporte.
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