ensaios não destrutivos e semi-destrutivos
Neste item foi feita uma comparação da resistência à compressão do concreto, a partir dos ensaios realizados em campo e em laboratório. Esta análise visa também avaliar os métodos e critérios utilizados.
5.2.5.1 Comparação dos resultados do ensaio de esclerometria e ultrassom realizado na estrutura e ensaio de compressão axial.
Na tabela 5.34 são apresentadas as médias das grandezas obtidas dos ensaios realizados nas zonas Z1 e Z3. Esses ensaios foram realizados em campo e em laboratório.
Tabela 5.34 - Comparação dos resultados, (Ensaios de campo e laboratório).
Ensaio Resistência à compressão do concreto (fc)
Esclerometria (MPa) Ultrassom (MPa) Compressão axial (MPa)
Zona Z1 35,93 29,44 35,21
Zona Z3 41,01 35,69 36,13
Média 38,41 32,57 35,67
Figura 5.44 - Comparação d Comparando os resultad de esclerometria é 2,9% ultrassom é 19,60% me 13,51% maior do que o 1,23% menor. Bungey e Millard (2006) erros de até 20% quand compressão axial. De zona Z1, esta validado se Fazendo a média do apresentados na figura 5 35.93 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 esclero R e si st ê n ci a à c o m p re ss ã o ( M p a )
de resultados dos ensaios de esclerometria e na estrutura e a compressão axial.
ados entre ensaios, tem-se: na zona Z1 o % maior do que o ensaio à compressão enor; na zona Z3 o resultado do ensaio o resultado de compressão axial e o ens
6) indicam que ensaios de ultrassom em e ndo comparados aos resultados dos ensa esta forma, mesmo o resultado do ensa segundo a afirmação acima.
os resultados da tabela 5.34 obtêm 5.45.
29.44
35.21 41.01
35.69 36.13
lerometria ultrassom Compressão axial
e ultrassom realizados
o resultado do ensaio o axial e o ensaio de io de esclerometria é nsaio de ultrassom é
estruturas podem ter saios de resistência à saio de ultrassom na
m-se os resultados
Zona Z1 Zona Z3
Figura 5.45 - Média dos res n
A análise da figura 5 esclerometria é 7,68% resultado do ultrassom resultados, pode-se con alternativa para a obtenç
5.2.5.2 Comparaç esclerome corpos de É apresentada na tabe compressão obtida a esclerometria, ultrassom tabelas 5.19, 5.21 e 5.23 38.41 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 esclerometri
sultados dos ensaios de esclerometria e ultras na estrutura e a compressão axial.
5.45 conduz ás seguintes observaçõe maior ao resultado do ensaio de com
é 9,52% menor. Devido à pequena oncluir que esses métodos não-destrut nção da resistência à compressão do conc
ação da resistência à compressão en etria, ultrassom e compressão axi de prova.
bela 5.35 uma comparação dos valore partir dos corpos de prova através m e compressão axial (já apresentados
3, respectivamente).
32.57
35.67
etria ultrassom Compressão ax
Resistência à compressão (Mpa)
assom realizados
es. O resultado de mpressão axial, e o a diferença entre os utivos são uma boa ncreto.
ntre os ensaios de xial realizados nos
res da resistência à és dos ensaios de s separadamente nas
Tabela 5.35 - Comparaç Corpo de prova Escler fc (MPa) Z1-1 33,19 Z1-2 31,24 Z1-3 30,56 Z1-4 30,56 Z3-1 32,51 Z3-2 33,42 Z3-3 31,75 Média 31,89 D. Padrão 1,183 C. Variação 3,70% Conforme a recomenda comparados no intuito d do concreto. Verificou-s valor recomendado pela Millard (2006).
São comparados grafica ensaios realizados nos resistência à compressão Figura 5.46 - comparação d 31.39 32.56 10 15 20 25 30 35 40 esclerometria Re
ção dos resultados dos ensaios realizados nos Resistência à compressão do concreto (fc)
erometria Ultrassom
Média (MPa) fc (MPa) Média (MPa) fc (
31,39 35,66 32,45 32 29,53 33 28,91 37 35,71 37 32,56 30,35 32,80 38 35,07 32,99 34 - 32,60 - 35 2,98 2 9,15% 6,
ação da norma ACI 228.1R (1986), este de obter uma melhor avaliação da resistê se um coeficiente de variação de 9,15% la norma BS 1881: Part 202 (1986) e pelo
amente, conforme mostrado na figura 5.4 os corpos de prova extraídos para a
ão do concreto.
da resistência à compressão de ensaios nos c 32.45
35.21
.56 32.8
36.13
ria ultrassom Compressão axial
Resistência à compressão (MPa)
os corpos de prova. Compressão axial
(MPa) Média (MPa)
32,73 35,21 33,37 37,47 37,26 38,26 36,13 – 34,00 35,52 - 2,41 6,79%
stes resultados foram stência à compressão 5%, menor que 10%, o critério de Bungey e 46, os resultados dos a determinação da corpos de prova. Zona Z1 Zona Z3
Na comparação dos m ensaio de compressão verificou-se que a resis esclerometria foi 12,17% ensaio de ultrassom, este Já para o caso dos res obtidos a partir dos ens 10,96% e 10,15% menor Os resultados mostram naturezas diferentes. Est respectivas médias no gr
Figura 5.47 - Média dos re
Considerando os ensaio estrutura, se têm a médi figura 5.47. Comparand mostra-se que o resulta resultado do ensaio de 8,96% menor que o resu ensaios não foram obs
31.98 0 5 10 15 20 25 30 35 40 esclerometri
métodos de ensaio utilizados, tomando axial, e considerando os resultados so istência à compressão do concreto obt % menor ao resultado do ensaio de comp ste percentual foi de 8,50%.
esultados da resistência do concreto da z nsaios de esclerometria e ultrassom foram
res ao verificado no ensaio de compressã m convergência entre os ensaios, embo stes resultados são satisfatoriamente repr gráfico da figura 5.47.
resultados da resistência à compressão de ens nos corpo de prova.
aios na sua totalidade no intuito de ava dia dos resultados da resistência à compr ndo os resultados com o do ensaio de ltado do ensaio de esclerometria é 11,
compressão axial. O resultado do ens sultado do ensaio de compressão axial. No
bservadas grandes variações entre si,
32.63 35.67
etria ultrassom Compressão ax
Resistência à compressão (MPa)
o como referência o somente da zona Z1, btida pelo ensaio de pressão axial. Para o
zona Z3, os valores am, respectivamente, são axial.
bora estes sejam de presentados por suas
saios realizados valiar o concreto da pressão, mostrada na e compressão axial, 1,38% menor que o nsaio de ultrassom é os resultados destes das quais também
podemos concluir que es do restante da estrutura. A partir do resumo dos r laboratório, apresentado média do concreto mais Conforme a norma NBR estimada aos 28 dias a resistência de 28,70 MP confirmando assim que de projeto em relação à r Portanto, Conclui-se tam na caracterização mecân
5.2.5.3 Comparaç ultrassom
Tomando como referênc resistência a compressão ultrassom, no intuito de e na estrutura e nos corpos
Figura 5.48 - Comp 38.41 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 Esclero R e si st ê n ci a à c o m p re ss ã o
estes resultados seriam também uma repr a.
resultados dos ensaios realizados tanto e dos nas tabelas 5.34 e 5.35, observa-se is baixa obtida pelo ensaio de esclerometri
R 6118:2007, expressando este valor num a partir de resultados obtidos 8 anos de
Pa. Este valor estimado é superior ao s e durante a execução da obra foram aten
resistência do concreto.
mbém que os usos destes métodos de en ânica do concreto.
ação dos resultados dos ensaios d m, realizados em campo e nos corpos d
ncia as tabelas 5.34 e 5.35, comparam-s ão (média aritmética), obtidos dos ensaios estimar as diferenças existentes entre os os de prova. Tais resultados são apresent
paração dos resultados de esclerometria e ultr .41 35.69 31.98 32.63 lerometria Ultrassom Estrutura Corpos d presentação razoável em campo como em se que a resistência tria, foi de 31,69 MPa. ma resistência média epois obteve-se uma sugerido em projeto, ndidas as exigências
ensaio são confiáveis
de esclerometria e de prova se os resultados da ios de esclerometria e os ensaios realizados ntados na figura 5.48. ltrassom. tura os de prova
Comparando-se as resistências médias obtidas do ensaio de esclerometria, e o ensaio de ultrassom realizado na zona Z3, realizados na estrutura e nos corpos de prova, verificou-se que o resultado do ensaio de esclerometria realizado em campo foi 20,45% superior ao realizado nos corpos de prova. Provavelmente, um dos fatores relacionados a esta diferencia à carbonatação do concreto que foi verificada durante a campanha de ensaios in loco. Já para o ensaio de ultrassom a diferença foi de 9,50%. Ressalta-se que, devido à influência das armaduras, esperava-se uma resistência média maior no ensaio in loco, caso seja considerado concreto com mesmas propriedades. No entanto, deve-se lembrar que no ensaio em campo, em algumas das regiões verificadas (Z1), havia fissuras visíveis entre o percurso da onda ultra-sônica, o que pode ter acarretado resultados inferiores.
De uma maneira geral, é razoável considerar que a carbonatação seja o principal fator que justifica as diferenças entre os ensaios de esclerometria e ultrassom. Tal hipótese pode ser reforçada quando se analisam os resultados médios desses dois ensaios realizados somente nos corpos de prova, onde se verificou uma diferencia de 2,22% na resistência do concreto medido com o ensaio de esclerometria em relação ao de ultrassom, o que valida o uso destes métodos de ensaio na caracterização da resistência a compressão do concreto da estrutura.