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- Individual and systemic factors influence subjective risk assessment

Em um contexto tecnológico, devido à pressão suportada pelos tubos híbridos nos testes (superior a 21 bar, para os bobinados a 90°, e a 30 bar para os bobinados a 55°), estes podem ser utilizados em várias aplicações. Sendo que nestas estes tubos podem tanto ser totalmente fixos e bi-engastados, bem como livres na direção axial, de acordo com sua aplicação. Para o caso em que estes estejam bi-engastados, a bobinagem pode ser realizada com 90º de bobinagem uma vez que a deformação axial já está restringida. Ao utilizar a bobinagem a 90º, com restrição de deslocamento axial, a pressão de ruptura, estimada numericamente, é igual a 2,980MPa para o tubo 1 enquanto para o tubo 3 ±55° a pressão de ruptura é de 2,579MPa.

A utilização das tubulações híbridas de P.V.C. revestida com vidro/epóxi se encaixa muito bem no ramo de sistemas de ar condicionado central, para o transporte de fluido secundário (água gelada). Como proposta de trabalho futuro, devem ser exploradas as propriedades de tranferência de calor ao longo da linha de transporte de água gelada, e determinar a espessura de isolamento térmico necessário para um prédio típico.

Devem ser explorados em vasos de pressão cilíndricos híbridos, outros tipos de tubulações híbridas para a utilização em sistemas de gás natural veicular, visando a redução e massa nestes sistemas e incrementando assim a autonomia destes veículos. Para tal devem ser explorados cilindros de alumínio revestidos com fibras de vidro e/ou carbono, ou até mesmo cilindros de aço com reforço de vidro, carbono ou kevlar.

Para a forma de reparo extensivo, com a finalidade de diminuir o custo da matéria prima, uma proposta é o estudo da utilização de fibras picadas e também a utilização de fibras

procedimento seria viável economicamente, bastando ser verificado se a integridade do tubo seria recomposta.

A utilização de camadas de diferentes compósitos sobre o tubo de P.V.C. é uma medida interessante quando se necessita de pressões elevadas, pois assim pode ser reduzida a espesura de reparo, sem aumentar significantemente o peso estrutural.

Neste, trabalho, os corpos de prova foram analisados com um grau de liberdade na direção axial. Outra análise que pode contribuir para o avanço em reparos compósitos é o estudo experimental de tubos bi-engastados, para a verificação de sua pressão de ruptura quando este é submetido à este tipo de carregamento.

Devem ser desenvolvidos trabalhos futuros a fim de se determinar, experimentalmente, qual o ângulo de bobinagem ideal para tubos de materiais compósitos, com selante interno. Diferentemente da literatura, a relação entre deformação circunferencial e axial não é igual a 2, como citado para tubos de compósito, sem selante interno, e sim 4,08, alterando assim o ângulo de bobinagem ideal. Que, desta forma é de 63,5º, aproximando-se dos resultados numéricos obtidos neste trabalho ao se comparar com tubo com selante de PVC, usando-se os critérios de falha de Tsai-Hill e Hoffman.

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Mecânico de Tubos em PRFV Submetidos à Pressão Hidrostática, Dissertação de

APÊNDICES

Apêndice Pág.

I Calibração do sistema de aquisição de dados 99 II Normas para tubos em PRFV