Oppgaver som er vurdert tatt ut av distriktsrettene
4.2 Tinglysing .1 Innledning
4.2.5 Hvilke alternativer finnes til dagens ordning?
O Hospital de São Marcos-Braga, pertencente ao Concelho e ao Distrito de Braga está associado à ARS Norte e circunscreve: CS de Amares, Unidade de Saúde do Carandá, Unidade de Saúde Paulo Orósio, Unidade de Saúde São Vicente/Infias, CS de Póvoa de Lanhoso, CS de Terras de Bouro, CS de Vieira do Minho, CS de Vila Verde. Abrange, também: Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) Viver Mais- Pólo Caldelas (CS Amares), UCSP Carandá-Pólo Pedralva (CS Braga-Unidade de Saúde Carandá), Unidade de Saúde de Esporões, UCSP Cabreiros/Sequeira-Pólo Cabreiros (CS Braga-Unidade de Saúde Maximinos), UCSP Cabreiros/Sequeira-Pólo Sequeira (CS Braga-Unidade de Saúde Maximinos), Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Tadim (CS Braga-Unidade de Saúde Maximinos), UCSP Tebosa (CS Braga-Unidade de Saúde Maximinos), UCSP Ruães (CS Braga-Unidade de Saúde São Vicente/Infias), Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Adaúfe (CS Braga- Unidade de Saúde São Vicente/Infias), UCSP Carandá (CS Carandá-Unidade de Saúde do Carandá), UCSP Sanus (CS Braga-Unidade de Saúde do Carandá), UCSP Infias (CS Braga-Unidade de Saúde São Vicente/Infias) e a UCSP Viver Mais (CS Amares). O nível de urgência desta UH é polivalente e com uma área de influência que se estende aos concelhos de Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde.
A Tabela 5.18 descreve as coordenadas de cada ano e do centróide do indivíduo #22. Tabela 5.18: Coordenadas 2005-2009 para o indivíduo #22
Fonte: Elaboração própria
No Gráfico 5.10 visualizam-se distanciamentos consideráveis, em quase todos os anos, face ao centróide do hospital #22. O ano 2008 encontra-se mais afastado do centróide, sendo assim, aquele que mais contribuiu para o valor médio. E, o ano de 2007 é aquele que apresenta menor distanciamento. Não obstante, todos os anos apresentarem uma relativa semelhança comportamental entre si, dadas as baixas correlações observadas. Pode, pois, concluir-se no respeitante ao grau de abertura em torno do indivíduo médio, a existência de uma forte instabilidade do hospital #22, ao longo do período estudado.
Gráfico 5.10: Distâncias, 2005-2009, para o indivíduo #22
Dado que a trajetória observada no Gráfico 5.11 apresenta um espectro alargado traduzido por uma deslocação elevada, em distância entre os anos, pode admitir-se a existência de grandes evoluções observadas neste indivíduo.
Gráfico 5.11: Trajetória do indivíduo #22 no período 2005-2009
Fonte: Elaboração própria
Apresentam-se, na Tabela 5.19, os valores originais da UH #22, conjuntamente, com os respetivos valores das coordenadas relativas à 1ª dimensão.
Tabela 5.19: Valores originais e coordenadas da 1ª dimensão para o indivíduo #22
Fonte: Elaboração própria
Através da Tabela 5.20, onde constam os valores das correlações das seis variáveis ativas, consideradas significativas, com a 1ª dimensão, verifica-se que, no
âmbito da MARHE, a variável CA apresenta uma correlação estatisticamente significativa, para um nível de confiança de 99%.
Tabela 5.20: Correlações entre as variáveis e a 1ª dimensão
Dim1 CAM -0,82 MED 0,428 ENF 0,084 INT -0,336 CA 0,926 MCDT 0,481
Fonte: Elaboração própria
No Gráfico 5.12 é possível ainda observar-se o efeito da trajetória da UH #22 relativamente à 1ª dimensão. Essa trajetória manifesta-se num crescimento consecutivo entre 2005 e 2008 (vetores a azul), situação que se inverte para 2008-2009 (vetor a vermelho). Poder-se-á depreender que a unidade #22 sofreu alterações na PH, nos primeiros quatro anos, em variação positiva, essencialmente justificada pela variável CA. Essa situação alterou-se a partir de 2008, num sentido negativo. Dada a correlação que a variável CA apresentou com a 1ª dimensão, esta variável ativa constitui-se como referência na interpretação do hospital #22 quando estudada diferidamente.
Gráfico 5.12: Deslocações do indivíduo #22, em função da trajetória 2005-2009
Confirma-se, mediante a Tabela 5.21, que os valores originais da variável ativa CA validam o comportamento analisado. Sabe-se que, de 2005 a 2008 o número de cirurgias feitas em ambulatório aumentou de forma muito acentuada. Em 2009, o valor de CA, contrariando os quatro anos consecutivos de crescimento anterior, diminui expressivamente.
Tabela 5.21: Valores originais do indivíduo #22 na variável CA
Fonte: Elaboração própria
Em suma, verificou-se que durante os períodos de REFORMA EFETIVA, CONSCIENCIALIZAÇÃO e 1º ano de ADAPTAÇÃO ocorreram fortes e consecutivos aumentos na variável CA. Somente em 2009, no 2º ano de ADAPTAÇÃO, se observou um decréscimo nas cirurgias de ambulatório.
Na realidade, esta UH foi caracterizada por uma forte aposta na CA. Este facto está bem patente, segundo o Hospital de São Marcos - Braga (2007), no Relatório de Atividades onde se referiu uma otimização de recursos combinados entre a CA e a produção do BLO e onde a estratégia de gestão desta UH, relativamente à CA, é expressa do seguinte modo:
Acentua-se esta gestão de Blocos quando, no mesmo relatório, se acrescenta que o movimento cirúrgico adicional se concentrou na produção de CA.
“De facto a consolidação da Unidade de Cirurgia de
Ambulatório (que iniciou em Março de 2006), aproveitando espaços e recursos do atual Bloco Operatório, permitiu desenvolver uma atividade que, segundo foi divulgado publicamente, teve o maior acréscimo registado a nível nacional: mais 79,9% de cirurgias em 2007 do que em 2006”. (Hospital de São
Esta constatação, em termos de CA, está presente nos resultados, verificando-se aumentos consecutivos em 2005-2008 (particularmente elevados em 2007 e 2008) o que corrobora a atuação desta UH em termos de produção cirúrgica. Porém, em 2009 houve um decréscimo de CA na ordem dos 31,4%. Tal facto verifica-se no Gráfico 5.12 onde ocorre uma inversão de comportamento de 2008 para 2009.
Reconhece-se, desta forma, uma aposta em produção de CA nesta UH, concretizando-se esta como preponderante na PH realizada. Existiu, de facto, uma trajetória de evolução crescente em 2005-2008 seguida de uma “quebra” de comportamento em 2009.