Uten praktiske Søke om ikke = problemer problemer fritak uansett antall
4.4 SYN PÅ BYRDEDIFFERENSIERING OG GRAD AV ELITISME
4.4.1 HVA PREGET MANNSKAPENS MOTIVASJON OG HOLDNINGER?
Através da aplicação de métodos numéricos de integração, facilmente se calculam as probabilidades de permanência. No entanto, devido às características da operação com múltiplos estados, o cálculo das probabilidades de transição associadas a um processo estocástico contínuo no tempo é, regra geral, de difícil integração.
Existem no entanto algumas soluções de aplicação geral a qualquer operação com múltiplos estados que nos permitem de calcular as referidas probabilidades de transição a partir da estimação das correspondentes intensidades de transição.
Estas soluções podem ser obtidas de duas formas distintas:
• De forma exacta a partir da suposição de determinadas hipóteses restritivas às funções de transição (probabilidades e intensidades):
− Intensidades de transição constantes: nesta hipótese são consideradas
constantes as intensidades de transição para qualquer idade x e qualquer
transição de i para j , o que nos conduz ao conhecido processo estocástico
de Markov homogéneo (Jones, B.L. (1993));
− Intensidade de transição constante definida por intervalos de tempo: esta
definida por intervalos de intensidade constante, conservando desta forma a
não-homogeneidade do processo no tempo (Jones, B.L. (1993));
− Intensidade de transição contínua: esta hipótese supõe a continuidade das
intensidades de transição em todo o intervalo de tempo considerado, a partir das correspondentes probabilidades de transição em n etapas
(Wolthuis, H. (1994)).
• De forma aproximada a partir da aplicação de algoritmos numéricos:
− Método numérico baseado no teorema do valor médio: método baseado na
aplicação do teorema do valor médio (Waters, H.R.(1984)).
− Método numérico baseado na integração por produto: este método propõe
a obtenção aproximada da matriz ℘x(t) a partir das matrizes de intensidade
de transição de cada um dos sub-intervalos que resultam de uma partição da
CAPITULO
III
AVALIAÇÃO
FINANCEIRO-ACTUARIAL
DE
III.1. INTRODUÇÃO
Partindo do estudo de Haberman e Pitacco (1999), iremos neste capítulo formular um
modelo actuarial para um seguro de dependência. Para tal iremo-nos basear nos modelos de múltiplos estados descrevendo, através de um processo estocástico contínuo no tempo, as diferentes probabilidades de transição que compõem a estrutura probabilística necessária para a formulação financeiro-actuarial de um seguro com estas características.
Existe um leque de possibilidades bastante alargado para o conjunto de produtos que poderíamos considerar deste tipo de seguro. No entanto, iremos considerar um seguro composto por coberturas relacionadas com o risco de dependência (Seguro de Dependência), bem como a garantia de um capital seguro em caso de morte (Seguro de Morte).
Consideremos um produto de seguro com as seguintes características:
9 Coberturas/Serviços prestados:
• Apoio Domiciliário e Teleassistência (ADT)
• Assistência Residencial ou Hospitalar (ARH)
9 O modelo considera três graus de dependência de acordo com a gravidade
apresentada, isto é, o grau I corresponde a uma dependência moderada, o grau II corresponde a uma dependência grave e o grau III corresponde a uma dependência severa.
9 Não existe possibilidade de recuperação para pessoas dependentes1 pois as
incapacidades que apresentam as pessoas com mais de 65 anos são de carácter
1
Na prática, e de acordo com o nível de dependência definido pela companhia de seguros para cada grau de dependência, poderemos considerar a recuperação do estado de dependência de grau II para o estado de dependência de grau I. No estanto esta situação implica o estudo do modelo de múltiplos estados descrito probabilisticamente através de um semi-processo estocástico de Markov contínuo no tempo, o qual não é objecto de estudo neste nosso trabalho.
permanente em 90% dos casos, pelo que podemos supor que a probabilidade de
um indivíduo deixar de ser dependente é igual a zero2.
9 A idade limite de subscrição é os 65 anos de idade, sendo que se pressupõem que o
segurado é saudável (autónomo) nessa idade.
9 O contrato de seguro só produz efeitos a partir dos 65 anos de idade e não tem
idade limite de permanência.
9 As prestações são mistas, isto é, os benefícios garantidos comportam uma
prestação económica (renda e/ou capital seguro) e permitem o acesso a uma rede de serviços de assistência. A nível das prestações económicas, o contrato de seguro garante à pessoa segura:
a) Em dependência de grau I, uma renda contínua constante vitalícia R3
paga enquanto o segurado se encontrar em situação de dependência moderada.
b) Em dependência de grau II, uma renda contínua constante vitalícia R paga
enquanto o segurado se encontrar em situação de dependência grave, bem
como um capital seguro no valor de C no momento da entrada neste estado d2
de dependência.
c) Em dependência de grau III, uma renda contínua constante vitalícia R paga
enquanto o segurado se encontrar em situação de dependência severa, bem
como um capital seguro no valor de C , no momento da entrada neste estado d3
de dependência. Note-se que Cd2 ≤Cd3.
d) Em caso de morte, um capital seguro C . Assumiremos que f Cf ≤Cd2 +Cd3.
9 No que diz respeito às coberturas/serviços prestados, para dependentes moderados
será considerada apenas a cobertura de ADT, para dependentes graves a cobertura a considerar já poderá ser a ADT e a ARH, para dependentes severos vamos
2
Artís, M.; Ayuso, M.; Guillén, M. (2007; 383). 3
Na prática faz sentido que esta renda seja variável de acordo com o grau de dependência em que a pessoa segura se encontra, de tal forma que RI < RII < RIII, sendo Ri o valor da renda contínua vitalícia paga enquanto o segurado se encontrar no estado de dependência de grau i ={I, II, III}. De forma a tornar o nosso modelo em
estudo mais simples optámos por considerar o caso particular de uma renda contínua constante vitalícia R paga independentemente do estado de dependência do segurado.
considerar apenas a cobertura ARH. Os custos inerentes a estes serviços poderão ser financiados através das prestações económicas acima definidas garantidas de acordo com o grau de dependência em que se encontre a pessoa segura.
9 Como contrapartida aos benefícios garantidos, o segurado deverá pagar um prémio
vitalício nivelado (constante) P4, desde a idade de subscrição x, enquanto a
pessoa for viva, independentemente do grau de dependência em que se encontre.
9 É admissível a operação de resgate.
III.2. MODELO DE MÚLTIPLOS ESTADOS APLICADO A UMA OPERAÇÃO DE