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Golden redfish (Sebastes norvegicus)

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7 Distribution and abundance of redfish

7.1 Golden redfish (Sebastes norvegicus)

Em maio de 2013 disponibilizamos, aos participantes da Experiência Formativa, um questionário27 contendo 23 questões agrupadas em dois eixos, um a respeito do uso que eles

fazem do computador e outro relacionado à prática docente de quem já leciona.

Todos os 12 alunos então participantes da disciplina responderam ao questionário28.

Suas respostas conduzem às seguintes afirmações: apenas dois participantes não possuem notebook ou tablet, contudo, notoriamente em sala, foi possível observar o uso apenas de notebooks para realizarem suas atividades. Em suas residências, apenas dois participantes não possuem computador, distintamente dos que não possuem notebooks ou tablets. Em seus domicílios, todos eles dispõem de acesso à internet. Três participantes utilizam o computador apenas algumas vezes por semana, mas os demais informaram utilizar o tempo todo. Quanto ao grau de conhecimento para o uso do computador, oito participantes disseram possuir um Médio conhecimento, caracterizado por utilizarem com facilidade softwares comuns como Word, MSN29, PowerPoint, navegação na internet e uso de e-mails. Dois consideram ter um Alto

conhecimento por saberem implementar softwares em linguagens de programação de computador. Os outros dois participantes admitiram possuir um Baixo conhecimento de informática, por utilizarem recursos simples de softwares e navegação na internet. Com relação ao uso da internet, um dos participantes afirmou utilizá-la apenas no trabalho. Todos os demais

27 Questionário completo disponível no Apêndice III.

28 O questionário foi elaborado e disponibilizado aos participantes pelo Google Docs

(https://docs.google.com).

a utilizam em casa, enquanto alguns deles em outros locais, como na escola, na universidade, na casa de amigos ou de familiares ou no trabalho. Todos fizeram algum curso de informática básica, porém quando se trata de cursos de informática envolvendo tecnologia educacional, sete fizeram algum curso, dos quais seis o fizeram na universidade ou em cursos de extensão, dos quais três fizeram cursos envolvendo o GeoGebra. Os outros cinco participantes não fizeram treinamentos a respeito. Alguns dos sites educacionais relacionados à Matemática utilizados pela turma com certa frequência foram “Brasil Escola”, “Dia a Dia Educação”, “Só Matemática” e “Wolfram Alpha”30. Os participantes sabem utilizar alguns softwares

específicos para o ensino de Matemática, pois dez deles indicaram ter conhecimento básico de GeoGebra e cinco possuem conhecimento básico do Maple. Os softwares WinPlot, Matlab, Microsoft Mathematcs e Wolfran Alpha também foram citados em nível básico de conhecimento, dentre sete softwares preestabelecidos na pesquisa e mais uma opção em aberto.

A respeito da prática docente, sete participantes nunca lecionaram e outros cinco lecionam ou já lecionaram alguma vez. Três deles apresentam experiência no Ensino Fundamental e dois, no Ensino Fundamental e Médio. Dentre os quatro que lecionavam na época do preenchimento do questionário, três afirmaram que podem usar o laboratório de informática da escola sempre que necessário, enquanto um afirmou que não pode. Três usam ou usaram softwares educacionais em suas aulas, embora apenas poucas vezes. Dois indicaram utilizar o laboratório de informática por até uma hora/aula e um por mais de uma hora/aula de cada vez. Os três não dividem a turma para utilizar o laboratório. Um deles deixa um estudante por computador, outros dois participantes trabalham com três alunos por computador. Dois deles avaliam suas experiências com o uso de softwares educacionais nas atividades didáticas que desenvolveu como Fraca, pois constantemente dependem de ajuda para esclarecimento de dúvidas sobre o conteúdo e/ou uso do software de ensino. Outro considera sua experiência como

Média, pois diversas vezes conta com ajuda para esclarecer dúvidas dos participantes sobre o

conteúdo ou uso do software, pois tem alguma dificuldade quando ocorre algo inesperado ao efetuar as atividades no software. Dois preparam sozinhos suas aulas que utilizam informática e um conta com a ajuda de um técnico em informática. Ao serem questionados se observaram melhora do participante, relacionada à compreensão do conteúdo estudado, após utilização do laboratório de informática, dois afirmaram que observaram e um, que não. O primeiro a observar diferença relatou que “os participantes conseguem disseminar o conteúdo de maneira

30 Os links para acesso a estes sites são http://www.brasilescola.com, http://www.diaadia.pr.gov.br,

mais satisfatória, o que muitas vezes não é visualizado no quadro, se torna mais claro ao utilizar o computador” (Participante 4), o outro observou que viu “uma melhora, pois como estávamos estudando simetria eles puderam visualizar como é realmente uma simetria de translação e rotação” (Participante 6).

Para que o leitor possa ter uma visão panorâmica sobre os participantes deste estudo, tabulamos suas respostas em quadros que sintetizam algumas características relativas ao conhecimento tecnológico que possuem. O questionário, as possibilidades de respostas e os quadros relativos aos questionamentos podem ser observados no Apêndice III.

Os Quadros31 A3.1, A3.2, A3.3 e A3.4 possibilitam observar em detalhes o perfil de um

determinado participante traçado pelas suas respostas a diversas questões, bem como efetuar a comparação entre dois ou mais participantes a respeito de um ou mais aspectos.

Por ser de caráter pessoal, optamos por explicitar a resposta e comentários dos participantes à última pergunta do questionário: Como você acredita que o uso da tecnologia

informática pode ser útil no processo de ensino-aprendizagem de Matemática na escola?

A Participante 1 respondeu não acreditar que o uso da tecnologia possa trazer grandes vantagens e complementa afirmando que “ela é boa em parte, pois com softwares matemáticos

é possível compreender melhor o desenho de um gráfico, mas não vejo necessidade de seu uso na escola básica”.

Os participantes 2, 4 e 5 consideram que a tecnologia inova o conjunto daquilo que o professor deve saber para ensinar, pois “acredito que tudo que o professor sabe pode ser

inovado e melhorado e a tecnologia vem como aporte para isso. E a união de tudo isso pode produzir resultados perspicazes para o processo de ensino e aprendizagem da Matemática, ou demais disciplinas” (Participante 2); “além de atender as necessidades educativas, fornece ao professor mais uma ferramenta para auxiliar no encaminhamento do seu trabalho”

(Participante 4); “ao utilizar a tecnologia nas aulas de Matemática, os conteúdos podem ser ensinados de outras maneiras, facilitando a visualização e o aprendizado e tornando-se, às vezes, mais agradáveis” (Participante 5).

O Participante 7 afirma que a tecnologia transforma o papel do aluno e/ou do professor, pois, segundo ele, “o conjunto de possibilidades derivado do uso da informática é, de fato, transformador. No entanto o caráter positivo ou negativo desta mudança de pensamento está intrinsecamente relacionado às motivações absolutamente pessoais e comumente divergentes das educacionais” (Participante 7).

Por fim, os participantes 3, 6, 8, 10 e 12 acreditam que a tecnóloga atende a novas necessidades educativas e complementam: “como já vimos, com a tecnologia, cada vez mais o professor precisa se adaptar a essas mudanças, infelizmente ainda não utilizei o laboratório, mas acredito que o laboratório atende a novas necessidades” (Participante 3); “apresentar a matemática de outra maneira, no computador, com a tecnologia que faz parte do cotidiano dos alunos, faz com que as aulas fiquem mais interessantes” (Participante 6); “as tecnologias estão inseridas na nossa sociedade e são essenciais no dia a dia hoje de qualquer profissional e estas só tendem a desenvolverem cada vez mais. Assim cabe à escola proporcionar aos alunos condições para que estes possam manipular as novas tecnologias de uma forma que tenham um domínio teórico e prático sobre os softwares trabalhados em sala de aula, ou seja, a escola deve cumprir seu papel de socializar seus alunos” (Participante 8); “os softwares podem facilitar o entendimento dos alunos em determinados conceitos, pode ser, que só utilizando o quadro os alunos não conseguiram entender ou visualizar o que se pretendia, assim com este recurso a aula torna-se mais dinâmica” (Participante 10); “visto que a Educação requer novas formas de envolvimento com o ensino e aprendizagem da Matemática, penso que o uso de recursos tecnológicos potencializam o desenvolvimento cognitivo do aluno, ao possibilitar ao mesmo tempo novas formas de aprendizagem” (Participante 12).

Conseguimos, dessa maneira, caracterizar os participantes da Experiência Formativa. Contamos inicialmente com 12 participantes. Dentre eles, quatro possuem alguma experiência de ensino além do estágio realizado no terceiro ano do curso. Três deles afirmaram utilizar o laboratório de informática da escola onde trabalham para ministrar suas aulas. Nove participantes consideram ter um bom grau de conhecimento para uso do computador e sete informaram já ter realizado algum curso envolvendo tecnologia educacional. Onze participantes encerraram o ano, havendo a desistência de apenas um aluno da graduação.

A seguir relataremos como ocorreu a Experiência Formativa que propiciou aos licenciandos experimentar o uso pedagógico das TIC durante sua formação inicial.

3.2 A EXPERIÊNCIA FORMATIVA PARA A UTILIZAÇÃO PEDAGÓGICA DAS TIC NA

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