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3.2 Egen studie

3.2.2 Gjennomføring av intervjuene

Essa pergunta tinha o objetivo de trazer elementos sobre as atividades que eram realizadas na escola e como os alunos a interpretavam. Pretendia-se mensurar se os discentes aprovavam ou não o que era realizado pelos profissionais da escola com o intuito de dar a este ambiente características específicas da cultura Pitaguary.

As ponderações que foram feitas pelos estudantes, na grande maioria, mostraram- se positivas aos eventos culturais que eram realizados na instituição de ensino. Dentre as menções que foram feitas pelos estudantes, a noite cultural se destacou mais do que os outros momentos e isso ficou claro nas respostas dadas pelos alunos, que já antecipavam a noite cultural como um dos eventos que os faziam achar a Itá-Ara “legal”. Esse fato foi para mim surpreendente pela quantidade de comentários feitos pelos alunos, pois, apesar de a noite cultural ser de frequência mensal e ter um planejamento prévio, a sua realização pode ser suspensa na véspera ou mesmo a poucas horas do seu início em virtude do falecimento de algum Pitaguary, ou por fato de igual gravidade.

Vale relembrar que noite cultural foi reiniciada com a sua periodicidade mensal apenas no final de 2015. Mesmo com essa falta de constância, a sua prática foi um dado que se sobressaiu nas respostas do questionário. O momento da acolhida que ocorre semanalmente nas segundas-feiras, por exemplo, foi citado apenas cinco vezes. Em nenhum momento citaram o Dia do Índio, a festa da Mangueira Sagrada ou a Festa da Bananeira91, todos eventos de frequência anual, mas que são bastante comentados e trabalhados em sala de aula, sendo inclusive planejados com alguns meses de antecedência pela escola, resultando na culminância do evento, como ocorre com o Dia do Índio.

Talvez a noite cultural ganhe destaque maior nas respostas, por ser o momento em que os alunos têm a possibilidade de apresentar encenações ou danças num ambiente de maior festividade, em que as vestimentas e roupas são mais informais, em que os professores apresentam-se junto com os alunos numa interação com menor hierarquia, ao contrário do que se encontra na sala de aula. A própria possibilidade de vestir-se com adereços e acessórios que remetem à etnia foram mencionados pelos alunos, inclusive os não indígenas. Ao contrário da acolhida, em que os alunos podem até não estar trajados com o fardamento adequado, mas estão com roupas que são usadas em substituição ao uniforme escolar. Além

disso, mesmo que o acolhimento tenha a dança do Toré – também comentada nas respostas,

tanto pelos alunos índios como pelos não índios –, há uma formalidade no procedimento da acolhida que a reveste de um momento sóbrio, ao contrário da noite cultural, em que existe uma descontração maior entre os participantes.

Mais uma vez, foram usados vários termos para expressar a percepção dos discentes sobre as manifestações culturais que ocorrem na escola e a palavra “legal” sobressaiu-se às demais, sendo mencionada 29 vezes; destas, quatorze vezes entre os

91 Apesar de estes dois últimos não serem propriamente eventos que acontecem dentro da escola, eles são

Pitaguary e 15, entre os não índios. As palavras escolhidas pelos índios em relação às manifestações quase sempre remetiam a definições que colocavam esses eventos como bem aceitos pelo grupo escolar, denotando a aprovação da manifestação de modo positivo. Entre os termos escritos, cito: “normal”, “divertida”, “interessante”, “importante”, “espetacular” e “sensacional”. Mas algumas definições apareceram de forma inusitada, como “estiloso”. Essa palavra remete ao caráter festivo que pode ser encontrado nas manifestações, principalmente na noite cultural, mas também percebi que é levantada a importância desse momento, bem como o lado confraternizador que ele pode oferecer, por exemplo, na palavra “acolhedor”, utilizada pela estudante índia M.S, Pitaguary, estudante do sexto ano e há cinco na escola: “as manifestações culturais indígenas mostra o que os índios realmente são bem culturais e acolhedores”.

Entre os não índios, palavras e expressões também foram variadas, como: “divertida”, “criativa”, “normal”, “possibilidade de aprender a cultura”, “acabar com o preconceito”, “aproximar da cultura”, “importante”. Dentre os alunos que não são Pitaguary, apenas seis respostas foram contrárias ao posicionamento positivo afirmado pelos outros discentes, uma dessas respostas definia antipatia às manifestações, outro “não sabia” sobre esse assunto porque “nunca veio”. Duas respostas contrárias aos eventos culturais foram dadas por estudantes Pitaguary, que as definiram como: “Não é legal”, F. R., índia, do oitavo ano, e “Não são muito bouas[sic]”, F. R, índio, do sétimo ano, nada mais acrescentando em suas respostas.

Outra resposta deixa bem claro algo que já havia sido dito pelos profissionais de ensino do colégio sobre a aceitação da cultura pelos alunos que não são da etnia e que estudam na Itá-Ara: “Eu não acho muito bom, mas respeito a cultura deles”. A fala do estudante C. A., não índio, do nono ano, há um ano na escola, demonstra o trabalho de respeito à diferença desenvolvido nos alunos da escola e que parece ser uma conquista bem sedimentada, como será visto a seguir. Esse posicionamento de respeito à cultura Pitaguary é trabalhado pelos discentes nas turmas do ensino fundamental, como explica a professora T:

A. B.: Quando tem alguma atividade, mesmo eles [os alunos] não sendo Pitaguary, eles participam dos encontros que estão acontecendo na aldeia ou de uma festa específica? Por exemplo, a festa da banana, eles também participam, mesmo não sendo Pitaguary?

T.: Participam, participam porque é aberto a toda a comunidade, tanto os da aldeia como o indígena, como os de fora, é aberto. Aí vêm eles e participam...

A. B.: E eles não se posicionam contrário à manifestação? Respeitam também? T.: É, a gente fala muito sobre essa questão do respeito, sabe? Digo: “Olha, tu tem que respeitar a cultura do outro. A nossa é assim, então, se tu vai, vamos aprender a se comportar diante de outras pessoas, respeitando a cultura, porque nós sabemos

que nós não... [Se] eu vou viajar, eu tenho que aprender a lidar com a cultura do outro lá fora, não é só a minha que é importante, a outra também é. Então, a gente orienta que eles tenham respeito, que valorize, valorize a do outro, para que o outro também valorize a dele. E assim vai. (Entrevista concedida em 13.08.15).

Se há uma relação de respeito e de aceitação pelos que não são índios, ela foi construída em sala de aula, como fica evidente na citação acima. A essa relação de respeito advém à participação que os alunos não índios demonstram nos eventos elaborados na escola. Tal situação foi mencionada por preceptores em diversas entrevistas, como na ocasião em que as professoras Vt e S comentaram sobre a tomada de parte dos não índios nos eventos que envolviam a cultura Pitaguary e a preocupação daquelas com a “vergonha” que os índios sentiam em participar com a mesma ênfase dos seus colegas não índios.

Vt.: [...] Nós temos alunos aqui que não são indígenas e, às vezes, alguns, não digo todos, dão mais valor à nossa cultura do que os próprios indígenas, do mesmo jeito que a gente tem alunos indígenas que dão valor e ao mesmo tempo outros não dão. É uma guerra de conflitos que a gente tem que todo dia está travando nesses meninos. A. B.: Mas e aí? Os não índios entram e participam, e como é que fica essa relação com o que é índio? Vocês nunca chegaram a perguntar, não?

Vt.: A gente tem debates, debate isso na sala com eles, a gente mostra pra eles. Eu mesmo às vezes eu digo assim: “Olha pra vocês verem, fulano não é indígena e participa muito mais do que vocês que são índios, vocês é que deveriam tomar a frente, tomar essa iniciativa e não deixar uma pessoa que nem sequer é índia, eu não estou valorizando e nem estou dizendo que não se possa participar, mas isso aí tem que partir de vocês, não é do pessoal de fora”. A gente sempre joga isso pra eles que é para ver e daí já começa os pontinhos de interrogações aparecerem, mas eles dizem: “Mas tia, mas vamos fazer isso aqui dá próxima vez, pra que você assuma a frente, para que não fulano venha tomar a sua frente”.

S.: Mas nós temos alunos que fazem isso, que fazem esse trabalho junto com a gente, quando tem os eventos da escola, dentro do movimento indígena, dentro da comunidade, tem deles que são bem participativos. Dizem que se precisar é só chamar e se caracterizam também, é bem legal, mas são poucos, não são muitos não, são poucos que fazem isso. (Entrevista concedida em 15.05.15).

Não foi possível ser mensurado o fato de os alunos indígenas participarem em menor quantidade que os não índios nas noites culturais de que tive a oportunidade de participar, mas foi verificável a presença de estudantes de ambos os grupos, inclusive nas apresentações de danças junto com seus preceptores ou em performances realizadas por iniciativa somente dos alunos. A presença e a participação de Pitaguary e de não índios nas noites culturais demonstram a valorização que é dada a esse evento na escola e a sua menção surgiu nas colocações postas pelos discentes.

Várias das expressões exaltam os eventos como “interessante”, “importante” ou “espetacular”, demonstrando serem destes momentos que os estudantes gostam de tomar parte. Os comentários a respeito destes momentos de vivência da sua cultura através dos eventos da escola foram bastante comentados, como nos seguintes trechos: “Eu acho bom

[sic] as noites culturais no colégio Itá-Ara” (P.H., índio, aluno do sétimo ano, há seis anos na escola), “Eu gosto muito da minha cultura indígena” (F.F, índio, aluno do oitavo ano, estudando na escola desde a sua inauguração em 2009), “É muito legal participar das manifestações da escola, das noites culturais e outros eventos da escola” (F.V., aluna do oitavo ano, estudando na escola desde o ensino infantil), “Legais porque faz parte da cultura do povo Pitaguary” (V.K., índio, aluno do oitavo ano, estudando na escola desde o ensino infantil). Todas as colocações aprovavam as ocorrências dos eventos da etnia.

A essas considerações formuladas pelos discentes índios somavam-se as que davam a forma de gravidade dessas manifestações para o seu povo: “Eu acho espetacula [sic], porque é o direito deles, luta [sic] pelas suas terra [sic] e conquista [sic] os seus deveres” (T.F., aluna do oitavo ano, ingressa na escola em 2010), ou ainda: “É legal, com essas manifestações culturais indígenas tem melhorias para a escola e para quem estudar nela” (A. P., aluna do nono ano, estudante da escola desde a Casa de Apoio). As falas desses alunos revelam a preocupação que se deve ter com a continuidade das atividades culturais para assegurar seus direitos. Nas palavras das alunas selecionadas, não identifiquei nenhuma que fosse de descendente de liderança, o que poderia deixá-los mais familiarizados com os termos utilizados, o que facilitaria o emprego destes no momento da escrita.

Essas palavras também não esclarecem se os pais desses alunos estão em contato direto com a militância indígena, o que nos leva a conjecturar que a utilização desses termos deve ser o resultado do seu uso em outros locais. Como relatado por professores anteriormente, alguns pais estavam interessados apenas nos “benefícios” do governo e esse interesse exclusivo em ter uma relação de identificação com índios apenas quando os convém é considerado pelos profissionais da escola como uma conduta de pouca aproximação com a militância do movimento indígena.

Creio que as locuções citadas parágrafos acima, onde lemos os termos “luta”, “conquista”, “terra”, “melhorias para a escola”, sejam fruto direto das disciplinas ministradas pelos profissionais da Itá-Ara, que mesmo estando cerceados pelas metas da SEDUC, inserem em algum momento as histórias e as tradições da etnia na sala aula, mostrado no capítulo anterior, quando descrevi como ocorria a inserção de informações sobre a etnia nas disciplinas “regulares”, mais especificamente na disciplina de história, e também nas falas dos educadores coletadas e comentadas anteriormente neste capítulo, em que esses mesmos termos foram citados. Junto a esse ponto de inserção da cultura em aula, que coloca em questão a “luta” da etnia pelos seus direitos, advêm as danças elaboradas por professores e

alunos para a apresentação diante da comunidade, que prestigia a noite cultural e favorece o sentimento de pertencimento e de importância que os eventos trazem para a etnia.

Para os alunos que não são índios, os eventos culturais que ocorrem na aldeia e na Itá-Ara também são considerados como positivos. Na fala dos não índios, podemos destacar: “Eu gosto das manifestações indígenas, até porque eu não sou da cultura deles. Acho muito legais as manifestações. Não é igual às outras escolas” (T. F, estudante do nono ano, matriculada em 2013), “Eu acho legal as manifestações que acontece[sic] aqui. As pessoas que não são índios no final acabam gostando da cultura” (S.S., estudante do nono ano, ingressa na Itá-Ara em 2013), “Legal, mas no começo eu achava estranho, mais [sic] gostei” (I. B., aluna do sexto ano, desde 2011 na escola). Essa última frase revela o estranhamento que os alunos que não são da etnia sentem ao estudarem na Itá-Ara e entrarem em contato com outras atividades que não são habituais às escolas “normais”.

Esse gostar de participar dos movimentos culturais pelos alunos que não pertencem à etnia é, para mim, o seu posicionar-se diante do que a escola oferece como ensino, principalmente o diferenciado, favorecendo observar a qualidade do outro e daquilo que é diferente ao seu cotidiano, fazendo deste momento um local de alteridade. Os eventos transmitem para os discentes a importância dessas ocasiões de manifestação cultural e favorecem a compreensão sobre a etnia. Essa concepção sobre o índio, como já citado em várias passagens deste texto até o momento, ilustra como os alunos que não são índios e que estudam na escola indígena percebem a cultura dos Pitaguary. Destaco as que considerei que colaboraram de forma pertinente com essa condição:

É importante para conhecer outras culturas. (F. J., estudante do sétimo ano, ingresso em 2011 na Itá-Ara).

Acho muito legal, porque tem muitas coisas que eu não conhecia, exemplo: os rituais, as roupas e as comidas. (A. L, aluna do oitavo ano, matriculada na escola em 2012).

Eu acho legal as apresentações e porque os índios lutam pelo [sic] seus direitos, é [sic] também é legal as pinturas indígenas, é a sua cultura. (A.I., aluno do oitavo ano, ingresso na escola em 2013).

Acho que é enteressante [sic] as danças, as musicas [sic], é bom porque acaba com o preconceito. (M. E, oitavo ano, há dois anos na escola).

É importante porque a gente conhece outros costumes, coisas novas... (L. L., aluna do sétimo ano, matriculado em 2013).

Eu acho legal porque é a cultura deles, as danças, tudo mesmo, até os jogos indígenas. (M. R., aluno do nono ano, há dois anos na escola).

Acho que é uma forma de nos aproximarmos da cultura indígena. (A.I., estudante do nono ano, matriculado em 2015).

Eu acho legal porque são as culturas deles. Ninguém pode falar [sic] das culturas indígenas. (M.V., estudando no sétimo ano, matriculado em 2015).

Independente do ano em que estudam ou do tempo em que estão na escola, essas respostas indicam que há uma similaridade entre os alunos e que estes percebem os encontros culturais como uma maneira de colaborar com os sinais diferenciadores dos membros da etnia, por isso algumas respostas tratam sobre a música, a dança, a culinária, as roupas. Uma vez que esses alunos percebem a diversidade de uma forma tão diferente do que estão habituados a encontrar no cotidiano, fica mais fácil “acabar com o preconceito”, ou ao menos aproximar-se da cultura indígena, sensibilizando uma nova geração para essa questão. Essa parece ser uma perspectiva ideal colhida nos discursos dos alunos.

Para outros estudantes, fazer parte das ocorrências culturais proporcionadas pela escola os fazem se sentir em consonância com o que é ser Pitaguary, como nesta expressão de uma aluna do oitavo ano que considerei emblemática: “É muito legal a dança, as músicas[sic] indígenas, na hora eu me sinto como indígena” (J. Q., não índia, ingressa na escola em 2013). Essa sensação que o Toré proporciona em algumas pessoas ocorre também entre os índios, como na fala da professora S, que considera o Toré o momento mais forte de sua etnicidade:

S.: Eu via que aquilo ali [a escola] era uma coisa minha, era uma coisa assim que a gente às vezes não sabe nem explicar, André, é aquela coisa forte, uma sensação estranha que a gente tem, principalmente, quando é na hora do Toré, na hora do Toré é que a gente sente isso mesmo. Quando começam a bater o tambor, o barulho da maraca. Começa todo aquele ritual a gente sente aquela coisa assim na gente, eu sinto particularmente... Aí daquilo ali a gente sente: “Não, aquilo é meu! Isso aqui é uma coisa que já era minha há muito tempo, e que eu não sabia, mas eu vou abraçar isso!” (entrevista concedida em 15.05.15).

A dança do Toré é lembrada também por discentes índios e não índios em suas declarações. O ritmo cadenciado do tambor e as letras das músicas repetitivas proporcionou em mim um forte impacto quando assisti o Toré pela primeira vez. Os momentos que presenciei de Toré mais “forte”, para usar o termo da educadora S, ocorreram na festa da Mangueira Sagrada e na Primeira Conferência Nacional de Política Indigenista, citadas no capítulo anterior. O Toré como um instrumento de afirmação étnica imprime sua “força” também entre os alunos, como já citado anteriormente quando relatei a acolhida, em que há uma adesão significativa dos estudantes da Itá-Ara.

A importância do Toré nos eventos da Itá-Ara foi comentado, sendo inclusive indicado como algo a fortalecer a aldeia: “É muito bom porque tem música do Toré e umas

apresentações” (G. S., não índia, aluna do oitavo ano, desde 2013 na escola), “Eu acho muito interessante porque as crianças aprende[sic] de pequeno o Toré, que é um ritual muito forte, que fortifica a aldeia, e essas manifestações, ela ajuda a cultura não morrer (A. S., índia, aluna do oitavo ano, estudante da Itá-Ara desde o ensino infantil), “Tei [sic] o torre [sic], a daça [sic] do indígenas[sic], bate o tabo[sic] tei[sic] muita[sic] manifestações” (aluno C. E., não índio, estudante do sétimo ano, desde 2015 na escola), “O que eu mais gosto é [sic] as noites culturais e o Toré” (K. F., do sexto ano, ingresso na escola em 2014). Na consideração feita por esse aluno, quando se refere ao Toré, não fica claro se ele está se referindo ao Toré que é realizado na acolhida ou ao que é praticado também no dia da noite cultural. Presumo que por ter destacado essas duas ocasiões, ele deve estar se referindo às manifestações culturais que ocorrem em dias distintos.

Notando que há uma ampla aceitação entre os alunos do sexto ao nono ano sobre os eventos relacionados à etnia Pitaguary – nessa formatação de manifestação cultural como algo que “dá gosto” de ser praticado –, quis saber sobre como a etnia era percebida pelos alunos.