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5. Proglasiale innsjøsedimenter - resultat

5.6 Tolkning av BGP211

5.6.1 Generell tolkning av sedimentparameterne

Os parâmetros dos AG são grandezas que inĆuenciam muito no desempenho dos mes- mos. Os mais utilizados são: tamanho da população, o número de gerações, a proba- bilidade de cruzamento e a mutação. O número de parâmetros em um AG não é Ąxo, dependendo das escolhas especíĄcas de um dado projeto. No caso de a escolha do método de seleção ser o torneio é necessário informar também qual a quantidade ou percentagem de indivíduos que vão participar de cada torneio. Se a escolha for pelo método da roleta, não há a necessidade de se adicionar outro parâmetro (MICHALEWICZ, 1996).

3.3.6.1 Tamanho da população

O tamanho da população indica o número de indivíduos (cromossomos) em cada po- pulação e normalmente se mantém constante durante a evolução.

3.3.6.2 Número de gerações

Indica a quantidade de novas populações (novas gerações) que será gerada até que o algoritmo genético termine a execução.

Capítulo 3. Referencial teórico 43

3.3.6.3 Probabilidade de cruzamento

A probabilidade de cruzamento é uma grandeza percentual do número de indivíduos que realizam o cruzamento em relação ao número total de indivíduos escolhidos no pro- cesso de seleção.

3.3.6.4 Probabilidade de mutação

A probabilidade de mutação indica a quantidade de mutação em relação ao número total de indivíduos escolhidos no processo de seleção.

3.3.7 Algoritmos genéticos paralelos

Os Algoritmos Genéticos Paralelos (AGPs) são classiĄcados em 3 tipos básicos, sendo eles o modelo mestre escravo, o modelo granularidade Ąna também conhecido como modelo celular e o modelo granularidade grossa ou modelo de ilhas (LUQUE; ALBA, 2011). Além desses, existem modelos híbridos que são combinações desses modelos.

3.3.7.1 Modelo Mestre Escravo

O modelo Mestre Escravo (CHIPPERFIELD; FLEMING, 1996) apresentado na Figura 9 possui uma população única e global fornecendo a forma mais simples de paralelismo (SHENFIELD; FLEMING, 2014). Ela é controlada pelo processo mestre que a distribui para os escravos apenas a função de avaliar a aptidão dos indivíduos em paralelo. É muito comum essa implementação paralela de AGs por ser de fácil execuçução, pois a aptidão de um indivíduo não depende do restante da população. A comunicação ocorre somente nos momentos em que a população é enviada aos escravos e no retorno dos valores das aptidões calculadas ao mestre. Esse modelo é muito utilizado quando a função de avaliação da aptidão tem alto custo computacional, tornando o tempo de comunicação entre mestre e escravos insigniĄcante quando comparado com o tempo gasto na avaliação da aptidão (LUQUE; ALBA, 2011). Embora esse tipo de estratégia não explore todo o paralelismo inerente ao algoritmo evolucionário, melhorias substanciais no desempenho podem ser alcançadas.

Figura 9 Ű Paradigma de comunicação mestre escravo (CHIPPERFIELD; FLEMING,

3.3.7.2 Modelo de granularidade Ąna

O modelo de granularidade Ąna (LUQUE; ALBA, 2011) apresentado na Figura 10, possui população única e, espacialmente, estruturada formando um reticulado retangular de duas dimensões, em que existe um indivíduo por ponto do reticulado. Cada indivíduo está vinculado a um processador e a avaliação da aptidão dos indivíduos pode ser exe- cutada simultaneamente para todos eles. A seleção e o cruzamento são restritos a uma pequena vizinhança ao redor de cada indivíduo. As vizinhanças se sobrepõem e, even- tualmente, as características de um bom indivíduo podem se propagar pela população. Essa classe de AGPs também é chamada de modelo de difusão, porque a difusão de boas características através da população é análoga à difusão aleatória de partículas em alguns Ćuidos.

Figura 10 Ű Algoritmo evolucionário de granulação Ąna (LUQUE; ALBA, 2011).

3.3.7.3 Modelo de granularidade grossa

O modelo de granularidade grossa (LUQUE; ALBA, 2011) é apresentado na Figura 11. Esse modelo também é conhecido como modelo de Ilhas. Ele divide a população em subpopulações que executam em paralelo o algoritmo de um AG convencional com a adição opcional de rotinas que implementam a migração de indivíduos entre as populações locais (FOGARTY; HUANG, 1991). São modelos difíceis de se controlar devido a sua complexidade, pois cada um dos parâmetros a serem conĄgurados inĆuencia na eĄciência do algoritmo evolucionário. A divisão da população implica a deĄnição do número de subpopulações, o tamanho das subpopulações, a frequência da migração, o número de migrantes e destinação, os métodos de seleção dos migrantes e a forma como os que chegam são inseridos na população local. Esse modelo produz um grau de isolamento geográĄco na busca pela divisão da população acima em subpopulações e permite que cada uma

Capítulo 3. Referencial teórico 45

(a) Topologia de comunicação em anel. (b) Topologia de comunicação em estrela.

Figura 11 Ű Algoritmo evolucionário paralelo em ilhas (RIVERA, 2001).

evolua separadamente. Periodicamente, a migração ocorre para permitir um intercâmbio entre subpopulações (RIVERA, 2001). AGPs desse modelo também são conhecidos como Algoritmos Genéticos Distribuídos. A topologia da comunicação entre as subpopulações é parte da estratégia de migração dos AGPs e essa topologia é mapeada sobre alguma rede física (LUQUE; ALBA, 2011) podendo ser qualquer coisa, desde a topologia em anel mostrado na Figura 11a até uma topologia totalmente interligada em que a migração ocorra entre cada elemento da subpopulação, como mostrado na Figura 11b. Vários autores demonstraram que a utilização de múltiplas subpopulações interligadas por algum mecanismo de migração pode melhorar a convergência do algoritmo para uma variedade de problemas (GROSSO, 1985; STARKWEATHER; WHITLEY; MATHIAS, 1991).

Os valores para os parâmetros evolutivos aumentam a complexidade, pois cada parâ- metro inĆuencia na eĄciência do algoritmo e na qualidade da solução encontrada.

Frequência de migração: A troca de indivíduos entre subpopulações ocorre a inter-

valos de gerações deĄnidos ou com dada probabilidade para decidir a cada geração se a migração ocorre ou não.

Taxa de Migração: Esse parâmetro determina o número de indivíduos que participam

da migração. O valor desse parâmetro pode ser dado em valor absoluto ou em valor percentual do tamanho da população.

Seleção dos Migrantes: A forma como os indivíduos que emigram são selecionados

é deĄnida por esse parâmetro. Podem ser escolhidos os melhores ou a escolha pode ser aleatória.

Posicionamento dos Migrantes: Esse parâmetro deĄne como os indivíduos que mi-

gram são colocados na sua subpopulação de destino. Podem substituir os piores indivíduos ou os escolhidos de forma aleatória.

Figura 12 Ű Fluxograma para NSGA-II (DEB et al., 2002).

Topologia de Migração: Esse parâmetro deĄne a vizinhança de cada subpopulação,

ou seja, as sub-populações para as quais dada subpopulação pode enviar (ou receber) indivíduos. Cada subpopulação pode ter valores diferentes de parâmetros, caracterizando os chamados modelos heterogêneos.

3.3.8 Um algoritmo genético multiobjetivo rápido elitista: NSGA-