2. Introduction
2.3 Gene expression and promoters
Data: Veículo: Área de Coleta: Saída da Garagem: Km Início da Coleta: Km Fim da Coleta: Km Descarga no Lixão: Km 1a Viagem Saída do Lixão: Km Início da 2a Coleta: Km Fim da 2a Coleta: Km Descarga no Lixão: Km 2a Viagem Saída do Lixão: Km Início da 3a Coleta: Km Fim da 3a Coleta: Km Descarga no Lixão: Km 3a Viagem Saída do Lixão: Km Chegada na Garagem: Km Almoço Saída da Garagem: Km Início da 4a Coleta: Km Fim da 4a Coleta: Km Descarga no Lixão: Km 4a Viagem Saída do Lixão: Km
Final Retorno a Garagem: Km
i) Preenchimento da Base de Dados
Quanto aos campos que compunham a base de dados, optou-se por utilizar os propostos pela CALIPER (1996) para facilitar a utilização dos procedimentos a serem adotados no estudo de caso.
Os Quadros 6 e 7 identificam os campos a serem preenchidos na base de dados das camadas de pontos e linhas.
Quadro 6– Campo na base de dados do arquivo geográfico de pontos
Campo Tipo Função
ID Inteiro Número que identifica a
camada de pontos Fonte: CALIPER (1996)
Quadro 7 – Campos na base de dados do arquivo geográfico de linhas
Campo Tipo Função
ID Inteiro Número que identifica a
camada de linhas
Dir Inteiro Número que indica o sentido de fluxo da via
Nome Inteiro Utilizado para identificar a via no relatório de itinerário
Time [min] Real Tempo, em minutos,
necessário para o veículo atravessar cada via
Service Flag * Inteiro Número que identifica a via a ser atendida e o setor de coleta ao qual ela pertence Service Load Real Quantidade de resíduo a ser
coletado em cada via Depot Inteiro A identificação da garagem
O campo marcado com um asterisco (*) é representado na base de dados por um par de arquivos, indicando dados relevantes nas duas direções ao longo de cada via, denominados bidirecionais.
Deve-se preencher o campo referente ao sentido, no qual a via seria atravessada, assegurando que o serviço de coleta seria realizado em uma única passagem. Se o sentido adotado coincidir com a direção topológica, sentido no qual as coordenadas foram armazenadas, deve-se preencher somente o campo referente ao “Service AB” e, se o sentido adotado não coincidir com a direção topológica, deve-se preencher somente o campo “Service BA”.
Quanto ao sentido das vias, o número 0 (zero) na base de dados indica que a rua é de mão dupla, o número 1 (um) indica que o sentido de fluxo coincide com a direção topológica da via e o número -1 (menos um) indica que o sentido de fluxo é contrário à direção topológica da via. Essa informação foi inserida através da opção link direction. Nas vias de sentido único, o campo “Service AB” foi preenchido quando o valor da direção era igual a 1 e o campo “Service BA”, quando era igual a -1.
O campo que contém a informação referente à quantidade de resíduo a ser coletado em cada via foi formulado da seguinte maneira: por meio de uma planilha de dados dispunha-se de um valor de pesagem do resíduo gerado em cada setor. Em seguida, determinaram-se todas as vias de coleta, para cada setor, com seus respectivos comprimentos. Somando-se todos esses comprimentos de vias em cada setor, obteve-se o comprimento total em que o serviço de coleta é requerido. Dividindo-se o peso do resíduo gerado pelo comprimento total de coleta, obteve-se a relação quantidade de resíduo gerado por metro. Esse valor foi multiplicado por cada valor de comprimento de via, a fim de se conhecer a quantidade de resíduo gerado na mesma. Por último, este valor final foi armazenado no campo “Service Load”.
Para efeito de ilustração a Figura 18 apresenta parte da base de dados do arquivo geográfico de linhas.
Figura 18 – Base de dados do arquivo geográfico de linhas
Com a base de dados pronta, antes de executar a rotina, foi criada uma rede de transporte com base nas informações armazenadas. Completada esta etapa, partiu-se para a Rotina Arc Routing.
8.3.3 – A Rotina Arc Routing
No problema de roteirização em arco, pessoas ou veículos são despachados desde um ou mais depósitos para percorrer um conjunto de vias (links) a serem servidas. O resultado de um problema de roteirização em arco é um conjunto de uma ou mais rotas que cobrem todas as vias a serem servidas, com mínima quantidade de vias que não necessitem serem servidas. Todas as rotas iniciam e terminam na garagem (CALIPER, 1996).
Segundo Deluqui (1998) o TransCAD utiliza o método de programação linear para roteirização em arco. O algoritmo toma como solução inicial um número mínimo de nós a serem carregados, verificando se a solução pode ser melhorada. Quando consegue ligar o nó de origem ao de destino, utilizando-se o número mínimo possível de vias e minimizando o número de vias percorridas sem a realização do serviço, o algoritmo pára de carregar os nós.
• preparar um arquivo geográfico contendo as camadas de linha e nó (layers line e node);
• preparar os dados da rede viária (vias a serem servidas, número de passagens em cada uma, sentido da via, geração de resíduo);
• criar um arquivo de rede desde a camada de linha (layer line), incluindo todos os atributos relevantes:
- selecionar os nós ou intersecções que identifiquem a localização da garagem; - minimizar comprimento;
- serviço AB ou BA tendo em vista que somente um atributo pode ser escolhido, pois em se tratando de arquivo bidirecional, uma vez escolhido um atributo, a rota será traçada para o correspondente;
- código de serviço que corresponde ao número do setor; • exibir resultados:
- sistema de rota;
- relatório de itinerário (itinerary reports);
O TransCAD resolve o problema de roteirização em arco, exibe relatórios de saída de dados e o sistema de rota. A visualização da rota na tela não se apresenta de uma forma clara, sendo então, indispensável a consulta ao relatório de itinerário quando se desejar obter mais detalhes sobre a rota do veículo no setor de coleta.
Por último, a análise do uso de SIG na coleta de resíduos sólidos domiciliares em uma cidade de pequeno porte foi realizada por comparação entre as rotas simuladas e as praticadas atualmente pelo sistema estudado, em termos de distância e tempo de viagem.