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A ocorrência de uma ruptura de barragem resulta, assim numa onda de inundação e está directamente ligada à relação dos conceitos perigosidade e a vulnerabilidade.

O planeamento de emergência interno (a nível da barragem) e externo (a nível do vale a jusante) é o principal passo para mitigar o risco, é através dos métodos aplicados e da identificação dos meios e recursos que são necessários para garantir a concretização das fases consideradas de um plano de emergência que se consegue uma adequada gestão da emergência.

O risco pode ser mitigado investindo-se na prevenção, através de medidas estruturais e não estruturais, reduzindo a probabilidade de ocorrência de um acidente. As primeiras medidas dizem respeito à manutenção das barragens; deverão ser cumpridos os processos de vistoria das condições de segurança das mesmas, e de intervenções de manutenção e reforço das estruturas a conservar. As segundas medidas dizem respeito à detecção, em tempo útil, de ocorrências danosas. Para além da prevenção, pode-se reduzir o risco através da preparação; medidas de acção que permitam adequar actividades no sentido de assegurar uma resposta efectiva e actuar de forma eficaz, através de treino (nos agentes de protecção civil e também nas populações) permitindo assim que antes e durante um evento, os danos possam ser minimizados, promover a informação das populações através de acções de sensibilização, tendo em vista a sua preparação, implementando uma cultura de autoprotecção. Outra medida é a redução do grau de vulnerabilidade do vale a jusante, interditando a construção de edifícios a jusante das barragens, é importante não haver uma ocupação em áreas inundáveis; medidas a nível do comportamento de indivíduos, através de legislação e normas de ordenamento do território, neste caso é de salientar a importância dos mapas de inundação disponíveis a nível do município, estes mapas deverão ser considerados uma medida chave para o ordenamento do território, por forma a conhecer as áreas que apresentam riscos consideráveis. Deverão estes ser integrados nos Planos Directores Municipais (PDM), por forma a ser minimizado o risco socioeconómico desses espaços.

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho aborda um tema de elevada importância tanto a nível científico como a nível de apoio à decisão no que respeita a segurança nos vales a jusante de uma barragem.

No decurso do trabalho verificaram-se diversos problemas, nomeadamente ao nível de informação de base para a concretização dos objectivos propostos, destacando-se: a dificuldade na aquisição de dados, verificaram-se algumas limitações e entraves, relacionados com a aquisição de informação de elevada qualidade, devidamente georreferenciada e validada. A aquisição de dados necessários a uma visão clara dos problemas requer a cooperação entre as várias entidades responsáveis, pois a utilização de boas bases de dados é essencial à tomada de decisões. Para tal verificou-se que não existe consonância nos termos aplicados em cada plano abordado [onda de inundação/onda de cheia], ao analisar os PEI a empresa TETRAPLANO utiliza o primeiro e os elaborados pela EDP utiliza o segundo, além disso os dados disponibilizados por ambas as empresas não cumprem os mesmos critérios, dificultando assim a análise pretendida neste trabalho.

Apesar dos resultados obtidos, é importante ter em consideração que os mapas de perigosidade têm subjacente um factor de incerteza e, por isso, não são perfeitos, pelo que é necessário ter plena consciência disso mesmo.

A incerteza está associada ao facto de se lidar com um fenómeno imprevisível, mas também, com a precisão dos modelos cartográficos utilizados e até com os dados de origem ou ainda com a ausência de dados mais precisos. Os resultados apresentados são importantes para o ordenamento do território, já que contribuem para a melhoria do conhecimento das áreas problemáticas em termos de perigosidade e de elementos expostos. Desta forma, é possível estabelecer e propor restrições adequadas à construção ao longo da planície aluvial, considerando o grau de perigosidade associado a determinada área.

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http://mapas.ine.pt/download/index2011.phtml - Dados BGRI http://www.ionline.pt/269314 - Entrevista da EDP ao Jornal I

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ANEXOS

Figura 1 - Organigrama da ANPC

48

Figura 2 - Aspecto da ruptura da barragem dos Hospitais, Évora (Sá, 2007)

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Figura 4 - Sistematização dos tipos de ocorrências excepcionais e de circunstâncias anómalas (Viseu, 2008)

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Tabela 7 - Divisão administrativa na área do vale a jusante da barragem e tipologia de ocupação, extraído do PEI da Barragem de Cabril, 2012

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Informação BGRI

O INE, desde a preparação dos Censos de 1981, tem vindo a apostar na melhoria da base cartográfica censitária, modernizando os suportes e actualizando os respectivos conteúdos, como aconteceu em 2001 com a implementação do suporte digital, essencialmente orientado para apoiar o planeamento e a recolha dos dados.

A BGRI 2011 consiste num Sistema de Informação Geográfica (SIG) constituído por uma base digital com vários “layers” (camadas de informação geográfica), entre os quais o da Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), suportados nos ortofomapas do IGP (Instituto Geográfico Português), o que permite gerar um conjunto de suportes cartográficos contendo informação actualizada sobre a delimitação administrativa e estatística; ou seja, a divisão das freguesias em secções estatísticas de recenseamento e estas em subsecções estatísticas identificadoras de lugares ou partes de lugar (nas zonas rurais) e de quarteirões (nas zonas urbanas).

Este sistema de informação geográfica permite construir, a qualquer momento, representações territoriais de nível hierárquico superior por agregação de subsecções.

 População residente  População presente  Famílias

 Alojamentos  Edifícios

A subsecção estatística consiste na unidade territorial que identifica a mais pequena área homogénea de construção ou não, existente dentro da secção estatística. Corresponde ao quarteirão nas áreas urbanas, ao lugar ou parte do lugar nas áreas rurais ou a áreas residuais que podem ou não conter unidades estatísticas (isolados).

Constituindo a subsecção estatística uma área homogénea, foi aplicada uma ponderação aos valores das subsecções estatísticas que resultou do rácio entre a área da subsecção interceptada pela zona de estudo (correspondente à zona de inundação em caso de acidente mais desfavorável) e a área total da subsecção. Esta metodologia possibilita uma estimativa adequada das potenciais afectações humanas em caso de acidente.

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Quando ocorrer a ruptura da Barragem de Cabril verifica-se destruição em áreas agrícolas até a onda atingir a secção da Barragem da Bouça. O Plano de Emergência Interno da Barragem de Cabril assume um colapso da estrutura da Barragem da Bouça, destruindo a própria barragem, a central e a subestação, representativo no ponto 5.3.4 Análise da vulnerabilidade pelo número 1 e neste anexo pela figura 5. Regista-se também a destruição da ponte da Bouça representada pelo número 2. Outra infra-estrutura atingida será a Escola Primaria da Bouça, figura 7.

Figura 5 – Aproveitamento Hidroeléctrico da Barragem da Bouça

53

Figura 7 – Escola Primaria da Bouça

Quando ocorrer a ruptura do Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor podemos verificar que existe alguns elementos que serão afectados depois de identificados no ponto 5.3.4 Análise da vulnerabilidade.

Na figura 23 desse mesmo ponto o número 1 identifica a Capela de Nossa Senhora de Guia (figura 8) situada na povoação de Cabeça Boa.

54

Continuando a análise da figura 23, o ponto 2 corresponde a ponte sobre o Sabor (figura 9), junto à sua foz, que liga as povoações de Foz do Sabor e de Horta da Vilariça também ficará submersa com uma altura de água.

Algumas construções da povoação de Foz do Sabor, das quais se destacam as áreas de lazer na praia fluvial da Foz do Sabor identificada pelo ponto 3 e pela fotografia da figura 10.

Figura 9 – Ponte sobre o Rio Sabor

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Tabela 8 – Elementos expostos e Perigosidade Hidrodinâmica Barragem de Cabril

Referênci a Descrição Cota Velocidad e máxima (m/s) Altura máxima de submergênci a Perigosidade Hidrodinâmica

ZZ63RL Praia fluvial em Beco 139,1 3,3 8,4 24

ZZ64P

Ponte sobre a Ribeira de Água

em Alta 132,2 3,3 15,3 43

ZZ66Via EM1062 140,6 3,3 6,8 19

ZZ67Via

Caminho municipal de acesso a

Jorro 125,8 3,3 21,7 61

ZZ69RL Cais fluvial em Dornes 112,4 3,3 35,1 98

ZZ71EH Café-Bar "Casa da Inveja" 131,4 3,3 16,1 45

ZZ72ER Cemitério de Dornes 142,1 3,3 5,4 15

ZZ73ER/PATIgreja de Dornes 140,5 3,3 6,9 19

ZZ74ER/PATTorre de Dornes 140,5 3,3 6,9 19

ZZ75EC Café "Arte Factos" 131,2 3,3 16,3 46

ZZ76EP Junta de Freguesia de Dornes 130,1 3,3 17,4 49

ZZ77EP

Associação de

Desenvolvimento Florestal 129,3 3,3 18,2 51

ZZ78EC

Imobiliária "Real Estate Médio

Tejo" 128,5 3,3 19 53

ZZ79EH Associação Casario Ribatejano 124,5 3,3 22,9 64

ZZ80Inf Estação Elevatória de Dornes 124,8 3,3 22,7 64

ZZ81RL Cais fluvial em Dornes 111,6 3,3 0

ZZ82EH

Café/Restaurante em Fonte de

Cima 143,8 3,3 35,9 101

ZZ83P

Ponte sobre a ribeira de S. Guilherme na localidade de Cabeço de Medo 138,7 3,3 3,7 10 ZZ84RL Parque de Merendas em Dornes 136,0 3,3 8,7 24 ZZ85Via EM521 141,3 3,3 11,5 32 ZZ86P

Ponte sobre a ribeira de S.

Guilherme junto à EM521 132,7 3,3 6,1 17

ZZ87Inf ETAR de Dornes 128,9 3,3 14,8 41

ZZ88Ed

Casa isolada em Cabeço de

Medo 140,3 3,3 18,6 52

ZZ89Via EM521 139,8 3,3 7,2 20

ZZ91Inf Lagar em São Guilherme 140,3 3,3 7,2 20

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Tabela 9 – Elementos expostos e Perigosidade Hidrodinâmica Barragem de Cabril

Referênci a Descrição Cota Velocidad e máxima (m/s) Altura máxima de submergênci a Perigosidade Hidrodinâmica

ZZ1P/Pat Ponte do Cabril (Ponte

Filipina) 180,9 15,5 69,0 1035

ZZ2P Ponte sobre o rio Zezere (IC8) 318,2 15,5 0

ZZ3Via EN350 Sobreiro 228,8 19,0 10,0 185

ZZ4P Ponte sobre a ribeira da Pêra 230,1 19,0 8,7 161

ZZ7Inf Barragem de Bouçã 140,9 9,1 72,6 624

ZZ8Inf

Aproveitamento Hidroeléctrico da Barragem de Bouçã

138,6 12,1 57,1 662

ZZ9P Ponte sobre a ribeira da Bouçã 138,0 10,5 58,4 584

ZZ11Via EM515 154,1 10,5 42,3 423

ZZ12P Ponte EM515 139,7 10,5 56,7 567

ZZ14P Ponte de Bouçã 138,5 12,1 56,7 658

ZZ15Via EN237 140,4 12,1 54,8 636

ZZ17EP Escola Primária de Bouçã 192,7 12,1 2,5 29

ZZ18EC Estação dos Correios de Bouçã 131,6 12,1 63,7 739

ZZ20EP

Casa do Pessoal Dr. Simões de

Almeida em Bouçã 168,9 12,1 26,3 305 ZZ21RL Campo de Jogos da Hidroeléctrica de Bouçã 168,8 12,1 26,4 306 ZZ22RL Piscina da Hidroeléctrica de Bouçã 170,2 12,1 25,0 290

ZZ24EC Adega da Aldeia de Almegue 161,8 5,6 3,5 18

ZZ25EC Adega da Fonte 164,2 5,6 1,1 6

ZZ27EH

Restaurante/Snack Bar "O

Barqueiro" 124,9 6,1 36,8 206

ZZ28RL

Clube Náutico de Figueiró dos

Vinhos 116,9 6,1 44,8 251

ZZ29EH

Restaurante/Snack Bar "O

Baião" 153,0 6,4 7,8 46

ZZ30ER Igreja Foz de Alge 153,9 6,4 7,0 41

ZZ31RL

Parque de campismo de Foz de

Alge 135,8 6,4 25,1 148

ZZ43Via EM1146 159,0 10,9

ZZ45P Ponte sobre o rio do Carriçal 132,9 6 23,8 131

AL3Via EM1146 130,9 2,9 30,4 73

AL4P

Ponte entre a Foz do Alge e a

Cova da Eira 125,8 2,9 35,5 85

AL5RL

Pista de pesca desportiva do

Poeiro 121,9 2,2 39,7 67

AL6P Ponte do Poeiro 125,3 2,2 36,4 62

ZZ33Via

Caminho Municipal em Cabeço

Gordo 137,7 5,3 22,5 108

ZZ40Via EM1116 142,4 5,3 17,7 85

ZZ42P Ponte EM1116 139,9 5,3 20,3 97

ZZ46Via EM1146 junto a Valbom 131,7 9,8 21,9 204

ZZ48Via EM1116 127,6 5,4 27,6 135

ZZ51Via EM1116 138,0 7,6 16 114

ZZ57Via EM1117 140,6 2,9 14,4 35

ZZ58Via

EM1146 junto à localidade de

Casalinho de Santana 138,8 2,9 16,2 39

ZZ60RL

Praia fluvial em Casalinho de

Santana 124,1 2,9 30,9 74

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Tabela 10 – Elementos expostos e Perigosidade Hidrodinâmica do Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor

DRj 008 Via EM 623 (235m) 106,5 3,8 30,55 100,815

DRj 009 Inf Captação 106,17 3,8 30,88 101,904

DRj 010 Via Via Municipal VM 3 (2351m) 106,5 3,8 30,55 100,815

DRj 011 Inf Captação 113,86 3,8 23,19 76,527 DRj 012 RL Cais flutuante 106,91 2,7 30,77 67,694 DRj 013 RL Cais flutuante 106,56 2,7 30,22 66,484 DRj 014 Via EN 324 (386m) 108,89 2,7 27,89 61,358 DRj 015 RL Cais flutuante 108,89 2,7 27,89 61,358 DRj 016 Inf Captação 108,04 3,8 29,01 95,733

DRj 017 EH Restaurante Bago D´Ouro 125,9 3,8 11,15 36,795

DRj 018 ER Capela de Santo António 127,61 3,8 9,44 31,152

DRj 019 Inf Posto de transformação 127,61 3,8 9,44 31,152

DRj 020 Inf Posto de transformação 127,52 2,7 9,26 20,372

DRj 021 Via EM 1143 (134m) 109 2,7 27,78 61,116

DRj 022 El Armazém da Quinta do Lobazim 113,26 2,7 23,52 51,744

DRj 023 Inf Captação 105,74 2,7 31,04 68,288

DRj 024 inf Captação 105,44 2,7 31,34 68,948

DRj 025 P Ponte (Via Municipal VM 3) 107,61 2,7 29,17 64,174

DRj 026 Inf Captação 106,9 2,7 29,88 65,736

DRj 027 El Quinta dos Ingleses 120 2,7 16,78 36,916

MR 001 RL Cais flutuante 107,65 2,7 29,13 64,086

MR 002 P

Ponte ferroviária da Linha do

Douro 126,31 2,7 10,47 23,034

MR 003 EH Restaurante Preguiça 125,69 2,7 11,09 24,398

SB 002 EI Estufas 110,98 2,4 36,73 69,787

SB 003 Via EM 623-2 (626M) 118,76 2,5 28,94 57,88

SB 004 Inf Posto de transformação 122,83 1,7 24,87 29,844

SB 005 Via IP2 (15682m) 117,37 2,4 30,27 57,513

SB 006 EC Venda de hortícolas 108,37 2,4 39,27 74,613

SB 007 Via EM 622 (2153m) 109,88 2,4 37,75 71,725

SB 008 Inf Posto de transformação 119,88 3,1 27,7 72,02

SB 009 Via EN 220 (363m) 119,31 3,1 28,27 73,502

SB 010 Via Acesso IP2 a EM 622 (50m) 114,87 3,1 32,91 85,566

SB 011 EH Café "Nova Foz" (encerrado) 121,83 3,1 25,74 66,924

SB 012 ER Capela da Nossa Senhora da Guia 144,44 3,1 3,11 8,086

Referência Descrição Cota Velocidade

máxima (m/s) Altura máxima de submergência (m) Perigosidade Hidrodinâmica

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Tabela 11 - Continuação da tabela 10 - Elementos expostos e Perigosidade Hidrodinâmica do Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor

SB 013 Inf Captação 108,52 2,9 38,94 93,456 SB 014 Via EM 623-1 (735m) 108,37 2,9 39,09 93,816 SB 015 P Ponte (EM 623-1) 108,37 2,9 39,09 93,816 SB 016 P Ponte (EM 623-1) 109,07 2,9 38,39 92,136 SB 017 EC Estabelecimento comercial de vinho e azeite 121,95 2,7 25,34 55,748

SB 018 EH Café Beira Rio 120,42 2,7 26,87 59,114

SB 019 Loc Localidade de Foz do Sabor 119,3 2,9 28,16 67,584

SB 020 EH

Bar da praia fluvial de Foz do

Sabor 107,89 2,9 39,57 94,968

SB 021 Inf

Parque de estacionamneto da

praia fluvial de Foz do Sabor 106,68 2,9 40,78 97,872

SB 022 RL

Parque de merendas da praia

fluvial de Foz do Sabor 107,37 2,9 40,09 96,216

SB 023 RL

Parque infantil da praia fluvial de

Foz do Sabor 106,94 2,9 40,52 97,248

SB 024 RL Praia fluvial de Foz do Sabor 105,87 2,9 41,59 99,816

SB 025 Inf Captação 106 2,9 41,46 99,504

VL 011 EI Quinta da Granja 129,25 1,3 18,48 33,264

VL 012 Inf Barragem da Quinta do Carvalhal 117,98 1,3 29,75 53,55 VL 013 Bg Barragem da Quinta do Carvalhal 131,44 1,3 16,28 29,304

CV 001 Via Caminho municipal (4540m) 111,74 2 35,94 53,91

CV 002 P Ponte (caminho municipal) 111,74 2 35,94 53,91

CV 003 EI Quinta de Vila Maior 127,51 2 20,17 30,255

CV 004 Inf Posto de transformação 112,84 2,4 34,81 66,139

CV 005 Inf Posto de transformação 126,2 2,4 21,46 40,774

CV 006 Bg Barragem da Quinta de Vila Maior 124,12 2,4 23,54 44,726 CV 007 Inf Barragem da Quinta de Vila Maior 114,98 2,4 32,67 62,073

DRm 001 Inf ETAR da Quinta do Vale Meão 144 1,3 3,66 2,928

DRm 002 Inf Captação da Quinta do Vale Meão 107,72 1,3 39,94 31,952

DRm 003 EI Quinta do Reguengo 129,02 1,1 18,65 11,19

DRm 004 ER Igreja Senhora da Veiga 149,94 1,1 2,27 1,362

DRm 006 Via

Acesso a Igreja da Nossa Senhora

da Veiga (441m) 123,48 1,1 24,19 14,514

DRm 007 Inf Posto de transformação 128,2 1,1 19,47 11,682

DRm 008 Loc Localidade de Cortes da Veiga 125,65 1,1 22,02 13,212

DRm 009 ER Capela 125,91 1,5 21,77 21,77

DRm 010 EH Bar no Parque de merendas 114,82 1,5 32,85 32,85

DRm 011 Via Acesso ao Parque de merendas 114,82 1,5 32,85 32,85

DRm 012 RL Parque de merendas 108,06 1,5 39,61 39,61

DRm 013 RL

Zona de recreio e lazer no parque

59

Tabela 12 - Continuação da tabela 10 - Elementos expostos e Perigosidade Hidrodinâmica do Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor

DRm 014 RL Praia fluvial do Pocinho 105,39 1,5 42,28 42,28

DRm 015 EI Adega 139,5 1,5 8,17 8,17

DRm 016 Inf Captação 109,11 1,2 38,57 26,999

DRm 017 EP

Escola encerrada (Futura Casa

Mortuária) 144,16 1,2 3,52 2,464

DRm 018 Inf Posto de transformação 137,46 1,2 10,22 7,154

DRm 019 Inf Estação ferroviária do Pocinho 137,32 1,2 10,36 7,252 Drm 020 RL

Associação Cultural Desportiva e

Recreativa do Pocinho 143,02 1,2 4,66 3,262

DRm 021 EI Silos da Cimenteira Secil 137,32 1,2 10,36 7,252

DRm 022 EH Restaurante o Gaveto 143,99 1,2 3,69 2,583

DRm 023 Inf Captação 109,07 1,2 38,61 27,027

DRm 024 EI Indústria de extracção de óleos 118,49 1,2 29,19 20,433

DRm 025 Via Linha do Sabor (306m) 143,4 1,2 4,28 2,996

DRm 026 EI Posto de Manutenção da CP 137,32 1,2 10,36 7,252

DRm 027 Inf Posto de Transformação 118,34 1,2 29,34 20,538

DRm 028 P

Ponte ferroviária da Linha do

Sabor ( desactivada) 143,4 1,2 9,48 6,636

DRm 029 Loc Localidade do Pocinho 118,34 1,2 2,64 1,848

DRm 030 Via IP2 (1505m) 138,19 2 25,22 37,83

DRm 031 EP

Centro de Alto Rendimento de

remo 145,03 2 42,97 64,455

DRm 032 Inf ETAR na localidade do Pocinho 122,45 2 11,83 17,745

DRm 033 Inf Captação 104,7 2 10,92 16,38

DRm 034 EI Armazém de adubos e aditivos 135,84 2 9,09 13,635

DRm 035 Inf Subestação da Barragem do Pocinho 136,75 2 18,03 27,045 DRm 036 Bg Barragem do Pocinho ( Coroamento) 138,92 2 16,28 24,42 DRm 037 Inf Captação 129,96 2 20 30

DRm 038 EI Adega da Quinta Daniel 131,74 2 20,75 31,125

DRm 039 Inf Captação 128,01 2 20 30

DRm 040 RL Cais ( Pontos de amarração) 126,93 2 20,75 31,125

DRm 041 RL Cais flutuante (IPTM) 126,18 2 21,83 32,745

DRm 042 RL Cais flutuante (IPTM) 126,17 2 21,84 32,76

DRm 043 Inf Posto de Transformação 135,13 2 12,88 19,32

DRm 044 RL Cais (IPTM) 126,07 2 21,94 32,91

DRm 045 Inf Captação 125,69 2 22,32 33,48

DRm 046 Inf Posto de Transformação 133,18 2 14,83 22,245

DRm 047 RL Cais flutuante 125,71 2 22,3 33,45

60

Tabela 13 - Continuação da tabela 10 - Elementos expostos e Perigosidade Hidrodinâmica do Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor

DRm 049 Inf Captação 127,4 2,5 20,62 41,24

DRM 050 Via Caminho municipal (2854m) 129,42 2,5 16,61 33,22

DRm 051 Inf Captação 126,97 2,5 21,09 42,18

DRm 052 Inf Posto de Transformação 147,19 2,5 0,87 1,74

RA 001 Inf Captação 132 2,5 16,06 32,12

RA 002 Inf Captação 124,93 2,5 23,13 46,26

RA 003 Inf Captação 127 2,5 21,06 42,12

RA 004 Inf Captação 127,52 2,5 20,54 41,08

RA 005 Via Caminho rural (197m) 131,89 2,7 16,21 35,662

RA006 P Ponte (caminho rural) 131,89 2,7 16,21 35,662

VV 001 Inf ETAR na localidade do Pocinho 121,09 1,5 26,58 26,58

VV 002 EP Cemitério do Pocinho 122,2 1,5 25,47 25,47

VV 003 Via

Acesso ao cemitério e praia

fluvial do Pocinho (425m) 120,46 1,5 27,21 27,21

VV 004 P Ponte 121,9 1,5 25,77 25,77

VV 005 Via

Rua Nossa senhora de Veiga

(905m) 122,52 1,5 25,15 25,15

VV 006 Via EM 614 (1857m) 122,52 1,5 25,15 25,15

VV 007 P Ponte (Linha do Douro) 137,05 1,5 10,62 10,62

VV 008 Via Linha do Douro (8035m) 137,05 1,5 10,62 10,62

VV 009 Via Rua da Estação -EM 614 (1087m) 123,2 1,5 24,47 24,47

VV 010 P Ponte (EN 614) 123,26 1,5 24,41 24,41

VV 011 Inf Posto de transformação 125,87 1,5 21,81 21,81

VV 012 Inf IP2 (1089m) 135,01 1,5 12,66 12,66

VV 013 Inf Posto de Transformação 147,42 1,5 0,26 0,26

DRj 001 RL

Parque de campismo informal em

Foz do Sabor 106,35 2,9 41,11 98,664

DRj 002 RL Cais flutuante em Foz do Sabor 106,1 2,7 41,19 90,618 DRj 003 Inf

Grua de embarcações em Foz do

Sabor 106,37 2,7 40,92 90,024

DRJ 004 RL Cais flutuante em Foz do Sabor 106,05 2,7 41,24 90,728 DRj 005 P

Ponte ferroviária da Linha do