4.1 P LANPERSPEKTIVET : E R PLANVERKET UTFORMET FOR Å KUNNE STØTTE POLITIET ?
4.1.2 FSK: Planverk for nasjonal krisehåndtering
O estudo foi realizado em uma instituição de ensino privado, situada na Zona Leste – Vila Talarico, na Capital de São Paulo. Esta escola foi escolhida por motivos pragmáticos, quais sejam, por ser o local onde o pesquisador realiza suas atividades docentes, e ainda, por apresentar condições necessárias para desenvolver as atividades, visto o acolhimento da direção, coordenação e alunos.
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A Escola é de fácil acesso e apresenta seu corpo discente formado por filhos de civis e militares (principalmente por filhos de militares), de perfil socioeconômico heterogêneo. É uma das oito unidades de ensino mantidas por uma associação sem fins econômicos, de caráter beneficente, filantrópico e educativo, cujo Estatuto encontra-se registrado desde 08 de maio de 2006 sob nº. 85.765.
Esta unidade iniciou suas atividades em 31.01.2000, oferecendo formação nos níveis dos ensinos Fundamental e Médio, autorizada pela Portaria da Diretoria Regional de Ensino – Leste 4, publicada no D.O.E. de 29.01.00. Posteriormente passou também a oferecer o curso de Educação Infantil, autorizado pela portaria da Diretoria Regional – leste 4, publicada no D.O.E. 116 de 23.11.2006.
A unidade escolar é estruturada por setores e atividades, apresentando uma Diretora designada, três Coordenadoras Pedagógicas (Educação Infantil ao quarto ano do Ensino Fundamental, do quinto ao oitavo ano do Ensino Fundamental e, nono ano do Ensino Fundamental e, primeiro, segundo e terceiro ano do Ensino Médio), Seção de Orientação Psicológica e de Inclusão, Corpo Docente, Serviço de Apoio Técnico-Pedagógico, Serviço administrativo e de Apoio Escolar (Almoxarifado, Secretaria Escolar, Caixa, Nutrição, Administração Predial e Manutenção Geral, Portaria, Zeladoria e Atendimento ao Público).
Além disso, seu regimento apresenta, ainda, Grêmio Estudantil (vinculado à coordenação de Ensino e Psicologia) e um Conselho Representativo de Alunos – CRA, formado por dois alunos de cada sala de aula eleitos semestralmente pelos componentes (alunos) da turma.
Do ponto de vista de infraestrutura, a escola oferece 25 salas de aulas, Biblioteca, Laboratório de Ciências/Biologia/Física/Química, Laboratório de Informática, Enfermaria, 3 Quadras de Esportes, Piscina Semiolímpica, Cantina, além de Bazar e Armarinhos e, do ponto de vista do alunado, no ano de 2009 a escola tem 1486 alunos matriculados, sendo 790 no período matutino e 696 no período vespertino.
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3.1.2
–O
SS
UJEITOS DEN
OSSAP
ESQUISANossos sujeitos de pesquisa foram estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental da escola descrita na seção anterior. As classes foram escolhidas ao acaso e realizado com todos os alunos de cada uma delas. Para termos maior controle na realização dos procedimentos que nortearam nossa pesquisa, escolhemos duas turmas das quais lecionávamos.
A escola tem 121 estudantes que cursam o 8º ano escolar, distribuídos em três turmas, sendo duas turmas no período da manhã, que juntas somam 82 estudantes, e uma turma à tarde, com 39 estudantes. Com o objetivo de minimizar o efeito da presença do pesquisador no desenvolvimento do estudo, optamos por realizar a sequência de ensino apenas nas turmas em que já atuávamos como professor de Matemática. Dessa forma, o pesquisador não seria alguém estranho aos estudantes. Por esse motivo optamos por trabalhar com as duas turmas (A e B) do período da manhã, o que significa dizer que iniciamos a pesquisa com 82 sujeitos.
Os alunos foram identificados por fichas e trabalharam em duplas. No “8º A” escolha dos elementos das duplas ficou a cargo dos próprios estudantes, enquanto que no “8º B”, a disposição das duplas obedeceu à ordem numérica, pois no primeiro encontro realizado na sala de ARTES, os estudantes já dispostos nesta condição acharam melhor permanecerem como já estavam organizados. Embora tenhamos trabalhado, ao longo da aplicação da sequência, com todos os estudantes que estivessem presentes em sala de aula, para efeito da pesquisa, foram computados apenas aqueles que estiveram presentes em todos os encontros. Por essa razão tivemos a perda de seis sujeitos, o que significa dizer que nosso estudo teve 70 sujeitos participantes.
3.2
–O
DESENHODAINTERVENÇÃODEENSINO
Essa intervenção foi delineada a partir de uma adaptação da atividade “os passeios aleatórios da Mônica”, proposta por Cazorla e Santana (2006), visando o ensino de Probabilidade e Estatística, tanto para professores das séries iniciais do Ensino Fundamental (Licenciados em Pedagogia), quanto para professores das séries finais do Ensino Fundamental e, ainda, do Ensino Médio
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(Licenciados em Matemática). Essas autoras, inspiradas no trabalho de Fernandez e Fernandez (1999) voltado para o ensino da distribuição Binomial a alunos do Ensino Superior, propõem que a atividade seja desenvolvida em cursos de formação de professores em serviço.
A atividade foi escolhida pelo fato de envolver probabilidade de forma lúdica e porque o conteúdo matemático nela trabalhado parece ser de grande dificuldade para a compreensão dos estudantes. Do nosso ponto de vista, tal atividade permite que o trabalho seja realizado de forma crescente, sem necessitar que os estudantes apresentem conhecimentos prévios sobre o assunto.
É necessário enfatizar que esta atividade foi aplicada inicialmente por Fernandez e Fernandez (1999) com alunos do Ensino Superior. Já com algumas alterações e com um roteiro de tarefas, Cazorla e Santana (2006) o aplicaram posteriormente com pedagogos. Tal atividade voltou a sofrer adaptações nossa para que pudéssemos trabalhar com estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental. Essas adaptações serão apresentadas durante a descrição das atividades.
As atividades foram desenvolvidas em cinco etapas mantendo a proposta de Cazorla e Santana (ibid.), a saber: Etapa I: Apresentação da estória (contexto); Etapa II: Experimentação Aleatória; Etapa III: Modelagem matemática; Etapa IV: Construção da árvore de possibilidades; e Etapa V: Comparação das duas formas de atribuir probabilidades.
Essas etapas foram distribuídas em dez fichas de atividades (Anexo 1) a serem respondidas em dupla e a sua aplicação ocorreu em cinco encontros que, juntos, totalizaram seis horas/aulas. Na seção a seguir descreveremos, resumidamente do que tratou cada um dos encontros.