7 APPENDIX I - METHODOLOGY: ASSESSMENT OF NORWEGIAN MARKET SHARES IN
7.3.2 Floating offshore wind
Os laboratórios de informática são parte fundamental da infraestrutura tecnológica das escolas, presentes em 93% delas. Nestas, 78% possuem somente uma sala como laboratório de informática, em três escolas são duas salas e apenas uma escola possui quatro salas. A média é de 37 computadores nos laboratórios de informática por escola, sendo que variam de um mínimo de 05 e um máximo de 8414 e em cinco escolas a quantidade que mais se repete (moda estatística) são 30 computadores.
O sistema operacional Linux Educacional é utilizado em 54% dos laboratórios, o sistema Microsoft Windows em 15% e em 23% das escolas foi utilizada a estratégia de divisão do laboratório com um grupo de computadores que operam com o sistema Linux e outro com o sistema Windows. Outras escolas os informantes não souberam dizer qual é o sistema operacional no laboratório.
Em 81% dos laboratórios de informática os computadores são conectados em rede interna e administrados por um computador-servidor. Encontramos em 27% dos laboratórios um programa de controle das atividades desenvolvidas em tempo real em cada máquina. É possibilitado em virtude da rede interna entre os computadores conectados ao computador-servidor utilizado pelo monitor ou professor. Todavia, não é em todas as
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A escola que possui o maior número de salas com laboratórios de informática e maior número de computadores funciona com o Ensino Médio Integrado ao ensino profissionalizante de informática. Essas quatro salas que ela possui, não integra o número total de laboratórios, uma vez que possui outros laboratórios/oficinas com computadores, mas somente estas quatro foram consideradas por possuírem as características de um laboratório de informática comum, disponibilizado pelo MEC.
escolas que têm esse programa "vigia" que ele é utilizado, muitos relatam apenas que existe, mas não sabem operá-lo. Ao contrário de duas escolas que usam sistemas sofisticados em que o funcionário pode além de monitorar o uso, interromper a atividade de uma máquina a partir da sua.
Apesar do laboratório de informática ser comum a quase todas as escolas e solicitar gerenciamento semelhante, o seu funcionamento é desigual, pois das 25 escolas que possuem laboratório, em 40% esses espaços estão desativados porque não possuíam nenhum funcionário para trabalhar dando suporte à sala. Esses espaços são pouco utilizados pelos professores para realizar algum projeto/aula na sala e definitivamente proibido o acesso aos estudantes sem a presença de um monitor ou professor.
Apenas em 36% das 25 escolas que possuem laboratório de informática o espaço funciona plenamente garantindo o acesso dos estudantes em todos os turnos de funcionamento. Verificamos que 54% das 26 escolas com o turno matutino possuem um funcionário para o laboratório de informática. Assim como 48% das 27 escolas com turno de aulas no vespertino e 33% das 21 que atendem no noturno. Nesse sentido, escolas com Ensino Médio EJA são mais afetadas pela falta de funcionários nos laboratórios, principalmente porque o noturno é o turno que aparece com o maior número de ausência de monitores no laboratório de informática e que é o onde mais há oferta da modalidade de ensino.
Observamos nas escolas que possuem funcionários trabalhando no interior dos laboratórios três grupos de servidores compostos pelo tipo de trabalho que desenvolvem. O primeiro grupo atua no laboratório como monitores, mas também em todo o espaço escolar com soluções em tecnologia informática, sendo "braços direito" da direção na tomada de decisões nessa área. A infraestrutura dos laboratórios que esse grupo trabalha são as que apresentaram as melhores condições para uso, tais como maior número de máquinas funcionando, rede interligando computadores e computador-servidor, maior velocidade da Internet para compartilhamento no local, entre outras.
O segundo grupo trabalha dando maior suporte ao pedagógico que desenvolvendo trabalhos mais técnicos. Auxiliam com sistemas operacionais e outros softwares, também no desenvolvimento de projetos pedagógicos que dependam do laboratório e dão instruções de manuseio de ferramentas e recursos digitais a professores e alunos. Já o terceiro grupo é maior e composto por aqueles professores que trabalham mais como
monitores do espaço, ligando e desligando os computadores, passando anti-vírus e coordenando os usos.
Os laboratórios de informática funcionam com regras dirigidas aos professores e aos estudantes. É solicitado aos professores um comportamento prévio de agendar a data, o horário e a(s) turma(s) que vai(vão) usar o laboratório; fazer um planejamento da aula e apresentar o plano ao monitor do laboratório ou à direção/coordenação. No transcorrer da aula é solicitado que os professores permaneçam em sala, não deixando a turma a sós ou transferir a responsabilidade para o monitor.
Nas escolas que não possuem funcionário no laboratório de informática a responsabilidade pelo espaço é atribuição do professor. Então, recomenda-se que ele vistorie a sala antes e depois do uso; passe anti-vírus e recomende o mesmo para os alunos quando usar pen drive; se responsabilize pelos equipamentos e pela sala, abrindo e entregando a chave.
As regras para os alunos se organizam em torno de preocupações sobre determinados temas: 1) O uso ideal da Internet e do computador voltado para atividades de pesquisa escolar e coibindo ou não estimulando o acesso a redes sociais, a conteúdos eróticos, sexuais, de apologia à violência e criminalidade e aos jogos; 2) sobre procedimentos de uso ideal do espaço, tais como não consumir ou entrar com alimentos no interior do laboratório, evitar algazarra, manter e conservar bem os equipamentos, não salvar arquivos nos computadores, usar em turno contrário ou quando em aula vaga, apresentar carteirinha para controle de entrada e saída; 3) prevenção a contravenções: não entrar com mochilas, não matar aula na sala, apresentar-se com carteirinha ou autorização de uso pela direção ou o professor do horário, não entrar e usar a sala sem que haja um funcionário ou professor na sala. Estas são algumas estratégias que coíbem ou dificultam os furtos, a depredação do patrimônio e o uso inapropriado do espaço.