SEGONA PART. LES ADAPTACIONS DELS DOS PRIMERS VOLUMS DE LA SAGA HARRY POTTER TRADUÏTS AL CATALÀ
2.3 ORTOTIPOGRAFIA I FONÈTICA
2.4.1 Substantius .1 Ajut i ajuda .1 Ajut i ajuda
2.4.1.9 Faena, feina, tasca i treball
Em 2005, o Brasil contava com 39 254 equipamentos de diagnóstico por ima- gem, dentre os selecionados para esse estudo, com uma variação de 20%, em relação ao ano de 1999, mais acentuada no último triênio (Tabela 1). O Raio X representa 45% do conjunto desses equipamentos. Essa variação, entretanto, é diferenciada entre os tipos de equipamentos, sendo os que mais variaram nesse período: ressonân- cia magnética (93%), mamógrafo com comando simples (71%), ultrassom doppler colorido (58%) e Raio X para hemodinâmica (51%). O crescimento dos Raio X fi cou abaixo da média (9%), assim como o dos ultrassons ecógrafos (6%), o que pode estar representando que os equipamentos mais simples, embora em número maior, têm um crescimento menor vis-à-vis os mais complexos (Tabela 1).
1999 2002 2005 2005/1999 2002/1999 2002/2005
Total 32 789 35 386 39 254 19,7 7,9 10,9
Mamógrafo com comando
simples 1 490 1 888 2 542 70,6 26,7 34,6
Mamógrafo com estereotaxia 575 610 703 22,3 6,1 15,2
Raio X 16 289 17 606 17 686 8,6 8,1 0,5
Raio X para densitometria óssea 780 932 1 034 32,6 19,5 10,9
Raio X para hemodinâmica, 355 451 537 51,3 27,0 19,1
Ressonância magnética 285 433 549 92,6 51,9 26,8
Tomógrafo computadorizado 1 515 1 617 1 961 29,4 6,7 21,3
Ultrassom doppler colorido 3 921 4 638 6 185 57,7 18,3 33,4
Ultrassom ecógrafo 7 579 7 211 8 057 6,3 (-) 4,9 11,7
Fonte: IBGE, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1999/2005.
Tabela 1 - Número de equipamentos de diagnóstico por imagem selecionados e variação no período, segundo o tipo de equipamento - Brasil - 1999/2005
Tipo de equipamento
Número de equipamentos de diagnóstico por imagem selecionados
Total Variação no período (%)
Essa tendência de crescimento ocorre para todos os equipamentos. A única exceção observada se deu nos ultrassons ecógrafos em 2002. Esse fato pode estar associado a mudanças no método da pesquisa, que, a partir de 2002, passou a identifi car melhor os serviços terceirizados.
Em termos de tendência temporal, o Raio X, embora apresente crescimento no número de equipamentos, encontra-se em claro declínio dessas proporções, do início para o fi m do período, consignando uma variação menor que a observada nos outros equipamentos (Gráfi co 1).
______________________________________________Indicadores Sociodemográfi cos e de Saúde no Brasil 2009
2005 2002 1999 2005/1999 2002/1999 2002/2005
Público 9 085 7 379 5 717 58,9 29,1 23,1
Privado 30 169 28 007 27 072 11,4 3,5 7,7
Fonte: IBGE, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1999/2005.
Tabela 2 - Número de equipamentos de diagnóstico por imagem selecionados
Tipo de prestador
Número de equipamentos de diagnóstico por imagem selecionados
Total Variação no período (%)
e variação no período, segundo o tipo de prestador - Brasil - 1999/2005
2002 2005
1999
Fonte: IBGE, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1999/2005.
Gráfico 1 - Número de equipamentos de diagnóstico por imagem selecionados Brasil - 1999/2005 0 2 000 4 000 6 000 8 000 10 000 12 000 14 000 16 000 18 000 20 000 R aio X para densitometria óssea
Mamógrafo com comando simples Mamógrafo com
estereotaxia R aio X R aio X para hemodinâmica R essonância magnética Tomógrafo
computadorizado Ultrassom doppler
colorido
Ultrassom ecógrafo
Quanto à esfera administrativa onde esses processos ocorrem, observa-se uma variação maior na pública em relação à esfera privada, no período inteiro de análise e nos diferentes triênios, sendo mais acentuada no último (Tabela 2). Há que se considerar o papel do Projeto Reforço à Reorganização do Sistema Único de Saú- de - REFORSUS que, em 2001, respondia por 20% de todos os investimentos realizados
pelo Ministério da Saúde na rede SUS, e outros projetos, como o de reequipamento hospitalar, implantado em 2000. De acordo com Soares (2007), eles se concentraram na média e na alta complexidade, benefi ciando, o REFORSUS, cerca de 1 000 hospitais
e utilizando empréstimos externos. Nessas condições, se enquadram muitos dos equipamentos de diagnóstico por imagem em estudo.
Total Percentual (%) Total Percentual (%) Total Percentual (%) Total 27 072 11 445 42,3 28 007 9 865 35,2 30 159 10 547 35,0 Mamógrafo com comando simples 1 398 535 38,3 1 700 522 30,7 2 189 700 32,0 Mamógrafo com estereotaxia 523 169 32,3 530 135 25,5 584 171 29,3 RX 12 302 6 638 54,0 13 061 5 907 45,2 12 645 5 856 46,3 Raio X para densitometria óssea 748 201 26,9 883 167 18,9 970 207 21,3 Raio X para hemodinâmica 285 165 57,9 376 172 45,7 441 189 42,9 Ressonância magnética 266 99 37,2 400 99 24,8 500 133 26,6 Tomógrafo computadorizado 1 375 618 44,9 1 424 538 37,8 1 697 638 37,6 Ultrassom doppler colorido 3 681 890 24,2 4 046 752 18,6 5 329 1 015 19,0 Ultrassom ecógrafo 6 494 2 130 32,8 5 587 1 573 28,2 5 804 1 638 28,2 Disponíveis ao SUS Tipo de equipamento Total Total Total
Fonte: IBGE, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1999/2005.
Tabela 3 - Número de equipamentos privados de diagnóstico
2005 2002
1999
por imagem selecionados, por disponibilidade ao SUS, segundo o tipo de equipamento - Brasil - 1999/2005
Número de equipamentos privados de diagnóstico por imagem selecionados
Disponíveis ao SUS Disponíveis ao SUS
Essa tendência expansiva ocorre para todos os equipamentos. A única redução observada se deu nos ultrassons ecógrafos privados, fato que pode estar associado às mudanças no método da AMS, anteriomente assinaladas.
Os comportamentos mais divergentes entre os setores público e privado ocorreram em duas direções. Num primeiro caso, onde o crescimento do número de equipamentos no período foi maior para o setor privado, se encontra o Raio X para hemodinâmica. O caso contrário, mais frequente, onde o crescimento do setor público foi maior, apresentou diferença mais acentuada na variação obser- vada para os seguintes equipamentos: tomógrafo computadorizado, Raio X para densitometria óssea e ultrassons ecógrafos. Coincidem, público e privado, com alta variação, no caso dos aparelhos de ressonância magnética, ultrassom doppler colorido e mamógrafos com comando simples.
Quanto à disponibilização dos equipamentos privados ao SUS, observa-se uma redução, de 1999 para 2002, da proporção de equipamentos disponíveis, passando de 42% para 35%, e estabilização, desde então, em 35%. As reduções mais significativas ocorreram no Raio X para hemodinâmica e na ressonância magnética, enquanto as menos significativas, nos Raio X (Tabela 3). Somando-se às observações anteriores, pode-se inferir uma ampliação preferencial do setor privado, no triênio 2002/2005, na hemodinâmica sem relação com o SUS e na ressonância magnética. Contrasta-se o Raio X, de crescimento privado estagnado e cuja redução da oferta ao SUS se deu de 1999 a 2005, porém em menor inten- sidade do que nos demais casos.
______________________________________________Indicadores Sociodemográfi cos e de Saúde no Brasil 2009
Quanto ao tempo de fabricação dos equipamentos, verifi ca-se que de 50% a 60% dos aparelhos de ultrassom doppler colorido e de 44% a 51% dos aparelhos de ressonância magnética têm menos que cinco anos, ao contrário dos de Raio X, com 22% a 26% dos aparelhos mais novos. Os demais fi cam em posição intermediária entre esses extremos.