• No results found

Er marginalkostnaden beregnet rett i oppgaven?

In document Leveringskjeden for korn (sider 47-51)

5. Hvordan fungerer dagens incentiver for å fremme en koordinert forsyningskjede?44

5.2.3 Er marginalkostnaden beregnet rett i oppgaven?

Conforme discutido previamente neste trabalho, as concentrações de lodo afluente à planta piloto UCT modificada eram baixas se comparadas com os resultados obtidos por autores internacionais. Pode-se inferir que a caracterização do lodo tenha sido definida como lodo misto pelo fato de que as concentrações de fósforo envolvidas neste processo tenham sido relativamente baixas.

Durante fase 1 de experimentação foi obtido na média uma fração volátil do lodo (saída do sistema) de 0,84 e de 0,74 para a fase 2. VAN HAANDEL (1999) sugere que a fração volátil de um lodo poli-P seja 0,6. Os valores obtidos se aproximam de valores convencionais para lodos ativados sem presença de poli-p. Sugere-se que a concentração de fósforo na entrada possa influenciar a presença preferencial de poli-P e sua concentração no liquor biológico do sistema.

VAIOPOULOU et al(2007) sugerem que lodos que possuam uma predominância de organismos poli-P possam ter problemas de sedimentabilidade de lodo. Estes autores em seus experimentos obtiveram um índice volumétrico de lodo (IVL) entre 226 mL/g a 231 mL/g para um sistema similar ao utilizado neste trabalho. A Tabela 39 apresenta os resultados para IVL obtidos durante a fase 1 de experimentação deste trabalho e na Tabela 40 para a fase 2 de experimentação.

137

Tabela 39 - índice Volumétrico de Lodo (mL/g) planta UCT Modificado para a fase 1 de experimentação

Fonte: Autor

Tabela 40 - Resultados de IVL (mL/g) para a fase 2 de experimentação

Fonte: Autor

138

Tabela 41 - Estatística Básica descritiva para IVL para a fase 1 de experimentação

Fonte: Autor

Tabela 42 - Estatística Básica Descritiva para a fase 2 de experimentação

Fonte: Autor

: � � çã = � � çã (157A)

: � � çã ≠ � � çã (157B)

Valor de T Graus de liberdade Valor P

4,94 21 <0,0001

Neste caso deve-se rejeitar H0 e considerar que houve diferença estatisticamente significante no IVL ao longo das etapas de experimentação, sendo que na etapa 2 a sedimentabilidade foi maior.

Ou seja, Pode-se observar que o lodo da etapa 2 de experimentação tem uma melhor sdeimentabilidade do que o lodo da etapa 1. Adicionalmente comparando com os resultados obtidos por outros autores, o IVL do presente trabalho se mostrou muito menor do que as referências da literatura.

De acordo com METCALF & EDDY (2002), o IVL de um sistema de lodos ativados convencional deve ficar entre 90 e 150 mL/g, sendo que caso encontre-se valores abaixo de 90 mL/L há uma boa sedimentabilidade do lodo.

No entanto, avaliando-se o IVL da etapa 1 de experimentação com os resultados apresentados por VAIOPOULOU et al (2007) de 230 mL/g pode-se observar que ao se

139

executar um teste de hipóteses o valor T é de -7,95 e desta forma pode-se afirmar que o IVL da etapa 1 de experimentação é menor do que 230 mL/g, de modo a se inferir que em termos de sedimentabilidade este lodo se aproxima de lodos ativados convencional com lodo heterotrófico.

Este arraste de lodo no efluente final influenciou de maneira significativa os resultados da planta piloto UCT Modificada. Deve-se levar em conta inicialmente que não ocorreram problemas crônicos de sedimentabilidade do lodo. Considerando-se que a concentração de sólidos no tanque de aeração na etapa 1 de experimentação foi de 3361 mg/L para etapa 1 e 2603 mg/L para etapa 2. Sendo o volume desta câmara de 700 L aproximadamente a massa de lodo nesta câmara era de 2,35 toneladas e 1,82 toneladas para etapa 1 e 2 respectivamente.

Visto que a idade do lodo teórica é de 10 dias, havia um descarte de 100L aproximadamente por dia ou 0,36 toneladas e 0,23 toneladas por dia para etapa 1 e 2 respectivamente. Considerando o arraste de sólidos no efluente final de 74 e 51 mg/L (respectivamente) e uma vazão de 1,5 L/min, estima-se uma perda de sólidos extra no efluente de 0,16 e 0,11 toneladas paras as etapas de experimentação. Considerando-se este fato, a real idade do lodo na planta piloto foi de 6,02 dias para a etapa 1 de experimentação e 5,35 dias para etapa 2 de experimentação. Pode-se considerar que este fator é o real motivo pelo qual houve este elevado arraste de sólidos no decantador secundário.

Em termos de fósforo solúvel, pode-se observar que o efluente final sempre apresentou baixas concentrações, em torno de 0,2 mg/L.

Pode-se observar que dos cerca de 2,1 mg/L de fósforo total no efluente final, 1,8 mg/L refere-se a matéria particulada e apenas 0,2 mg/L refere-se a fósforo dissolvido. Comparando-se este resultado com os valores sugeridos por VAIOPOULOU et al (2007) para o efluente final de um sistema UCT modificado de 0,2 mg/L pode-se notar que os resultados da planta piloto estudada estão próximos aos resultados de outros autores estudados.

Já SCHLEGEL (1992) e KAYSER et al (1992) obtiveram concentrações de fósforo no efluente final de 1,8 mg/L e 2,8 mg/L respectivamente. Deve-se levar em conta que estes dois autores obtiveram um afluente à planta com concentrações acima de 10 mg/L.

140

Estes resultados são próximos aos valores obtidos para o fósforo total da planta piloto estudada.

Deve-se levar em conta que muitos dos autores utilizados como base para este estudo utilizaram efluentes sintéticos, sendo que o presente estudo utilizou esgoto doméstico, o que pode influenciar a comparação dos resultados. BRDJANOVIC et al (2000) obtiveram para uma estação em larga escala valores de 0,6 mg/L de fósforo no efluente e VAN VELDHUIZEN et al (1999) 1,8 mg/L para uma outra estação em larga escala. Desta forma, pode-se sugerir que a procedência do esgoto pode ter uma grande influência no resultado final obtido para o fósforo no efluente.

In document Leveringskjeden for korn (sider 47-51)