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El poder dels grups paramilitars: Falange i Milícies Ciutadanes

PRÁTICAS”

Coordenação- Rute F. Meneses- FCHS-Universidade Fernando Pessoa

Nas últimas décadas, a qualidade de vida (QDV) tem ocupado um lugar de destaque na investigação realizada em contextos de saúde e doença, principalmente no âmbito da doença crónica. Todavia, os esforços ao nível da sua promoção são ainda escassos. Paralelamente, há um volume considerável de investigações sobre variáveis psicossociais modificáveis, incluindo a eficaz intervenção nas mesmas, sendo algumas destas variáveis correlatos/preditores da QDV de doentes (crónicos). Neste contexto, o presente simpósio propõe-se apresentar dados sobre a QDV de indivíduos com diversas situações clínicas (acufenos, seguimento em Psicologia e/ou Ginecologia, epilepsia, esclerose múltipla), incluindo a identificação de correlatos modificáveis desta e, consequentemente, algumas propostas ao nível da promoção da QDV e/ou da intervenção nos seus correlatos (p.e., ansiedade dentária, stress, sobrecarga, informação insuficiente). Tendo em consideração o modelo biopsicossocial, os dados recolhidos e as propostas apresentadas não se limitam aos doentes, englobando os seus cuidadores.

Rute Flávia Meneses Mondim Pereira FCHS-Universidade Fernando Pessoa

Endereço para correspondência: FCHS-Universidade Fernando Pessoa / Praça 9 de Abril,349 / 4249-004 Porto 967075837

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EFEITOSDAAUTO-EFICÁCIANAQUALIDADEDEVIDADEINDIVIDUOSCOM

ACUFENOS

Vasco de Oliveira 1,2,3, Rute F. Meneses 3, & Nuno Trigueiros-Cunha 4

1Consulta de ORL – Hospital Militar (D. Pedro V), Porto; 2ESTSP – Instituto Politécnico do

Porto; 3FCHS – Universidade Fernando Pessoa, Porto; 4Consulta ORL - Hospital Pedro Hispano (Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE)

Tendo-se verificado que a qualidade de vida (QDV) relatada por Portugueses com acufenos era inferior à da população geral em todas as dimensões do SF-36v2 (Oliveira, 2007; Oliveira & Meneses, 2008, 2009), torna-se pertinente desenvolver instrumentos específicos de QDV para este grupo e identificar os seus correlatos. Ainda que o Tinnitus Handicap Inventory (THI) tenha sido originalmente proposto como forma de quantificar a gravidade dos acufenos (McCombe et al., 2001), face ao conteúdo dos seus itens e à sua correlação com o SF-36v2, pode-se defender a utilização do THI para avaliar a QDV de indivíduos com acufenos (Oliveira & Meneses, 2008a). Quanto aos correlatos da QDV, não tendo sido identificado nenhum estudo sobre a relação entre auto-eficácia e QDV em indivíduos com acufenos, esta foi identificada noutras amostras (p.e., Cunningham, Lockwood, & Cunningham, 1991; Robinson- Smith, Johnston, & Allen, 2000). Adicionalmente, é clara a relevância da auto-eficácia no caso de indivíduos com acufenos, sendo um indicador de eficácia de uma intervenção a estes destinada (Rief, Weise, Kley, & Martin 2005).

Assim, com o objectivo de analisar a relação entre auto-eficácia percebida e QDV, administrou-se, numa amostra de indivíduos com queixas de acufenos, a Escala de Auto- eficácia Geral (Pais-Ribeiro, 2007) e a versão portuguesa do THI (Oliveira & Meneses, 2008b), verificando-se uma correlação de Pearson estatisticamente significativa (p<0,01), mas relativamente fraca (r=-0,24).

Estes valores apoiam, todavia, uma aposta na melhoria da auto-eficácia e estudos que procurem identificar melhores correlatos (e preditores) da QDV destes indivíduos (p.e., entre variáveis sócio-demográficas, clínicas e psicossociais).

António Vasco Antunes Neves de Oliveira Hospital Militar Regional D. Pedro V

Rua D. António Meireles, 35 - 4250/055 PORTO 968089522

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SATISFAÇÃO SEXUAL E QUALIDADE DE VIDA DA MULHER NO CLIMATÉRIO Inês Sousa & Rute F. Meneses

FCHS-Universidade Fernando Pessoa, Porto

A investigação tem demonstrado que a qualidade de vida (QDV) é influenciada por um conjunto alargado de variáveis psicossociais. Paralelamente, a prática clínica mostra que a satisfação sexual (SS) é um tema particularmente relevante nas mulheres de meia-idade. Sendo ainda insuficiente o investimento teórico e empírico sobre a relação entre SS e QDV (cf. Daker-White & Donovan, 2002; Sousa & Meneses, 2012), a clínica e a investigação sugerem que os profissionais de saúde devem promover intervenções sobre sexualidade de modo a melhorá-la e, consequentemente, a QDV das mulheres (Penhollow, Young, & Denny, 2009). O principal objetivo da presente investigação foi analisar a relação entre a QDV e a SS em mulheres no climatério.

A amostra deste estudo é constituída por 100 senhoras entre os 40 e os 64 anos, que compareceram às Consultas de Psicologia e Consultas Externas de Ginecologia do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, E.P.E. e que responderam a um Questionário Sociodemográfico e Clínico, ao World Health Organization Quality of Life – versão abreviada (WHOQOL-Bref) e ao Inventário de Satisfação Sexual de Golombok Rust.

Verificou-se que quanto melhor a QDV maior a SS das mulheres no climatério. As mulheres mais velhas, sem parceiro, com menor escolaridade, na pós-menopausa e/ou a tomar medicação poderiam beneficiar mais de intervenção ao nível da SS e eventualmente da QDV. A revisão da literatura efetuada sugere que o tema não é ainda muito estudado por investigadores e clínicos, o que limita a intervenção biopsicossocial a este nível.

Palavras-chave: Mulheres; Hospital; Qualidade de vida; Promoção da saúde Inês Margarida Nogueira de Sousa

Universidade Fernando Pessoa

Largo Nuno Alvares nº18, 4580-170 Paredes 914318860

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OPTIMISMO E QUALIDADE DE VIDA EM DUAS DOENÇAS CRÓNICAS NEUROLÓGICAS

Rute F. Meneses 1, José Pais-Ribeiro 2, Luísa Pedro 3, Isabel Silva 1, Helena Cardoso 4, Denisa Mendonça 5, Estela Vilhena 6, Ana Martins 7, & António Martins da Silva 4 1FCHS-Universidade Fernando Pessoa; 2FPCE-Universidade do Porto; 3ESTES-Lisboa; 4Hospital Sto. António e ICBAS-Universidade do Porto; 5ICBAS-Universidade do Porto; 6Instituto Politécnico do Cávado e Ave, ICBAS e ISPUP-Universidade do Porto; 7 Hospital Sto.

António

(O presente estudo foi desenvolvido com apoio da Bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia PTDC/PSI/71635/2006)

Ao longo dos últimos anos, muitos estudos têm tentado identificar correlatos e preditores da qualidade de vida (QDV) de doentes crónicos, de modo a propor alvos de intervenção que se saldem num aumento da QDV destes doentes. Com o Movimento da Psicologia Positiva, algumas variáveis tornaram-se particularmente populares, como é o caso do optimismo. Neste

contexto, o objectivo do presente estudo é explorar a relação entre QDV e optimismo em indivíduos com doença neurológica crónica: epilepsia ou esclerose múltipla.

Foram avaliados 79 indivíduos com epilepsia (idade: M=36,10, DP=11,09; diagnóstico (anos): M=19, 72, DP=11,50; 59,5% do sexo feminino) e 100 indivíduos com esclerose múltipla (idade: M=35,70, DP=6,57; diagnóstico: M=8,24, DP=5,28; 65%do sexo feminino) recorrendo a um Questionário Sócio-demográfico e Clínico, ao SF-36 v1 e ao LOT-R.

Verificaram-se correlações lineares estatisticamente significativas entre os indicadores de QDV e de optimismo nos dois grupos. Nos indivíduos com epilepsia, o optimismo correlacionou-se com a Saúde Mental, Funcionamento Social, Vitalidade, Dor Corporal (r(79)=0,27, p≤0,02) e Saúde Geral (r(79)=0,44, p≤0,0001), não se correlacionando com o Desempenho Emocional, Desempenho Físico e Funcionamento Físico. Nos indivíduos com esclerose múltipla, o optimismo correlacionou-se com a Saúde Mental (r(100)=0,65, p≤0,0001), Funcionamento Social, Vitalidade, Desempenho Emocional (r(100)=0,33, p≤0,001) e Saúde Geral, não se correlacionando com a Dor Corporal, o Desempenho Físico e o Funcionamento Físico.

Os presentes resultados sugerem que a promoção do optimismo em indivíduos com diferentes características clínicas pode resultar em consequências ligeiramente diferentes ao nível da sua QDV.

Palavras-chave: Doentes Crónicos; Hospital; Qualidade de Vida; Promoção da Saúde Rute Flávia Meneses Mondim Pereira

FCHS-Universidade Fernando Pessoa Praça 9 de Abril,349 / 4249-004 Porto 967075837

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PREDITORESDAQUALIDADEDEVIDANAEPILEPSIA

Vânia Linhares 1, Rute F. Meneses 1, José Pais-Ribeiro 2, Isabel Silva 1, Luísa Pedro 3, Estela Vilhena 4, Denisa Mendonça 5, Helena Cardoso 6, Ana Martins 7, & António

Martins da Silva 6

1FCHS – Universidade Fernando Pessoa, Porto; 2FPCE – Universidade do Porto; 3 ESTeS de

Lisboa; 4Instituto Politécnico do Cávado e Ave, ICBAS e ISPUP-Universidade do Porto; 5ICBAS – Universidade do Porto; 6Hospital Sto. António e ICBAS-Universidade do Porto;

7Hospital Sto. António

(O presente estudo foi desenvolvido com apoio da Bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia PTDC/PSI/71635/2006)

A epilepsia é uma das patologias neurológicas mais comuns em todo o mundo, com repercussões importantes na Qualidade de Vida (QDV) dos indivíduos. O objetivo do tratamento ultrapassa a remissão total das crises epiléticas, sendo também prioritário a melhoria da QDV do indivíduo com epilepsia. A QDV tem vindo a ser associada a alguns fatores modificáveis, importantes para a sua promoção. Assim, pretende-se com o presente estudo identificar se a Adesão à Terapêutica, as Estratégias de Coping e a Espiritualidade são preditores da QDV de indivíduos com epilepsia.

O SF-36 v1.0, a Medida de Adesão aos Tratamentos, o COPE-R e a Escala de Avaliação de Espiritualidade em Contextos de Saúde foram administrados a 94 indivíduos com diagnóstico de epilepsia entre quatro e 49 anos (M=21,26; DP=10,96). A relação entre as variáveis foi analisada através do modelo de regressão múltipla.

Os resultados revelam que a Adesão à Terapêutica e a Esperança/Otimismo predizem positivamente a QDV. Já as Estratégias de Coping: Desinvestimento Comportamental, Expressão de Sentimentos e Religião predizem-na negativamente.

Estes resultados são importantes para os profissionais de saúde, na medida em que a identificação de preditores modificáveis da QDV sugere pistas para intervenções que promovam a QDV de indivíduos com epilepsia.

Palavras-chave: Doentes crónicos; Hospital; Qualidade de vida; Promoção da Saúde Vânia Alexandra Linhares Costa

Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – Universidade Fernando Pessoa Praça 9 de Abril,349 / 4249-004 Porto

966458410

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MEDICINA DENTÁRIA E PSICOLOGIA: DAS CAUSAS DA ANSIEDADE DENTÁRIA À SUA DIMINUIÇÃO

Luís Silva Castro & Rute F. Meneses

FCHS-Universidade Fernando Pessoa

A inadequada consideração das características pessoais dos doentes por parte dos profissionais de Saúde Oral provoca muitas vezes consequências biopsicossociais. Exemplo disso é a aproximação da consulta de medicina dentária. A ansiedade aumenta, refletindo-se, p.e., em alterações comportamentais aparentemente inexplicáveis, lipotimias, hipersudoreses, hipoventilação, taquicardias, entre outros.

A dor, muitas vezes experimentada em consultas anteriores, é recordada, criando uma “barreira psicológica” para que se inicie um correto atendimento odontológico. Este facto justifica o não agendamento atempado de consultas dentárias e, consequentemente, acarreta mais problemas orais, que se traduzem em mais dor, em mais medo e maior ansiedade aquando das visitas ao Médico Dentista.

O medo de tratamentos “dolorosos” e da eventual sensibilidade dentária pós o referido tratamento, a falta de poder económico, a utilização de instrumentos que podem parecer agressivos, a linguagem técnica usada, raramente desmistificada, são alguns dos vários fatores indicados como eventuais impeditivos para a visita regular ao Médico Dentista.

Novas técnicas de comunicação entre o Médico Dentista e o doente, atividades profiláticas diferentes, um atendimento mais diferenciado em função da faixa etária, uma especial atenção às capacidades cognitivas e comportamentais dos doentes contribuem para uma diminuição da ansiedade no consultório do dentista. I.e., um comportamento centrado no doente leva a melhores resultados.

Neste contexto, o objetivo da presente comunicação é sistematizar causas, consequências e intervenções possíveis no âmbito da ansiedade dentária, explorando relações entre Psicologia e Medicina Dentária.

Palavras-chave: Adultos; Clínica de Medicina Dentária; Psicologia e Especialidades Médicas/Clínicas; Promoção da Saúde

Luís Vasco de Oliveira da Silva de Loureiro e Castro Universidade Fernando Pessoa

Praça 9 de Abril, 349 / 4249-004 Porto [email protected]

ESTRESSE E SOBRECARGA EM CUIDADORES DE PACIENTES ETILISTAS Eliane Tiemi Miyazaki, Juliana A. Setino, Samantha P. Gonçalves, Isabela G. Forte,

Patricia S. Fucuta, & Maria Cristina Miyazaki

Hospital de Base/FUNFARMEe Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/FAMERP Avaliar estresse, sobrecarga e aspectos psicossociais de cuidadores informais de pacientes etilistas atendidos no Ambulatório de Gastro-Hepatologia do Hospital de Base de São José do Rio Preto.

Métodos: estudo transversal, com 50 cuidadores de pacientes alcoolistas, que responderam individualmente Questionário para cuidadores, Inventário de Sintomas de Stress de Lipp e Escala de Sobrecarga para Cuidadores.

Resultados: Os cuidadores foram principalmente mulheres (n=46) e esposas (n=28), que relataram impacto negativo do cuidar sobre a relação com familiares (n=15), perda de privacidade (n=23) e problemas de concentração (n=25). As principais dificuldades foram lidar com o comportamento do paciente. A média de sobrecarga foi 28 e 20 cuidadores estavam na fase de resistência do estresse e 9 na fase de exaustão.

Conclusões: Cuidadores foram principalmente mulheres, esposas, com sobrecarga e sintomas de estresse. Há necessidade de programas de atenção aos cuidadores de pacientes etilistas. Palavras-chave: Adultos; Hospital; Psicologia e Especialidades Médicas/Clínicas; Promoção da Saúde

E. Tiemi Miyazaki

Hospital de Base/FUNFARME

Lab. Psicologia e Saúde da FAMERP. Av. Brigadeiro Faria Lima, 5416. 15090-000 São José do Rio Preto, SP, Brasil

32015842

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TRANSPLANTE DE FÍGADO: ORIENTAÇÕES PARA PACIENTES E FAMILIARES Helen Felicio, Paulo Arroyo, William Duca, Rita Silva, Renato Silva, Eliane Tiemi

Miyazaki & Maria Cristina Myazaki

Hospital de Base/FUNFARME e Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto Transplante de fígado é um processo complexo que requer atendimento interdisciplinar e participação intensa do paciente e cuidador. Objetivos: a) identificar informações consideradas relevantes sobre o transplante na perspectiva de pacientes, familiares e profissionais; b) elaborar manual de orientações para pacientes e familiares.Casuística e Método: estudo descritivo, realizado na Unidade de Transplante de Fígado e Intestino Delgado do Hospital de Base de São José do Rio Preto, SP, Brasil. Participaram 50 pacientes em lista de espera e 50 familiares (cuidadores), 50 transplantados e 24 profissionais da equipe interdisciplinar da Unidade. Foram realizadas entrevistas estruturadas compacientes e familiares e os profissionais responderama questionários. Resultados: Pacientes eram principalmente do sexo masculino (n=71), média de idade 47,52 (dp: 11,7) para transplantados e 48,02 (dp:10,29) para pacientes em lista.Cuidadores e profissionais eramprincipalmente do sexo feminino. Transplantados consideraram como insuficientes (p 0,032) informações sobre a doença, exames, fila de espera, protocolo, pré e pós-operatório, medicação e complicações e seguimento ambulatorial. Pacientes em lista consideraram insuficientes (p 0,032) informações sobre a doença, tratamento, cirurgia, pré, intra e pós-operatórioe acompanhamento. Cuidadores consideraram insuficientes (p 0,032) informações sobre a doença, exames, alimentação, tratamento, fila de espera, qualidade de vida, internações, protocolo, pré, intra e pós-operatório, medicação, rejeição e complicações, retransplante, alta e seguimento ambulatorial. Profissionais enfatizaram questões relacionadas às especialidades. Conclusões: Embora informações sejam fornecidas por todos os profissionais, pacientes e cuidadores percebem insuficiência de informações sobre o processo. Um manual contendo as orientações foi elaborado com base nos dados obtidos.

Palavras-chave: Adultos; Hospital; Avaliação das Necessidades; Tratamento de Doenças Helen Catharine Camarero de Felicio

Instituição: Hospital de Base, FUNFARME/FAMERP

Endereço para correspondência: Prof Nelson Ibrain Bento Lutaif, nº120 Tarraf I CEP: 15091-550 São José do Rio Preto, SP

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SIMPÓSIO: “PSICOLOGIA E SAÚDE: ALGUMAS QUESTÕES PARA