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Eksegese av vers 19

4. Eksegese av 1 Pet 2,18-25

4.5. Eksegese av vers 19

A metodologia de análise dos dados utiliza as despesas liquidadas (pagamentos efetivo no ano de exercício) do Orçamento Geral da União (OGU) com base no Orçamento Fiscal e no Orçamento da Seguridade Social (OSS). A análise não está centrada na forma como a União distribui os recursos entre os Estados e Municípios (ou como esses alocam seus orçamentos), mas na forma como a União prioriza as despesas entre as áreas sociais, o que pode servir de parâmetro para compreender a atuação de cada governo num determinado período.

A ênfase dada ao OGU se justifica pela elevada parcela da receita tributária centralizada no âmbito federal, mesmo com a descentralização prevista pela Constituição Federal em relação às atividades e responsabilidades públicas. Apesar da diminuição na participação das receitas, confirmando o processo de descentralização, a União apresenta um percentual das receitas totais próximo de 60%, conforme demonstra a tabela 11.

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O SIGA BRASIL é um sistema de informações sobre o orçamento público, que permite acesso amplo e facilitado ao SIAFI e a outras bases de dados sobre planos e orçamentos públicos, por meio de uma única ferramenta de consulta.

Tabela 11 - Divisão Federativa da Receita disponível de 1988 a 2003.

Fonte: Varsano et al (1998) apud Afonso e Araujo (2004, p. 28).

O foco de análise será a evolução da execução orçamentária, por área social, no que se refere às despesas com as políticas sociais, no período de 1995 a 2010, acompanhando as mudanças na prioridade orçamentária ocorrida entre os governos Fernando Henrique e Luiz Inácio Lula da Silva.

A análise da forma como os gastos do OGU são distribuídos já foi realizada por alguns autores, tais como Fernandes (et al, 1998), Castro e Cardoso Júnior (2006) e Ferreira (2008). Isso demonstra que essa é uma forma usual de analisar como o governo realiza suas despesas e quais suas prioridades em determinado período. A principal contribuição dessa pesquisa está na análise das despesas sociais entre os governos FHC e Lula, sobretudo, na análise das despesas sociais do governo Lula que ainda não encontra ampla abordagem na literatura recente.

Os dados referentes ao OGU estão disponíveis na Secretaria do Tesouro Nacional que utiliza como base de dados o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI), esse sistema possui séries históricas da execução orçamentária de 1980 a 2011 e incorpora, anualmente, o orçamento subsequente. Surpreendentemente, até o exercício de 1986, o governo federal

Ano União Estados Munícipios Total

1988 62,3% 26,9% 10,8% 100% 1989 61,1% 25,0% 13,9% 100% 1990 58,9% 27,6% 13,5% 100% 1991 54,6% 29,6% 15,7% 100% 1992 56,9% 28,1% 14,9% 100% 1993 57,8% 26,4% 15,8% 100% 1994 59,3% 25,1% 15,6% 100% 1995 56,2% 27,2% 16,6% 100% 1996 56,0% 27,6% 16,3% 100% 1997 56,2% 27,7% 16,1% 100% 1998 56,2% 26,6% 17,2% 100% 1999 57,0% 26,0% 17,0% 100% 2000 56,7% 26,4% 16,9% 100% 2001 57,4% 25,9% 16,7% 100% 2002 58,0% 25,4% 16,6% 100% 2003 59,0% 24,9% 16,1% 100%

convivia com uma série de problemas na administração orçamentária – métodos rudimentares, inadequados e descentralizados, os controles e a disponibilidade orçamentária e financeira eram exercidos sobre registros manuais que dificultavam a gestão adequada dos recursos públicos. Contudo, a partir de 1987, o controle passaria a ter uma gestão unificada que resultaria na solução desses problemas representando um verdadeiro desafio à época para o governo federal.

Dessa forma, o SIAFI se tornou o principal instrumento utilizado para registro, acompanhamento e controle da execução orçamentária, financeira e patrimonial do governo federal, que hoje possui uma Conta Única para gerir todas as suas despesas. O instrumento representou grande avanço para a contabilidade pública da União que passou a ser reconhecida, internacionalmente, e recomendado inclusive pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O OGU apresenta as despesas por função que engloba um total 29 itens, no entanto, os que serão objeto de análise deste trabalho estão apresentados no quadro 4.

Quadro 4 - Despesa da União por Função e Subfunção.

Fonte: SIAFI - STN/CCONT/GEINC e MTO

Os demais setores são: Legislativa; Judiciária; Essencial à Justiça; Administração; Defesa Nacional; Segurança Pública; Relações Exteriores; Gestão Ambiental; Ciência e Tecnologia; Agricultura; Organização Agrária; Indústria; Comércio e Serviços; Comunicações; Energia; Transporte; Desporto e Lazer, Encargos Especiais; e Desenvolvimento Regional. Essas serão apresentadas de forma conjunta na exposição do trabalho com a nomenclatura; “Outras despesas” a

Função Subfunção

1º e 2º Dígitos - Função 3º, 4º e 5º Dígitos - Subfunção

241 - ASSISTÊNCIA AO IDOSO

242 - ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DE DEFICIÊNCIA 243 - ASSISTÊNCIA A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE 244 - ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA

271 - PREVIDÊNCIA BÁSICA

272 - PREVIDÊNCIA DO REGIME ESTATUTÁRIO 273 - PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR 274 - PREVIDÊNCIA ESPECIAL 301 - ATENÇÃO BÁSICA

302 - ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL 303 - SUPORTE PROFILÁTICO E TERAPÊUTICO 304 - VIGILÂNCIA SANITÁRIA

305 - VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA 306 - ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

331 - PROTEÇÃO E BENEFÍCIOS AO TRABALHADOR 332 - RELAÇÕES DE TRABALHO 333 - EMPREGABILIDADE 334 - FOMENTO AO TRABALHO 361 - ENSINO FUNDAMENTAL 362 - ENSINO MÉDIO 363 - ENSINO PROFISSIONAL 364 - ENSINO SUPERIOR 365 - EDUCAÇÃO INFANTIL

366 - EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 367 - EDUCAÇÃO ESPECIAL

391 - PATRIMÔNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO E ARQUEOLÓGICO 392 - DIFUSÃO CULTURAL

421 - CUSTODIA E REINTEGRAÇÃO SOCIAL 422 - DIREITOS INDIVIDUAIS, COLETIVOS E DIFUSOS 423 - ASSISTÊNCIA AOS POVOS INDÍGENAS 451 - INFRA-ESTRUTURA URBANA

452 - SERVIÇOS URBANOS

453 - TRANSPORTES COLETIVOS URBANOS 481 - HABITAÇÃO RURAL

482 - HABITAÇÃO URBANA 511 - SANEAMENTO BÁSICO RURAL 512 - SANEAMENTO BÁSICO URBANO 13 - CULTURA 14 - DIREITOS DA CIDADANIA 15 - URBANISMO 16 - HABITAÇÃO 17 - SANEAMENTO 08 - ASSISTÊNCIA SOCIAL 09 - PREVIDÊNCIA SOCIAL 10 - SAÚDE 11 - TRABALHO 12 - EDUCAÇÃO

fim de facilitar a compreensão e chamar à atenção para as funções voltadas às questões sociais.

As políticas sociais em destaque no quadro 4 são, nesta pesquisa, aquelas direcionadas para a melhoria, a curto e longo prazo, das condições de vida da população brasileira e serão analisadas com base na evolução do dispêndio orçamentário federal. Já as demais despesas não constituem objeto de análise deste trabalho. Importante ressaltar que o OGU apresenta suas despesas de duas maneiras: Despesas por Função, conforme descrito acima no quadro 4 e Despesa por Grupo (ver quadro 5). A segunda categoria é dividida entre Despesas Correntes, onde podemos identificar os gastos com os Juros e Encargos da Dívida, e Despesas

de Capital, que apresenta a Amortização da Dívida, conforme demonstra o quadro 5.

Quadro 5 - Despesa da União por Grupo Econômico.

Fonte: SIAFI - STN/CCONT/GEINC e MTO

O orçamento federal apresenta não apenas os gastos com juros, encargos e amortização, como também a rolagem da dívida pública (externa e interna), uma dimensão considerada contabilmente, mas que não implica dispêndio efetivo de recurso e é apresentada com a nomenclatura: Amortização da Dívida – Refinanciamento. Dessa forma, não incluiremos na análise os valores referentes ao seu refinanciamento por não se tratar de um gasto efetivo e para não sobrevalorizar

GRUPO DE DESPESA DESPESAS CORRENTES

Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes

Transferências a Estados, DF e Municípios Benefícios Previdenciários

Demais Despesas Correntes

DESPESAS DE CAPITAL

Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida Outras Despesas de Capital SUBTOTAL

Amortização da Dívida - Refinanciamento Refinanciamento da Dívida Mobiliária Refinanciamento da Dívida Contratual TOTAL

os valores da dívida pública. As demais despesas também não constituem objeto de análise desta pesquisa. Assim, foram destacadas apenas as diferenças no volume de recursos do orçamento federal direcionado às políticas sociais e aos gastos financeiros com juros, encargos e amortização da dívida.

A análise da execução orçamentária por função exige algumas considerações devido às mudanças que ocorreram a partir do ano 2000. As funções: Defesa Nacional e Segurança Pública; Previdência Social e Assistência Social; Saúde e Saneamento; Educação e Cultura; Urbanismo e Habitação, são contabilizadas conjuntamente de 1995 até 1999, a partir de 2000 foram separadas e contabilizadas individualmente. Além disso, a função denominada Desenvolvimento Regional deixou de existir após 1999, e outras foram criadas: Essencial à Justiça; Direitos da Cidadania; Gestão Ambiental; Ciência e Tecnologia; Organização Agrária; Desporto e Lazer; e Encargos Especiais (ver anexo A,B, C e D).

A análise contempla os dados do período de 1995 a 2010. Os dados desse período foram deflacionados pela Secretaria do Tesouro Nacional utilizando o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), de julho de 2011. O procedimento adotado na análise do orçamento federal confronta as despesas sociais com agregados macroeconômicos (PIB e Carga Tributária) e segue a seguinte sequência; analisa as despesas sociais e os gastos com juros, encargos e amortização da dívida pública em relação ao valor nominal do OGU e do Produto Interno Bruto (PIB)69, apenas para construir a participação relativa. Já na análise mais detalhada do dispêndio orçamentário os valores utilizados são sempre traduzidos a preços constantes de julho de 2011 pelo IGP-DI.

Ademais, apresentamos a evolução da carga tributária com o intuito de identificar se as despesas sociais aumentam na mesma proporção, ou seja, se existe uma contrapartida adequada, do governo federal, em termos de serviços públicos com base na arrecadação fiscal. Os procedimentos descritos acima serão

69 As comparações em percentuais do PIB, apesar de constituir uma boa maneira de realizar a

análise, podem apresentar problemas. “Em anos fortemente recessivos, por exemplo, o crescimento de um determinado gasto em relação ao PIB pode estar sendo causado muito mais pela queda do Produto do que pelo crescimento dos gastos”. Na mesma linha de raciocínio, um dado percentual do PIB aplicado em uma determinada política pública pode revelar um maior ou menor esforço do Estado, dependendo do tamanho e trajetória da carga tributária. Exemplo, um país que aplique 2% do PIB em uma política pública, quando possui uma carga tributária de 15% do PIB, revela um esforço maior do que um país que aplique os mesmos 2% quando arrecada recursos na ordem de 30% do PIB. (CASTRO et al, 2005a, p. 46-47).

realizados para cada governo, individualmente, em seguida os resultados obtidos serão comparados entre os governos FHC e Lula. Por fim, analisamos as despesas em termos populacionais, isto é, a despesa per capita com as políticas sociais através do conjunto de funções para cada ano no período de 1995 a 2010.

A sequência analítica utilizada é válida e útil para quaisquer estudos sobre gastos públicos. Analisar o comportamento de um determinado conjunto de despesas frente a esses indicadores não só é pertinente como também representa a forma de análise utilizada nas comparações internacionais (CASTRO et al, 2005).

Também se adotou neste trabalho os conceitos de Despesa Social Federal (DSF), que compreende o valor total das dez funções sociais do orçamento federal, e a Despesa Social Federal (DSF) sem Assistência e Previdência Social. A divisão foi necessária porque o volume de despesa com a Previdência Social é significativamente maior que o volume de despesas com as demais áreas sociais. Contudo, como o OGU contabiliza conjuntamente as despesas com Assistência e Previdência Social até 1999, não sendo possível excluir o dispêndio orçamentário com a Previdência Social individualmente.

Pelo exposto, o objetivo da análise é perceber como a execução orçamentária reflete e representa as prioridades do Estado, assim como suas modificações ao longo do tempo, podem nos fornecer uma evidência empírica do grau em que as despesas do governo federal se ajustam às necessidades e direitos sociais da população.

3.2.1.1 Definição das Áreas Sociais de Atuação

As áreas sociais de atuação são aquelas representadas por um grupo de políticas sociais escolhidas na tentativa de promover a melhor aproximação possível do que seria uma política de direitos sociais que afetam os vários componentes e as condições básicas da população. Fernandes et at (1998), Castro e Cardoso Júnior (2006) descrevem, sucintamente, os objetivos de cada uma dessas áreas:

Previdência Social: essa área compreende as políticas do sistema

previdenciário brasileiro (rural e urbano), incluindo, previdência complementar e do setor público. Os gastos realizados são referentes aos pagamentos de

aposentadorias, pensões e de outros benefícios previdenciários. Ainda inclui gastos com treinamento dos servidores públicos para aumentar a eficiência do Estado, revertendo-se em vantagens, ainda que indireta, aos beneficiários do sistema previdenciário.

Assistência Social e Direitos da Cidadania: a CF/88 inseriu a assistência

social no grupo das políticas integrantes da seguridade social. Nessa área são contabilizadas as despesas voltadas à prestação de assistência social a crianças e adolescentes, indígenas, idosos, portadores de deficiência e à comunidade. Também são contabilizadas as despesas com a administração de órgãos, programas e ações voltados a todos os grupos mencionados, assim como ações de reintegração social de dependentes de álcool ou drogas, dos presos e de suas famílias. Apresenta como destaque a Renda Mensal Vitalícia (RMV) – substituída pelo BPC – e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) em assistência ao idoso e ao portador de deficiência, dependendo da finalidade.

Trabalho: ações normativas e de ordenamento de emprego e salário,

relacionadas com segurança, higiene e medicina do trabalho. Alem disso, existem programas de capacitação de mão de obra, seguro-desemprego e geração de emprego e renda.

Saúde: as ações na área da saúde foram significativamente transformadas

em 1990, em especial com a descentralização da gestão. Intensificaram as iniciativas de reorientação do modelo assistencial, através da estratégia de expansão da atenção básica a saúde, pelos programas Saúde da Família e Agentes Comunitários de Saúde. A partir dos anos 1990 no Brasil, contrariando as reformas liberais no campo da saúde, foi realizado um contínuo aperfeiçoamento e uma descentralização do sistema público universal (SUS). Merece destaque alguns programas e ações de controle de doenças e agravos, vigilância sanitária, de produção e distribuição gratuita de remédios, de manutenção de hospitais de ensino de residência médica, de atendimento do servidor público e privado, de assistência médica ambulatorial e hospitalar. Além disso, destacam-se ações e programas de

suplemento alimentar à população carente, merenda escolar para alunos da rede pública e distribuição emergencial de alimentos

Saneamento: as políticas de saneamento têm como objetivo melhorar as

condições de vida da população, mediante o aumento da cobertura dos serviços de água e esgotos. A política a ser realizada tem como foco a população em áreas de maior concentração da pobreza, de baixa renda e de maior ocorrência de doenças, decorrentes da inexistência e/ou deficiência dos serviços de abastecimento de água. Os programas dividem-se em serviços de abastecimento de água, esgoto sanitário e coleta (destinação final de resíduos sólidos). Os programas de saneamento financiados com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) também faz parte da soma investida nessa área.

Educação: houve esforço público federal voltado aos diversos níveis e

modalidades de ensino. Isso porque apenas o acesso ao ensino fundamental foi previsto pela CF/88 e “[...] reafirmado na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), como um direito universal e como dever do Estado a sua oferta gratuita”. Para os demais níveis e modalidades são previstas expansões, mas não obrigatoriedade. No entanto, foram constatadas manutenção, expansão e melhorias de escolas em diversos níveis e modalidades de ensino (CASTRO; CARDOSO JÚNIOR, 2006, p. 41).

Cultura: a política pública voltada para a área da cultura ocorreu por meio de

duas ações: a política de eventos e as políticas culturais. A política de eventos constitui em estímulo à produção e à circulação/divulgação das produções culturais mediante festivais, concursos, prêmios e bolsas. As políticas culturais são compostas por políticas patrimoniais com longa tradição no Brasil, como por exemplo, o Programa Museu, Memória e Futuro; o Programa Monumenta; Programa de Reabilitação Urbana de Sítios Históricos (Urbis) – revitalização das áreas centrais das cidades. Além disso, foram incluídas as políticas voltadas ao turismo. Em resumo, essa área compreende as políticas voltadas à manutenção, melhoria e/ou expansão do patrimônio histórico, artístico e arqueológico nacional (museu e biblioteca) e programas e ações que estimulem e divulgação cultural e do turismo.

Urbanismo e Habitação: A política de habitação tem como objetivo impedir o

uso da terra (rural e urbana) para fins meramente especulativos, visando a ampliação das opções de financiamento e a oferta de programas habitacionais diferenciados, de acordo com a renda familiar para os custos de moradia. Incorporou-se a essa área as subáreas relativas ao planejamento urbano e o transporte urbano de massa. Além disso, são contabilizadas as despesas com financiamento de habitação urbana e rural e com transferências a outras esferas de governo para fins de planejamento urbano, incluindo programas financiados com recursos do FGTS.

Nesse contexto, temos como objetivo identificar através das despesas sociais do Orçamento Geral da União quais foram as prioridades do governo federal com as políticas sociais entre 1995 e 2010. Entretanto, a análise tem um sentido mais geral, o detalhamento de cada programa ou ação do Estado não será aprofundado no decorrer dessa exposição.