• No results found

Delområde NM 07: Furuberget/Hedmarktoppen 5.7

In document InterCity Dovrebanen (sider 115-122)

Tabela 5.6.1: Distribuição percentual da amostra estudada segundo a variável xerostomia.

Xerostomia Grupos Total

Grupo Experimental Grupo Controle

n %. n % n %

Sim 5 12,5 2 5 7 8,7

Não 35 87,5 38 95 73 91,3

54

A tabela 5.6.1 apresenta as medidas descritivas no que se refere a variável xerostomia. Observa-se que 5 (12,5%) pacientes do grupo experimental e 2 indivíduos (5%) não diabéticos referiam o sintoma de boca seca, sem diferença estatisticamente significante (p=0,23).

55 6 DISCUSSÃO

O uso da saliva como recurso diagnóstico tem, recentemente, motivado a realização de pesquisas direcionadas para conhecimento a respeito de suas características de normalidade. A possibilidade de tornar-se substituta do sangue em alguns tipos de exames laboratoriais, a exemplo da glicemia no controle do diabetes mellitus, mostra-se relevante, especialmente para pacientes pediátricos, por tratar-se de um procedimento não invasivo e que permite múltiplas amostras (AYDIN, 2007; MATA, 2004; DI GIOIA et al., 2004). Supõe-se que a concentração de glicose esteja aumentada no diabético, de modo que, se torna importante o estudo comparativo entre as taxas de glicose salivar e sanguínea em pacientes diabéticos e indivíduos não diabéticos.

No presente estudo, observou-se que a concentração de glicose salivar nos pacientes diabéticos foi significativamente mais elevada quando comparada à dos indivíduos não diabéticos. Este resultado está de acordo com os obtidos por Aydin (2007), Ben-Ayred et al. (1988) e Carda et al. (2006) os quais, de maneira semelhante, avaliaram as taxas de glicose salivar em pacientes diabéticos do tipo 2 e não diabéticos. No entanto, observa-se divergência quanto aos valores de concentração de glicose salivar identificados nestes estudos. Acredita-se que tais diferenças possam ser devido aos diferentes métodos utilizados na identificação da glicose e na coleta salivar.

A correlação entre a taxa de glicemia sanguínea capilar e a concentração de glicose salivar não foi observada, no presente estudo. Este resultado corrobora os encontrados por Forbat et al. (1981), Kjellman (1970), Ben- Aryeh et al. (1993) e Carda et al. (2006). No entanto, diverge dos resultados de Karjalainen; Kuuttila; Kaar (1996) e Reuterving et al. (1987) em estudo realizado com crianças diabéticas, no qual analisaram a saliva estimulada das glândulas parótidas, e afirmaram haver correlação positiva entre a glicose salivar e a sanguínea. É importante mencionar que Kjellman (1970) afirmou existir correlação significante entre a concentração de glicose no fluido gengival e glicemia em pacientes diabéticos. A controvérsia apresentada por este tema, evidencia que o

56

monitoramento da glicemia pela saliva em pacientes diabéticos não mostra ser uma opção viável.

Karjalainen; Kuuttila; Kaar (1996), Reuterving et al. (1987), Bernardi et al. (2007) e Carda et al. (2006) afirmaram que o nível de glicose salivar está aumentado somente quando a concentração de glicose no sangue mostra-se elevada. Carda et al. (2006) observaram que apenas os diabéticos com glicemia em jejum acima de 180mg/dl e com hemoglobina glicada superior a 8%, apresentaram glicose salivar aumenta, correspondendo àqueles pacientes com mau controle metabólico. No presente estudo, não foi realizada análise da glicose salivar considerando estado de controle glicêmico dos diabéticos.

Observa-se, na literatura, considerável desacordo sobre o efeito do DM em relação aos valores do fluxo salivar. No entanto, são citadas diversas explicações para a possível redução de fluxo salivar no diabético. Carda et al. (2006) afirmaram que a diminuição do fluxo salivar em pacientes diabéticos é causada pelo aumento da diurese que, por sua vez, relaciona-se com uma marcada redução de líquido extracelular afetando, de forma direta, a produção salivar. Múltiplos fatores fisiológicos podem contribuir para o comprometimento da função salivar em adultos diabéticos com pobre controle metabólico. Como resultado da desregulação metabólica, o DM provoca, com freqüência, alterações hormonais, microvasculares e neuronais que comprometem a habilidade funcional de vários órgãos (CHAVEZ et al., 2000). As alterações microvasculares são capazes de comprometer a habilidade das glândulas salivares em responder a estimulação neural ou hormonal. Além disso, como e controle da secreção salivar é feito pelo SNA, é possível que a neuropatia possa interferir na habilidade de resposta do indivíduo ao estímulo das glândulas salivares alterando o fluxo e composição salivar (DODDS; JONNSON; YEH, 2000).

No presente trabalho, os fluxos salivares totais em repouso e estimulado apresentaram redução significante entre os diabéticos, quando comparado aos do controle. Esses resultados corroboram os de Lin et al. (2002), Mata et al. (2004) e Chavez et al. (2000), no entanto, divergem daqueles

57

encontrados por Aydin (2007), Dodds e Dodds (1997), Meurman et al. (1998) e Soares et al. (2004).

A divergência entre resultados dos estudos que avaliam o fluxo salivar total em diabéticos pode ser justificada pelos diferentes métodos empregados na coleta salivar, pela variação de idade das amostras avaliadas bem como pelo nível de controle metabólico dos pacientes diabéticos (LIN et al., 2002). Além disso, os pacientes diabéticos, freqüentemente, fazem uso de medicamentos que capazes de interferir no estímulos de secreção das glândulas salivares (SOARES et al., 2004). No presente estudo não foi avaliada a influência do uso de medicamentos na secreção salivar em pacientes diabéticos.

Na presente pesquisa, foi observada que os pacientes diabéticos apresentaram maior percentual de hipossalivação (fluxo salivar em repouso menor ou igual a 0,01 ml/min) do que os não diabéticos, de forma estatisticamente significante. Esse dado confirma uma acentuada redução do fluxo salivar nos referidos indivíduos, por volta de 45 a 50%, e reflete a presença de disfunção de glândulas salivares.

Quanto à presença de xerostomia, não foi observada diferença estatisticamente significante entre diabéticos (12,5%) e controle (5%). Este resultado assemelha-se ao encontrado por Meurman et al. (1998). No entanto, o percentual de diabéticos com queixa de xerostomia diverge daqueles determinados por Carda et al. (2006) e Ben-Aryeh et al. (1988) os quais identificaram valores superiores a 50% em seus estudos com pacientes diabéticos. Na avaliação destas diferenças, pode-se considerar que a presença de xerostomia pode ser influenciada por características como a idade e condição psicológica do grupo estudado, bem como efeito colateral relacionado ao uso de uso de drogas e medicações controladas (SREEBNY et al., 1992).

Observou-se, ainda, no presente estudo, que 45% dos diabéticos apresentavam hipossalivação, porém, apenas 12% referia xerostomia. Este dado sugere que o paciente diabético pode apresentar diminuição na percepção para sensação de boca seca. Para Ship; Fischer (1997) o paciente diabético apresenta

58

diminuição na percepção para sensação de boca seca a qual pode ser resultante de uma alteração nos baroceptores da mucosa bucal.

59 7 CONCLUSÕES

De acordo com os resultados obtidos na amostra do presente estudo, pode-se concluir que:

1. Os pacientes diabéticos apresentaram concentração de glicose salivar significativamente mais elevada do que os não diabéticos;

2. Não houve correlação entre a concentração glicose salivar e a de glicose sanguínea capilar nos indivíduos diabéticos;

3. Os pacientes diabéticos apresentaram redução de fluxo salivar total em repouso e estimulado quando comparados com o grupo controle;

4. Não houve diferença estatisticamente significante quanto à presença de xerostomia entre diabéticos e não diabéticos.

60 REFERÊNCIAS

AGHA-HOSSEINI, F. et al. The Composition of unstimulated whole saliva of health dental students. The Journal Contemporary Dental Practice, Iran, v.7, n.2, p.104-111, may. 2006.

ALMSTAHL, A.; WIKSTROM, M. Electrolytes in stimulated whole saliva in

individuals with hyposalivation of different origins. Archives of Oral Biology, v.48, n.5, p.337-344, may. 2003.

AMERICAN DIABETES ASSOCIATION. Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus. Diabetes Care, Washington, v.27, suplemento 1, p.S5-S10, jan. 2004. AYDIN, S. A. Comparison of ghrelin, glucose, alpha-amylase and protein levels in saliva from diabetics. Journal of Biochemstry and Molecular Biology, Turkey, v. 40, n.1, p.29-35, jan. 2007.

BELAZI, M. A. et al. Salivary alterations in insulin-dependent diabetes mellitus.

International Journal of Pediatric Dentistry, Greece, v.8, p.29-33, 1998.

BEM, A. F.; KUNDE, J. A Importância da Determinação da Hemoglobina Glicada no Monitoramento das Complicações Crônicas do Diabetes Mellitus.

Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, Rio de Janeiro, v.42,

n.3, p.185-191, jun. 2006.

BEN-ARYEH, H. et al. Salivary composition in diabetic patients. Journal of

Diabetic Complications, v.2, p.96-99, 1987.

BERNADI, M. J. et al. Study of the buffering capacity, ph and salivary flow rate in tipe 2 well-controlled and poorly controled diabetic patients. Oral Health

Prevention Dentistry, Joaçaba, v.5, n.1, p.73-78, mar. 2007.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Plano de reorganização da atenção à

hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: manual de hipertensão arterial e

61

BULTZINGSLOWEN, I. et al. Salivary dysfunction associated with systemic diseases: systematic review and clinical management recommendations. Oral

Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, Oral Radiology and Endodontics, v.

103, n.3, p.S57.e1-S57.e15, 2007.

CARDA, C. et al. Structural and functional salivary disorders in type 2 diabetic patients. Medicina Oral , Patología Oral y Cirugía Bucal, Valencia, v.11, p. E309-314, jan. 2006.

CARLSON, G. W. The salivary glands. Embriology, anatomy, and surgical applications. Oral and Maxillofacial Surgery Clinics of North America, v.80, p.261-273, 2000.

CARRER, H. et al. Roteiro de aulas práticas, São Paulo, Departamento de Ciências Biológicas, p. 3-6, 2007.

CARVALHO, L. A. C. et al. Pacientes Portadores de Diabetes Tipo 2:

Manifestações Sistêmicas e Orais de Interesse para o Atendimento Odontológico.

Revista Brasileira de Pós-Graduação, São Paulo, v.10, n.1, p.53-58, jan./mar.

2003.

CATE R. T. Histologia bucal: desenvolvimento, estrutura e função. In:

Glândulas Salivares. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. p.296-321. CHÁVEZ, E. M. et al. A longitudinal analysis of salivary flow in control subjects and older adults whith type 2 diabetes. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology,

Oral Radiology and Endodontics, v. 91, p. 166-173, 2001.

CHÁVEZ, E. M. et al. Salivary function and glycemic control in older persons whith diabetes. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, Oral Radiology and

Endodontics, Michigan, v. 89, p. 305-311, 2000.

CHERRY-PEPPERS, G. et al. Salivary Gland Function and Glucose Metabolic Status. Journal of Gerontology, v.47, n.4, p.M 130-134, 1992.

DI GIOIA, M. L. et al. Quantitative analysis of human salivary glucosee by gas chromatography-mass spectrometry. Journal of Chromatography B, v.801, p.355-58, 2004.

62

DAVIDSON, H.B. Diabetes Mellitus: Diagnóstico e Tratamento. 4º ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. p.289.

DAWES, C. Physiological factors affecting salivary flow rate, oral sugar clearance, and the sensation of dry mouth in man. Journal of Dental Research, v. 2, n.8, p. 648-653, 1987.

DAWES, C. Whats is the critical ph and why does a tooth dissolve in acid? The

Journal of American Dental Association, v. 69, n. 11, p. 722-724, dec. 2003.

DOODS M. W. J.; JOHNSON D.A; YEH, C. K. A Salivary alterations in type 2 (non- insulin-dependent) diabetes mellitus and hypertension. Community Dentistry and

Oral Epidemiology, Munksgaard, v. 28, p. 373-381, mar. 2000.

DOODS, M. W. J; JOHNSON, D. A; YEH, C. K. Health benefits of saliva: a review.

Journal of Dentistry, v. 33, p. 223-233, 2005.

DODDS, M. W. J; DODDS, A. P. Effects of glycemic control on saliva flow rates and protein composition in non-insulin-dependent diabetes mellitus. Oral Surgery,

Oral Medicine, Oral Pathology, Oral Radiology and Endodontics, San Antonio,

v. 83, p. 465-470, 1997.

FLINK H.; TEGELBERG A.; LAGERLOF, F. Influence of the time of measurement of unstimulated human hole saliva on the diagnosis of hyposalivation. Archives of

Oral Biology, v.50, p.553-559, 2005.

FORBAT, L. et al. Glucose concentrations in parotid fluid and venous blood of patients attending a diabetic clinic. Journal of the Royal Society Medicine, v.74, p.725-728, 1981.

FOX, P. C.; BUSCH, K. A; BAUM, B. J. Subjective reports of xerostomia and objective measures of salivary gland performance. The Journal of American

Dental Association, v.115, p.581-84, 1987.

GREGORI, C.; COSTA, A. A.; CAMPOS, A. C. O Paciente com Diabetes Melito.

63

GYTON, A. C.; HALL, J. E. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. In: Insulina, Glicagon e Diabetes Melito. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. p.557-564.

HUMPHREY, S. P.; WILLIAMSON, R. T. A review of saliva: Normal composition, flow and function. The Journal of Prosthetic Dentistry, Lexington, v.85, n.2, p.162-169, 2001.

HUNTER K. D.; WILSON, W. S. The effects of antidepressant drugs on salivary flow and content of sodium and potassium ions in human parotid saliva. Archives

of Oral Biology, v. 40, n. 11, p. 983-989, 1995.

HUSSAIN, A. et al. Prevention of type 2 diabetes: A review. Diabetes Research

Clinical Pratice, v. 76, p. 317-326, 2007.

INTERNATIONAL DIABETES FEDERATION. The Global Burden of Diabetes. In: Diabetes Atlas Executive Summary. 2.ed. Belgium: International Diabetes

Federation, 2003. chapter 1.

JONES, R. B. et al. Oral health and oral health behaviour in a population of

diabetic clinic attenders. Community Dentistry and Oral Epidemiology, v.20, p. 204-207, 1992.

JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 321p.

KARJALAINEN, K. M.; KUUTTILA, M. L.; KAAR, M. L. Salivary factors in children and adolescents with insulin-dependent diabetes melitus. Pediatric Dentistry, Finland, v.18, n.4, p.306-11, jul/aug. 1996.

KJELLMAN, O. Secretion rate and buffering action of whole mixed saliva in subjects with insulin-treated diabetes mellitus. Odontolgy Rev, v. 21, n. 2, p.159- 168, 1970.

LIN, C. C. et al. Impaired salivary function in patients with noninsulin-dependent diabetes melitus with xerostomia. Journal of Diabetes Complications, v.16, p. 176-179, 2002.

64

LYRA, R.; CAVALCANTI, N. Diabetes Mellitus. Rio de Janeiro: Atheneu, 2006. Fascículos 1 e 3.

MAGALHÃES, M. H. C. G et al. Diagnóstico da infecção pelo HIV utilizando-se amostras salivares. Revista da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, v. 51, p.464-467, 1997.

MATA, A. D. et al. Effects of diabetes mellitus on salivary secretion and its

composition in the human. Molecular Cell Biochemical, v.1, n.6, p.137-142, feb. 2004.

MEURMAN, J. H. et al. Saliva in non-insulin-dependent diabetic patients subjects: The role of the autonomic nervous system. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral

Pathology, Oral Radiology and Endodontics, v.86, p.69-76,1998.

MOTTA, M. et al. Value and significance of new diagnostic criteria of diabetes mellitus in older people. Archives of Gerontology and Geriatrics, Catania, v.45, p.103-108, 2007.

NAGLER, R. M; HERSHKOVICH, O. Relationships beteween age, drugs, oral sensorial complains and salivary profile. Archives of Oral Biology, v.50, p.7-16, 2005.

NARHI, T. O. Oral health in the elderly with non-insulin-dependent diabetes mellitus. Special Care in Dentistry, v.16, n.3, p.116-121, 1996.

NAVAZESH, M.; BRIGHTMAN, V. J; POGODA J. M. Relashionship of medical status, medications, and salivary flow rates in adults of different ages. Oral

Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, Oral Radiology and Endodontics, v.

81, p.172-176, 1996.

NEVILLE, B. W. et al. Patologia Oral e Maxilofacial. In: Manifestações Orais de Doenças Sistêmicas. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. cap.17. OLIVEIRA, J. E. P; MILECH, A. Diabetes Mellitus: clínica, diagnóstico,

65

ONO, L. K. Princípios e utilizações do espectrofotômetro e do Espectrofluorímetro. São Paulo, Instituto de Física, p.1-3, 2007.

PAJUKOSKI, H. et al. Salivary flow and composition in elderly patientes referred to na acute care geriatric ward. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, Oral

Radiology and Endodontics, v.84, n.3, p.265-271, sep. 1997.

PINKSTAFF, C. A. Salivary Glands, Glicoconjugates and Diabetes Mellitus.

European Journal of Morphology, v.34, n.3, p.187-190, 1996.

POHJAMO, L. et al. Caries prevalence related to control of diabetes.

Procecedings of the Finnish Dental Society, v.84, p.247-252, 1998.

PORTER, S. R.; SCULLY, C.; HEGARTY, A. M. An update of the etiology and management of xerostomia. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, Oral

Radiology and Endodontics, v. 97, p. 28-46, 2004.

REUTERVING, C. O. et al. Salivary flow rates and salivary glucose concentration in patients with diabetes mellitus influence of severity of diabetes. Diabete

Metabolism Research and Reviews, Umea, v.13, n.4, p.457-462, jul./aug. 1987.

SHIP, J. A. Diabetes and oral health: an Overview. The Journal of American

Dental Association, Chicago, v.134, p.143-148, oct. 2003.

SICREE, R.; SHAW, J. Type 2 diabetes: An epidemic or not, and why it is happening. Clinical Research & Reviews, Melbourne, v.1, p.75-81, 2007.

SOARES, M. S. M. et al. Fluxo Salivar e Consumo de Medicamentos em Diabéticos Idosos. Arquivos em Odontologia, Belo Horizonte, v. 40, n. 1, p. 101- 110, jan./mar. 2004.

SOBOTTA, J. Atlas de anatomia Humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, v. 2.

66

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Disponível em:

<http://www.diabetes.org.br/diabetes/exames/valoresdeglicemia.php>. Acesso em: 14 jun. 2007.

SONESSON, A. M.; ELIASSON, B. L.; MATSSON, A. L. Minor salivary gland secretion in children and adults. Archives of Oral Biology, v.48, p.535-539, 2003. SOUSA, R. R. et al. O paciente odontológico portador de diabetes mellitus: uma revisão de literatura. Pesquisa Brasileira de Odontopediatria e Clínica

Integrada, v.3, n.2, p.71-77, 2003.

SREEBNY, L. M.; VALDINI, A. Xerostomia Part I: relationship to other oral symptoms and salvary glan hypofunction. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral

Pathology, Oral Radiology and Endodontics, v.66, n.4, p.451-458, 1998.

SREEBNY L. M. et al. Xerostomia in Diabetes Mellitus. Diabetes Care, New York, v.15, n.7, p.900-904, jul. 1992.

TWETMAN, S. et al. Caries incidence in young type 1 diabetes mellitus patients in relation to Metabolic control and caries-associated risk factors. Caries

Research, v.36, p.31-35, 2002.

VERNILLO, A. T. Dental Considerations for the Treatment of Patients with

Diabetes Mellitus. The Journal of American Dental Association, Chicago, v.134, p. 34-37, oct. 2003.

VILAR L. Endocrinologia Clínica. In: Doenças do Pâncreas Endócrino. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. p. 539-718.

WILD, S. et al. Global prevalence of diabetes:estimates for the year 2000 and projections for 2030. Diabetes Care, v.27, p.1047-1053, 2004.

67

ANEXOS E APÊNDICES

APÊNDICE A - Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Ficha clínica APÊNDICE B - Ficha clínica Termo de Consentimento Livre e Esclarecido ANEXO 1 - Parecer do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP)

68 APÊNDICE A

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA

TÍTULO DA PESQUISA: Estudo comparativo da concentração de glicose salivar e sanguínea em pacientes diabéticos tipo 2 e não diabéticos.

MESTRANDA: Ana Carolina Uchoa Vasconcelos

ORIENTADORA: Profa Dra. Maria Sueli Marques Soares

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Prezado (a) Senhor (a)

Estamos realizando um estudo com o objetivo de investigar a concentração de glicose na saliva comparando com a concentração de glicose sangüínea em pacientes adultos diabéticos e não diabéticos atendidos no Serviço de Estomatologia da UFPB e no de Endocrinologia do Centro de Atendimento Médico Especializado (CAME) de Jaguaribe. Durante a avaliação será realizada entrevista, coleta do fluxo salivar em repouso e estimulado além do teste de glicemia periférica. O resultado da pesquisa possibilitará avaliar as variações e diferenças da concentração de glicose salivar e glicose sanguínea no diabetes comparando com pacientes saudáveis visando contribuir para o possível emprego de testes salivares como auxiliares no monitoramento e diagnóstico de diabetes. Você saberá o valor da glicemia no momento da avaliação. Quando necessário, serão realizadas fotografias. Os exames realizados não lhe causarão qualquer dano previsível. Você pode escolher participar e inclusive retirar o seu nome da pesquisa a qualquer momento, sem nenhum prejuízo, inclusive quanto ao seu

69

atendimento na Clínica de Estomatologia. Caso necessite de qualquer outro esclarecimento pode entrar em contato com os pesquisadores: Ana Carolina Uchoa Vasconcelos. Telefone (85) 8888 8786. E-mail: [email protected] ou Drª Maria Sueli Marques Soares. Telefones: (83) 3216-7409. End.: Departamento de Clínica e Odontologia Social, Universidade Federal da Paraíba- Campus I, E- mail: bessa@mixmail.

Esperamos contar com o seu apoio, desde já agradecemos a sua colaboração.

AUTORIZAÇÃO

Após ter sido informado sobre a finalidade da pesquisa Estudo

comparativo da concentração de glicose salivar e sanguínea em pacientes diabéticos tipo 2, aceito participar da mesma, respondendo as informações

solicitadas, e autorizo ser examinado (a) e fotografado (a), se necessário.

_____________________________________ (Assinatura do participante da pesquisa) _____________________________________ (Assinatura do responsável)

____________________________________

(Assinatura da testemunha em caso de analfabetos) ____________________________________

(Assinatura do pesquisador (a) responsável)

Em ____ de _______________ de 2007.

POLEGAR DIREITO

70 APÊNDICE B Nº ______ FICHA CLÍNICA I - IDENTIFICAÇÃO: NOME: ___________________________________________________________ ENDEREÇO: ______________________________________________________ BAIRRO: __________________________________ TELEFONE: _________________ DATA NASC: ______/______/______ IDADE: _____________________ SEXO:______________RAÇA: ____________ PROFISSÃO: ____________________ NATURALIDADE: ___________________________

II - HISTÓRIA MÉDICA PREGRESSA

SISTEMA CARDIOVASCULAR:______________________________________________________ ________________________________________________________________________ SISTEMA RESPIRATÓRIO:_________________________________________________________ _________________________________________________________________________ SITEMA GASTRINTESTINAL:______________________________________________________ ________________________________________________________________________ SISTEMA ENDÓCRINO:____________________________________________________________ _________________________________________________________________________ SISTEMA NERVOSO:_______________________________________________________________ _________________________________________________________________________

71

INFECÇÕES:_____________________________________________________________

CIRURGIAS PRÉVIAS

:______________________________________

HOSPITALIZAÇÕES ANTERIORES: _______________________________________ ENFERMIDADES SISTÊMICAS: Apresenta alguma doença abaixo?

( ) Diabetes Mellitus (tempo: ____________) ( ) Câncer ( ) Cardiopatia ( ) HIV Positivo ( ) Síndrome de Sjogren

( ) Doença Renal ( ) Hipertensão Arterial ( ) Artrite reumatóide ( ) Hepatites ( ) Sífilis ou outra DST

( ) Tuberculose ( ) Ansiedade / Depressão ( ) Outras ______________________________

RADIOTERAPIA: Realizou radioterapia na região de cabeça e pescoço? ( ) SIM ( ) NÃO

MEDICAÇÕES EM USO: Toma algum medicamento? ( ) SIM ( ) NÃO (Qual ?)

_______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________

PERÍODO GESTACIONAL: ( ) SIM ( ) NÃO

XEROSTOMIA: Você sente sua de boca seca com frequência? ( ) SIM ( ) NÃO

72 III - HISTÓRIA SOCIAL

É fumante? ( ) SIM ( ) NÃO É etilista? ( ) SIM ( ) NÃO

Usuário de droga ilegal? ( ) SIM ( ) NÃO. Qual?____________________

V. DADOS DA COLETA:

Fluxo Salivar Repouso: __________________ml/minuto Fluxo Salivar Estimulado: ___________________ ml/minuto Hemoglobina glicosilada:________________________ % Glicose capilar: ______________________________mg/dl Horário da Coleta: _______________________h

73 ANEXO 1

In document InterCity Dovrebanen (sider 115-122)