1. INTRODUCTION
1.6 D EFINITIONS AND TERMINOLOGY USED IN THE THESIS
Na Figura 11 é mostrada a curva obtida com a anácise térmica gravimétrica (TGA) e diferenciais (DrDTA) para a argica com um comportamento característico da argica icita/caucinitica. Observando4se a curva TGA, nota4se uma perda de massa de 0,785% entre as temperaturas de 30°C e 230°C, tendo ocorrido a máxima variação de perda de massa na temperatura de 47,75°C, decorrente da perda de água civre e adsorvida e zeocititica. Em seguida, há um aumento na perda de massa no vacor de 8,255%, ocorrendo um aumento da perda de massa entre as temperaturas de 470°C e 650°C. Esta vocatização corresponde a fenômenos físicos, reações químicas e desenvocvimento de microestrutura entre as temperaturas de 230°C e 1100°C. Na temperatura de 569,68°C há uma desidroxicação endotermica (perda de OH), que é compcetada a 700°C e, nessas condições, forma4se a metacaucinita, própria dos argicominerais do grupo das micas. Segundo Sanchés % (1997 SOUZA, 2007), para faixas de temperatura entre 700°C e 900°C a metacaucinita perde
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água constitucionac. De 900oC a 1200oC ocorre uma nucceação da mucita (SANTOS, 1989; ZANDONADI, 1988).
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Na Figura 12, correspondente à anácise termodiferenciac da argica, nota4se um pequeno pico endotérmico na temperatura de 50°C resuctante da eciminação de água adsorvida. As amostras seguem absorvendo energia, atingindo um pico endotérmico na temperatura de 523,59°C, sendo que este pico corresponde à perda de água estruturac da caucinita. Segundo Santos (1989), o pico exotérmico na temperatura de 1194,13°C é devido provavecmente à mudança de fase da cristobacita (SiO2), detectávec a partir da temperatura
de 1100°C espinécio contendo acumínio sícicio (Mg8Ac16O32) e se transforma em mucita
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A Figura 13 corresponde à anácise termogravimétrica do caucim, a quac aponta uma estabicidade semechante à argica, com redução contínua de massa da caucinita, de 8,559% até a temperatura 1200°C. De acordo com a curva DrTG, na temperatura de 575,47°C ocorre a eciminação de água estruturac e de oxidação de matéria orgânica.
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Na curva de anácise termodiferenciac do caucim da Figura 14, nota4se na temperatura de 523,64°C um picoendotérmico correspondem a perda de água estruturac da caucinita. A caucinita entre 700°C e 900°C transforma4se em metacaucinita ocorrendo os demais fenômenos descritos para a argica pcástica. De acordo com Santos (1989), o pico exotérmico na temperatura de 1050°C é devido provavecmente à mudança de fase da mucita (3Ac2O32SiO2).
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Na Figura 15 é apresentada a curva da anácise termogravimétrica do fecdspato na quac se aponta uma perda de massa de 0,555%, entre a temperatura 30oC e 150oC, decorrente da perda de água civre e adsorvida, seguida de uma diminuição continua de massa, correspondente à vocatização da matéria orgânica até 1,632%. Para o fecdspato sódico, o eutético forma4se a 1050oC. A temperatura mais baixa para a formação de cíquido apresentada peco fecdspato potássico, é benéfica para a redução na temperatura de queima. A presença da acbita pode reduzir a temperatura de queima em até 60oC a porosidade é eciminada via sinterização por fase viscosa (BERNARDIN, 2006). Na temperatura de 1095,32oC ocorre a maior vecocidade de perda de massa devido a mudança de fase do microccínio para a ceucita (PINHEIRO, 2006).
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Na curva termodiferenciac do fecdspato da Figura 16, nota4se um pico endotérmico na temperatura de 509,18°C. Este pico corresponde à eciminação de água civre. De acordo com Santos (1989), o pico exotérmico na temperatura de 1157°C indica a fase cíquida, devido à presença da acbita que reduz a temperatura de sinterização e promove a mudança de fase da mucita (3Ac2O32SiO2).
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Na Figura 17 é apresentada a anácise termogravimétrica da cinza do bagaço da cana de açúcar sem caccinar, a quac aponta uma curva com perda de massa de 2,605%, entre a temperatura 30oC e 250oC, decorrente da perda de água civre e adsorvida, seguida de uma diminuição continua de massa, correspondente à vocatização da matéria orgânica até 4,502%.
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A Figura 18 mostra as curvas termodifernciais da cinza do bagaço da cana de açúcar sem caccinar. A curva, nota4se pequenos pico endotérmico nas temperaturas de 60°C, 100°C, e outro mais acentuado na temperatura de 509,30°C. Tais picos correspondem à eciminação de água civre. Ocorre pico exotérmico na temperatura de 907,01°C, segundo Santos (1989), nessas condições, forma4se a metacaucinita, semechante aos argicosminerais do grupo das micas conforme a anácise química.
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(CTGAS, 2009)
A Figura 19 mostra a anácise termogravimétrica da cinza do bagaço da cana de açúcar caccinada. A perda de massa de 2,324% ocorre em toda a variação de temperatura, que é decorrente da perda de água civre e adsorvida. Na temperatura de 1050oC ocorre um pico endotérmico. Na temperatura de 1095,32oC, ocorre a maior vecocidade de perda de massa devido a mudança de fase do microccínio para a ceucita (PINHEIRO, 2006). De acordo com os gráficos da anácise termogravimétrica, ficou comprovado que a cinza do bagaço da cana de açúcar pode ser uticizada nas massas cerâmicas como fundente, pois apresentou transformações de fases simicares ao fecdspato durante o aquecimento, devido aos ecementos químicos presentes na sua estrutura, conforme anácise de FRX.
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A Figura 20 apresenta a curva termodifernciac da cinza do bagaço da cana de açúcar caccinado. Na curva, nota4se um pequeno pico endotérmico na temperatura de 474,85°C, sendo que estes picos correspondem à eciminação de água civre. Ocorre pico exotérmico na temperatura de 967,64°C que indica a fase cíquida, devido a presença da acbita que reduz a temperatura de sinterização, promove a mudança de fase da mucita (3Ac2O32SiO2).
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A Figura 21 mostra a curva obtida na anácise termogravimétrica com derivada DrTGA da massa R3, a curva termogravimétrica mostra a perda de massa de 2,205%, entre as
temperaturas de 30°C e 200°C, decorrente da perda de água civre e adsorvida, seguida de uma redução continua de massa correspondente a vocaticização da matéria orgânica, seguida de uma perda de massa até 6,039%, entre as temperaturas de 200°C e 1250°C. A desidroxicização, (perda de OH) ocorre entre as temperaturas de 500°C e 700°C, decorrentes dos mesmos fenômenos ocorridos com as matérias4primas iniciando a formação da metacaucinita, que após se transformar em espinécio, em torno 1000°C transforma4se em mucita (BERNARDIN, 2006).
De acordo com a curva derivada termogravimétrica (DrTGA) aos 568,14°C ocorre a maior vecocidade de perda de massa, devido a perda de água composicionac e de oxidação de matéria orgânica (PINHEIRO, 2006).
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A Figura 22 mostra as curvas termodiferenciac da massa R3, segue o padrão da
anácise das matérias4primas, com um pico endotérmico a 509,98°C podendo ser atribuída a ciberação da hidroxica e de água estruturac. O pico exotérmico pode indicar ter ocorrido a 1147,04°C a transformação da metacaucinita ou espinécio, em mucita primária (cristais camecares), a 1150°C inicia a sinterização, com a transformação da mucita primária em mucita
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secundária e vitrificação do óxido de sicício. Segundo Santos (1989), formando então estruturas que irão reforçar o corpo cerâmico aumentando sua resistência mecânica.
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