I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:
MEDICAMENTO FITOTERÁPICO
Citar o nome comercial ou marca do medicamento. Nomenclatura botânica oficial: Salix alba L. Linnaeus Nomenclatura popular: salgueiro branco
Família: Salicaceae
Parte da planta utilizada: casca
APRESENTAÇÕES
Citar apresentações comercializadas, informando: - a forma farmacêutica;
- a concentração por unidade de medida ou unidade farmacotécnica, conforme o caso;
- a quantidade total de peso, volume líquido ou unidades farmacotécnicas, conforme o caso;
- a quantidade total de acessórios dosadores que acompanha as apresentações, quando aplicável.
VIA ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada (forma farmacêutica) contém: Extrato XXX de XXX mg
(padronizado em XXX mg (XXX%) de salicina Excipientes: (A ser definido pelo agente regulado)
Peso, volume líquido ou quantidade de unidades, conforme o caso: (A ser definido pelo agente regulado)
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
1. PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
É indicado como antitérmico (diminuição da febre), anti-inflamatório e analgésico (diminuição da dor) (1-5).
As suas atividades estão baseadas na capacidade que o S. alba tem de inibir a enzima ciclo-oxigenase que intervém na formação de prostaglandinas, as quais atuam nos centros moduladores da temperatura no hipotálamo. Dessa maneira, a inibição exercida sobre a ciclo-oxigenase e o correspondente decréscimo na produção de prostaglandinas PGE2 a partir do ácido araquidônico também tem relação com a diminuição da dor e da inflamação.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? (6-8)
O Salix alba é contraindicado em caso de hipersensibilidade ou alergia aos salicilatos (em especial nos asmáticos, espasmos brônquicos, rinites e urticárias).
É contraindicado em pacientes com função trombocítica prejudicada ou em pacientes com úlceras do estômago ou do intestino, tendências a sangramentos (problemas de coagulação sanguínea) e gota.
É contraindicado em crianças menores de 12 anos.
É contraindicado na gravidez e lactação
É contraindicado no caso de suspeita de dengue
Categoria C de risco na gravidez: “Não foram realizados estudos em animais e nem em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais revelaram risco, mas não existem estudos disponíveis realizados em mulheres grávidas.”
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
No caso de contraindicação para o uso de princípios ativos, classe terapêutica e excipientes, incluir, em negrito, as frases de alerta previstas em norma específica.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? (9-10) Salix alba é contraindicado em crianças abaixo de 12 anos, devido à possibilidade de surgir a Síndrome de Reye. Essa síndrome é extremamente rara. Em casos de crianças ou adolescentes que ficaram muito doentes, com vômitos severos, tontura, ou perda de consciência, a síndrome de Reye deve ser uma suspeita.
Esse produto deve ser administrado com orientação médica em casos de disfunções no rim ou no fígado, problemas de coagulação, úlceras gástricas ou intestinais e deficiência da desidrogenase glicose-6-fosfato.
Salix alba pode aumentar os efeitos de anticoagulantes.
Pacientes com terapia anticoagulante devem ter supervisão médica.
Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.”
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Descrever os cuidados específicos para o armazenamento do medicamento e informar o prazo de validade do medicamento a partir da data de fabricação, aprovado no registro, citando o número de meses.
“Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.” “Não use medicamento com o prazo de validade vencido.”
“Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.” “Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.”
“Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”
“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.” 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
USO ORAL/ USO INTERNO
Ingerir XXX (inserir o nome da forma farmacêutica), XXX vezes ao dia, obedecendo ao intervalo de XX (inserir unidade de tempo ou período do dia, como, por exemplo, 8 horas, antes ou após as refeições, antes de se deitar etc.) entre as doses. (A dose diária deve estar entre 60 a 120 mg de salicina).
Descrever o limite máximo diário de administração do medicamento expresso em unidades de medida ou unidade farmacotécnica correspondente, não podendo ultrapassar 120 mg de salicina.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
Para as formas farmacêuticas de liberação modificada, expressar a dose liberada por unidade de tempo e tempo total de liberação do princípio ativo.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. (Para comprimidos revestidos, cápsulas e comprimidos de liberação modificada e outras que couberem).
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retomar a posologia sem a necessidade de suplementação.
“Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reações alérgicas como prurido (coceira), urticária (reação alérgica), asma e sintomas gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreias, podem ocorrer (11).
“Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.”
“Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).”
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
O tratamento da superdose é importante, principalmente para crianças e idosos, devendo ser acompanhado com grandes quantidades de água (1, 12).
“Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.”
“Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.”
III - INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
1. INDICAÇÕES
Antitérmico, anti-inflamatório e analgésico (1-5) . 2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
Um estudo clínico, randomizado, controlado por placebo, avaliou a eficácia da casca de S. alba em 210 pacientes com dores crônicas nas costas. Os pacientes foram orientados a administrar 120 mg (baixa dose), 240 mg de salicina (alta dose) ou placebo, com tramadol como medicação de resgate para aqueles sujeitos da pesquisa que não aguentaram a dor. O principal resultado foi medido por meio da proporção de sujeitos que ficaram sem dor sem o tramadol por pelo menos cinco dias na última semana de estudo. Um total de 191 pacientes completou o estudo. O número de pacientes sem dor na última semana foi de 27 (39%) de 65 no grupo que recebeu a alta dose, 15 (21%) de 67 no grupo que recebeu a baixa dose e 4 (6%) de 59 no grupo tratado com placebo (p ˂ 0,001) (13).
Um estudo clínico duplo-cego e randomizado envolvendo 78 pacientes testou a eficácia do extrato padronizado de S. alba, correspondendo a 240 mg de salicina por dia, comparado com placebo. O primeiro resultado foi medido por meio do teste de dimensão da dor de Western Ontario e Universidade de McMaster (WOMAC). O segundo resultado foi medido incluindo a rigidez e função física da WOMAC. Os resultados mostraram que houve diferença significativa entre os dois grupos (p=0,047) (14).
Extrato padronizado de S. alba exibiu efeitos analgésicos similares a altas doses de ácido acetilsalicílico. O extrato padronizado em 240 mg de salicina por dia foi superior ao placebo no tratamento de dor em pacientes com osteoartrite nos quadris e no joelho (15).
Estudo realizado com 210 pacientes com dores lombares crônicas, que receberam 120 mg de salicilina por dia ou placebo 2 vezes ao dia, mostrou que na
última semana do tratamento, 21% dos pacientes que receberam salicilina estavam sem dor (16).
Dois ensaios clínicos controlados e randomizados de qualidade moderada evidenciaram que S. alba foi eficaz no alívio de dores agudas nas costas (17),.
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
O principais constituintes são os glicosídeos fenólicos incluindo a salicina (aproximadamente 1%), salicortina (até 4 %), 2’-O-acetilsalicortina (até 10%), 2’-O- acetilsalicina (=fragilina, até 4%), tremulacina (0,12-2%), 3’- e 4’-acetilsalicortina, populina e salireposideo, designados como salicilatos (18). Triandrina, vimalina, piceina e grandidentatina são compostos fenólicos de estruturas não saligeninas. Outros compostos significativos são os flavonóides e taninos (19).
A farmacocinética da salicina e seus principais metabólitos foi determinada em humanos após administração oral de um extratoque correspondente a 240 mg de salicina, e foi administrado em 10 voluntários sadios em duas doses iguais no tempo 0 e 3h. Durante o período de 24 horas, níveis de ácido salicílico e seus metabólitos foram determinados na urina e no sangue por meio de cromatografia de alta eficiência. A taxa de eliminação renal, a meia-vida de eliminação e a biodisponibilidade total foram calculadas. Os resultados mostraram que ácido salicílico foi o principal metabólito presente no sangue (86% do total dos salicilatos), assim como o ácido salicilúrico (10%) e ácido gentísico (4%). Os picos dos níveis séricos foram alcançados em menos de duas horas após a administração oral. A eliminação renal ocorreu predominantemente na forma de ácido salicilúrico (14).
4. CONTRAINDICAÇÕES (6-7)
Salix alba é contraindicado em caso de hipersensibilidade ou alergia aos
salicilatos (em especial nos asmáticos, espasmos brônquicos, rinites e urticárias). É contraindicado em pacientes com função trombocítica prejudicada ou em pacientes com úlceras do estômago ou do intestino, tendências a sangramentos (problemas de coagulação sanguínea) e gota.
É contraindicado em crianças menores de 12 anos.
É contraindicado na gravidez e lactação.
É contraindicado no caso de suspeita de dengue.
Categoria C de risco na gravidez: “Não foram realizados estudos em animais e nem em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais revelaram risco, mas não existem estudos disponíveis realizados em mulheres grávidas.”
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES (9)
Salix alba é contraindicado em crianças abaixo de 12 anos, devido à
possibilidade de surgir a Síndrome de Reye. Essa síndrome é extremamente rara. Em casos de crianças ou adolescentes que se apresentem muito doentes, com vômitos severos, tontura, ou perda de consciência, a síndrome de Reye deve ser uma suspeita.
Esse produto deve ser administrado com orientação médica em casos de disfunções no rim ou no fígado, problemas de coagulação, úlceras gástricas ou duodenais e deficiência da desidrogenase glicose-6-fosfato.
Este medicamento não deve ser usado durante a gravidez e amamentação, exceto sob orientação médica.
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS (9-10)
Pacientes com terapia anticoagulante devem ter supervisão médica, pois
S. alba pode aumentar os efeitos desses anticoagulantes.
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
Descrever os cuidados específicos para o armazenamento do medicamento e informar o prazo de validade do medicamento a partir da data de fabricação, aprovado no registro, citando o número de meses.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Descrever as características físicas e organolépticas do produto e outras características do medicamento, inclusive após a reconstituição e/ou diluição. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
Ingerir XXX (inserir o nome da forma farmacêutica), XXX vezes ao dia, obedecendo ao intervalo de XX (inserir unidade de tempo ou período do dia, como, por exemplo, 8 horas, antes ou após as refeições, antes de se deitar etc.), ou a critério médico. (A dose diária deve estar entre 60 a 120 mg de salicina).
Descrever o limite máximo diário de administração do medicamento expresso em unidades de medida ou unidade farmacotécnica correspondente, não podendo ultrapassar 120 mg de salicina.
Para as formas farmacêuticas de liberação modificada, expressar a dose liberada por unidade de tempo e tempo total de liberação do princípio ativo.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. (Para comprimidos revestidos, cápsulas e comprimidos de liberação modificada, e outras que couberem).
9. REAÇÕES ADVERSAS
Podem ocorrer reações alérgicas tais como prurido, urticária, asma e sintomas gastrointestinais (11).
Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.____________, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. (incluindo no espaço o endereço eletrônico atualizado do NOTIVISA).
10. SUPERDOSE
O tratamento da superdose é importante, principalmente para crianças e idosos, devendo ser acompanhado com grandes quantidades de água.
Em caso de superdosagem, suspender a medicação imediatamente. Recomenda-se tratamento de suporte sintomático pelas medidas habituais de apoio e controle das funções vitais.
“Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.”
PARTE III - DIZERES LEGAIS
Informar a sigla “MS” mais o número de registro no Ministério da Saúde conforme publicado em Diário Oficial da União (D.O.U.), sendo necessários os 9 (nove) dígitos iniciais.
Informar o nome, número de inscrição e sigla do Conselho Regional de Farmácia do responsável técnico da empresa titular do registro.
Informar o nome e endereço da empresa titular do registro no Brasil. Informar o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do titular do registro. Inserir a expressão “Indústria Brasileira”, quando aplicável.
Informar o telefone do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), de responsabilidade da empresa titular do registro.
Informar o nome e endereço da empresa fabricante, quando esta diferir da empresa titular do registro, citando a cidade e o estado precedidos pela frase “Fabricado por:” e inserindo a frase “Registrado por:” antes dos dados da detentora do registro.
Informar o nome e endereço da empresa fabricante, quando o medicamento for importado, citando a cidade e o país precedidos pela frase “Fabricado por” e inserindo a frase “Importado por:” antes dos dados da empresa titular do registro. Informar o nome e endereço da empresa responsável pela embalagem do medicamento, quando esta diferir da empresa titular do registro ou fabricante, citando a cidade e o estado ou, se estrangeira, a cidade e o país, precedidos pela frase “Embalado por:” e inserindo a frase “Registrado por:” ou “Importando por:”, conforme o caso, antes dos dados da empresa titular do registro.
Informar, se descrito na embalagem do medicamento, o nome e endereço da empresa responsável pela comercialização do medicamento, citando a cidade e o estado precedidos pela frase “Comercializado por” e incluindo a frase “Registrado por:” antes dos dados da detentora do registro.
Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em (dia/mês/ano) (informando a data de publicação da respectiva Bula Padrão no Bulário Eletrônico com a qual a bula foi harmonizada e/ou atualizada)
Incluir símbolo da reciclagem de papel. REFERÊNCIAS
1. ESCOP. Monographs on medicinal uses of plant drugs. Exeter: European Scientific Cooperative on phytotherapy; 1996.
2. Blumenthal M. The Complete German Commission E Monographs. Therapeutical Guide to Herbal Medicines. Boston: Integrative Medicine Comunications; 2000.
3. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Instrução Normativa nº 05 de 11 dez 2008. Determina a publicação da "Lista de Medicamentos Fitoterápicos de Registro Simplificado ". (2008).
4. Ernst E. Herbal Medicine in the Treatment of Rheumatic Diseases. Rheum Dis Clin North America. 2011; 37(1):95-102.
5. Marca E, Nellya A, Annickb D, Fredericb D. Plants used as remedies antirheumatic and antineuralgic in the traditional medicine of Lebanon. J. Ethnopharmacol 2008; 120:315-34.
6. Krivoy N. Effect of salicis cortex extract on human platelet aggregation. Planta Med. 2001; 67:209-12.
7. Ernst E, Pittler MH, Stevinson C, White AR, Eisenberg D. The desktop guide to complementary and alternative medicine. Edinburgh: Mosby; 2001.
8. Junior VFV, Pinto AC, Maciel MAM. Plantas medicinais: cura segura? Quim Nova. 2005; 28(3):519-28.
9. OMS. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva: World Health Organization; 2009.
10. Vitetta L, Cicuttini F, Hospital A. Alternative therapies for musculoskeletal conditions. Best Pract Res Clin Rheumatol. 2008; 22(3):499-522.
11. EUROPEAN MEDICINES AGENCY. Final proposal for a core data Salicis Cortex. London: EMEA; 2003.
12. OMS. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva: World Health Organization; 2002.
13. Chrubasik S, Eisenberg E, Balan E, Weinberger T, Luzzati R, Conradt C. Treatment of low back pain exacerbations with willow bark extract: A randomized double-blind study. Am J Med. 2000; 109:9-14.
14. Schmid B, Kotter I, Heide L. Pharmacokinetics of salicin after oral administration of a standardised willow bark extract. Eur J Clin Pharmacol. 2001; 57:387-91.
15. Marz RW, Kemper F, Willow barkextract-effects and effectiveness. Status of current knowledge regarding pharmacology, toxicology and clinical aspects. Wien Mediz Wochenschr. 2002; 152:354-9.
16. Setty AR, Sigal LH. Herbal medications commonly used in the practice of rheumatology: Mechanisms of action, efficacy, and side effects. Semin Arthritis Rheum. 2005:773-83.
17. Gagnier JJ, Van tulder M, Bermar B, Bombardier B. Herbal medicine for low back pain: a Cochrane review. Spine. 2007; 32( 1):82-92.
18. Wichtl M. Herbal drugs and phytopharmaceuticals. Boca Raton: CRC Press; 1994.
19. Upton R. Willow bark. Salix spp. Santa Cruz: American Herbal Pharmacopeia; 1999.