pesquisa.
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Itens em destaque:.
Questão problematizoraDe que forma e em que condições a formação docente contribui para o desenvolvimento pessoal e profissional do professor e de sua ação pedagógica, sob a perspectiva do paradigma da epistemologia da prática ?
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Objeto em estudoO objeto de investigação incide-se sobre o desenvolvimento profissional e pessoal do professor e de sua ação pedagógica. Temática esta contextualizada dentro da questão central da formação de professores face a um paradigma emergente, determinado pela epistemologia da prática.
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Objetivos geraisA presente pesquisa estabelece como propósito geral realizar um ensaio teórico sobre a formação de professores, lançando olhares e perspectivas para a importância e as
implicações da dimensão pessoal para o desenvolvimento e a aprendizagem profissional do professor, entendido enquanto um processo contínuo, aquém e além da formação inicial e continuada, e para a constituição de sua prática pedagógica.
Para tanto, considera-se que a formação docente e a prática pedagógica devem constituir espaços norteados por objetivos direcionados para um trabalho que envolva não apenas uma dimensão profissional, contribuindo para o desenvolvimento de competências, conhecimentos e habilidades profissionais do professor, mas também que atenda uma dimensão pessoal, possibilitando-lhes um prazer, uma satisfação e uma auto-realização pessoal, encontrando significado em suas ações e formação. Iluminados por esta concepção norteadora, foram esboçados os seguintes objetivos específicos:
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Objetivos específicos- considerar os aspectos de vida pessoal do professor – suas experiências, crenças, percursos e perspectivas pessoais, teorias implícitas, valores e propósitos - referenciais autônomos nas discussões acerca da formação docente, constituintes da biografia pessoal do professor e da raiz da identidade docente, no intuito de contribuir para o aprendizado do professor;
- lançar olhares para a reflexão, enquanto um processo que auxilia o professor na construção do seu conhecimento prático e pessoal, condicionando-o a promover um trabalho integrado entre teoria (referenciais teóricos e profissionais) e prática (suas experiências pessoais, vivências e inter-relações), a investigar e revisar suas práticas pedagógicas, avaliar as atividades e relações que estabelece no processo de aprendizagem, os métodos de avaliação, a adequação das estratégias e técnicas de ensino em relação às necessidades dos alunos e aos objetivos da aprendizagem;
- apontar alguns indicadores entendidos como germes para uma tentativa ou proposta de inovação no ensino superior, tendo como pano de fundo a mudança de paradigma que permeia a sociedade atual e as implicações que trazem para a educação superior;
- atentar para a construção do saber profissional docente, das competências do professor e do seu aprender a ensinar enquanto processos que se desenvolvem
num continuum, ao longo de toda a vida docente, sendo permeada por referenciais técnico-científicos e institucionais de profissionalização e capacitação, e por elementos que o professor carrega consigo, relacionados à sua dimensão pessoal de vida;
- analisar a formação e ação docente em seus aspectos profissionais e pessoais contextualizados na sociedade contemporânea e, por isso, globalizada.
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A escolha do tema em justificativa: pessoal, acadêmico-pedagógico e socialA sociedade global é marcada por um momento permeado e definido por profundas transformações ocorrendo em todos os âmbitos da vida cotidiana, provocadas sobretudo pelos avanços no campo da ciência e do desenvolvimento da tecnologia da informação e comunicação. Entende-se que estes acontecimentos têm moldado os modos e padrões de vida contemporâneos, criando um cenário de instabilidade e incertezas que dificulta qualquer tentativa de se formular ou traçar tendências e previsões certas.
A transição do paradigma pelo qual passa a realidade atual fica visível quando se constata, por exemplo, o surgimento de novas formações culturais e posições ideológicas, a reorganização do sistema econômico e político em alguns países e o redimensionamento nas questões de trabalho, a alteração na estrutura de valores e princípios que regem a sociedade.
A verdade encontrada na ciência e na razão não mais se configura como algo eterno e absoluto. Uma nova estrutura de pensamento passa a conduzir a sociedade, determinada pela construção vertiginosa do conhecimento, alterando o processo a partir do qual se manifesta a compreensão e interpretação dos fatos e fenômenos da realidade pelos sujeitos.
A possibilidade que os sujeitos têm de acessarem um número enorme de informações em um curto espaço de tempo resume a dinâmica que move o cenário atual, bem como reforça as influências que o avanço e a rapidez da tecnologia da comunicação provoca para este processo de disseminaçãoe processamento destas informações.
Diante disso, várias denominações têm sido atribuídas com a intenção de demarcar o contexto atual, desde Sociedade da Informação, Sociedade Tecnológica, Sociedade do Conhecimento, Sociedade da Aprendizagem, conforme as referências e os aportes teóricos dos diversos autores cujos estudos e pensamento se debruçam nesta reflexão.
A educação e os professores que atuam nas instituições educacionais, vêem-se diante da necessidade de repensarem suas concepções, referências e estratégias de atuação em função das mudanças, exigências e dos desafios presentes no cotidiano profissional destes atores.
O palco no qual o trabalho docente ocorre e revela o processo de aprendizagem dos seus alunos deverá contribuir para a preparação de um futuro profissional para atuação no mercado de trabalho, mas principalmente para a formação de um cidadão consciente de seu papel político e social, capaz de exercer, em todas as situações da vida, uma atitude de reflexão, crítica, questionamento e criatividade.
Diante disso, novos horizontes são visualizados para a formação de professores e educadores, devendo os programas responsáveis por esta formação preparar para as exigências verificadas no contexto da sua ação profissional, auxiliando-os na construção de uma ação responsável diante da realidade no exercício da sua atividade prática futura.
Entende-se que toda esta discussão tem como pano de fundo o fato de que a formação e a atuação do professor não pode mais estar centrado no paradigma da racionalidade técnica, a partir de um caráter essencialmente técnico e profissional, herança da doutrina positivista e do discurso da objetividade científica aplicada, os quais estruturaram o paradigma da ciência moderna vigente durante todo o século XX.
As implicações deste discurso no cenário da formação docente são visíveis, entendendo que a base epistemológica da prática dos professores permaneceu fundamentada no agir profissional e o conhecimento acerca da atividade docente, representado por um corpo de procedimentos, regras e princípios que são aplicados a problemas de ordem
Diante desta concepção, fica entendido que o espaço em que se dá a aprendizagem deste professor restringe ao espaço da sala de aula, por meio do desenvolvimento de conhecimentos e competências profissionais específicas de um campo particular da ciência que lhes auxiliem a realizar suas atividades, processo este que se define a partir do curso de formação inicial.
Ou seja, de acordo com esta concepção, o significado do trabalho docente é representado por uma prática determinada pela especialização e pela transmissão, por parte do professor, de saberes técnicos e pela aplicação de teorias e métodos conceituais de uma área especifica de formação, sem a mínima consideração dos conhecimentos produzidos por este profissional em situações específicas do ensinar e aprender, a partir da convivência com seus alunos e com os outros profissionais.
Em consequência desta concepção, constata-se que as questões que perpassam a formação de professores, o desenvolvimento profissional docente e a figura do professor precisam ser aprofundadas e diversificadas, sobretudo porque as visões e concepções tradicionais situam a não eficácia do seu fazer pedagógico, apontando, para tanto, para além do espaço da sala de aula e da transmissão de conhecimentos e conteúdos profissionais específicos. Ademais, estas discussões consistem num dos eixos norteadores do pensamento educacional e da investigação educativa, fator imprescindível para a possibilidade de se pensar, inclusive, na reforma dos sistemas educativos.
Ao mesmo tempo em que se expande no discurso pedagógico estudos e discusões que têm valorizado o professor e a atividade profissional docente, lhe atribuindo grande parte dos problemas educacionais, bem como uma enorme responsabilidade com relação à melhora da prática pedagógica e da qualidade do ensino. Esta situação reflete a realidade de um sistema escolar que depende da figura do professor como intermediador visível dos processos institucionalizados de educação.
Entende-se que um novo paradigma vem dominando as discussões sobre a formação docente, determinada pela epistemologia da prática, considerando-a um proceso permanente de desenvolvimento pessoal e profissional, um modelo reflexivo a partir do
qual as experiências que o professor acumulou ao longo de sua vida exercem influências significativas no “perfil” de suas práticas, sendo necessário potencializar uma conexão entre estas experiências e os processos de formação inicial e continuada do professor, com a sua formação pessoal construída por meio de um processo educativo permanente.
Esta concepção interfere significativamente na maneira como os professores exercem e atuam na sua profissão e no modo como compreendem e concretizam suas práticas pedagógicas, de modo que deverão se mostrar capazes de construir maneiras diferentes e mais progressistas de conceber e interpretar o trabalho docente, bem como do processo que determina a aprendizagem profissional do professor, visando orientar-se para objetivos e propósitos de formação mais amplos.
Isto implica considerar que a prática reflexiva envolve um processo de análise e investigação da experiência, potencializando a produção de novos saberes e da dimensão de vida pessoal do professor, o que envolve a potencialização de processos reflexivos do professor sobre seu trabalho e sobre si mesmo, no âmbito profissional, com possibilidades de conseqüências no processo de auto-conhecimento e auto- construção como pessoa e como profissional.
Diante desta concepção, o processo de aprendizagem e desenvolvimento do professor se desenrola num continuum, além da formação inicial e continuada, não se restringindo ao espaço da sala de aula, abrangendo as mais diversas situações e oportunidades, abarcando a possibilidade deste sujeito não apenas se desenvolver profissionalmente, a partir do aprimoramento de suas competências específicas de sua área de formação e atuação, mas também de encontrar o seu significado enquanto pessoa ao longo deste processo, sentindo-se auto-realizado e satisfeito pessoalmente.
Esta constatação é ainda mais relevante na medida em que atualmente percebe-se a ampliação e a multiplicidade de abrangência de novos campos de investigação na área de formação de educadores que se diferem da formação desenvolvida no contexto escolar. Cada vez mais tem-se presenciado um número grande de situações em que se vê a necessidade da presença de educadores, numa perspectiva de contribuir para uma formação mais abrangente dos sujeitos.
A partir do que foi dito, este estudo se justifica, no que se refere à dimensão acadêmica e pedagógica, pelo entendimento de que a formação e a prática docente devem considerar a dimensão pessoal de vida do professor, buscando contribuir para o seu desenvolvimento profissional, mas também para uma auto-realização e um empenhamento pessoal, contribuindo para que os professores possam tornar-se capazes de construir e afirmar sua autonomia pessoal e profissional.
A cultura pedagógica atual exige que a formação e ação profissional docente permita aos professores perceberem a si mesmos como profissionais e pessoas, o que implica em mudanças nos objetivos que começam a se orientar para o desenvolvimento pessoal e profissional deste professor. Diante desta perspectiva, a formação e a prática docente caracterizam-se como ações que produzem significado aquilo que o professor é, faz e sente e aquilo que lhes acontece, criando realidades e potencializando o terreno subjetivo do professor.
Daí o fato da presente pesquisa considerar importante o comprometimento da formação e da prática docente não apenas em atender este professor enquanto um profissional, mas que lance um olhar para a sua pessoa, valorizando o seu pensar, sentir e agir no contexto do exercício e da ação docente, bem como atentando-se para as implicações que a sua dimensão pessoal exerce para a sua trajetória de desenvolvimento e aprendizagem profissional docente.
Por isso é que esta pesquisa entende que os aspectos da vida pessoal do professor constituem “referenciais” autônomos e potenciais na formação de professores e na prática docente, sobretudo porque, na medida em que estes aspectos transfiguram a natureza política, econômica, social e cultural do trabalho pedagógico, possivelmente irão contribuir para a produção da biografia e da síntese pessoal do professor.
Isto leva-nos a entender que o referencial teórico-prático da ação profissional docente se tece por saberes e habilidades profissionais, bem como pelo seu perfil e potencialidade pessoal, suas experiências e visões de mundo, crenças e histórias referentes ao campo de vida pessoal do professor. Estes aspectos influenciam diretamente no modo como o trabalho docente é construído e, portanto, estão na raiz da construção da identidade
profissional docente e, consequentemente, no resultado de seu trabalho: a formação dos alunos.
Um trabalho sistemático e dialético entre teoria e prática, potencializado pelo processo contínuo de formação do professor, permite ao mesmo tempo, caminhar no sentido não apenas de ressigificar e aperfeiçoar suas práticas, como também articular um processo que contribua para o seu desenvolvimento profissional e também proporcione um empenhamento e uma auto-realização pessoal.
Para isso, a concepção de formação de professores que aqui desejamos destacar é aquela que se tece num processo permanente de desenvolvimento que percorre toda vida do professor, de modo que tem início no momento antes da escolha da profissão, passando pelos cursos de formação inicial e se prolongando no exercício profissional ao longo da carreira por meio de sua formação continuada.
Diante disso, a prática responsável por intermediar o processo de produção do conhecimento consiste numa ação intrinsicamente conectada com a dimensão pessoal do professor, isto é, com suas experiências e histórias de vida pessoal e com sua identidade, de modo a articular outras práticas que se manifestam como condição construtiva da vida e da profissão do professor.
É entendido que cabe ao professor a tarefa de manifestar sua capacidade para articular um processo de construção social e pessoal, direcionando a investigação e formação humana para a vivência e o domínio de códigos e linguagens plurais, visando contribuir para “salvar a unidade humana e salvar a diversidade humana. Desenvolver nossas identidades a um só tempo concêntricas e plurais.” Morin (2000, p. 78)
Além da pedagógica, outras duas ordens de razão justificam a opção feita: uma de natureza social e uma terceira, de dimensão pessoal. A justificativa social se revela na medida em que esta dissertação busca potencializar e oferecer sentido ao processo de construção da identidade do professor, permitindo-lhe encontrar sentido e significado durante este processo continuo, valorizando e lançando olhares para a importância e as implicações da dimensão e formação pessoal do professor, suas experiências e histórias
de vida, os saberes práticos e as teorias pessoais para o processo de desenvolvimento e aprendizagem profissional docente.
Ou seja, a justitifcativa social se manifesta no sentido de atentar para a importância de se buscar a ressignificação da identidade docente, entendendo esta enquanto um processo de produção da vida pessoal e profissional do professor em interação com a sociedade e inserido numa dada cultura e num determinado momento histórico.
Para tanto, esta pesquisa considera a identidade profissional docente como o conjunto daquilo que define e conduz as particularidades da profissão docente, isto é, não só habilidades e um corpo de conhecimentos técnicos, didáticos e profissionais, mas atitudes, sentimentos, crenças e valores que orientam a ação docente, bem como as experiências e a história do professor, o conteúdo cultural que possui e as interações que constrói no contexto social e profissional, elementos que estão na raiz da identidade docente.
Assim, a construção e ressignificação da identidade do professor se manifesta num processo contínuo, indissociável da estruturação do mundo, por meio de processos de socialização e dos mecanismos de mobilidade social que, por sua vez, atuam como potenciais na consolidação de um quadro de valorização e reconhecimento do professor por parte da comunidade social. Este tipo de trabalho tem sentido, significado para o professor, contribuindo para que ele possa desenvolver, aumentar sua auto-estima e suas expectativas.
Esta reflexão assume importância ainda maior quando se é possível perceber “… os indícios do mal-estar que atinge a atividade docente e a necessidade que os professores têm de identificar os mecanismos do seu funcionamento, na procura de vias de recriação da profissão e de recomposição da sua imagem social.” Cavaco (1999, p. 160)
Constata-se, no cenário acadêmico, uma concepção segundo a qual a carreira profissional docente não oferece grandes perspectivas. Cada vez mais passa a ser necessário a recriação da profissão docente, acabar com a descrença generalizada que associa à desvalorização social da imagem do professor; a sua revalorização social, bem como as condições de melhoria de seu funcionamento.
Isto implica considerar que a formação e a prática docente são carregadas e legitimadas por um conteúdo cultural que, por sua vez, contribui para que este docente adquira sentido neste processo. E ao incorporar nas suas práticas o projeto cultural que está por trás do seu ato pedagógico, bem como o conteúdo pessoal que envolveu o processo de produção de vida do professor, este profissional assume a função de socialização de sua ação e a considera, enquanto uma prática transformadora da realidade.
A cultura constitui elemento condicionante da identidade docente, assume papel importante para a constituição do ser e do fazer do professor na sua profissão. Ao carregar o lastro cultural dos sujeitos e mergulhar na natureza política da ação, as práticas docentes potencializam a formação de um sujeito crítico, criativo, capaz de problematizar o conhecimento, estabelecer diálogos e intervir na sociedade apresentando alternativas de melhora de vida. O sujeito deverá se mostrar capacitado para analisar crítica e reflexivamente o contexto no qual se encontra inserido.
Portanto, a prática docente, na medida em que não é desprovida de intencionalidade e assume significado numa dimensão política, deve atuar visando a propagação de um projeto humanizador e emancipatório, exigindo do professor uma postura crítica e transformadora, orientada para a formação de cidadãos conscientes e capazes de interferirem positivamente no contexto social em que vivem.
André et al (1999, p. 2) destaca que o longo período apoiado na racionalidade técnica contribuiu até mesmo para que o número de pesquisas e trabalhos produzidos sobre educação e sobre a formação de professores permanecesse enfatizando o aspecto profissional.
Em estudo que levou quase uma década e resultou no texto “Estado da Arte da Formação de Professores no Brasil”, a pesquisadora apresenta uma síntese rigorosa e integrativa sobre o conhecimento produzido acerca da temática formação do professor, apoiando-se, para isso, na análise de inúmeras dissertações e teses defendidas em programas de pós-graduação em educação do país, em vários artigos publicados em periódicos nacionais da área de educação e em estudos apresentadas no Grupo de
Trabalho Formação de Professores da Anped – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação.
A importância de se ressaltar esta pesquisa para o presente trabalho está no fato de que os resultados deste estudo, igualmente nos três campos de análise – sobretudo em relação às teses e dissertações e aos trabalhos na Anped -, evidenciam um silêncio quase total em relação à formação do professor para o Ensino Superior e para a educação de adultos.
Ademais, apresentam uma questão intrigante e que reforça a justificativa social desta pesquisa: a temática da identidade e da profissionalização docente, assim como as questões relacionadas à prática do professor, tem sido muito pouco trabalhada e/ou abordada pelos estudos, quando comparada a outras questões também fundamentais na formação docente, como a formação inicial de professores - as disciplinas, o programa e as propostas que permeiam o modelo dos cursos responsáveis por esta formação - e a formação continuada.
De acordo com o estudo, André et al (1999, p. 2) sinalizam que a
Identidade e profissionalização docente surge como tema emergente nos últimos anos, e abre perspectivas para questões de grande interesse e atualidade, como a busca da identidade profissional do docente, a relação do professor com as práticas culturais, questões de carreira, organização profissional e sindical, e questões de gênero.
Os estudos demonstram que os periódicos são aqueles que mais trabalham a temática da identidade e profissionalização docente, porém, a investigação recai-se sobre questões