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Comparing the Observed Periods of Ice Formation

5.2 Discussing the Growth and Decay of Rockwall Icings

5.2.2 Comparing the Observed Periods of Ice Formation

Volume 1 – Organização da alfabetização no ensino fundamental de 9 anos

FIGURA 3 – Imagem da capa do volume 1

Fonte: Volume 1 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Este volume contém 58 páginas divididas em 6 capítulos e/ou tópicos: Conhecer, intervir, refletir: instrumentos para a alfabetização. 1. Como a Coleção está organizada

2. Como utilizar a Coleção 3. Por que estudar?

4. Concluindo e

Sugestões de leitura

Destaca-se, inicialmente, a relevância da Coleção para atender às necessidades de formação do professor alfabetizador. Segundo o autor, há uma demanda clara e reiterada de muitos professores da Educação Infantil e Fundamental por uma formação que tenha repercussões em sala de aula. Em seguida, informa-se a proposta feita ao docente – conhecer elementos para a compreensão do processo de ensino-aprendizagem da língua escrita; intervir nesse processo; e refletir sobre sua intervenção (do professor), para torná-la mais adequada –; o modo como está estruturada – em volumes –; e exemplifica como o professor poderá usá-la.57 A Coleção apresenta a si própria como uma proposta diferente porque propõe, também, formação continuada, autônoma e em grupo e articulação entre fundamentos teóricos e sugestões práticas, elegendo como centro de sua atenção o trabalho cotidiano do alfabetizador e sua organização. Sugere procedimentos de planejamento do trabalho e estratégias de leitura que tornam o estudo mais dinâmico e menos cansativo.

O volume 1 traz, ainda, informações que esclarecem a contextualização e compreensão da situação de “fracasso da alfabetização” no Brasil, apresentando dados de avaliações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Brasileira (Saeb), do Instituto Nacional de Educação e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e seus reflexos na sociedade.

Com o intuito de aprofundar essa questão da contextualização, exploram- se, ainda, os conceitos de alfabetização e letramento.

O volume se encerra com os tópicos Palavras finais, que consiste em pequeno resumo recapitulativo, e Sugestões de leitura, uma lista bibliográfica.58

Volume 2 – Capacidades da alfabetização

FIGURA 4 – Capa do volume 2

Fonte: Volume 2 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Autores: Antônio Augusto Gomes Batista, Ceres S. Ribas da Silva, Isabel Cristina da Silva Frade, Magda Soares, Maria da Graça Costa Val, Maria das Graças Bregunci, Maria Lúcia Castanheiras e Sara Mourão Monteiro.

Este volume contém 94 páginas divididas em 5 capítulos e/ou tópicos: Nota inicial 1. Apresentação 2. Conceitos 3. Capacidades 4. Palavras finais e Sugestões de leitura

Tal como os demais, inicia-se apresentando seus objetivos – identificar as capacidades da alfabetização e distribuí-las ao longo dos três primeiros anos do ensino fundamental –, o modo como é organizado e orientações para seu uso. Com o intuito de servir de fonte de consulta permanente, sua organização é semelhante à de um dicionário e enciclopédia. O volume está dividido em quatro partes: (I)

conceitos fundamentais – língua e ensino da língua, alfabetização, letramento e ensino da língua escrita; (II) capacidades a serem alcançadas pelas crianças nesse período, agrupadas em cinco eixos – compreensão e valorização da cultura escrita, apropriação do sistema de escrita, leitura, produção de textos escritos e desenvolvimento da oralidade; (III) quadros de desenvolvimento das capacidades do aluno ao longo dos três anos com gradação de tons de cinza indicando a ênfase a ser atribuída ao trabalho com cada capacidade em cada ano do primeiro ciclo; (IV) verbetes de cada capacidade, acompanhados de indicação de outras fontes ou de verbetes interrelacionados e, algumas vezes, sugestões de intervenção ou atividades.

Sobre as capacidades apontadas no volume 2, os autores ressaltam que não constituem etapas a serem observadas numa cadeia linear, mas sim são simultâneas e exercem influências umas sobre as outras.

Com a descrição de capacidades, busca-se definir, também, o que deverá ser: introduzido, levando o aluno a se familiarizar com conteúdos e conhecimentos (I); trabalhado sistematicamente (T); consolidado e sedimentado (C); retomado, quando necessário (R), conforme exemplo abaixo de quadro de um dos eixos.

FIGURA 5 – Exemplo de descrição de capacidades com definição de intensidade do trabalho em cada ano do 1º ciclo

Nesse volume, ressalta-se que cabe à escola e aos professores alfabetizadores avaliarem, contextualmente, cada realidade, as condições de aprendizagem dos alunos, suas experiências prévias com a escolarização e sua familiaridade com a cultura escrita.

Volume 3 – Avaliação diagnóstica da alfabetização

FIGURA 6 – Capa do volume 3

Fonte: Volume 3 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Autores: Antônio Augusto Gomes Batista, Ceres S. Ribas da Silva, Maria das Graças de Castro Bregunci, Maria Lúcia Castanheiras e Sara Mourão Monteiro.

Este volume contém 86 páginas divididas em 6 capítulos e/ou tópicos além de um encarte com 20 fichas, apresentando 39 atividades avaliativas.

O sumário apresenta: 1. Apresentação

2. Matriz de referência da avaliação inicial

3. O instrumento: elaboração, aplicação, análise e registro 4. Comunicando resultados da avaliação

5. Instrumento de avaliação diagnóstica 6. Conclusão

O objetivo central indicado pelos autores é oferecer ferramentas e estratégias para que o professor possa conhecer o que os alunos já sabem e, consequentemente, definir o que eles precisam saber, além de favorecer o acompanhamento do seu desenvolvimento ao longo dos três anos do primeiro ciclo. O volume apresenta, também, discussão sobre a natureza e a função da avaliação diagnóstica, conjunto de instrumentos para realizar essa avaliação e sugere procedimentos para análise de seus resultados, para seu registro e para sua comunicação às crianças e a suas famílias. Além disso, com esse instrumento, pretende-se que o professor identifique em quais capacidades seus alunos apresentam baixo rendimento para oferecer-lhes alternativas de ensino que evitem reprovações desnecessárias.

Para isso, conta com uma matriz de referência da avaliação diagnóstica apresentada em quadros, contendo dezoito capacidades a serem avaliadas;59 a discriminação, por meio de descritores, dessas capacidades; e exemplos de procedimentos alternativos para operacionalização da avaliação. Tudo isso em relação a três dos cinco eixos apresentados no volume 2 como capacidades a serem desenvolvidas: aquisição do sistema de escrita, leitura e domínio da escrita e da produção de texto.

Em uma leitura vertical, vemos as capacidades a serem dominadas, apresentadas em graus de dificuldade; em leitura horizontal, vemos as capacidades, seus descritores e a indicação do número correspondente aos exemplos de atividades a serem aplicadas para aferição de desempenho específico.

59 Embora sejam apresentadas dezoito capacidades, neste quadro, dando ênfase a descritores e

níveis que serão tratados no instrumento que é apresentado em encarte, são propostas outras estratégias para diagnosticar outras capacidades dificilmente avaliadas em exercícios e provas, mediante a utilização de observação direta, conversas, provas clínicas, entre outras. É importante ressaltar esse aspecto, tendo em vista que a forma do material também interfere nos modos de apropriação, como se verá na análise.

FIGURA 7 – Fragmento da matriz de referência da avaliação diagnóstica

Fonte: Volume 3 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Essa matriz de referência, que orienta a avaliação em contexto mais formal, tem como foco principal os processos de alfabetização e letramento. No entanto, as capacidades relacionadas aos eixos da compreensão e valorização da cultura escrita e do desenvolvimento da oralidade não são apresentadas.

Este volume 3 traz ainda algumas sugestões de registro dos dados coletados através da avaliação, variando conforme ênfase e foco pretendido, por exemplo: (I) ficha individual com a situação de cada aluno em relação às capacidades avaliadas; (II) avaliação de cada aluno tendo como referência o coletivo da turma, (III) mapeamento da avaliação geral da turma.

FIGURA 8 – Ficha 1: Modelo para registro de avaliação diagnóstica de capacidades desenvolvidas por aluno

Fonte: Volume 3 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

FIGURA 9 – Modelo para registro da avaliação de cada aluno tendo como referência o coletivo da turma

Fonte: Volume 3 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

FIGURA 10 – Modelo para registro de mapeamento da avaliação geral da turma

O encarte desse instrumento de avaliação diagnóstica apresenta 39 exemplos numerados de atividades, distribuídos em 20 fichas. A quantidade de exemplos por ficha é variável, e são apresentados e caracterizados também no capítulo 5 desse volume, que conta com sugestões de outras estratégias de avaliação, principalmente aquelas relacionadas ao letramento, que podem ser desenvolvidas no cotidiano da sala de aula.

Podem ser aplicadas tais como são apresentadas, mas os autores sugerem a ampliação deste instrumento de avaliação com novas questões ou atividades que o professor julgar importante avaliar.

FIGURA 11 – Exemplo de atividade para avaliação diagnóstica impressa em fichas numeradas com imagens

Fonte: Volume 3 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

FIGURA 12 – Exemplo de atividade para avaliação diagnóstica impressa em fichas numeradas

Volume 4 – Planejamento da alfabetização

FIGURA 13 – Capa do volume 4

Fonte: Volume 4 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Autores: Antônio Augusto Gomes Batista, Ceres S. Ribas da Silva, Maria das Graças de Castro Bregunci, Maria Lúcia Castanheira e Sara Mourão Monteiro.

Este volume contém 133 páginas organizadas em 8 capítulos e/ou tópicos:

Apresentação

1. O planejamento do trabalho e a organização de atividades 2. A avaliação diagnóstica como referência para o planejamento 3. A distribuição das metas e as atividades de alfabetização

4. Formas de organização dos alunos, objetivos e possibilidades de aprendizagem

5. Letramento e interdisciplinaridade Palavras finais

Sugestões de leitura

O foco deste volume é a valorização do planejamento do ensino da língua escrita nas turmas dos três primeiros anos do Ensino Fundamental de 9 anos, com orientações e critérios para a organização dos alunos e sugestões de articulação entre os conteúdos para incentivar o letramento. Para tanto, propõe alternativas para o estabelecimento de metas para a alfabetização e o uso do diagnóstico das

capacidades linguísticas, apresentado no volume 3, para sistematizar e organizar as atividades.

Embora reconheça que planejar seja uma tarefa complexa, considerando sua dimensão individual e subjetiva, sua dimensão coletiva e a exigência de tempo, nesse vololume 4, apresentam-se sugestões de atividades para que o planejamento se realize:

A semana de planejamento

A semana de diagnóstico e de recepção das crianças Condições para re-elaboração do planejamento

O estabelecimento de objetivos e metas para cada turma deve ter como referência os resultados obtidos e verificados pela avaliação diagnóstica. A partir daí, são planejadas as atividades para alcançá-los. São explorados aspectos que interferem nesse processo, tais como: a escolha do professor alfabetizador, a criação de um ambiente alfabetizador, a escolha do livro didático, a escolha e elaboração das atividades e sua distribuição ao longo dos anos e o estabelecimento de rotinas diárias e semanais.

Sobre as atividades e sua distribuição ao longo dos 3 anos do primeiro ciclo, o volume indica alguns tipos de atividades que podem ser consideradas indispensáveis para a alfabetização dos alunos de acordo com os conteúdos e capacidades apresentadas em cada um dos cinco eixos presentes no volume 2 – compreensão e valorização da cultura escrita; apropriação do sistema de escrita; leitura; produção de textos escritos e desenvolvimento da oralidade – e o nível de intensidade do trabalho e o grau de autonomia do aluno em função da natureza da atividade focalizada.

FIGURA 14 – Quadro com tipos de atividades, conteúdos e capacidades referentes aos cinco eixos e o nível de intensidade do trabalho e o grau de autonomia do aluno

Fonte: Volume 4 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

A articulação entre avaliação diagnóstica e planejamento é exemplificada por meio de um relato de experiência concreta de avaliação diagnóstica, de registros e tratamento dos resultados.

A distribuição das metas e as atividades de alfabetização são também aspectos bastante explorados e exemplificados, subdividindo-se em planejamento anual, criação de unidades didáticas e atividades diárias que compõem a rotina.

As formas de organização dos alunos de acordo com os objetivos de aprendizagem e as possibilidades de trabalho interdisciplinares são os dois últimos aspectos abordados nesse volume.

Volume 5 – Monitoramento e avaliação da alfabetização

FIGURA 15 – Capa do volume 5

Fonte: Volume 5 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Autores: Antônio Augusto Gomes Batista, Ceres S. Ribas da Silva, Maria das Graças de Castro Bregunci e Sara Mourão Monteiro.

Este volume contém 50 páginas divididas em 7 capítulos e/ou tópicos: 1. Apresentação

2. Avaliar, diagnosticar, monitorar: pontos de partida e de chegada na alfabetização

3. Instrumentos para registro e análise do processo de aprendizagem dos alunos

4. Estratégia para avaliação do trabalho realizado pela escola

5. Estratégias de intervenção na aprendizagem e na reorganização dos alunos

6. Concluindo?

Sugestões de leitura

O volume 5 retoma e amplia as reflexões sobre avaliação e monitoramento, além de apresentar outras alternativas instrumentais e procedimentais sobre avaliação da aprendizagem dos alunos.

A perspectiva da avaliação presente nesse volume é reguladora e orientadora do processo de aprendizagem, englobando a sua função diagnóstica, tanto inicial quanto final, de um percurso de aprendizagem, e de monitoramento, abrangendo as dimensões de acompanhamento e intervenção nesse percurso.

Com isso, o que se propõe é acompanhar, passo a passo, o processo de aprendizagem, controlando e redimensionando as alternativas de ensino. Nesse ponto, o professor não fica isento de reflexão e da autoavaliação. Para isso, há uma lista de questões que conduzem à análise do trabalho realizado pelo professor junto a seus alunos.

Procedimentos considerados fundamentais para a avaliação e o monitoramento são indicados e exemplificados: observação e registro, provas operatórias, autoavaliação e portifólio.

Sobre a utilização de critérios observáveis nas propostas de avaliação, esse volume aponta como exigência para o professor ter flexibilidade e perspicácia de análise, considerando a complexidade que é avaliar o progresso de uma criança. Nesse ponto, os autores reforçam o foco da Coleção, os processos de alfabetização e letramento, exemplificando com uma ficha de registro consolidado dos resultados da avaliação diagnóstica, a qual visa oferecer maior visibilidade das capacidades avaliadas bem como facilitar a análise de seus dados e as ações correspondentes no plano de ensino; podendo, assim, serem trabalhadas as lacunas e capacidades ainda não desenvolvidas e sistematizadas aquelas que se encontram em patamares mais avançados.

FIGURA 16 – Modelo para registro consolidado dos resultados da avaliação diagnóstica de capacidades desenvolvidas por turma

A perspectiva de avaliação presente engloba, também, a responsabilidade de todos os profissionais da escola na criação de um espaço coletivo para discussão dos problemas de aprendizagem dos alunos e para a elaboração conjunta de planejamento que dê conta dos objetivos propostos. Com isso, pretende-se ampliar as possibilidades de atendimento das necessidades dos alunos e das políticas de formação dos próprios educadores. Nesse conjunto, são incluídos instrumentos para avaliação do trabalho realizado pela escola.

O volume apresenta, ainda, modos de intervir em situações de descompasso com as metas e critérios e de reagrupar os alunos, assegurando-lhes avanços no processo.

Volume 6 – Planejamento da alfabetização: capacidades e atividades

FIGURA 17 – Capa volume 6

Fonte: Volume 6 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Autores: Antônio Augusto Gomes Batista, Ceres S. Ribas da Silva, Maria das Graças de Castro Bregunci, Maria Lúcia Castanheira e Sara Mourão Monteiro.

Este volume contém 229 páginas divididas em 9 capítulos e/ou tópicos: Apresentação

1. A abordagem metodológica no ensino da língua escrita

2. Articulando capacidades e atividades: o eixo da compreensão e valorização da cultura escrita

3. Articulando capacidades e atividades: o eixo da apropriação do sistema de escrita

4. Articulando capacidades e atividades: o eixo da leitura 5. Eixo da produção de textos

6. Articulando capacidades e atividades: o desenvolvimento da oralidade Palavras finais

Sugestões de leitura

O volume sexto da Coleção está baseado na discussão, realização e análise de princípios metodológicos que envolvem a organização das atividades diárias na sala de aula; e tal como o volume 5 também dá continuidade à discussão iniciada no volume 4. Seu ponto de partida é a retomada, sintética, dos principais procedimentos apresentados no volume 3 e que estão ilustrados abaixo.

FIGURA 18 – Quadro sobre articulação entre avaliação diagnóstica e planejamento

Fonte: Volume 6 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Os autores chamam a atenção para o fato de que a execução desses procedimentos permite responder a algumas questões primordiais para a estruturação das práticas escolares de alfabetização e letramento, a qual ele precisa

implementar quando assume uma turma de alfabetização e se responsabiliza pelo aprendizado de seus alunos.

Por meio das questões apresentadas no quadro 1 (FIG. 18), esse volume procura articular as discussões e análises feitas nos volumes anteriores, mais especificamente no 2, 3, 4 e 5, indicando que estes servirão de referência para a reflexão, proposta nesse volume 6, sobre o processo de planejamento das práticas cotidianas de alfabetização e letramento.

A questão central que se coloca é: quais atividades selecionar para o trabalho em sala de aula, considerando o estabelecimento de metas de ampliação da aprendizagem dos alunos e os diferentes perfis numa mesma turma?

É indicado que tal questão seja trabalhada de forma integrada com as questões do quadro 1, destacando-se a relação de interdependência entre elas em vários níveis: seleção de atividades e avaliações diagnóstica de monitoramento; critérios para definição das formas de agrupamento; decisão sobre o tempo de duração de cada atividade, definição das metas e das capacidades priorizadas.

As sequências didáticas e atividades descritas e analisadas nesse volume visam demonstrar como os princípios didáticos estabelecidos podem ser implementados nas decisões do professor sobre o quê, como e quando desenvolver determinadas práticas escolares de alfabetização e letramento.

Após, discute-se a abordagem metodológica no ensino da língua escrita, destacando-se a relação entre objetivo de ensino e metodologia: dependendo da natureza do conhecimento e da capacidade a serem desenvolvidos, é escolhido o conjunto de princípios de natureza metodológica, sendo o direto e o indireto os dois tipos de ensino ressaltados.

Em seguida, apresentam-se as sugestões de atividades para o desenvolvimento de algumas capacidades agrupadas de acordo com os cinco eixos propostos: compreensão e valorização da cultura escrita; apropriação do sistema de escrita; leitura; produção de textos escritos e desenvolvimento da oralidade.60

Na página 5, são feitos agradecimento e esclarecimento sobre a proposta desse volume que “foi realizada com base numa experiência de formação de professores, apoiada pela Rede Nacional de Formação Continuada do MEC, pela

60 Os eixos, as capacidades e os temas e/ou atividades exemplificadas estão sintetizadas em quadro

Superintendência de Ensino de Araçuaí e pelo Programa PÓLO de integração da UFMG no Jequitinhonha, da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG”.

Volume 7 – Práticas escolares de alfabetização e letramento

FIGURA 19 – Capa do volume 7

Fonte: Volume 7 Coleção Instrumentos da Alfabetização.

Autores: Antônio Augusto Gomes Batista, Ceres S. Ribas da Silva, Maria das Graças de Castro Bregunci, Maria Lúcia Castanheira e Sara Mourão Monteiro.

Este volume contém 90 páginas divididas em 6 capítulos e/ou tópicos: Apresentação

1. Princípios metodológicos: tempo e planejamento

2. Planejamento: uma proposta de aplicação em sala de aula 3. Capacidades de ensino: usos da linguagem pelo professor

Palavras finais Sugestões de leitura

Encerrando a abordagem do planejamento das práticas de alfabetização e letramento, iniciada nos volumes anteriores, este volume está organizado em torno de dois objetivos: apresentar os princípios metodológicos que envolvem a organização dos tempos nos planejamentos cotidianos; e apresentar e discutir atividades ou formas de agir que podem ser adotadas na organização do trabalho cotidiano.

Para abordá-los, inicialmente são apresentados princípios metodológicos que auxiliam nas decisões sobre qual o tempo necessário de trabalho em sala de aula para o desenvolvimento das capacidades e atividades adequadas à alfabetização. Isso se dá por meio da resposta a duas perguntas: (1) quais capacidades previstas no planejamento anual devem ser introduzidas? (2) quais capacidades previstas no planejamento precisam ser trabalhadas sistematicamente?

São retomados e exemplificados o significado do que seja introduzir e trabalhar sistematicamente as capacidades, bem como a perspectiva metodológica indutiva e formas de organização dos alunos adequadas às suas diferenças na aprendizagem.

Em seguida, são abordados o modo como as decisões relacionadas ao princípio metodológico do tempo podem influenciar o ritmo do trabalho, a sequência e a distribuição das atividades.

O volume 7 traz, primeiramente, exemplos organizados em 3 quadros: (1) atividades para sistematização de capacidades iniciais pertinentes à consciência fonológica; (2) apropriação do sistema de escrita: capacidades a serem atingidas ao longo dos três primeiros anos de escolaridade; (3) planejamento de atividades regulares para o período inicial de aprendizagem da língua escrita. Em seguida, apresenta exemplos sobre a organização da rotina que contemple as diferentes áreas de conhecimento (alfabetização e letramento, matemática, ciências e estudos sociais, artes e educação física) e suas capacidades.

A possibilidade de integração de diferentes áreas é demonstrada por meio