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Bygningstyper og innredning

4. Organisering av gården

4.7 Samlet oppsummering og vurdering

4.7.2 Bygningstyper og innredning

Todos os 855 participantes foram localizados junto às escolas públicas municipais de ensino fundamental (ciclo 1) do município focalizado.

Inicialmente, após a permissão da secretaria de educação da cidade para a entrada da pesquisadora nas escolas, foi realizada uma visita em todas as unidades escolares para apresentação da pesquisa, seus objetivos, procedimentos e também para apresentação da carta de autorização da secretaria de educação da cidade.

Na época da coleta de dados (agosto de 2015 a junho de 2016), o município contava com oito escolas municipais de ensino fundamental ciclo 1. As oito escolas foram contatadas, no entanto em duas delas (EMEB 7 e EMEB 8), as diretoras não autorizaram a entrada da pesquisadora alegando que a instituição já estava cedendo espaço para outros pesquisadores e que a entrada de mais um seria inoportuno para o momento.

Assim, do total de oito escolas, as seis que concederam autorização serão aqui representadas por EMEB 1, EMEB 2, EMEB 3, EMEB 4, EMEB 5 e EMEB 6.

Como próxima etapa para coleta dos dados, a pesquisadora participou das reuniões de HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo) de todas as seis escolas participantes. A escolha pela participação nesta reunião se deu após a sugestão da diretora da primeira escola participante. Assim, concluindo que se tratou de um espaço

propício e oportuno para a apresentação da pesquisa, optou-se por iniciar os procedimentos de coleta de dados dessa mesma forma também nas demais escolas. Contudo, vale destacar que a participação nessas reuniões se deu de diferente maneiras, conforme o direcionamento dado por cada diretora. Em algumas escolas foi necessária a participação em vários destes encontros, por exemplo, enquanto que em outras as diretoras preferiram que a participação se limitasse a apenas uma visita.

De modo geral, nessas reuniões de HTPC, foi realizada uma breve explicação sobre a pesquisa a todas as professoras e professores presentes nessas reuniões. Além de explicar sobre os propósitos e importância da pesquisa, também era explanado sobre a forma com que as escolas iriam participar, o que envolveria a participação dos professores e também de seus alunos e pais/ familiares.

Já nesta etapa, todos os professores presentes nas reuniões foram convidados a participar da pesquisa e, aqueles que concordaram, assinaram ao TCLE para os profissionais da Educação. Assim, foi acordado que a pesquisadora iria mais outras duas vezes (ou mais) nesses momentos de encontro (HTPC), para entregar os questionários àqueles que haviam aceitado participar e depois para recolher o material já preenchido. Ressalta-se que algumas diretoras preferiram se responsabilizar por essa etapa da pesquisa, fazendo a entrega do material às professoras que haviam previamente aceitado participar e posteriormente recolhendo os questionários preenchidos.

Além disso, em uma única escola (EMEB 4), a diretora optou por ela mesma fazer a apresentação da pesquisa no momento do HTPC, assim, não foi possível saber o número de professores convidados. Contudo, uma vez que isso não gerou resultados, fez-se a opção de convidar os professores pessoalmente, um a um, no momento das reuniões de pais. Assim, os professores desta escola que participaram da pesquisa, concederam sua autorização nesses momentos.

A seguir, os dados da Tabela 2 demonstram o número de professores convidados, o número de professores que aceitaram participar e o número de professores que efetivamente participaram da pesquisa.

Tabela 2- Convites Feitos aos Professores EMEB Número de Professores Convidados Número de Professores que aceitaram Número de Professores que Participaram/Porcentagem 1 19 18 15 (78,9) 2 16 4 3 (18,7%) 3 25 12 8 (32%) 4 - - 15 (-) 5 75 40 9 (12%) 6 12 9 3 (25%) Total 147 83 53 (36%)

Em seguida, a pesquisadora iniciou a coleta de dados com os alunos e seus familiares. Como estratégia para esta etapa da coleta de dados, foi sugerido às diretoras que a pesquisa pudesse ser apresentada aos pais no momento das Reuniões de Pais realizadas pela escola. Em cinco, das seis escolas participantes (EMEBs 1, 3, 4, 5 e 6), as diretoras concordaram com a estratégia escolhida e permitiram que a pesquisadora entrasse em todas as salas de aula no momento das reuniões de pais, tanto do período da manhã como do período da tarde, para realização do convite.

Em apenas uma das escolas participantes (EMEB 2), a diretora condicionou a entrada da pesquisadora nas reuniões de pais somente dos professores que também autorizassem tal participação. Nesse caso, grande parte dos professores da escola não autorizou que a pesquisadora entrasse nas reuniões para falar sobre a pesquisa aos pais e convidá-los à participação. Assim, o convite foi realizado somente nas salas cujos professores autorizaram a entrada da pesquisadora. Em tal escola, o número de participantes foi reduzido, se comparado às demais, uma vez que o convite aos pais não pode ser feito em todas as salas de aula.

Durante a participação nas reuniões de pais, foi realizada uma breve explicação aos familiares sobre o que se tratava a pesquisa e sobre a forma com que eles e os alunos poderiam participar. Dentre as principais informações concedidas, é importante destacar que além de explicações sobre a pesquisa e forma de participação, foi também explicitado que aqueles que aceitassem participar e também autorizassem a participação dos alunos, deveriam assinar ao termo de consentimento livre e esclarecido para familiares e ao termo de consentimento livre e esclarecido para responsáveis, além de indicar o nome do aluno para que os questionários pudessem ser entregues a eles posteriormente.

Dessa forma, os familiares que aceitaram participar, receberam a instrução de que em poucos dias, receberiam pelas crianças um envelope contendo dois conjuntos de

questionários, um "questionários para pais ou responsáveis" e outro "questionários para as crianças". Foram alertados ainda, que ao receberem tal envelope, deveriam responder com atenção a todas as perguntas, sem preocupação de acertarem ou errarem, uma vez que não haveria resposta certa ou errada, mas somente a opinião de cada um.

Os familiares foram também alertados de que não deveriam ajudar os alunos respondendo aos questionários por eles (ou vice-versa), que poderiam sim tirar alguma dúvida quanto ao entendimento das questões, mas que era fundamental que todas as crianças participantes respondessem com suas próprias opiniões. Uma vez que não foi possível assegurar que tal instrução tenha sido estritamente seguida por todos os participantes, aponta-se esta como uma limitação do estudo.

Além disso, os familiares também foram esclarecidos quanto ao sigilo da pesquisa, visto que nenhum dos participantes seria identificado. Tais informações foram oferecidas tanto durante o contato pessoal da pesquisadora no momento das Reuniões de Pais, como por escrito (junto aos envelopes enviados aos alunos).

Assim, após o aceite dos familiares com a assinatura nos termos de consentimento e indicação do nome do aluno, a pesquisadora entregou para cada aluno, cujo responsável havia autorizado, um envelope contendo os instrumentos para alunos e para pais/responsáveis.

Conforme combinado com os familiares e após todos os esclarecimentos prestados, as crianças levaram os envelopes para casa, a fim de que pudessem preencher os próprios instrumentos e entregar o dos pais/ familiares. Cada aluno teve então o prazo de sete dias para responder aos instrumentos em sua casa e entregá-los preenchidos à pesquisadora, que foi até às escolas após esse prazo para recolher o material.

Esta etapa da pesquisa consistiu em várias idas às escolas. Assim, com os alunos que não entregaram os questionários, foram combinadas novas datas para entrega. Após tais tentativas (de três a cinco), todos os alunos foram então avisados sobre uma data limite para entrega do material, a partir do que a pesquisadora não mais voltaria às escolas. Acrescenta-se ainda que, tal data limite era estabelecida também quando em torno de 70% do material já houvesse sido recolhido.

Apresenta-se a seguir (Tabela 3), os resultados dos convites para participação na pesquisa feitos aos familiares dos alunos das escolas participantes durante as reuniões de pais oferecidas pelas escolas. O quadro assinala ainda o número de familiares que

aceitaram participar e autorizaram a participação dos alunos, que receberam os questionários e aqueles que retornaram os questionários preenchidos às escolas.

Tabela 3- Convites feitos aos Familiares para participação na pesquisa

EMEB Número de alunos matriculados Número de Autorizações de familiares recebidas* Retorno dos questionários preenchidos / Porcentagem Número de questionários não retornados/ Porcentagem 1 669 130 103 (79,2) 27 (20,7) 2 846 36 33 (91,6) 3 (8,3) 3 229 47 33 (70,2) 14 (29,7) 4 1123 144 127 (88,2) 17 (11,8) 5 1260 108 80 (74) 28 (25,9) 6 219 47 27 (57,4) 20 (42,5) Total 4420 512 403 (78,7) 109 (21,2)

* Autorização para própria participação e para participação do(a) aluno (a)

Desta forma, a amostra final dos participantes foi encerrada conforme apresenta- se a seguir, com os dados da Tabela 4.

Tabela 4 - Convites Aceitos e Número Final de Participantes

Participantes Convites Aceitos Retorno dos Convites

(Participação Efetiva)/ Porcentagem Professores 83 53 (63,8) Familiares 512 399 (77,9) Alunos 512 403 (78,7) Total 1115 855 (76,7)