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Avgrensning og forutsetninger

In document Barstadvika Offshorekai (sider 16-0)

Todas as soluções foram preparadas em balões volumétricos de classe A, com diferentes capacidades. Para as medições de volumes rigorosos iguais ou superiores a 5,00 mL foram usadas pipetas volumétricas de vidro, classe A. Para volumes inferiores recorreu-se a pipetas automáticas Gilson, modelos P100, P1000 e P5000, de volume regulável. As pesagens eram realizadas numa balança Mettler, AE 163, com uma precisão igual a 0,00001 g.

Sempre que era necessário promover a dissolução de substâncias sólidas, quer pela sua solubilidade reduzida, quer numa tentativa de reduzir o tempo envolvido na preparação de amostras, nomeadamente as formulações farmacêuticas, foi usado um banho de ultra-sons termostatado, da marca Bandelin, modelo Sonorex RK 100H.

Nos casos em que o sensor iónico das membranas dos eléctrodos era obtido por uma reacção de precipitação, houve necessidade de proceder à filtração do composto sintetizado, recorrendo a um cadinho de porcelana G4. Para facilitar a recolha do filtrado retido na membrana, adaptou-se ao cadinho um círculo de papel de filtro Whatman, n.° 2.

II.2.1 MATERIAL E APARELHOS PARA AVALIAÇÕES CONVENCIONAIS

As diferenças de potencial entre o eléctrodo indicador e o eléctrodo de referência foram medidas com um decimilivoltímetro Crison, |upH 2002 (sensibilidade ± 0 , 1 mV).

No caso particular dos procedimentos experimentais que decorreram em condições estacionárias, e por forma a que fosse possível a leitura simultânea da diferença de potencial entre cada um de vários eléctrodos indicadores e o eléctrodo de

referência, acoplou-se um comutador de eléctrodos construído de acordo com o descrito em Barros et ai, 1983.

Sempre que se pretendia que os ensaios decorressem a uma temperatura constante, as determinações eram efectuadas numa cuba de paredes duplas, Metrohm, EA-876-20. A temperatura era mantida constante através da circulação de água, entre as paredes da referida cuba, proveniente de um banho termostatado, Julabo, EM74. Para uma agitação constante das soluções em estudo utilizou-se um agitador magnético da Crison, modelo 2038.

11.2.2 ELEMENTOS CONSTITUINTES DAS MONTAGENS FIA

Nas determinações em fluxo, que ao longo de todos os trabalhos foi de tipo contínuo, utilizaram-se montagens simples e pouco dispendiosas, que permitiam a introdução reprodutível de um determinado volume de amostra, num fluxo de solução transportadora. Estas montagens eram também caracterizadas por uma grande versatilidade permitindo alterar, com facilidade, algumas das suas características físicas. De um modo geral, as montagens de fluxo eram constituídas por um sistema de propulsão, uma unidade de introdução da amostra, um sistema de transporte da amostra e de reacção e, ainda, uma unidade de detecção e registo dos sinais analíticos.

Como sistema de propulsão utilizou-se uma bomba peristáltica, Gilson, Minipuls 3, de quatro canais, semelhante à indicada na Figura II. 1. Os tubos de propulsão das soluções eram Tygon®, com diâmetros internos que variavam de acordo com a velocidade de fluxo pretendida, genericamente entre 2 a 10 mL min1.

As amostras eram introduzidas em fluxo através de uma válvula de injecção rotatória manual, com quatro vias, da marca Rheodyne, 5020. Este sistema de injecção da amostra permitia a introdução de um volume de amostra fixo, cujo valor

era definido pelo comprimento de um tubo de politetrafluoroetileno, Teflon®, Omnifit, com 0,8 mm de diâmetro interno (d.i.). Ao longo dos vários trabalhos utilizaram-se volumes de amostra iguais a 70, 170, 270, 570 e 1070 uL.

Figura II. 1 Bomba peristáltica. Sistema de propulsão utilizado nas montagens de fluxo contínuo.

Os tubos usados para o transporte da amostra ou de outras soluções, bem como para a preparação das unidades de reacção utilizadas para promover a mistura da amostra com uma outra solução, eram também em Teflon® e apresentavam 0,8 mm de d.i.. As unidades de reacção eram constituídas pelo mesmo material de Teflon®, formando um reactor "malha", cuja configuração conduzia a uma mistura adequada entre as duas soluções (Clark et aí, 1989). Sempre que necessário, a confluência das soluções foi estabelecida através de um dispositivo de configuração "Y", construído em Perspex®, poli(metacrilato de metilo). A ligação entre os vários elementos da montagem de fluxo era efectuada recorrendo ao mesmo tubo Teflon® com as extremidades flangeadas, às quais se adaptavam os terminais correspondentes, Teflon®, Omnifit. Em alternativa, recorreu-se a "luvas", pequenos troços de tubos de impulsão com o diâmetro adequado.

A adaptação do sistema detector à montagem de fluxo era estabelecida através de módulos de suporte adequados, construídos em Perspex®, de acordo com Alegret

et ai, 1987. Indicam-se n a s Figura II.2 e Figura II.3, respectivamente, os m ó d u l o s de

s u p o r t e do eléctrodo indicador de configuração t u b u l a r e do eléctrodo de referência.

Figura II.2 Módulo de suporte dos eléctrodos com configuração tubular. Vista lateral (lado esquerdo) e vista de topo (lado direito).

Figura II.3 Módulo de suporte do eléctrodo de referência. Cavidade central para encaixe deste eléctrodo e canais de entrada e saída de solução, aos quais se adaptavam tubos de Teflon® através dos conectores adequados.

As diferenças de potencial i n d i c a d a s pelo s i s t e m a de detecção e r a m m e d i d a s

pelo decimilivoltímetro, ao qual se e n c o n t r a v a electricamente ligado, e r e g i s t a d a s por

u m registador Kipp & Zonen, BD 1 1 1 .

Por forma a eliminar o ruído eléctrico, foi a i n d a n e c e s s á r i o inserir n a m o n t a g e m

de fluxo u m "eléctrodo de ligação à terra" (Figura II.4). Este eléctrodo consistia n u m

t u b o de aço com cerca de 0,8 m m de d i â m e t r o interno e 12 m m de c o m p r i m e n t o , ao

q u a l e r a soldado u m cabo eléctrico (Alegret et ai, 1987).

Figura II.4 Preparação de um "eléctrodo de ligação à terra". Adaptação do fio condutor interno de um cabo eléctrico blindado a um tubo de aço com 0,8 mm de d.i. e cerca de 12 mm de comprimento. Fixação do fio condutor ao tubo de aço com solda.

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