A intervenção realizada com a aluna neste estudo partiu do pressuposto de responder à questão norteadora desta pesquisa, bem como conseguir subsídios para verificar o objetivo geral da pesquisa que busca analisar como os jogos educativos interativos podem contribuir para o desenvolvimento do aluno com deficiência múltipla. A partir desta questão, elaborou-se o plano de intervenção direta com a aluna em estudo pela pesquisadora, visando trabalhar os jogos interativos primeiramente em atividades da vida diária da aluna e em relação á sua higiene bucal e, posteriormente, junto com a professora da sala de aula com conteúdo que a mesma fosse trabalhar com a aluna.
Esta intervenção foi realizada na Sala de Recursos Multifuncional, no Atendimento Educacional Especializado pela mestranda. Inicialmente foram previstos 10 encontros para a análise, porém realizaram-se nove encontros devido a uma gripe, impossibilitando a aluna de estar presente na escola.
Foi trabalhado pela pesquisadora com a aluna a intervenção no desenvolvimento de suas potencialidades, com o intuito de desenvolver suas habilidades, tanto em casa como na escola, para que a sua inclusão escolar se efetive de fato.
Percebe-se que no decorrer das intervenções houve um avanço significativo da aluna na sua coordenação motora, principalmente no que se refere ao uso do mouse e, posteriormente, em atividades como de pinturas em local demarcado.
Acreditamos que ao encontrar jogos do interesse do aluno focando na aprendizagem, conseguimos desenvolver habilidades que visem potencializar seu conhecimento. Salientamos
81
que a interação do professor junto ao aluno torna-se de suma importância, pois não é jogar por jogar, mas sim jogar com o objetivo de desenvolver algo a mais no seu aluno.
Para que isto ocorra é importante a mediação do professor, fazendo o que Vygotsky chamava de Zona de Desenvolvimento Proximal, onde o trabalho de cooperação e interação do professor com o aluno trorna-se de suma importância.
Um aspecto essencial do aprendizado é o fato de ele criar a zona de desenvolvimento proximal: ou seja, o aprendizado desperta vários processos internos de desenvolvimento, que são capazes de operar somente quando a criança interage com pessoas em seu ambiente e quando em cooperação com seus companheiros. Uma vez internalizados, estes processos tornam-se parte das aquisições do desenvolvimento independente da criança. (Vygotsky, 1991, p. 101).
Em relação ao exposto, percebemos o quanto é necessário esta presença junto ao aluno, o professor deve ser aquele que interage e questiona, e no caso de alunos com deficiência, aquele que muitas vezes mostra o caminho, que ensina por onde seguir. Como nos relata Osório (2011, p. 29) “Embora não o possa afirmar com rigor científico, arrisco sugerir que um computador, com educador, por criança, é melhor do que um computador por criança!”. O resultado desse trabalho foi o aumento de autoconfiança em realizar as atividades e da sua autoestima; além do aumento de concentração e de interesse pelas atividades on-line no computador, aumento da tolerância de tempo em uma atividade.
Constatou-se também maior motivação e interesse no processo de atividades do cotidiano, no caso trabalhado com sua higiene bucal. Conforme relato da familia após a intervenção, percebe-se a melhora neste aspecto: “Ela ficou bem mais interessada em escovar os dentes. Teve um dia que ela escovou três vezes os dentes.” A família tem que escovar, pois ainda não adquiriu autonomia suficiente para fazer sozinha. A família relata que a aluna solicita através de gestos durante e após a intervenção que seus dentes fossem escovados, percebendo sua melhora neste sentido, bem como no seu estímulo em realizar a escovação, já que aceitou ir ao dentista e está em tratamento dentário.
Ao perguntar para o profissional especializado que atende Alice, se percebeu alguma mudança após a realização da pesquisa em relação a sua higiene bucal, a resposta obtida foi “Sim, ela está bem melhor. Inclusive, ela chegava muitas vezes para o atendimento sem lavar o rosto, nem escovar os dentes.” A professora da sala de aula regular também percebeu mudanças neste sentido: “Na higiene bucal, escovação dos dentes está melhor, mas nos demais cuidados ainda deixa a desejar.”
82
Em conversa com a professora da sala de aula, após intervenção notou algumas diferenças na Alice. “Ela melhorou bastante, principalmente nas aulas de informática, ela quer fazer tudo sozinha, iniciar os jogos, digitar sozinha, só que para digitar a gente ajuda. Antes colocava qualquer joguinho, agora ela quer escolher o que jogar.”. Percebeu também que Alice adquiriu uma autonomia. Em relação ao conteúdo das cores, a professora relatou que: “Na sala de aula também, se pedir para alcançar alguma cor determinada ela consegue, na pintura também está conseguindo identificar cores e tons diferentes, bem como respeitando os limites do desenho, o qual não fazia.”
Diante do exposto, ao analisarmos os diários de bordo das intervenções e o relato do familiar e da professora da turma regular, podemos constatar que houve muitos avanços no processo de aprendizagem da aluna, tanto na escola como nas suas atividades do cotidiano. Sendo eles na parte que tange sua autoconfiança, autoestima, concentração, motricidade, motivação, socialização, melhor envolvimento nas atividades, percepção e interesse nas atividades no computador.
83
CAPÍTULO V
Este capítulo destina-se as considerações finais e à conclusão da presente dissertação.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÃO
Ao remetermos ao processo histórico referente às pessoas com necessidades especiais, passamos por várias etapas que foram evoluindo ao longo dos anos, desde a eliminação, a negação, a integração e, no momento atual, a inclusão, a qual está pautada em eliminar a forma segregada de ensino, compreendendo que todos têm o direito ao mesmo espaço de aprendizagem, segundo Mendes:
[...] O principio básico da educação inclusiva implica na possibilidade de que todos os alunos aprendam juntos, independente de suas dificuldades ou diferenças. As escolas devem reconhecer e responder as diversas necessidades dos alunos, acompanhado tanto estilos, quanto ritmos de aprendizagem, assim assegurando um ensino de qualidade... (Mendes in Mantoan, 1997, p. 26)
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC / SEE, 2008) dispõe do Atendimento Educacional Especializado, que vem assegurar a inserção e permanência dos alunos público alvo da educação especial considerado: com deficiência, transtorno global do desenvolvimento no sistema regular de ensino, assim como os que possuem altas habilidades/superdotação. É a transversalidade da modalidade da Educação Especial perpassando por todos os níveis e etapas da educação, de forma complementar ou suplementar ao ensino regular, no período contrário ao da escola, realizado na Sala de Recursos Multifuncionais da própria escola ou em Centros de Atendimentos Educacionais Especializados.
O ambiente da Sala de Recurso Multifuncional deve ser focado no sentido de que todos apresentam possibilidades de construir conhecimentos, nessa perspectiva ele precisa ser um espaço de aprendizagem onde aluno e professor, juntos, por meio da reflexão e da troca, superam desafios, transcendem obstáculos e limitações, de forma que todos, independente de suas dificuldades, tenham possibilidade de alcançar a construção do conhecimento, o exercício da cidadania e uma efetiva participação na sociedade. Diante do exposto, ressalta-se a importância do Atendimento Educacional Especializado para que a inclusão ocorra de fato.
O professor que trabalha no Atendimento Educacional Especializado deve, portanto, planejar situações de aprendizagem significativas e garantir que cada aluno avance na construção do seu saber que vai além da simples reprodução de conteúdos. Para isso, faz-se
84
necessário que o professor se comprometa em propor um trabalho pedagógico criativo, dinâmico e contextualizado à vida dos alunos, respeitando as suas formas próprias de aprender, enfatizando suas habilidades e potencialidades. Diante deste contexto podemos perceber que o uso dos TICs é um importante aliado como estratégia pedagógica no processo de ensino- aprendizagem.
Uma vez que os professores conheçam seus alunos, passam a ver muitas outras possibilidades de atividades para a construção do conhecimento. O brincar e o jogar são caminhos pelos quais as crianças pesquisam, exploram e elaboram conteúdos significativamente, rumo às suas realizações criativas e autônomas de aprendizagem. Além disso proporcionam aos educandos a troca de saber com seus pares.
Sendo que brincar e jogar são simultaneamente fontes de prazer, e fonte de conhecimento. É esta dupla natureza que nos leva a considerar o jogar parte integrante da atividade educativa, pois, além de possibilitar o exercício do processo de desenvolvimento e aprendizagem, brincar é uma situação em que a criança constitui significados, servindo tanto para as assimilações dos papéis sociais e compreensão das relações afetivas que ocorrem em seu meio, quanto para a construção do conhecimento.
O fazer pedagógico deve estar voltado para as atividades em que os alunos possam interagir, dar sua opinião e construir seu conhecimento, pois como cita Ricci:
É importante entender que a ação docente só tem valor se é capaz de auxiliar o aluno a aprender a conhecer, a aprender a fazer, a aprender a compreender o outro e aprender a ter autonomia. (Ricci apud Vale, 2007, p.63).
O professor, consciente dos seus objetivos pedagógicos e com estratégias coerentes, deve criar espaços que levem a criança a expressar-se e construir novos conceitos que induzam ao aprendizado.
Este trabalho foi produto de muito estudo e envolvimento, buscando entender a relevância da utilização dos jogos interativos como estratégia pedagógica para desenvolver a aprendizagem e atividades do cotidiano dos alunos que frequentam o Atendimento Educacional Especializado, tendo como foco de pesquisa uma aluna com deficiência múltipla.
Respondendo o problema desta pesquisa: como contribuem os jogos interativos para o desenvolvimento de uma aluna com deficiência múltipla, na sala de recursos multifuncional no Atendimento Educacional Especializado de uma escola pública da rede estadual de ensino de
85
São Francisco de Paula- RS? Podemos constatar, através dos registros dos diários de bordo e da análise dos dados da intervenção realizada com a referida aluna, que a utilização de jogos interativos contribuiu para o desenvolvimento cognitivo desta aluna, bem como nas atividades do seu cotidiano, além de avanços na sua coordenação motora, autoestima, autoconfiança, percepção visual, concentração e no interesse por atividades no computador.
Em relação aos objetivos específicos aos quais esta dissertação se dedicou, podemos constatar que:
A Escola Estadual em estudo acolhe alunos com deficiência;
Os jogos interativos utilizados com os alunos com deficiência são os que já vêm nos computadores que compõem a sala de informática;
Poucos professores possuem formação específica para trabalhar com alunos com deficiência, apesar de terem especialização em outras áreas, como descrito na figura.3 da página 46,.no entanto os professores que trabalham na sala de recursos têm formação na área da educação especial.
Em relação aos materiais disponíveis na escola para o atendimento aos alunos com deficiência, destacaram-se os jogos, computadores, os da sala de recursos, material adaptado e sucata;
Observou-se que a política da direção da escola e da Secretaria Estadual de Educação sobre o tema é a mesma do Governo Federal: todos, tendo deficiência ou não, têm direito e acesso à educação, preferencialmente, na rede regular de ensino;
A política empregada pelo Governo Federal é a da Política da Educação Inclusiva, implementada no ano de 2008 pelo MEC com o nome de Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, em que a Educação Especial não é mais tratada de forma substitutiva ao ensino comum, ela ressalta o direito de todos estudarem no ensino regular e tendo, se necessário, de forma complementar ou suplementar, o Atendimento Educacional Especializado.
Destacaram-se como principais problemas apresentados na escola referentes ao atendimento aos alunos com deficiência a falta: de apoio dos profissionais da área da saúde; apoio do governo; de funcionários e de formação dos professores nesta área; na família: a falta de um monitor o tempo todo com a aluna na escola; e da equipe de especialistas, a falta de: incentivo e engajamento da família, interação da
86
equipe técnica, diagnóstico precoce e garantia dos direitos das pessoas com deficiência.
Como sugestões para melhoras no atendimento dos alunos com deficiência destacou-se na escola: maior apoio da equipe técnica, interatividade entre os professores, cursos na área, avaliação diferenciada, uso de materiais concretos e jogos; entre a família a única sugestão foi o monitor estar o tempo todo com a aluna na escola e, quanto aos profissionais especialistas, as sugestões foram capacitação, trabalho interdisciplinar, troca entre os profissionais, responsabilização do serviço público e atividades diferenciadas como dança e esporte.
Diante do exposto, após o decorrer dessa pesquisa observou-se que os jogos interativos são ferramentas que contribuem de maneira efetiva no cotidiano de uma aluna com deficiência múltipla, conforme descrito na análise da intervenção.
Com certeza quem estuda avança um pouco mais como ser humano crítico, consciente e atuante no meio do qual faz parte. O ato de percorrer esse caminho em busca do conhecimento, com foco de aprender e ensinar, num processo dialógico constante, de trocas de vivências e saberes entre minha aluna Alice e o uso dos jogos interativos como ferramenta de ensino, foi uma experiência marcante desta mestranda, aprofundando a convicção de que a escola é o cenário mais apropriado para uma educação que permite, segundo sensibiliza Freire (1996) vivendo e aprendendo, saber por que se vive e porque se aprende.
Fica a convicção de que há muitos caminhos para serem percorridos quando o tema é a inclusão, mas fica a certeza de que o uso das TICs é um destes caminhos, sendo uma importante ferramenta no processo de ensino e aprendizagem, pois os mesmos encantam e fascinam nossos alunos.
Embora esta pesquisa (na qual conseguimos um avanço significativo com a Alice em sua qualidade de vida, como higiene, interesse, entusiasmo e autoestima) tenha findado, a mestranda segue trabalhando com a aluna, buscando estimular os familiares a continuar esse trabalho, abordando outros aspectos, bem como incentivando Alice a ter autonomia em algumas de suas atividades do seu cotidiano. O significativo resultado alcançado por esta dissertação está estimulando a mestranda a aprofundar seus estudos nesta área, buscando mais recursos e apoio, bem como planejando uma oficina de formação aos professores na área de educação especial, com foco na inclusão e no uso dos jogos interativos como ferramenta de aprendizagem.
87
A educação especial está presente na jornada profissional desta mestranda de uma forma efetiva, sempre lutando por dias melhores para os alunos da educação especial, passando muitas vezes por acertos e erros, mas sempre focando-se na construção de uma aprendizagem digna para seus alunos, muitos percursos foram traçados, e um deles é a constante busca pelo aperfeiçoamento profissional, onde este Mestrado contribuiu de forma efetiva para alcançar os sonhos nessa jornada. Como diz Freire: “Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar”.
88
Referências Bibliográficas
Almeida, P. N. (2000). Educação Lúdica: Técnicas e Jogos Pedagógicos. São Paulo: Edições Loyola.
Alves, D. O. (2006). Sala de Recursos Multifuncionais. Espaço para o atendimento educacional especializado. Brasília: MEC, SEE.
Bersch, R. (2007). Tecnologia Assistiva -TA. In.: Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Física. SCHIMER, C. R.; BROUNING, N.; BERSCH, R.; MACHADO, R. Brasília: MEC. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf. Acesso em: 06/06/2015.
Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil. (1988
) Brasília: Imprensa Oficial.
_______.(1994). Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO.
_______. Diretrizes Nacionais da Educação Básica, instituída pela Resolução CNE/CEB nº 4/2010. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_10.pdf Acesso em 18/05/2015.
_______. Documento Orientador Programa Implementação de Sala de Recursos
Multifuncionais. MEC. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=11037- doc-orientador-multifuncionais-pdf&category_slug=junho-2012-pdf&Itemid=30192 Acesso em: 20/06/2015.
_______.(2003). Educar na diversidade: material de formação docente. Brasília: Ministério da Educação, Secretária de Educação Especial.
89
_______. (1990). Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil. Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990.
_______. (1996). Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília: Ministério da Educação.
_______. (2010). Marcos Políticos-Legais da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEE.
_______. (1999). Parâmetros Curriculares Nacionais Adaptações Curriculares. Estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC.
_______.(2009). Resolução CNE/CEB 4/2009. 5 de outubro de 2009. Brasília: Diário Oficial da União, Seção 1.
Brenelli, R. P. (1996). O. Jogo como espaço para pensar. São Paulo: Papirus.
Bueno, J. G. S. (1999). A Educação Inclusiva e as novas exigências para a formação de professores: algumas considerações. In: Bicudo, M. A. V.; Silva JR, C. A. da. (Orgs). Formação do educador e avaliação educacional. São Paulo: UNESP.
Coltinho. C. P. (2013) Metodologia de investigação em ciências sociais e humanas: teoria e prática. Coimbra: Almedina.
Correia. L. M.(1997). Alunos com necessidades educativas especiais nas classes regulares. Porto: Porto Editora.
Demo.P.(2008).TICseEducação.Disponívelem:https://docs.google.com/document/pub?id=122Yi QchoYmfkjjYTaFQksphUwzyh9gOPx6FuQTBRirU. Acesso 30/05/2015.
Emer, S. O. (2001). Inclusão escolar: formação docente para o uso das TICs aplicada como tecnologia assistiva na sala de recursos multifuncional e a sala de aula. Dissertação
90
(mestrado, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação). Porto
Alegre: UFRGS. Disponível em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/36313/000817444.pdf?sequenc e=1 Acesso em: 06/06/2015.
Falavigna, G. (2009. Inovações centradas na multimídia: repercussões no processo ensino- aprendizagem. Porto Alegre: EdiPUCRS.
Fortuna, T. R. (2005). Quem quer brincar na universidade? In: Moll, J. (Org) Múltiplos alfabetismo: diálogo com a escola pública na formação de professores. Porto alegre: Editora da UFRGS.
Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à pratica educativa. São Paulo: Paz e Terra.
_______.(2008). Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra.
Galvão Filho, T. A. (2004). Ambientes computacionais e telemáticos no desenvolvimento de projetos pedagógicos com alunos com paralisia cerebral. Dissertação (Mestrado- Faculdade de Educação). Bahia: Universidade Federal da Bahia. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/10564.Acesso em 23/05/2015.
_______.(2009). Tecnologia assistiva para uma escola inclusiva [recurso eletrônico]: apropriação, demanda e perspectivas. Tese (doutoramento, Faculdade de Educação).
Bahia: Universidade Federal da Bahia. Disponível em:
https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/10563/1/Tese%20Teofilo%20Galvao.pdf. Acesso em 23/05/2015.
Gândara, R. I. V. (2013). A Utilização das TIC como meio de aprendizagem na educação especial. Dissertação (Mestrado em Ciências da Educação em Especialização de Educação Especial: Domínio Cognitivo e Motor), Lisboa: Escola Superior de Educação
91
João de Deus. Disponível em:
http://comum.rcaap.pt/bitstream/123456789/4568/1/Tese%20Rita%20G%C3%A2nda ra_Mestrado%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Especial_julho2013.pdf. Acesso em 21/05/2015.
Gil, A. C. (2010). Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas. _______.(2008). Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas.
Giroto, R. C. M., Poker, R. B.; Omote, S. (org.). (2012). As tecnologias nas práticas pedagógicas
inclusivas. São Paulo: Cultura Acadêmica. Disponível em:
https://www.marilia.unesp.br/Home/Publicacoes/as-tecnologias-nas-praticas_e- book.pdf. Acesso em: 27/05/2015.
Godói, A. M. (2006). Educação infantil: saberes e práticas da inclusão: dificuldades acentuadas de aprendizagem: deficiência múltipla. Brasília: MEC.
Haetinger, M. G.; Haetinger, D. (2006). Jogos, recreação e lazer. Curitiba: IESDE Brasil.
Maia, C. M.; Scheibel, M. F.(2006). Didática: organização do trabalho pedagógico. Curitiba: IESDE Brasil, 2006.
Mantoan, M. T. E. et al. (1997). Integração de pessoas com deficiência. São Paulo: Memnon Edições Científicas, 1997.
Martinez, C. G. (2015). Inclusão, diversidade e tecnologias: um diálogo necessário na escola. VIII Seminário Internacional As Redes Educativas e as Tecnologias: Movimentos Sociais e
Educação. Rio de Janeiro. Disponível em:
http://www.seminarioredes.com.br/adm/diagramados/TR597.pdf. Acesso em: 20/06/2015.
92
Moraes, M. C. (1997). Subsídios para fundamentação do programa nacional de informática na educação. Brasília: MEC.
Moran, J. M. (2009). Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus. Moreira, M. A. (1999) Aprendizagem significativa. Brasília: Editora Universidade de Brasília. Moyles, J. (2002) Só brincar? O papel do brincar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed. Munhoz, A. C. (2003). Brincar: prazer e aprendizado. Petrópolis: Vozes.
Oliveira, A. T. L. P. (2010).Estudo de caso de exploração do potencial das TIC no processo educativo de uma aluna com Ataxia. Dissertação (Mestrado- Departamento do Estudo da Criança). Braga, Portugal: Universidade do Minho. Disponível em: http//repositorium.sdum.uminho.pt. Acesso dia 15/05/2015.
Osório, A. J.(2011). Tecnologias de informação e comunicação e educação inclusiva de todas as crianças. Lisboa: Caderno 6 – Acessibilidade de recursos educativos digitais. Disponível em
http://www.crie.minedu.pt/files/@crie/1328784914_s6_tic_educ_inclusiva_ajosorio.p