ALMEIDA, Alfredo W. B. de. Os Quilombos e as Novas Etnias. In: O’Dwyer, Eliane Cantarino. Quilombos: Identidade Étnica e Territorialidade. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2002.
______. O Projeto Vida de Negro como Instrumento de Múltiplas Passagens. In: Vida de Negro no Maranhão: Uma Experiência de Luta, Organização e Resistência nos Territórios Quilombolas. Coleção Negro Cosme – Vol. IV. São Luis, SMDH- CCN/MA-PVN, 2005.
______. PEREIRA, Deborah Duprat de B. As Populações Remanescentes de Quilombos – Direitos do Passado ou Garantia para o Futuro?. Seminário Internacional – As Minorias e o Direito - Série Cadernos do CEJ, 24.
______. Terras de Preto, Terras de Santo, Terras de Índio – uso comum e conflito. Cadernos NAEE, nº10, 1989.
ARRUTI, José Maurício. Mocambo: antropologia e história no processo de formação quilombola. Bauru, São Paulo, Edusc, 2006.
______. Mocambo/Sergipe: negros e índios no artesanato da memória. Tempo e Presença 298, suplemento março/abril, 1998.
______. A emergência dos “remanescentes”: Notas para o diálogo entre indígenas e quilombolas. Mana 3(2), 1997.
BAIOCCHI, Mari de Nazaré. Os negros do Cedro: estudo antropológico de um bairro de negros em Goiás. São Paulo: Ática, 1983.
_____. Relatório Técnico-científico para Demarcação do Sítio Histórico Kalunga. Goiânia: UFG, 1990.
BANDEIRA, Maria de Lourdes & DANTAS, Triana de V. Sodré e. Furnas de Dionísio (MS). In: O’Dwyer, Eliane Cantarino. Quilombos: Identidade Étnica e Territorialidade. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2002.
_____. Triana de Veneza Sodré & Dantas. Furnas da Boa Sorte (MS). Relatório Histórico Antropológico. Ministério da Cultura, Fundação Palmares, UNIC, 1998.
_____. Triana de Veneza Sodré & Dantas. Furnas do Dionísio. Relatório Histórico- Antropológico. Ministério da Cultura, Fundação Palmares, UNIC, 1998.
BARABAS, Alicia. La rebelión zapatista y el movimiento índio em México. Série Antropologia, Universidade de Brasília, nº 208, 1996.
BARTH, Frederik. “Os grupos étnicos e suas fronteiras”. Em O Guru, o Iniciador e Outras Variações Antropológicas. Tradução de J.C. Comerford. Rio de Janeiro: Ed. Contracapa, 2000 [1969].
BRASIL. Programa Brasil Quilombola. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Governo Federal. Brasília, 2005.
BRIONES, Claudia. Mestizaje y blanqueamiento como coordenadas de aboriginalidad y nación em Argentina. Runa XXIII, pp. 61-88, 2002.
CARVALHO, José Jorge de (Org). O Quilombo Rio das Rãs: histórias, tradições e lutas. Salvador, EDUFBA, 1995.
CLIFFORD, James. Antropologia e literatura no século XX. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 1998.
Documento Final do I Encontro Nacional de Comunidades Quilombolas, Marcha Zumbi dos Palmares, 1995.
DORIA, Siglia Zambrotti. Confrontos discursivos sobre territórios no Brasil: o caso das terras dos “remanescentes de quilombos”. Tese de doutorado. Brasília, departamento de antropologia – Unb, 2001.
FELTRAN, G. S. Desvelar a política na periferia. Histórias de movimentos sociais em São Paulo. São Paulo: Associação Editorial Humanitas: Fapesp, 2005.
FERNANDES, Florestan. Beyond poverty: the negro and the mulato in Brazil. In: R. Toplin (org.). Slavery and race relations in Latin America. Westport: Greenwood Press, 1970.
FOUCAULT, M. A ordem do Discurso. São Paulo, Edições Loyola, 2002.
______. Microfísica do poder. São Paulo. Ed. Graal. 2000.
FUNARI, Pedro P. de Abreu. A arqueologia de Palmares: sua contribuição para o conhecimento da história da cultura afro-americana. In: GOMES, Flávio dos S. e REIS, João J. (Orgs). Liberdade por um fio: História dos Quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1989.
GOHN, Maria da Glória. Teoria dos movimentos sociais: paradgmas clássicos e contemporâneos. 6ª Edição. São Paulo, Edições Loyola, 2007.
GOMES, Flavio dos Santos. A hidra e os pântanos: mocambos, quilombos e comunidades de fugitivos no Brasil (sécs. XVII-XIX). São Paulo: Ed. Unesp: Ed. Polis, 2005.
GOMES, Flávio dos Santos e REIS, João José (Orgs). Liberdade por um fio: História dos Quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
GUIMARÃES, Carlos Magno. A negação da ordem escravista: quilombos em Minas Gerais no século XVII. São Paulo: Ícone, 1988.
GUSMÃO, Neusa M. M. Campinho da independência: Um caso de proletarização “Caiçara”. Dissertação (Mestrado em Antropologia). São Paulo: PUC, 1979.
_____. A dimensão política da cultura negra no campo: uma luta, muitas lutas. Dissertação (Doutorado em Antropologia Social). São Paulo: PPGAS/USP, 1990.
HALL, Stuart. Da diáspora: Identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.
HANDELMANN, H. História do Brasil. São Paulo: Melhoramentos, 1978.
LEITE, Ilka Boaventura. Os quilombos no Brasil: Questões conceituais e normativas. Florianópolis: NUER/UFSC, 2000.
_____. O legado do testamento: a comunidade de Casca em perícia. Porto Alegre: Editora da UFRGS; Florianópolis: NUER/UFSC, 2004.
LOPES, Nei. Bantos, malês e identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
MAESTRI, Mário. Pampa negro: Quilombos no Rio Grande do Sul. In: Liberdade por um fio: História dos Quilombos no Brasil. GOMES, Flávio dos Santos e REIS, João José (Orgs.). São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
MARTINS, José de Souza. Reforma Agrária: o impossível diálogo sobre a história possível. Brasília, MDA/INCRA, 2000.
MCADAM, D. (2005) “Conceptual origins, problems, future directions” in MCADAM, Doug, MCCARTHY, John D. e ZALD, Mayer IN. Comparative Perspectives on Social Movements – Political Opportunities, Mobilizing Structures, and Cultural Framings. Nova York: Cambridge University Press, 2005.
MELO, Paula B. “Se a gente sentar pra contar, dá um livro”. História da Família dos Amaros de Paracatu/MG. Mimeo – Dissertação de Graduação em antropologia. Universidade de Brasília, 2005.
______. Rebeliões na Senzala. Quilombos, insurreições, gerrilhas. São Paulo, Editora Ciências Humanas, 1981.
MOURA, M. da Glória da Veiga. Ritmo e ancestralidade na força dos tambores negros: o currículo invisível da festa. Dissertação de Doutorado da Universidade de São Paulo, 1997.
MUNANGA, Kabengele, GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2006.
MUNANGA, Kabenguele (Org). História do Negro no Brasil – o negro na sociedade brasileira: resistência, participação, contribuição – volume I. Brasília: Fundação Cultural Palmares – MinC com apoio do CNPq, 2004.
NASCIMENTO, Abdias do. O Quilombismo. Rio de Janeiro: Fundação Palmares/OR Editor Produtor Editor, 2002. (2ªed. Brasília).
______. Teatro Experimental do Negro: trajetórias e reflexões. In: Joel Rufino dos Santos (Org.). Negro Brasileiro Negro: revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Brasília, n. 25, 1997.
______. O Genocídio do negro brasileiro: um processo de racismo mascarado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
O’DWYER , Eliane Cantarino. Remanescentes de Quilombos na Fronteira Amazônica: A Etnicidade como Instrumento de Luta pela Terra. In: O’DWYER , Eliane Cantarino (Org.). Terra de Quilombo. Rio de Jeniro, Associação Brasileira de Antropologia, 1995.
______. Quilombos e a Prática Profissional dos Antropólogos. In: O’DWYER, Eliane Cantarino (Org.). Quilombos: Identidade Étnica e Territorialidade. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2002.
______. Territórios Negros na Amazônia: práticas culturais, espaço memorial e representações cosmológicas. In: WOORTMANN, Ellen F. (Org). Significados da Terra. Brasília, Ed. Universidade de Brasília, 2004.
OLIVEIRA Jr., Adolfo Neves de. Reflexão antropológica e prática pericial. In CARVALHO, José Jorge de. [Org.]. O quilombo do Rio das Rãs: histórias, tradições, lutas. Salvador: EDUFBA, 1995.
PECHINCHA, Mônica Thereza Soares. O Brasil no discurso da antropologia nacional. Goiânia: Cânone Editorial, 2006.
PEDROSA, Luis Antonio Câmara. Nota sobre as (in) constitucionalidades do Decreto 4887. In: Revista de Direito Agrário. Brasília, Revista de Direito Agrário, MDA|Incra|Nead|ABDA, Ano 20, no 21, 2007.
Petras, J., & Veltmeyer, U. (2005). Social movements and state power. Argentina, Brazil, Bolivia, Ecuador. London: Pluto Press.
PÉRET, Benjamin. O quilombo de Palmares. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002.
PEREIRA, Lucélia; SOUZA, Barbara, e alli. Caracterização sócio cultural das comunidades incluídas na Pesquisa Nacional Quilombola. In: Chamada Nutricional Quilombola. Brasília, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2008.
PEREIRA, Carmela Z. Conflitos e identidades do passado e do presente: política e tradição em um quilombo na Amazônia. Dissertação de mestrado. Brasília, Departamento de Antropologia – UnB, 2008.
Por uma política nacional de combate ao racismo e à desigualdade racial: MARCHA ZUMBI contra o racismo, pela cidadania e a vida – Brasília: Cultura Gráfica e Editora, 1996.
RATS, Alex. Eu sou atlântica: Sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo, Imprensa Oficial de São Paulo: Instituto Kuanza, 2007.
SAHLINS, Marshall. O pessimismo sentimental e a experiência etnográfica: Por que a cultura não é objeto em via de extinção (parte I). Mana 3 (1): 41-73.
______. O pessimismo sentimental e a experiência etnográfica: Por que a cultura não é objeto em via de extinção (parte II). Mana 3 (2): 103-150.
SEGATO, Rita Laura. La nación y sus otros: raza, etnicidad y diversidad religiosa em tiempos de políticas de la identidad. Buenos Aires:Prometeo Libros, 2007.
ORTNER, Sherry. Resistance and the problem of ethnographic refusal, Comparative Studies in Society and History. 1995.
SILVA. Dimas Salustiano da. In: Frechal Terra de Preto – Quilombo reconhecido como Reserva Extrativista. São Luiz: SMDDH/CCN-PVN, 1996.
SOUZA, Edileuza Penha de. Tamborizar: História e Afirmação da Auto-Estima das Crianças e Adolescentes Negros e Negras através dos Tambores de Congo. Dissertação de Mestrado. Salvador, UNEB, 2005.
SOUZA, Vânia Rocha F. de Paiva e. Conceição das Crioulas, Salgueiro (PE). In: O’DWYER , Eliane Cantarino (Org.). Quilombos: Identidade Étnica e Territorialidade. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2002.
SUNDFELD, Carlos Ari. Comunidades Quilombolas: direito à terra. Brasília, Fundação Cultural Palmares/MinC/Editorial Abaré, 2002.
TRECCANI, Girolamo Domenico. Terras de Quilombo: Caminhos e Entraves do Processo de Titulação. Belém, 2006.
______. Palestra apresentada no I Seminário de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, na mesa redonda “O Direito à Terra dos Remanescentes de
Quilombos”. Realizado na Câmara dos Deputados, Brasília, em 13 de maio de 2008.
______. Sistematização de bases de dados sobre comunidades quilombolas. Brasília, SEPPIR, 2006.
SAHLINS, Marshall. O pessimismo sentimental e a experiência etnográfica: Por que a cultura não é objeto em via de extinção (parte I). Mana 3 (1): 41-73.
______. O pessimismo sentimental e a experiência etnográfica: Por que a cultura não é objeto em via de extinção (parte II). Mana 3 (2): 103-150.
SUNDFELD, Carlos Ari. Comunidades Quilombolas: direito à terra. Brasília, Fundação Cultural Palmares/MinC/Editorial Abaré, 2002.
SEGATO, Rita Laura. La nación y sus otros: raza, etnicidad y diversidad religiosa em tiempos de políticas de la identidad. Buenos Aires:Prometeo Libros, 2007.
SILVA. Dimas Salustiano da. In: Frechal Terra de Preto – Quilombo reconhecido como Reserva Extrativista. São Luiz: SMDDH/CCN-PVN, 1996.
SOUZA, Vânia Rocha F. de Paiva e. Conceição das Crioulas, Salgueiro (PE). In: O’DWYER , Eliane Cantarino (Org.). Quilombos: Identidade Étnica e Territorialidade. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2002.
TARROW, S. (1998). Power in Movement – Social Movements and Contentious Politics. Nova York: Cambridge University Press.
TRECCANI, Girolamo Domenico. Terras de Quilombo: Caminhos e Entraves do Processo de Titulação. Belém, 2006.